O COMETA ON-LINE – ANO IX – NÚMERO *110*

O COMETA
Notícias de Amanhã. Hoje.



Saint-Denis (DR), 26 de dezembro de 2005  –    Edição Número 110  – O JORNAL MAIS ANTIGO JORNAL EM ACTIVIDADE.



Apresentação: Jubileu, II
Cláudio de Castro, Editor-Chefe

 

 

                             Na edição passada, narramos a história que levou á fundação de Reunião; demonstramos que Reunião nasceu na Anglofonia, e que sua fundação não sofreu influência lusófona. Talvez devido a este nascimento anglófono (CHANDON em inglês chegou a ter o dobro do movimento do CHANDON em português) tenhamos ficado tão conhecidos intermicronacionalmente; afinal, tivemos cidadãos gregos (ex. O hiperactivo qualícato Chris Loutradis), americanos (Conselheiros Skinner Layne, Premier Joe Chandler, Chanceler Matt Dabrowski), canadenses (o eterno Chanceler Jeremy Johnson), portugueses (Ministro Orlando Correia, Conselheiro Luiz Romão), tchecos (Chanceler Micah Kubic) e até africâners (Ministro Bodo Klotzig) e australianos (Conselheiro Rick Harwood).  Ao todo, passaram por Reunião cerca de 3.000 brasileiros e 850 estrangeiros de toda a sorte!

                       Velhos tempos, em que a língua oficial do Egrégio era o Inglês, mas que ainda assim Fábio Trigo conseguia se eternizar na presidência daquela agremiação…. Tempos em que se formou a primeira Anti-Réunian League, formada por Ladônia, Chocônia (província anexada que posteriormente se declarou independente), e outras várias micronações;  já naquela época o facto do gramado aqui ser mais verde já causava horror em alguns estrangeiros….

                       Na época em que o gremlin do “reino insular”  ainda usava fraldas (que lhe eram colocadas por ninguém menos que Lucio Costa, seu futuro desafeto), Reunião já brilhava na constelação de micronações;  idealizadora do Comity of Peoples junto com Corvínia e Falkenberg (a organização de micronações que só admitia quem prestasse, sonho que conseguiu realizar-se em 1999); signatária da Carta da Loss, feita com a actuação incessante de 2 Reuniãos de fibra, Daniel Jackson e Jeremy Johnson; colaboradora do maior trabalho sobre micronacionalismo no mundo, o livro Ils ne siègent pas a L’ONU, de Fabrice o´Driscoll; fundadora da primeira Liga de Monarquias, a LMS; criadora do primeiro Código de Comportamento da história das Listas Micronacionais, o CCC;  criadora da subdivisão em ítens de cada Política Diplomática; lançadora do hábito de se utilizar Cabeçalhos nas mensagens oficiais; inventora do conceito de listas distribuidoras de periódicos; precursora das Agências de Notícias, com a ARN, que publicou boletins diários de dezembro de 1996 ao mesmo mês de 1998; primeira micronação do mundo a verdadeiramente activar seu judiciário, com Quintino Gomes, em 1998.  São tantos ítens em que Reunião se sobressaiu, que não caberiam JAMAIS num artigo como este;  diversos destes ítens são utilizados até hoje por nós e por TODOS os detratores do modo Reunião de fazer micronacionalismo, o que demonstra o seu flagrante desconhecimento da história deste hobby.

                     Reunião realmente é a marca mais legível, indelével jamais feita no micronacionalismo lusófono. Suas práticas burocráticas, diplomáticas, governamentais e até mesmo técnicas são imitadas – e isto apenas nos honra – a torto e a direito em todo o mundo micronacional, sendo que na Lusofonia chegam a ser flagrantes o aproveitamento de nossas idéias, que são um conjunto formado pelos esforços e actos não só de Cláudio de Castro como de todos estes, brasileiros e estrangeiros, que por aqui passaram nestes quase 10 anos de história.

                     Uma coisa muito anedótica são alguns micronacionalistas que, tal qual um gêmeo univitelino que acha o irmão “horroroso”, se utilizam de cada milímetro de idéia criada por Reunião em seu dia-a-dia, às vezes sem sequer uma gota de pensamento “próprio”, mas ainda assim pregam o ódio (invejoso e doentio) por nosso país, até mesmo encarando de forma reconhecidamente doentia o que na realidade é apenas um hobby, um passatempo, um divertimento!   São pessoas que nem sequer compreendem que Reunião fica é FELIZ de ver suas práticas e idéias copiadas com nomes diferentes;  estamos no micronacionalismo para engrandecê-lo, e não o contrário!

                   Enfim… São 100 meses com Reunião  estabelecendo bases, criando caminhos, desenhando “mapas”, abrindo “estradas” e criando correntes de pensamento…. Um legado que, pouco importa se reconhecido ou não pelos gremlins de plantão, é nosso, para todos os micronacionalistas, sejam eles bem-intencionados ou não.                     

 

Cláudio de Castro, 26, é Imperador de Reunião, e micronacionalista há 9 anos, não tem medo de gremlins, e nem tem culpa se alguns reuniãos perdem as estribeiras ao discutir micronacionalismo com renas-de-nariz-vermelho.



Editorial: Um ano digno de nota
Cláudio de Castro, Editor-Chefe

 

  

              No finalzinho do ano de 2003, Reunião anunciou ao mundo seu retorno à plena actividade: riram de nós, mas de coração apertado. Em 2004, Reunião foi mais activa do que qualquer ano de sua história, suplantando até mesmo seu passado mais glorioso do que qualquer outra micronação na história do micronacionalismo na internet: apavorados, começaram a se unir contra nós como em 1996-2001, catando os cacos de micronações destruídas e usando litros de super bonder pra ver se conseguiam fazer frente à grandiosidade inexplicável de Reunião, e ao absolutamente surpreendente patriotismo dos reuniãos.

             Em 2005, tentaram de tudo. Desde cooptar cidadãos ordinários a extraordinários. Buscaram sangue para suas anêmicas tentativas de micronação; costuraram pedaços de matéria morta buscando criar matéria viva. Viraram-se do avesso buscando manchar a imagem de um país que está, uma vez mais, à frente de seu tempo, no absoluto topo do micronacionalismo sério.  Conseguiram, num certo momento, retirar de Reunião 6 bons cidadãos; colocaram-nos na chefia de uma micronação nova, e trataram de abrir com ela, imediatamente, relações diplomáticas, a toque de caixa.  Endeusaram os 6 amigos, pessoas correctas, mas que passaram a ser orientadas por gremlins e criaturas fantasmagóricas da qual não ouvíamos falar há muito tempo, trancadas que estavam arrastando correntes em castelos desertos pela sua própria incomensurável incompetência.

            E as assombrações trataram de criar números malucos; em um meio de comunicação de propriedade daquele que declarou “morto”  o “micronacionalismo sério”  (grande mérito!!) escreveram que 20% da população reuniã haveria saído com os 6 amigos; provado que não houve mais do que as próprias 6 saídas (65 x 20% = 13), os fantasmas instruíram “joão e maria”  a colocar em sua lista de cidadãos nomes de Reuniãos (semi-activos e inactivos, que inclusive nem constam nos 65), para provar um ponto improvável;  foi inútil. A farsa armada pelos fantasmas e gremlins não funcionou, e duplamente:  ninguém com cérebro acreditou, e só parte dos que possuem metade do cérebro acreditaram; e Reunião continua amando aqueles 6 amigos como se estivessem aqui, pois são parte da nação, e amigos de muitos de nós.

          No fim do ano, uma mobilização infantil tomou de assalto a Cidade Fantasma micronacional; Coração Gelado, conhecido também como gremlin, uniu-se a outras assombrações numa corrida maluca em busca de conseguir votos – até mesmo de zumbis – para manipular um sério e conhecido prêmio micronacional a que este editor – sem saber – estava concorrendo.  Unindo todas as forças do além, conseguiram uma vitória por…….. 1 voto !  Ah, se eu soubesse da votação…… faria como aquela da Miss Micromundo, em que 2 mensagenzinhas no CHANDON (e a beleza incomensurável da então senhora Chapchap, é claro) fizeram a Marina Melillo ganhar por 8 reinos  insulinos  de vantagem !  Haja açúcar no sangue!    De qualquer forma, é sempre gratificante saber que o Trio Parada Dura micronacional está de volta à activa, fazendo com que, quem diria, Gargamel  se aliasse a Coração Gelado  e ao Fran-ken-stein ! !

