O Cometa Edição Número Um

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EDITOR-CHEFE: CLÁUDIO DE CASTRO           –            SAINT-DENIS, 12 de JANEIRO   DE 1998


MANCHETES DA EDIÇÃO DE HOJE:

Surge “O Cometa”, primeiro veículo de Comunicação não-oficial de Reunião
Aprovado por Unanimidade o Projeto Totalmente Novo de Diplomacia
Jogo de FIFA-97 entre Reunião e Porto Claro será alvo de reportagem macronacional
Conselheiro do PIGD planeja Reforma na Constituição
Editorial: Diplomacia vem agitando várias micronações, Reunião incluída


SURGE O COMETA, PRIMEIRO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO NÃO-OFICIAL DE REUNIÃO
Cláudio de Castro

      Hoje, dia onze de Janeiro de 1998, passa a funcionar “O Cometa”, um Jornal que pretende ao mesmo tempo informar, divertir e entreter os micronacionalistas – cidadãos de Reunião ou não – falantes da língua portuguesa (bem, os que falam espanhol ou catalão podem tentar ler também).
A proposta de “O Cometa” é de suprir a carência de um meio de comunicação opinativo e extra-oficial no Império. Virá em edições mais ou menos quinzenais. A Agência Reuniana de Notícias informa, mas não analisa os fatos. Até hoje, os Reuniãos só se informavam através dela ou de Jornais alienígenas. Mas, agora, isto acabou. Seja bem-vindo a uma nova era. A era de O Cometa, O Seu Jornal.


APROVADO POR UNANIMIDADE O PROJETO TOTALMENTE NOVO DE DIPLOMACIA
Cláudio de Castro

       Ontem, às onze e quarenta e cinco da noite, foi aprovado, por unanimidade (8×0) o Projeto Totalmente Novo de Diplomacia (A-NDP, All-New Diplomatic Project), de autoria – surpreendentemente, diga-se de passagem – da Conselheira Fernanda Sarmento, do Pacto Social Oposicionista (PACSO). Foi a primeira vitória do PACSO sobre o PIGD.
Logo antes, havia sido rejeitado, por 5×3 (leia abaixo o placar, que pode ser conferido na homepage do Egrégio Conselho Imperial de Estado, em http://www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/6708/egregio.htm ), a pólítica diplomática anteriormente em vigor, que havia sido elaborada pelo Chanceler Imperial, Duque Matt Dabrowski (MNDP, Matt’s New Diplomatic Policies). O Imperador Claude I, após ver, pela primeira vez, naufragar um projeto proposto por seu partido, o PIGD (Partido Imperial pela Glória da Dinastia), resolveu – isto sim, surpreendentemente… aliás, assustadoramente – não vetar o placar, após receber cartas de protesto de 11 cidadãos Reuniãos, que acompanhavam atentamente os acontecimentos.
Como informa a ARN, várias nações atingidas pelas mudanças realizadas pelo Duque Dabrowski haviam protestado contra a MNDP. Entre elas, destaca-se o caso de Corvínia, que suspendeu as relações diplomáticas com Reunião, e negou-se a reconhecer a autoridade de Dabrowski para negociar em nome de Sua Majestade Imperial.
Mas todos se perguntam: Como pode o PACSO ter vencido se tem uma minoria de 3 Conselheiros, contra 5 do PIGD? Isso se deveu ao fato de o Conselheiro Imperial e Líder do PIGD, Arthur Moir, ter cometido um gravíssimo erro de cálculo: para não ficar com uma imagem de tirano, e acreditando na maioria numérica, Moir – burramente – decidiu que o Partido Imperial não fecharia questão em relação à aprovação da MNDP. O Líder não contava com a dissidência dos Conselheiros Imperiais Duardo McPhill e Karl Fischer, que negaram-se a aprovar o projeto, alegando que colocava Reunião numa situação delicadíssima na comunidade intermicronacional. O Cometa procurou Sir Arthur, mas ele não quis fazer nenhum comentário, alegando que fez o que achou certo. O Conselheiro Imperial Maurice Bourbon, que votou a favor da MNDP, tentou adiar a votação para a próxima semana, sem sucesso. A Conselheira da Educação (que não se confunda com Conselheira Imperial – precisamos urgentemente parar de usar esse nome “Conselheiro” para tudo) Atir Zirtaeb (também filiada ao PIGD), diretamente do ‘N.C.L. Computer Café”, em algum lugar do Caribe, declarou-se espantada pela “extrema estupidez” de Sir Moir.
Mas se no PIGD o clima é de derrota, no PACSO tudo é uma festa. “Além de regeitarem [sic] a MNDP, ainda aprovaram o nosso projeto! Parabéms [sic] aos Conselheiros Fischer e McPhill, que souberam reconhecer seus próprios erros”, festejava a Conselheira Imperial Fernanda Sarmento, que, dias antes, dizia-se desanimada pelo fato de o PACSO jamais vencer quaisquer votações no Conselho. Sarmento lamentou, porém, o veto do Imperador ao artigo da A-NDP que reconhecia o Principado de Orange – nação que separou-se de Porto Claro. Lady Sarmento enviou um recado a Pedro Aguiar, editor do Diário Portoclarense: “O senhor disse que o Conselho não tem poderes? Como pode explicar isso, ó grandiozo [sic] avô de si mesmo?”.
O porta-voz da Assessoria Imperial de Imprensa (A11), Sir Gilbert Mollusk, também filiado ao PIGD, disse que o Imperador se sentiu – “apesar do absurdo da situação” – obrigado a aprovar o resultado, por ter, dias antes, dito publicamente que iria aceitar qualquer decisão que Compton Hall tomasse. (Nota: O Imperador pode tanto aprovar quanto rejeitar as resoluções do Conselho, que têm caráter de sugestão oficial)
Falando por si mesmo, Sir Mollusk disse que sente “ânsias de vômito” ao ouvir o nome de Lady Sarmento, e que não pretende comentar as “ofensas” supostamente feitas pela Conselheira a ele em um e-mail privado. Mollusk encerrou a carta com uma pergunta: “será que o Dreck von Alles não pode matar ela também”?