          Diga-se de passagem que merece nota o papelão dos insulinos ao publicar uma mensagem oficial de seu país “esclarecendo”  sobre um “convite”  que alguém teria feito ao Coração Gelado pra fazer parte de uma sociedade secreta. No mesmo comunicado, os poderes mágicos dele e de sua assessora directa, a Laurinha (vide ursinhos carinhosos, a origem da dupla) pisotearam na teoria do Direito Internacional Público e na do protocolo mnárquico, ficando todavia esclarecido  que  ele  não se havia convidado para a ordem, e sim teria sido convidado por um terceiro. Ah bem!

           O que o Coração Gelado não sabe é que onde quer que ele esteja, está a nuvenzinha em cima…. Por isso sempre foi muito fácil desmascarar e conhecer seus actos, como foi o caso de Pretória, que O COMETA tão fidedignamente relatou ao mundo, e outras de suas trapalhadas. É… O micronacionalismo pode não dar dinheiro (exceto ao Cresci), mas, com certeza, diverte!  Feliz ano novo a todos !                    

 



100 MESES DE GLÓRIA

Jorge Adamatti

 

A principal base remanescente de toda a lusophonia está em festa. Reunião completa 100 meses de glória de sua dinastia. O exemplo é o maior legado de Reunião para a todas as outras nações, e isto que tentarei passar aqui.

 

No início o micromundo era dividido entre Repúblicas e Monarquias, basicamente, Reunião e Marajó, e assim foi durante muito tempo. Os dois lados brigando por glórias e fama, mas este tempo acabou, assim como a lusophonia bipolar. Após essa primeira era, Reunião e Marajó se dividiram, outras nações foram formadas, e os micronacionalistas tomaram rumos diferentes. Antigas nações reergueram-se, novas potências subiram. Mas Reunião ainda estava lá, firme e forte. Activa. Mas o fim também estava próximo, e uma terceira e tenebrosa era aproximava-se pouco a pouco do micronacionalismo.

 

A terceira era não contou com a presença de Reunião, mas sim de suas filhas, o país implodiu em 3 novas nações consideráveis que alteraram o curso da história da lusofonia, Pasárgada, Malê-Brasil e Mariana, todas ativas, tão bem sucedidas em sua diplomacia como a própria pátria-mãe, e Pasárgada sempre pronta para despontar como líder da lusophonia frente ao resto do micromundo. Mas a crise aproximava-se junto ao fim da terceira era.

 

A quarta era foi marcada pela fragmentação, dezenas de pequeninas nações surgiram, mas Reunião ressurgiu, e reunificou grande parte da lusofonia, anexando diversas nações pequeninas, e até mesmo uma de médio porte. Enquanto a crise acabava com a lusophonia, Reunião só crescia. Enquanto esta quarta era terminava, diversas nações que com ela surgiram também acabaram.

 

E finalmente, os dias de hoje, a quinta era da lusophonia, marcada pelo plurarismo, o fim da multi-polarização, e um retorno ao primitivo, relembrando o início do micronacionalismo lusóphono.

Marcando Reunião como uma das grandes nações líderes da lusophonia e estabelecida como uma das que tem os mais novos e antigos micronacionalistas.

 

É nesta festa, que o Imperador Cláudio I, um dos pais do micronacionalismo lusóphono, alcança seu jubileu de ouro, os 100 meses de glória de sua dinastia.

 

JORGE ADAMATTI é Conselheiro Imperial e Presidente do Conselho Reunião de Heráldica



 O COMETA COMENTA:

 

HIPERACTIVA, APQ VAI VOTAR NOVO REGIMENTO
Para adaptar-se completamente às inovações previstas no decreto imperial número 82, editado semana retrasada pelo Gabinete do Lorde Protetor, após diversos anteprojectos elaborados por Filipe Sales, Raphael Garcia e o próprio Chefe do Moderador, a Assembléia Popular de Qualícatos, que recebeu grandes e novos poderes de controle do Poder Executivo estará votando semana que vem – sem necessos” – o seu novo Regimento Interno, que regulará a nova era de relacionamento da Câmara Baixa de nosso sistema legislativo com o Premier e a Câmara Alta, o Egrégio, que perdeu o poder de editar normas infraconstitucionais, com algumas exceções. Analistas crêem que o projecto deverá ser aprovado por larga margem; não necessita ir à sanção do Premier, pois trata-se de Rescripto Legislativo.

Absolutamente em disparada, a actividade da APQ resultou na aprovação, por seis votos contra três,  do polêmico projecto de emenda ao Código de Comportamento em Chandon (CCC)  defendido por Michel Hulmann, que, se sancionado pelo Premier Bernardo Alcalde, possibilitará que os portadores de títulos nobiliárquicos  possam, em suas mensagens ao CHANDON, omitir seus nomes e sobrenomes, utilizando-se apenas do título de nobreza.

 

CARVALHO PODE TENTAR O MAGISTRAL DE NOVO

O ex-premier e magnata das comunicações Alexandre Carvalho, expoente-MOR da ARENA, pode vir a tentar novamente o Palácio Magistral. Com a vitória obtida na pesquisa de opinião popular em que o IIRDE consultou quase 40% da população, ainda por cima sobre um segundo lugar (André Giserman) que jura “de pés juntos”  que não irá candidatar-se, Carvalho, que edita o periódico A LABAREDA aparece como um dos mais sérios premieráveis. Carvalho, que em seu último governo praticamente realizou tudo sozinho, está, segundo analistas, muito mais maduro hoje do que na época em que exerceu seu primeiro mandato, além de ter mais acesso à ala mais à esquerda da política reuniã. É esperar pra ver.

 



OPINIÃO
José Francisco Vidigal

 

A Redenção Universal – O Micronacionalismo não está fora do Universo

 

Tenho visto, nos meus quinze meses de micronacionalismo discussões acaloradas sobre temas “exclusivamente macro” ou “exclusivamente micro”. E uma das objeções que se levanta com muita freqüência é que a religião seria um tema “exclusivamente macro”.

 

Ora, afirma a Teologia Católica que a Redenção é universal. Portanto, não existe homem ou mulher no Universo que não tenha sido redimido pelo Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo derramado na Cruz – mesmo que alguns esbravejem contra a hipótese de terem sido redimidos por Alguém. Assim, caem por terra os argumentos enfadonhamente repetidos de que o Catolicismo é um tema “exclusivamente macro”.

 

Podemos concordar que a estrutura eclesiástica de Reunião é fictícia, não encontrando, em princípio, base legal para existir no mundo macro. Entretanto, não é fictícia a Fé Católica de cada súdito deste Sacro Império que seja ao mesmo tempo fiel da Igreja Católica Apostólica e ROMANA.

 

Dessa forma, a minha Fé Católica é intrínseca a mim. Eu não existo – micro ou macronacionalmente – sem esta característica. E peço a Maria Santíssima que trouxe a Luz ao mundo que todas minhas atitudes em qualquer aspecto da vida sejam testemunho vivo dessa Fé naquele pequeno Menino que do Presépio nos sorri todos os anos nesta época natalina. Que Ela me conceda que minha Fé somente morra algumas horas depois da minha morte e que portanto, quem quiser que minha Fé se cale, somente o consiga fazer por cima de meu cadáver.

 

Desejo a todos os leitores de “O Cometa” um período de Festas repleto das bênçãos da Sagrada Família e um ano de 2006 pleno da mais Santa Alegria.

José Francisco Vidigal é Conselheiro Imperial e um dos expoentes do PIGD.

 



 MENÇÕES HONROSAS

Bruno Cava, pelo trabalho árduo na elaboração da Nova Política Diplomática Reuniã;


Filipe Sales, pelo belíssimo comunicado comemorando o Jubileu.

 



Cooperação Intermicronacional, solução para lusofonia.

Charles Goldstein*[1]

 

Desde que conheci o micronacionalismo, vejo pessoas reclamando de uma crise na lusofonia. Por uma parte, alguns dizem que, a despeito do mensagismo exagerado, a produtividade intelectual dos cidadãos é ínfima. Por outra, outros reclamam da mesmice, da falta de idéias inovadoras. Independentemente de considerarmos ou não os problemas supracitados como uma crise iminente ou existente – pois não é este o foco deste artigo – temos de ter em mente que estas questões são importantes e que sua solução seria um considerável avanço para o micronacionalismo lusófono.

Certamente, a suposta inércia de lenta evolução na lusofonia não é causada pela falta de boas idéias. Vários micronacionalistas – sejam ordinários ou extraordinários, utilizando-se da divisão de Bruno Cava – têm boas idéias e estimulam-nas, em um primeiro momento. Todavia, quando surgem as dificuldades, arrefece a animação inicial e um bom projeto escorre pelo ralo. Nesse sentido, a operacionalização figura como problemática-chave. Podemos ver, como problemas de operacionalização, dois pontos principais: a falta de micronacionalistas capacitados e experientes; e a falta de demanda.

Quanto àquele, faltam exatamente micronacionalistas extraordinários, não somente em sua formação micronacional, mas também em sua formação intelectual macronacional. Dificilmente encontram-se em uma mesma micronação um grande número de micronacionalistas que reúnem estas duas características e que possam, unicamente no âmbito intraestatal, produzir conhecimento micronacional de peso. Em um passado recente, servia de referência como associação para a produção intelectual micronacional a Fundação Pablo Castañeda que agregava, dentre outros: Crasnek, Cava, Garcia e Sales.

Entretanto, vemos que a Pablo Castañeda bastava-se em si só por seu objetivo peculiar. Outras atividades, no entanto, precisam de demanda para desenvolverem-se. A Academia micronacional nunca conseguiu de facto estabelecer-se com força para agir como ente social capaz de influenciar e ser influenciada pela Sociedade Civil Micronacional. Deste modo, abre-se uma lacuna no micronacionalismo, não exercendo a comunidade científica micronacional o papel que seu par macronacional faz na macrorealidade. A falta de demanda enquadra-se como determinante para a não-afirmação da Academia.

Assim como dificilmente existem muitos micronacionalistas extraordinários em uma mesma micronação, também dificilmente existem muitos potenciais micronacionalistas extraordinários – aqueles que são empenhados e intelectualmente capacitados, mas ainda nascentes no micronacionalismo. E são exatamente estes que se interessariam pela Academia.

A solução para estes problemas – não exaurindo-se nos exemplos supracitados – reside na cooperação intermicronacional. Em vista disso, e do papel proeminente do Estado no micronacionalismo, devem estes, assim como as “elites conscientes” de Weber, estimular a cooperação cultural e educacional. Não falo aqui de estruturas burocráticas intermicronacionais, como as inúmeras já existes – na lusofonia e fora dela – e que poucos frutos dão hoje ao micronacionalismo, mas de acordos práticos e mesmo tácitos; falo do delineamento de interesses e objetivos comuns, como primeiro passo para construção de uma sociedade intermicronacional.

Algumas nações, por seus próprios coeficientes de poder brando, acabarão por ter papel de maior destaque e terão participação sine qua non. A ex-Secretária de Estado dos E.U.A. Madeleine Albright costumava dizer que seu Estado era um “país essencial”. Do mesmo modo ocorre no micronacionalismo. O impulso para rompimento da inércia dependerá, em grande parte, de micronações como Reunião. Por isso, se seu imobilismo pode significar o imobilismo pode significar o da lusofonia, seu papel pró-ativo reflete da mesma forma no sistema lusófono.

Não se pode ainda falar de uma Sociedade Civil Intermicronacional, mas com o estímulo estatal do intercâmbio científico-cultural, poderemos, em breve, caminhar nesse sentido. Deste modo, a construção de uma Sociedade Intermicronacional Lusófona é longo e árduo, e pode, in abstracto, ser iniciado de várias maneiras. Não obstante, todos eles desaguarão no leito da Cooperação.

 

 

* Charles Goldstein, 19, reunião, é Secretário-Geral das Relações Exteriores da Chancelaria Reunião



PALACIANAS
Cláudio André Padilha de Castro

 

 

– Pesquisa do IRDE publicada na última semana demonstrou a opinião dos Reuniãos acerca dos “premieráveis”; Alexandre Carvalho (ARENA) foi o escolhido pelos quase 30 participantes da pesquisa, cuja representatividade é considerada *grande*, tendo sido entrevistados cerca de 40% dos reuniãos activos.  Em segundo lugar ficou o PACSO, que perdeu por uma cabeça (a de André Giserman, que fez a de diversos súditos para *não* votarem nele, uma vez que sua última estada no Palácio Magistral parece ter-lhe  causado problemas de saúde.

– Igor Alexandre Macedo, o jurisconsulto reunião mais aclamado do mundo,  pediu uma audiência ao Imperador e revelou seu interesse em deixar a licença que o mantém afastado da Desembargadoria Imperial, todavia tendo manifestado agrado ao saber que é Rodini Netto quem está a substitui-lo no Palácio Fritz Strauss, que por tantos anos teve cheiro de perfume francês, tendo sido ocupado pela Imperatriz Roberta em pessoa.

– Arrefeceram as rusgas entre o Lorde Protetor Filipe Oliveira e o Líder do Poder Moderador e Vice-Chanceler para a Anglofonia Bruno Cava, para a felicidade profunda dos verdadeiros reuniãos e, é claro, do Imperador Cláudio, que sempre considerou os dois parte de um dream team do Poder Moderador. Parece que o Decreto 82, que realizou as maiores modificações da história recente de nosso país, deixou de ser ponto de discórdia entre ambos, ao menos por hora.

– Falando nessas rusgas, o Tribuna Popular de Cava deu um pito no Imperador em pessoa, em sua última edição, condenando o “bate-papo”  do mesmo com um ilustre zé-ninguém na (horresco referens) Imprensa Livre, que divertiu a muitos micronacionalistas na noite de natal, entre eles o ex-oranger Peter Macleod que, numa breve audiência com S.S.M.I., parabenizou-o pelo pleno retorno à actividade.

– Manuela Gravina está ofendidíssima de ser chamada de vovó; desculpe, vovó!

– O Conselheiro Imperial Jorge Adamatti deu um show no púlpito do Egrégio ao discursar sobre o novo projecto de código penal, demonstrando o effectivo retorno do PIGD ao topo da política Reuniã; discutiu diversos pontos com o Líder Bruno Cava, sob os olhares atentos do Presidente Charles Goldstein, que continua a conduzir  *magistralmente* as sessões do Egrégio.

– Aprovada quase que com unanimidade a nomeação de Valentina Kintzel, expoente arenista, para o cargo de Primeira-Secretária do Egrégio, sendo a mesma a primeira mulher na história de Reunião a assumir um cargo de tamanha importância na mesa do Conselho Imperial de Estado. A quase-unanimidade fica por conta do sempre polêmico Raphael Garcia, que se *confundiu*  e votou NAY, pensando que se tratava de outro projecto de lei.

–  Depois de férias de cerca de um mês, retorna à actividade José Paulo de Siqueira, o ex-pigdiano, ainda sem partido político no momento. José Paulo presidira o Egrégio com absoluta e total maestria até renunciar ao cargo, tendo discordado do acto imperial que baniu do território Reunião o ex-mariano Rafael Prince, nas palavras do Imperador, *o único inactivo perigoso que já se viu* .  Siqueira deve se filiar à UNIDA, dizem alguns de seus ex-correligionários;  a verdade é que Reunião ganha com o Conde em actividade, como quer que o mesmo deseje actuar.

– E foi só Siqueira chegar que seu grande aliado pacsista Olympio Neto, vivendo em Le Port,  convidou-o para uma conversa em particular… Será que JP subsvreve o *pacto social* ?