PLACAR DAS DUAS VOTAÇÕES:

M.N.D.P.
Maurice Bourbon (PIGD-SS) – AY
Imperador Claude (PIGD-DR) I – AY
Arthur Moir (PIGD-DR) – AY
Duardo McPhill (PIGD-SS) – NAY
Karl Fischer (PIGD-DA) – NAY
Erik Fitzgerald (PACSO-DR) – NAY
Fernanda Sarmento (PACSO-SS) – NAY
Yako McPhill (PACSO-DA) – NAY

A-MNDP
Todos votaram AY.


JOGO DE FIFA-97 ENTRE REUNIÃO E PORTO CLARO SERÁ ALVO DE REPORTAGEM MACRONACIONAL
Sir Gilbert Mollusk

         O Editor-Chefe do Diário Portoclarense (DP), Pedro Aguiar, contactou Sua Majestade Imperial para que seja realizado, entre as duas micronações, um jogo de FIFA-97 (ou 98). Este jogo, a ser realizado, provavelmente, na casa de algum cidadão portoclarense (segundo a A11, mas O Cometa não averigüou se existe possibilidade de jogar via-modem), seria coberto pelo Jornal O Dia, da Cidade do Rio de Janeiro – Brasil. Uma representante do jornal crê que o jogo seria o “gancho” perfeito para uma reportagem sobre as micronações. O Dia é o segundo jornal mais vendido do Estado do Rio de Janeiro, segundo informação do Datafolha.
Ainda se desconhece em Reunião quem será o técnico da seleção rubra (ora, a cor de Reunião é o vermelho), mas especula-se que o Desembargador Imperial e Conselheiro Duardo McPhill assumirá este posto, com total apoio de Sua Majestade Imperial, que tem como time brasileiro favorito o América Football Club do Rio de Janeiro, também de uniforme vermelho. Ainda não foi marcada a data do jogo, e logo que isto for feito, O Cometa pretende dar a notícia em primeiríssima mão.