– Filipe Sales, todo poderoso UNIDISTA, todo podersoso CHANCELER, todo poderoso PRESIDENTE DO INSTITUTO TEOBALDO SALES, todo poderoso Director Presidente da APQ (et al) surpreendeu o mundo com um belíssimo comunicado comemorando o *jubileu*  da Casa Imperial de Reunião, que chegou aos *100*  meses no Poder.  Sales, que vem sendo reconhecido internacionalmente como diplomata capaz, parlamentar hiperactivo e mecenas da cultura micronacional, está cheio de idéias para o ano que vem;  detalhe: recebeu votos na pesquisa do IIRDE para Premier….

– Flavius von Rainer prometeu e cumpriu:  anunciou a Reunião o design da logomarca oficial do *JUBILEU DE OURO*, publicada em CHANDON e no ARN/LUSOPHONIA pelo Poder Moderador. A logomarca foi elogiada por cidadãos de todas as tendências.

– O Vice-Rei de Maurício Douglas Silva procurou a namoradinha de Reunião e vicerainha mariana Marina Melillo, pedindo para visitar Magda, buscando aprender mais sobre como conseguir transformar um Vice-Reino numa porção activa e interessante de Reunião.  Douglas está cheio de idéias, e já conseguiu o grão-vizir dos sonhos de qualquer vice-rei ou capitão:  AURASIL DE LIMA *RODINI NETTO* .  Novidades vêm por aí.

– E se um Silva está tentando com todas as armas activar um território, outro Silva está sendo bem-sucedido na tarefa;  Diego Silva, conhecido ainda como *Metropolita* e plenipotenciário braço direito do Capitão-Donatário Danilo Marques, cada dia mais arregaça as mangas, acompanhado do incansável Laucimar da Cunha e sua filhota Morgana Petterle da Cunha, buscando uma forma de manter Conservatória nos trilhos.

– Gabriel Garcia, nosso embaixador em Sofia (e dizem, o mais popular por aquelas bandas), estará inaugurando o novo automóvel oficial da embaixada; dizem que quando deixar a embaixada, trará o mesmo pra cá, e sem pagar imposto !!!  Brincadeiras à parte, Gabriel anunciou ontem que a embaixada Reuniã em Sofia em breve terá seu próprio site oficial.

– Laucimar da Cunha, carinhosamente conhecido como *lalau* (sem comparativos macronacionais!)  completa 7 anos ininterruptos à frente sempre de alguma arma de nossas forças militares, publicando, sem falta, semanalmente, seus boletins acerca dos perigos que rondam Reunião e os interneteiros de plantão.  Parabéns, Laucimar, você chegou a uma categoria  “ indispensável “! 

– Falando nisso, nosso Francisco Seixas, Conselheiro Imperial e *novamente*  Capitão-Mor da Guarda Imperial também está por aqui desde 1998, chefiando a mais reuniã das forças militares.  Juntamente com Filipe Oliveira, foi o responsável pela outorga, há pouquiíssimo tempo,  do Decreto Imperial número 81, que deu poderes de polícia, há tanto tempo perdidos, à Guarda, que definitivamente substitui a mal-falada AGI na atribuição de investigar crimes e exercer o poder de polícia.   O povo pergunta: Chicão, quando vai ter alistamento pra Guarda Imperial?

– E já que o assunto é alistamento, o Conselheiro Imperial e Almirante Luciano Trindade, advogado das causas impossíveis, conseguiu realizar, com o apoio contínuo de Laucimar da Cunha, o primeiro alistamente bem-sucedido dos últimos anos, com mais de 20 engajamentos!  Além disso, é o autor do LINDO site da Armada Imperial, que já comentamos anteriormente, mas não demos o link: http://www.reuniao.org/armada/  comprovem !  Falando nisso, Trindade está fazendo o novo site de stráussia também !

– O tempo passa, voa, e o PSD cresce, por baixo dos panos. Já são 5 membros, e a possibilidade de candidatura própria a Premier, representada pelo Qk von Rainer ou pelo Qk Aerwyld pode se tornar realidade!  Isso sem falar em Rodini Netto, o mais novo filiado.

– Boatos dizem que o Premier queridinho dos reuniãos Bernardo Alcalde pode não se candidatar a reeleição;  resta saber qual será o próximo passo do MICROSOC caso isso ocorra;  Charles Goldstein, Fernando Sefuno, Paulo Jacob e outros são muito cotados pela população mais à esquerda, isto sem falar naquele que vive no imaginário popular: Raphael Garcia. Mas este, dizem, tem horror ao Krem.., digo, Magistral.

– Enquanto isso, Alcalde planeja alterações para tornar ainda melhor (é possível?) o sistema de recepção de formulários de cidadania;  actualmente cada formulário preenchido é automaticamente lançado num banco de dados ao qual apenas algumas autoridades têm acesso, cabendo a uma delas aprovar/rejeitar os formulários;  o sistema possibilita busca por email, MSN, nome e data de entrada, e é através dele que são realizadas as eleições, a cada cidadão cabendo uma senha escolhida no dia de sua chegada via Aeroporto Clarabella Null.  O sistema foi criado por ele mesmo, e de vez em quando sofre upgrades que tornam o mesmo cada vez mais completo, sendo um dos legados mais importantes da história de Reunião, assim como o site, desenhado por Leonardo Oliveira e cujo design ainda muitos consideram bastante actual.

– Falando em Oliveira, o expoente pigdiano volta logo J  Mas diz que desta vez não quer ser Premier

– Carlos Fraga anda chateado com a aproximação de Reunião de micronações que ele diz serem “lixo”; calma, Fraguinha, nós também já fomos pequenos!

– O Califado Malê acabou mesmo; morto já estava há uns 4 anos, mas…… Bem, quando ele nasceu este jornal já previa….  Pior aqueles países que nem sabem que acabaram !

–  Vocês podem fingir não saber, mas QUEM CONTACTAR O LORDE PROTETOR pode ganhar um email reuniao.org !  É só pedir!

– Falando nisso, o Imperador avisa: ACESSO AO SITE SÓ O LP PODE DAR !

– Dom Alexandro Tarquino emocionou a muitos com sua belíssima mensagem de natal, enviada a todos os reuniãos no dia certo;  pra quem dizia que ele não era pontual…..  Da mesma forma Dom Renato Moraes, o plenipotenciário Lorde Mayor denisiense, que alías está cheio de planos para 2006 em St. Denis, incluindo uma fogueir… ops, uma queima de fogos !

– Tem Jornal micronacional que não tem nem 10 linhas de texto, por Deus!

–  Tem Conselheiro Imperial da ARENA soltando fogo pelas ventas porque a aliança com o PIGD *é muito bonitinha*  mas parece não estar funcionando no Egrégio;  onde o tal Conselheiro vota AY, os pigdianos votam NAY !  

– Fábio Trigo não falta a UMA votaçãozinha sequer do Egrégio, sendo um dos conselheiros mais presentes;  mas aparecer no plenário pra discursar, aí são outros quinhentos!  Ô Trigo!  Vê se aparece!

– José Francisco Vidigal, agora casado, está em fase zen; vai fazer umas 3 semanas que não voa no pescoço de algum “comunista”, para desespero da direita reuniã, que perde um pouco de visibilidade sempre que ele fica mais “calmo”.

– A mensagem de natal de Alberto Fioravanti, o mais conhecido micronacionalista reunião depois do fundador (não é conhaque…), andou comovendo muita gente; Alberto, que retornou de viagem recentemente, tendo presenciado um furacão, está redecorando a Fortaleza Inexpugnável de Vera Cruz, em Fournaise, onde é seu hóspede Bruno Cava, o Líder do Poder Moderador.   Responsável pela derrocada do SIPV, Fioravanti acaba de ter uma grande vitória!  A aprovação de seu projecto regulamentando as relações de Reunião com a Igreja Católica Micronacional, uma lei ampla, e sem grandes “mudanças”, mas que no seu entender coloca alguns “pingos” necessários nos “is”.  Alberto tem lá suas razões, mas alguns de seus amigos antigos, como Rafael Cresci (o *homem do site* ), ficaram um pouco chateados com sua súbita decisão de condenar a simulação de Igreja da qual chegou a participar no passado.