CONSELHEIRO DO PIGD PLANEJA REFORMA NA CONSTITUIÇÃO
Sucursal de Stráussia

         O Conselheiro Imperial Maurice Bourbon (PIGD-SS) disse hoje estar planejando articular uma reforma na Sagrada Constituição de 1997. Segundo ele, a Constituição, promulgada em Agosto de 1997, ainda contém vícios do Império de O País!, como por exemplo a possibilidade de não haver um Desembargador Imperial. A Constituição, segundo Bourbon, diz que Sua Majestade Imperial tem a faculdade de nomear um Desembargador Imperial, “caso seja grande o número de processos”. “Isto é um absurdo, uma idiotice.”, revela, adicionando que “o Imperador não tem tempo hábil para deter três dos quatro poderes do Império. O Judiciário precisa funcionar, e de forma isenta.”
Procuramos o líder do PACSO, Conselheiro Erik Fitzgerald, mas não pudemos encontrá-lo para ouvir sua opinião. Contatamos então a Conselheira Fernanda Sarmento, que se disse surpresa com a proposta de Sir Bourbon. “Mas quanta baboseira. Esse sujeito não tem o que faser [sic]? Se o Imperador já nomeou um Desembargador – que é o McPhill – de que adianta colocar na Constituição que Ele é obrigado a isso?”, afirmou.
Sir Gilbert Mollusk declarou que, “a contragosto”, concorda com a Conselheira, já que considera uma reforma neste sentido inútil. Mollusk frisou, porém, que em vários momentos a SCI-97 se refere aos Reuniões como “paisenses” e coisas do tipo. O Cometa apurou que é verídica esta informação, talvez porque a Carta Magna Reuniã é uma adaptação da Constituição paisense.



Editorial: Diplomacia vem agitando várias micronações, Reunião incluída
Editor-Chefe: Claude Bourbon (S.M.I., Imperador Claude I)

         Há tempos não via tamanha agitação de caráter intermicronacional como nas últimas semanas… Secessões, novas políticas diplomáticas, intrigas, brigas de todo o gênero. Assim tem sido o final de 1997 e o início de 1998. Aparentemente, grande parte desta discussão se deve a três micronações que surgiram de secessões: Penguinéia (Pingüínia, na grafia portoclarense), Orange, e, em menor proporção, o Sacro Império de Reunião. Outros protagonistas desta enorme confusão são os Reinos da Lectória, Talossa e Porto Claro. Tudo isso, nem preciso dizer, causou a pior das bazófias dentro do meu – ops, ato falho – Império.
A Comunidade Livre da Penguinéia surgiu do Reino da Talossa, e é hoje formada por quase uma dezena de cidadãos, entre eles: Anthony Lawless, Evan Gallagher (ex-Talossanos) e Rob Hart (ex-Utopiano). Apelidada de Evanlândia pelo – intragável eu diria – Rei Ben, Penguinéia foi a pivô de toda a balbúrdia. No final de dezembro, o então Embaixador Royale do Reino da Lectória, Matt Dabrowski (sim, o nosso atual Chanceler) enviou uma feroz carta de repúdio àquela nação polar, dizendo que seu governo jamais reconheceria a autonomia, soberania e independência daquele gelado país. O que se seguiu a isto foi uma terrível resposta do editor do The Southern Cross, maior jornal Penguinéio, Anthony Lawless, que, sarcasticamente, ironizou e ridicularizou Lectória. O simpático Rei Thomas Lectoria (obviamente de Lectória) enviou uma carta ao jornal pedindo desculpas, e desautorizando Dabrowski, que, dias depois, renunciou ao cargo e à cidadania Lectoriana – vindo parar aqui, a leste de Madagascar.
Pensou-se estar encerrada a celeuma quando eu resolvi, mui educadamente, reconhecer a Penguinéia, tal a minha simpatia pelo Evan Gallagher, “protetor” deles. Gallagher gentilmente declinou da minha proposta, dizendo que seu país não atava relaçoes diplomáticas “à toa”, mas que se colocava à disposição do Sacro Império para uma Aliança que tivesse um FIM que não o de apenas estabeler relações. Concordei, e agradeci pela opinião dele. (Ficamos até amigos, ele também é estudante de direito, e também está no segundo ano, mora na Austrália). Enquanto isso, aceitamos Matt Dabrowski em Reunião, e eu o nomeei Chanceler Imperial, viajando logo depois para Cabo Frio.
Quando voltei, qual não foi minha surpresa quando dei de cara com uma matéria do Anthony Lawless (um sujeito muito inteligente, diria eu. Temos conversado muito no Discussion Board da Penguinéia.), no mesmo The Southern Cross , onde ele classificou-me como “imperador pretensioso e de fundo de quintal”, além de mais sarcasmo em relação ao Jan Havlis (Ark Maramija), o Pedro Aguiar (Porto Claro) e, de novo, ao Matt Dabrowski. Isso além de mais uma lista de agressões ao Rei Ben, que, tudo Ben, é um idiota. Fui avisado pelo Matt que a matéria estava lá, e, juntamente com ele, decidi não responder oficialmente: voei no pescoço de Lawless como Cláudio de Castro mesmo, no Discussion Group da nação-geladeira. Admito, a esta altura já simpatizei com ele, e como todo o pessoal de lá. Mas na hora, babei colorido de tanto ódio. Por que me agredir? Eu tinha sido tão gentil. Aí o Pedro Aguiar me mandou uma carta que me fez ficar com mais raiva de mim mesmo, onde consolava: “bem-feito, (…) se deu mal”.
Um dos pontos em que os pingüins me criticavam era o fato do não reconhecimento de Orange. Segundo eles, seria uma hipocrisia Reunião – que é fruto de uma secessão – não reconhecer uma nação que surgira da mesma, exata maneira. Aí respondi, na lista deles, que, além de ser amigo do pessoal de Porto Claro (converso muito com o Pedro Aguiar, com o João Hilário, Francisco Russo, e, às vezes, troco palavras com o Fabiano Carnevale) e apesar de simpatizar com o Tisserand e com o Savalls (que apesar do péssimo português é uma pessoa muito legal, simpática e engraçada), não poderia reconhecer uma rebelião dentro de uma nação aliada, uma nação que apóia uma guerrilha (quem me conhece sabe bem o que eu penso de guerrilhas, ainda mais as socialistas)!
Em epítome, e ainda sobre Orange, aconteceram diversas manifestações contra e a favor do reconhecimento daquele principado aqui mesmo, em Reunião. A chatéééééérrima Fernanda Sarmento, do PACSO, insistiu veementemente para que reconhecêssemos os laranjianos. Isso mesmo depois de eu explicar a ela que isso não poderia ser feito! E mais: ainda tentou me enganar, quando da elaboração – às pressas – do All-new Diplomatic Project, adicionando Orange no rol das nações reconhecidas por Reunião. (é desnecessário afirmar que se desse meu CUMPRA-SE, Orange seria automaticamente reconhecida, já que eu logo em seguida enviei a mensagem pra toda a comunidade intermicronacional). Aliás, o que diabos, Fernanda, você tem contra o Gilbert Mollusk (a.k.a. Gilberto Fonseca)? Resumindo, com pressões de TODOS os lados – Pedro Aguiar e Maurice Bourbon (a.k.a. Maurício Botelho) de um lado e a Sarmento e o Yako McPhill (a.k.a. Carlos Calderon) de outro, consegui manter minha posição, classificando, nesta nova política que se seguiu à desastrosa MNDP – da qual falarei nas próximas linhas – Orange como “nação com a qual estamos familiarizados”, o que não pode causar protestos, porque é impossível dizer, e seria uma mentira (e que mentira!) fazê-lo, que não sabemos que Orange existe.