– Devido ao Natal e demais festividades, Reunião tirou suas propagandas buscando cidadãos do GOOGLE, em razão de que nesta época poderá não haver mão de obra qualificada para conduzir o banco de dados de Reunião.

– Outra mensagem de Natal que agradou foi a de Danilo Greenspan, o qualícato do pacso mais “festeiro”  de Reunião.  Carlos Fraga respondeu logo referindo-se ao seu “pilão”  (o que quer que seja isso), e até Raphael Garcia abraçou as tradições católicas gritando um sonoro AMEN.  As pessoas mudam….

– Erika Yamagishi está sumidinha de Stráussia, sua nova terra;  valentina Kintzel é que prometeu dar uma remexida na Capitania, que volta á actividade plena pela primeira vez desde a saída de Samuel Nário, Bruno del Boca e Tales Zonaro para a mortadelândia.

– A Labareda não pára!  É impressionante a actividade do periódico pertencente ao eminente arenista Alexandre Carvalho, que chegou a circular em versão exclusiva para a República de Siena, um dos países mais próximos a Reunião, encabeçado pelo grande reunionista Renan Saifal, ex-premier de Reunião, o qual foi presenteado pelo Imperador Cláudio com um palácio e um visto permanente para estar no CHANDON.

– Este editor deve prefaciar o novo livro de McMillan Hunt, ex-lorde protetor de infame passado em nosso país, mas que parece ter se redimido e arrependido de erros passados, tendo sido perdoado pelo povo e pelo velho Imperador Reunião, sendo hoje um amigo do país.

– Wallace Rangel, o Conselheiro *bom humor*,  é PACSISTA, e não PIGDIANO, conforme dissemos aqui na última edição, talvez pela histórica ligação do mesmo ao Partido Imperial pela Glória da Dinastia. Ah bem. Mas que parece pigdiano parece.

– Vem aí a Folha Imperial da Dinastia, novo jornal ideológico do PIGD, idealizado por Jorge Adamatti, talvez aos moldes do velho Le Monde de La Fournaise, de Fábio Trigo, que deverá contribuir para o novo periódico.

– Flávio Wernik, o Capitão Fournaiseano, reclamou ao ver que seu título nobiliárquico havia sido retirado por inactividade, todavia não sabe que com a chamada lei da máquina do tempo será muito fácil retomá-lo, um grau abaixo.  O patrono de Juliana Coimbra deve retornar à actividade em breve, dizem alguns de seus amigos mais chegados, para a alegria do fournaiseano Marcelo Fernandes, um dos qualícatos mais activos da história de Fournaise.

– O IRENE (nosso instituto de pesos e medidas) está com grandes planos para regular formatos de mensagens e coisas do tipo, conforme depreendeu-se de comunicado oficial de seu Presidente Fernando de Friedenburgo, outro premierável de primeira categoria.

– O turista João Paulo Real está animando o CHANDON nestes dias de feriado; reunião-nato (discutivelmente), e expulso de Reunião por força de um decreto executivo do governo arenista, reitegrado pelo Desembargador Igor Macedo, e depois tendo deixado nosso país em direção à República de Porto Claro, o mesmo está escarafunchando os arquivos de Chandon!

– AREUNIANA (a lista distribuidora) chegou a 193 membros, apenas 8 abaixo de seu recorde, em meados de 1999;  trata-se da única lista distribuidora de com,unicados oficiais e mídia escrita cujas publicações estão sujeitas a certas normas de postagem, sendo considerada a mais ordeira lista distribuidora do mundo. Fundada em 1997 como areuniana@braslistas.net , é pioneira no negócio de distribuição, tendo funcionado em carácter bilingue até 1999.

– Dizem que Gustavo Bellan está cotado para assumir um importante cargo eclesiástico em Reunião; da mesma forma, o Frei Philip, com quem ainda não conseguimos falar desde aquela boataria do mês passado.

– De parabéns a União das Repúblicas Socialistas Sovitéticas (!) pela prática de um micronacionalismo sério, de bases fortes, assim como pelo site, que se visualmente não impressiona ainda, tem conteúdo interessante e que com certeza atrairá muitos e muitos novos cidadãos.  Reunião, quem diria, tem um grande aliado comunista.  Os tempos mudam.

– Júlio Jamil e Daniel de Castro Vaz, dois grandes Reuniãos em período de baixa actividade, enviaram suas mensagens de natal ao Imperador e prometeram que em breve retornarão com mais tempo…. Vaz é o patrono criador de toda a estructura de Conservatória como a conhecemos hoje, e Jamil um dos mais eficientes directores da história do Cartório de Notas e Ofícios, que, aliás, precisa de novo director.

– ESTE PAÍS PRECISA DE UM *PGI* !  Justamente quando tudo em Reunião está em pleno vapor, todos os órgãos em plena actividade, estamos sem PGI?  Que vergonha, reuniãos !

– O CORDEL arrasou em sua última edição, e para surpresa de todos, trouxe um interessante artigo de Gérson França, dos não-reuniãos o mais reunião de todos.  Gérson está na Confederação dos Reinos Unidos; e seu coração, onde estará?

– Falando nisso, o Imperador está pensando em na primeira sessão do ano que entrar enviar projecto ao Egrégio revogando os banimentos dos três ou quatro cidadãos que fundaram o tal CRU;  Reunião, afirma, *não tem porque banir pessoas que na realidade são amigas do país e do povo, principalmente porque decidiram levar a termo uma idéia* .  Em reunião de gabinete, afirmou também que * estamos de braços abertos para todos aqueles, não só no CRU, mas no mundo, que se interessarem em um micronacionalismo sério, sem conflitos, e verdadeiramente comprometido com o fortalecimento da nação reuniã, que é muito maior do que suas fronteiras denotam* .  Completou dizendo que *Reunião não é só de Cavas, Oliveiras, Gisermans, Siqueiras e Sales(es);  é de McMillans, Gérsons, Santarellis, Nários, Azambujas, Figueiras, Zenis* .

– Precisamos de mais Jornais !!!  O COMETA, a TRIBUNA POPULAR, O OBSERVADOR,  o LUSOPHONIA, o CORDEL, A LABAREDA não são suficientes para tantas formas de pensar, de agir, e de ver o micronacionalismo. Apenas 6 jornais activos é uma vergonha para Reunião, pois se temos 60 cidadãos activos pelo menos 15% deveriam editar jornais !!!!  Não podemos descansar só porque nosso material é melhor que o dos outros;  Reunião é fim em si mesma, comparemos ela com suas necessidades e não com a dos outros !

– Bruno Cava publicou a nova Política Diplomática Reuniã, em versão bilíngue, para aposição no site da Chancelaria;  a política cobre todos os pontos mais discutidos, como o micronacionalismo sério e verdadeiro, as secessões, o sentimento anti-reunião e outras necessárias para o entendimento do pensamento reunião e do nosso tipo de micronacionalismo.  Estão dentre os planos de Cava a renovação do site “Micronational Links” da Chancelaria, o mais divulgado e publicado, comentado e famoso site de Links do mundo micronacional, o que será para todos uma grande surpresa, após 5 anos de desactualização.  Cava procura a ajuda de quem quiser ajudá-lo a buscar mais e mais sites micronacionais.  Quem está regozijando é o chanceler e seu braço direito, o Secretário Geral Charles Goldstein. Parece que a *BOLD NEW ERA*  idealizada por Cava está alvorecendo.

– Como é que pode micronações sérias (2) entrarem nessa Organização Láctea, a OMU?  Péssimo nome, e simplesmente *yet another micronational organization* . A idéia é ruim, a effectivação da idéia é ruim, a estructura é horrenda. Claro que pra o menino-maluquinho, com sua panela, ops, coroa, na cabeça, está muito bom. Mas bons micronacionalistas se misturarem a isso… aff, é muito estômago.  Certas micronações quando se juntam não formam organizações, e sim hospícios, ou pior, circos; afinal, a teoria do verdadeiro micronacionalismo é uma só, e o único lugar onde cada um tem a sua teoria  – já diz Orlando Fedeli – é o hospício.

 



Gostas de Nobiliarquia ?