A pedidos, em rápidas pinceladas vou explicar o chabu que deu com a tal da MNDP (Novas Políticas Diplomáticas do Matt). Logo que o nomeei Chanceler, dei carta branca ao Dabrowski, para que ele fizesse o que bem entendesse – tarde demais para dizer que sou uma besta – , o que ele não hesitou em colocar em prática: enviou uma bem-elaborada carta a todas as nações, dizendo que as nações reconhecidas por Reunião eram apenas quatro ou cinco (não me lembro), e criou a desastrosérrima categoria das nações ‘reconhecidas com reservas’, sem mencionar que desreconheceu três ou quatro micronações. Com este último ato, me vi obrigado a concordar – infringindo as noções mais básicas de direito internacional público (mas pensei: danem-se, sou Imperador e essas nações são ridículas), pois se tratavam de nações realmente la-men-tá-veis. O fato do desreconhecimento, apesar de ilegal, não me causou quaisquer reveses… Mas as malditas “reservas” me tiraram o sono! Lectória, Mapulto, Corvínia e a imbecil Zugesbucht reclamaram, com razão.
Mas não, não fui eu quem decidiu cancelar a MNDP e criar o A-NDP. Foram os Conselheiros Imperiais, a quem alguns insistem em não atribuir quaisquer poderes. Se aproveitando de uma declaração minha onde eu dizia que “não uso do meu direito de veto às decisões do Conselho, a não ser que sejam muito idiotas. Não quero que Reunião dependa só de mim, e nem ser o único cidadão do Império”, o Egrégio Conselho Imperial de Estado – ó Senhor, por que fui inventar uns nomes tão enormes… agora tenho que escrevê-los à exaustão – me consultou através de um édito, pedindo para votar a MNDP. Aceitei, ora bolas, afinal, pensei, “o PIGD tem a maioria”. Só que – admito – gelei quando o Arthur Moir (a.k.a. Artur M. sei-lá-de-que), que é – ou era? Vou pensar nisto à noite – o líder do PIGD resolveu não fechar questão em relação à aprovação da MNDP, liberando os pigdianos para fazerem o que bem entenderem. Resultado: O PACSO, unido como sempre, votou todo contra a MNDP (3 votos), e os Conselheiros Duardo McPhill e Karl Fischer votaram com eles. Perdemos.
Mas não foi o “durante” o momento de maior agonia. Foi o “depois”. Pensei: “putz-se-grila, se antes tínhamos uma política diplomática capenga, agora não temos nenhuma… Será que tudo deve voltar ao status quo anterior?”. Foi aí que apareceu o A-NDP, da Sarmento. Um programa muito bem elaborado – como pode, disse a meus botões -, baseado na lista diplomática da República de Weimar (i.e. ‘separação em vários status’) em 1919 e na da Áustria de hoje. Sem titubear, fechei eu mesmo questão – ou o outro chato, o Maurice, só por ser iniciativa do PACSO, vetá-lo-ia -, e conseguimos promulgá-lo em tempo recorde: doze minutos. (ok, se não aprovassem eu mesmo outorgaria, chega de ser bonzinho) Bem, essa foi a história da primeira – e, espero, única – vitória do PACSO sobre o PIGD. Ainda não sei o que o Matt achou de tudo isso, mas espero que não fique chateado, pois ele ainda tem toda a minha confiança, e quero que ele continue como Chanceler.
Outros fatos interessantes de toda essa confusão que, nestas últimas semanas tomou conta do mundo micronacional, foram a carta do Erik Rothwell – seria indelicado dizer “do estúpido, idiota, cretino, boçal e pretensioso” – convidando cidadãos de várias micronações – Reunião inclusive – para migrarem para o seu país, a mal-concebida e terrivelmente-nomeada República Imperial (a-ham. República + Impérial) do Regime de Mowameddo, e a interessante missiva do simpático laranjiano Jean Tisserand à Secretária Geral da L.O.S.S., Lise “inativa” Mendel, reclamando da suposta – ? – implicância de Porto Claro em relação a seu principado (afinal, quem é o príncipe de Orange?), assim como pedindo uma opinião de Mendel sobre o assunto. Obviamente, Mendel não respondeu; mas o Ministro das Rel. Exteriores de Porto Cólice, David Kendall, enviou carta a nós – Evan Gallagher, Jean Tisserand e Eu – explicando o que ele pensa. O mundo das micronações – brasileiras, neste caso – foi agitado pelo atentado a Daniel Aguiar (neto do Pedro Aguiar, eta que confusão), realizado – pasmem – pelo semi-analfabeto Dreck von Alles (sorry, Berna, não resisti), Imperador de “O Lixo, digo, País!”, que colocou a responsabilidade em cima do provavelmente inexistente “Chefe do SSI”, que deve estar tomando chá com o Coelho da Páscoa neste exato momento.
Mas o que posso dizer, senão que isto tudo é muito divertido?