Dom Luciano Trindade, Visconde de Água Branca

 

Têm chegado ao meu gabinete muitas solicitações de informações à respeito de como funciona o sistema nobiliárquico reunião e de como ser agraciado com um Título de Nobreza. Muito embora este tema seja amplamente regulado pelo Edito 102 de 2005, acredito que posso consolidar o texto legal neste artigo para que o súdito médio do Império, turistas e a comunidade micronacional leitora de “O Cometa” possam inteirar-se sobre este interessante assunto.

 

São três as condições que podem fazer com que um cidadão, súdito do Império reunião ou não, possa receber um título ou condecoração nobiliárquica em Reunião:

 

I – se destacarem por extrema dedicação ao Imperador, ao povo de Reunião e ao Sacro Império;

II – realizem feitos que grandifiquem o nome do Imperador e de Reunião;

III – agirem, de forma abnegada, para promover melhorias no Império, através de projetos, trabalhos ou propostas.

 

Estas três condições, via de regra, estão atreladas a uma activa participação do súdito no dia-a-dia do Império.

 

Os títulos de nobreza, pela ordem de importância, são: Cavaleiro, Barão, Visconde, Conde, Marquês, Duque, Grão-Duque e Arquiduque.

 

O acesso à condição de Cavaleiro, único título da Baixa Nobreza reuniã, é dado através da concessão de condecoração de alguma das Ordens de Cavalaria: Mosselin, Tassinari, Jutot ou Strauss. Os agraciados com estas condecorações imperiais passam a ter o direito de usar o prefixo “Dom” ou “Dona” em seus nomes.

Os demais títulos são considerados da alta nobreza; pode-se entender que quanto mais elevado é o Título de um nobre, maior é o conjunto de contribuições deste ao Império, ao Imperador e ao Povo reunião. Uma curiosidade é que, enquanto os títulos da alta nobreza se substituem uns aos outros, os de cavaleiros são cumulativos, ou seja, um mesmo súdito pode ser Cavaleiro de várias ordens e não perde estes títulos se alçado a alta nobreza. Inclusive é admissível que um membro da alta nobreza receba uma condecoração de ordem de cavalaria posteriormente.

Os títulos de Grão-Duque e Arquiduque têm suas peculiaridades, o primeiro destina-se exclusivamente a ex-monarcas de territórios incorporados ao Império, o segundo aos herdeiros do Trono e da Coroa Imperial reuniã.

Além das honrarias nobiliárquicas há de se lembrar que existem duas meritórias. A Ordem Militar de Von Battelion é concedida àqueles que se destacam na vida militar, dedicando-se à defesa de nossa nação e a Ordem Educacional Clarabella Null que se dá aos que se dedicam com afinco ao desenvolvimento educação e cultura.

Tradicionalmente, o Imperador tem manifestado Seu desejo na manutenção da nobiliarquia reuniã através de éditos mensais emitidos pelo Lorde Protetor.

 

*  Dom Luciano Trindade, o Visconde de Água Branca, é Conselheiro Imperial, Capitão Donatário de Stráussia, Comandante da Armada e Juiz Imperial.









Mistery
Corporation





 





Comédias da vida nem tão privada

By Flavius Von Rainer

 

Movimento artístico micronacionalista”

 

A arte micronacionalista ultimamente tem sofrido uma grande decadência por falta de projetos voltados pra essa área e de pessoas que se interessam neste assunto, que por sinal é um fato que pode gerar grande atividade no nosso hobby. Eis as perguntas básicas de qualquer curioso:

 

– Onde posso divulgar ou mostrar estes tipos de trabalhos?

Resposta: Oras, nos jornais, tablóides, sites, blogs e revistas

 

– Que tipo de trabalho artístico posso expressar?

Resposta: Qualquer uma arte, fotografia, culinária, cybercultura (arte que utiliza a informática como ferramenta de construção), literatura,  e até mesmo a música

 

– Mais eu não sei fazer nada disso, mas  ainda assim quero ser um artista, e agora?

Resposta: todos nós somos artistas, a arte não é um acaso, ela surge através de relatos e fatos de nossa vida, as maneiras de expressar são várias, como você pode ver na pergunta acima, arte não é um dom;  ela é para todos.

 

Podemos destacar algumas pessoas que  desenvolvem ótimos trabalhos artísticos no mundo micronacional lusófono, como o meu amigo Douglas Klabunde, o homem do photoshop; Samantha Guerreiro Quinta-Nova com seu belíssimo jornal Poesia Projeto Cultural,  que fala sobre ótimos trabalhos de artistas macros e outras pessoas que propagam a arte por sobre o micromundo.

 

É isso ai gente, faça de você  mesmo um artista e da sua vida um palco, onde  você irá mostrar para os espectadores que sua missão é desenvolver um papel e que você pode ser um imortal, como dizia Cecília Meireles (acho que foi ela ou a Raquel de Queiroz): “podemos ser imortais e não imorriveis”.

 

Moral disso tudo, quando deixamos nessa vida algo de proveitoso para a construção de uma cultura da humanidade ( a imortalidade) podemos nos tornar algo que fica na memória de muita gente, enquanto o imorrivel por enquanto tá cruel (risos):  a ciência não está tão avançada ainda para chegar no ponto de deixar o humano vivo pra todo tempo.

 

Flávius von Rainer é Prefeito Imperial de St. Denis  e um dos maiores artistas da história moderna de Reunião.



Sobre o Jubileu de Ouro
Valadir Aerwyld

 

Estamos em um momento ímpar para qualquer micronação, comemoramos 100
meses <da independência> de Reunião. Cem meses, representam mais de 8 anos, são 3000
dias, 72000 horas 4320000 minutos, 259200000 segundos, ou seja, muito
tempo.

Creio que por este motivo Reunião é a melhor e a maior, tempo,
experiência e inteligência, sem contar os inúmeros ótimos
micronacionalistas, e um excelente imperador.

Vejo com ótimos olhos este jubileu, e creio que Reunião deveria
construir um novo calendário, Pós Jubileu e Ante Jubileu, claro que
não criar um calendário realmente, mas uma nova maneira de pensar,
este mês e este ano entrarão para história de Reunião, seja como época em
que ocorreram talvez as mudanças mais significativas de Reunião, e
talvez de todo o micronacionalismo, pois com certeza seremos objeto
de cópia; é o modo Reunião de ser e pensar, invadindo todo o
micromundo.

Espero que tais mudanças não sejam apenas no papel, e acredito
fielmente que elas proporcionarão grandes mudanças e uma grande
melhoria em Reunião.

Por fim e sem mais delongas, termino aqui parabenizando os trabalhos
da APQ, o Premier Bernardo, e principalmente o Imperador que foi
quem realmente incitou as mudanças ocorridas.

Um Feliz Natal, um próspero ano novo, e um ótimo futuro para todos os
camaradas de Reunião.

 

Valadir Aerwyld  é Qualícato e membro do Partido Social Democrata.





EXPEDIENTE:

Editor-Chefe: Cláudio André P. R. de Castro
Editor Adjunto: Renan Levy Saifal


 



CONVÊNIOS COM:  Agência Reuniana de Notícias, O Povo de Reunião, Tribuna de Marajó, Alpha X e quaisquer outros periódicos da Comet Organizations ou de sua proprietária, a Mistery Corporation de Reunião.



ENDEREÇOS / CONTACTOS:

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www: http://www.ocometa.org
correio-lesma macronacional:
 

                                            Jornal O Cometa de Reunião Ltda.
                                            Caixa Postal Número 002

                                            Agência Central dos Correios – Rio de Janeiro
                                            RJ – BRASIL



AVISOS e INFORMAÇÕES ÚTEIS

 

  O Jornal O COMETA está sujeito à moderação, na forma da lei Reuniã, e se encontra, sempre, à disposição das autoridades da Secretaria das Comunicações para esclarecimentos quaisquer acerca do que for publicado em suas “páginas”.

 

  Este periódico conta com licença do Ministério das Comunicações (antigo Comissariado da Informação) desde 16 de Dezembro de 1997, e já havia, desde Dezembro de 1996, a licença Imperial para circular dentro de O País!. A COMET ORGANIZATIONS INCORPORATED, atualmente JORNAL O COMETA LTDA. recebeu C.I.E. no dia 1o. de Setembro de 1997, estando devidamente autorizada pelo Poder Moderador a “exercer quaisquer actividades que não sejam contrárias às normas constitucionais e aos decretos imperiais em vigor“.

 

  A peridiocidade do Jornal é, teoricamente, semanal, saindo aos DOMINGOS. Porém podem haver atrasos ou mesmo “adiantamentos”. Nada impede, também, que o jornal saia diariamente por oitenta e quatro dias e depois fique dois meses sem sair.


   O Cometa não é e nem nunca foi um veículo de comunicações oficial do Sacro Império de Reunião, não sendo, portanto, o governo imperial responsável pelo que for publicado neste espaço. Toda a responsabilidade é única e exclusivamente da pessoa jurídica JORNAL O COMETA LTDA., empresa de propriedade da MISTERY CORPORATION DE REUNIÃO.

 

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  O Cometa não tem a intenção de ser imparcial; muito pelo contrário. Caso sinta-se ofendido com alguma matéria aqui inclusa, reclame com o Santo Padre.

 



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* Charles Goldstein, 19, reunião, é Secretário-Geral das Relações Exteriores da Chancelaria Reuni

A Labareda * Edição 100 * Comemorativa *

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Ano II * Edição nº 100 * Quinta-Feira, 22/12/2005
EDIÇÃO COMEMORATIVA
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
EDITORIAL
MICRONACIONALISTA MAU E SEM CORAÇÃO
 
Hoje tenho prazer de encaminhar a edição nº 100 do A Labareda, a última do ano, para só voltarmos em fevereiro, depois das férias deste cansado editor.
Mas o que pode-se falar deste ano de 2005? Muitas coisas aconteceram, principalmente na minha vida, e não posso negar que o micronacionalismo já faz parte dela e inclusive consegui algumas melhorias, pessoalmente falando.
Reunião é um lugar fantástico, de pessoas fantásticas, onde pode-se realmente, graças a estrutura, desenvolver um bom aprendizado sobre o micronacionalismo. O único problema é que temos uma estrutura para 500 ou mais pessoas, mas infelizmente somos entre 40 e 60 cidadãos efetivamente ativos e outro tanto semi-ativos e inactivos.
Exerci dois cargos essenciais, ao meu ver, neste ano: Premier e Chanceler Imperial. Como Premier percebi que a máquina administrativa, essencialmente política, deve afastar-se desta para funcionar. Por ser do partido da direita, sofri forte oposição da esquerda, inclusive com a negativa de fornecer-me nomes para ministérios, pessoas extremamente capazes, mas como eram da esquerda negaram-me ajuda na administração pública. Mas aqui cabe uma pergunta: Quem seria beneficiado com a união partidária? Eu ou o Império. Certamente que seria o Império, então já sabemos quem perdeu, não é? Mas cabe ressaltar um detalhe importante: a oposição foi responsável (bem diferente da esquerda brasileira, leia-se PT, nos governos do presidente FHC). Quando a Unida propôs uma moção de desconfiança contra mim, recebi comunicados de apoio, primeiro da esquerda (PACSO) e depois, obviamente, da minha base de apoio, PIGD e ARENA, meu partido. Foram 103 dias no Palácio Magistral, que será objeto de trabalho posterior, 103 dias de fortes provações, que lapidaram este neo-micronacionalista.
Como Chanceler Imperial, responsável pela política externa, também foi possível aprender bastante, mas o maior aprendizado pode ser resumido no seguinte: “Se o mundo estiver acabando e Reunião propor uma idéia salvadora, dane-se o mundo”. Quando eu propus a criação da MICROCON, usando das prerrogativas do cargo de Chanceler (leia-se fácil transito intermicronacional e respeito pelo alto cargo) eu pensei que poderia reunir os “monstros sagrados” do micronacionalismo (eu nem tenho 2 anos de MN, mas tem gente aqui quase completando uma década) em busca de soluções para quando o MN fica chato e sem graça. Discutir novas políticas de cooperação e desta forma ampliar a divulgação de nosso hobby e trazer mais pessoas para ocupar cargos nos inchados organogramas governamentais. Só consegui dividir ainda mais o micro-mundo, mas não era essa a intenção. Lamento profundamente um episódio ocorrido na minha gestão, que foi o rompimento de relações com Porto Claro. Talvez hoje eu faria tudo diferente, ou tudo igual, mais com outras palavras, nunca saberemos. Sobre a MICROCON, o que vou falar aqui acredito verdadeiramente, mas vou ficar repetindo isso: a MICROCON é mais minha do que de Reunião. Eu achei que não fiz um bom papel na Chancelaria, e por isso mesmo recebi com surpresa a indicação como melhor diplomata do ano, no prêmio Pravda.
Para 2006 tenho alguns projetos, a maioria dizem respeito ao A Labareda, mas tenho algumas pretensões na área da política também.
Bom, colhi vários frutos esse ano, mas o que me deixou mais “encucado” foi saber que minha fama pelo micro mundo é de ser “mau e sem coração”. E que também não dou atenção para qualquer pessoa. O mais interessante é que essa pessoa não me acha mais mau e sem coração, mas não vou expor aqui minha intimidade dizendo o que ela pensa de mim agora.
Existe também uma grande expectativa em relação ao Prêmio Pravda. Concorro em duas áreas, jornalismo e diplomata. Não sei se mereço essas insignias, mas fiquei muito feliz com as lembranças e faço aqui mais um agradecimento especial aos que votaram em mim.
O A Labareda encerra as atividades hoje, e retorna apenas em fevereiro, com algumas surpresas para nossos leitores. O serviço de assinatura dará acesso rápido e fácil a todas as edições, bem como um banco de dados com as entrevistas que foram feitas durante essas 101 edições, foram poucas entrevistas, mas vão ser facilmente localizadas.
Duas surpresas reservo-me o direito de não revelá-las por um simples motivos: o medo de não conseguir terminá-las ou até mesmo iniciá-las, mas espero ter capacidade suficiente para executá-las.
O plano para o próximo ano será manter A Labareda diariamente, mas creio que as outras atividades micros possam inviabilizar esse intento, mas estarei procurando fazer o melhor.
Um bom natal a todos e um prospero ano-novo, para todos nós.
NOTÍCIAS
PESQUISA DE OPINIÃO APONTA ALEXANDRE CARVALHO (ARENA) COMO O PREFERIDO PARA OCUPAR O PALÁCIO MAGISTRAL
Em mais uma pesquisa realizada pelo IIRDE, que apesar de ter sido rápida (2 dias) teve uma boa participação por parte dos súditos do Império.
Para 32% dos entrevistas, Alexandre Carvalho (ARENA) seria o novo premier do Sacro Império de Reunião. André Giserman (PACSO), que foi o melhor premier da história segundo o própio Imperador, ficou com 28% das intenções de voto.
O atual premier Bernardo Alcalde(MICROSOC), aparece em terceiro com 25%, seguido por Filipe Sales (UNIDA) com 7% das intenções de votos.
Jorge Adamatti (PIGD) e Valadir Aerwild (PSD) tiveram 3% das intenções de votos.
Foram entrevistadas 28 pessoas entre os dias 21 e 22 em todo o território Reunião.
A próxima eleição deve ocorrer em janeiro. O A Labareda conseguiu as opiniões de Giserman e Sales. Alexandre Carvalho e Valadir Aerwild não foram encontrados para comentar o resultado da pesquisa. O Premier Bernardo Alcalde estava despachando no Palácio Magistral e não pode atender nossa reportagem.
Confira os comentários:
André Giserman: “apesar de eu ter brincado durante todo o tempo que não queria ser votado, é claro que é sempre bom ter o nome lembrado. Acredito, todavia, que os votos que recebi devam-se mais a uma deferência de alguns cidadãos do que propriamente a um desejo deles de que eu retornasse ao Magistral – o que, todos sabem, não está nos meus planos. Fico feliz, de todo modo, até porque já faz um certo tempo que não sou mais premier, de modo que apenas uma parcela da população pôde acompanhar o meu trabalho – e porque não tenho me mantido muito ativo desde então”.
Filipe Sales: “inicialmente, como não sou mais o presidente da União Democrática Humanista, não posso dizer a posição do partido acerca de uma eventual candidatura ao Palácio Magistral. Entretanto, torna-se evidente que, hoje, em razão do regime parlamentarista clássico adotado, não existe sentido em um partido que não congrega parcela considerável da Assembléia Popular de Qualícatos, lançar candidato à Premier, visto que é aquela quem confiará e manterá o Premier a partir da próxima legislatura.”
CARTAS
MICROCON, PORTO CLARO, REUNIÃO, MICROMUNDO
Gostaria de parabenizar o jornal A Labareda pela incrível marca que vem mantendo de uma edição diária, realmente um milagre no atual contexto do jornalismo micronacional. =)

Com relação ao Editorial publicado na última edição (99), gostaria de fazer um comentário acerca do lema da MICROCON (que não conheço muito bem o projeto, mas me parece que está sendo encabeçado por Reunião, não é isso?): “Democracia e Igualdade”. Sinceramente, sem querer reacender o fogo que já está se apagando e também sem querer entrar no mérito da discussão, não acredito mesmo que Reunião, de fato, esteja abraçando este ideal.

Como uma micronação que acredita na igualdade pode desrespeitar a soberania de outro país? Sim, estou me referindo ao recente caso do domínio portoclaro.org. Uma organização de cunho diplomático, tal como a MICROCON, nunca vai se sustentar sem antes considerar princípios básicos de qualquer relação: o respeito. Enquanto portoclarense, me senti um tanto que ofendido porque Reunião estava usando indevidamente nossa imagem para auto-promoção. Não porque acho que PC seja “melhor” que Reunião, ou qualquer idéia absurda do tipo, mas porque, e isso é fato, Porto Claro é a mais antiga micronação da lusofonia e berço do micronacionalismo. Sem PC, nem eu, nem você, nem todos nós, que fazemos parte dessa comunidade de apaixonados pelo micronacionalismo, estaríamos aqui hoje. E isso pesa, sem dúvidas, quando qualquer pessoa fizer uma busca por “Porto Claro” em ferramentas como o Google.

Como será que os reunianos se sentiriam se, da mesma forma, Porto Claro adquirisse um domínio do tipo www.sacroimperiodereuniao.org? A sensação de desconsideração e falta de respeito é terrível. Tudo bem, portoclaro.org não era nosso domínio oficial, mas nossa marca estava ali, nossa soberania estava sendo atacada, como forma suja e traiçoeira para Reunião conseguir mais cidadãos as custas de Porto Claro (outro fato: antes da descoberta de tal fato pela Maison Diplomatique, Reunião já usava o domínio portoclaro.org como redirecionamento para sua página inicial há algum tempo. O Imperador Cláudio I defendeu-se, afirmando que era uma forma de “proteção” do domínio, que estava vago, mas, por que, então, Porto Claro nunca foi contatada?).

Tentamos um acordo. Reunião se ofereceu a disponibilizar o domínio, mas o registro continuaria no nome de Cláudio I. A Maison quase que assinou o Tratado de Comidinne, mas pressões populares de PC evitaram isso. “Se estamos dispostos a pagar para ter o domínio de volta, por que o domínio não é vendido? Por que temos que submeter um domínio com nosso próprio nome ao Governo de outra micronação?”, foi o questionamento que rolava na Lista Nacional de PC. O Imperador Cláudio I explicou, afirmando que não confiava no Governo portoclarense. Ora, o Governo portoclarense é composto pelos representantes legítmos de nosso povo, a eles foi atribuído o dever de cuidar e zelar pelo nosso país, e não confiar em nosso Governo implica, automaticamente, não confiar em nosso povo. E por que, então, temos que confiar num país que não confia na gente? Aonde está o respeito? É assim que Reunião e a MICROCON acredita na “Democracia e Igualdade”?

Felizmente, o Tratado de Comidinne foi descartado, e, então, as relações diplomáticas com Reunião foram cortadas. Duas micronações que por tanto tempo foram irmãs acabavam ali com aquela aliança. A médio e longo prazo, hoje vemos que isso foi muito positivo para nós. Traçamos nosso próprio caminho nas Relações Exteriores e hoje estamos estreitando nossas relações, de forma harmoniosa, respeitosa e verdadeiramente democrática, com outras micromações, como Pathros, Sofia e Açores. Muitos projetos concretos estão sendo desenvolvidos em conjunto, muito além do mero blábláblá diplomático. São projetos em áreas estratégicas, como infra-estrutura e desenvolvimento populacional, e periféricas, como esportes, que, de fato, têm contrubuído bilateralmente e certamente ainda vai render bons frutos.

A perda definitiva do domínio portoclaro.org não trouxe prejuízo algum, exceto, claro, os eventuais cidadãos que acessem o domínio acreditando que estejam visitando a página de PC, quando na verdade estão indo para a página de Reunião. Ao contrário, já temos os mais diversos domínios com o termo “Porto Claro” e variantes sob nossa guarda, qualquer busca por esse mesmo termo no Google terá como resultado, no topo absoluto da lista, nosso verdadeiro site oficial, investimos pesado na modernização de nossas páginas, hoje muito melhor organizada, com fácil administração, desing moderno, totalmente integrada com o banco de dados da Imigração e dentro dos padrões internacionais da W3C, e o Ministério da Infra-estrutura têm trabalhado constantemente em sua melhoria. Enfim, no final das contas, tudo isso acabou sendo muito mais benéfico do que assinar um acordo que não respeitava nossa soberania.

Claro que não se trata de “um plano malígno para Reunião dominar o micromundo”, nem nada do tipo, longe disso. Mas, depois de tudo, não acredito que a MICROCON traga algum resultado satisfatório. Primeiro, porque, apesar do meu pouco conhecimento sobre a instituição, me parece que falta um plano concreto para ela. Segundo, porque, a não ser que o incidente do portoclaro.org tenha sido uma exceção, mas se Reunião agir com as demais micronações como agiu com PC, a situação para o estabelecimento de qualquer relação diplomática será muito desfavorável.

Espero que tenham sido compreendido e que o editor e os leitores entendam a imparcialidade com que tratei o assunto, embora seja portoclarense.

Abraços cordiais,

Mitchel Bruno
Editor da Agência Nacional de Notícias (Porto Claro)

Caro Mitchel
 
Agradeço por sua carta.
 
Na verdade a MICROCON não é encabeçada por Reunião, mas ela foi criada quando eu era Chanceler de Reunião. Usei do cargo para ter mais contato com as políticas externas.
 
Reunião tem um representante na MICROCON e tem também uma forte oposição, exercida por mim.
 
Confesso que a MICROCON é mais minha do que de Reunião, pois quando tomei conhecimento do tamanho do micro-mundo, decidi juntar o melhor de cada micronação para tentarmos fazer algo de bom para a manutenção desse nosso hobby.
 
De qualquer forma, o episódio do domínio ainda é bastante constrangedor, sem dúvida nenhuma.
Alexandre Carvalho
Editor – A Labareda
AVISO IMPORTANTE
 
A Labareda circulará apenas nas listas Areuniana e Jornaleiro
 
Se por algum motivo, seja ele qual for você não for assinante destas listas, não se preocupe.
 
Você poderá usar o serviço de assinante do A Labareda, que será lançado em fevereiro/2006
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
A Labareda é uma publicação do Grupo IIRDE
Fundado em 06/08/2004

[jornaleiro] A Labareda * Edição 099

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [jornaleiro] A Labareda * Edição 099
To: Reunião <chandon@yahoogroups.com>, areuniana@yahoogroups.com, jornaleiro@yahoogrupos.com.br

 

Ano II * Edição nº 099 * Segunda-Feira, 19/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
EDITORIAL
 
MICRO ENCONTRO MICRO, AO ACASO
 
Para quem não conhece, a região metropolitana de São Paulo reune hoje, em seus 39 municípios cerca de 20 milhões de pessoas. Somos a maior metrópole do Brasil, 4º ou 5º do mundo, mas apesar de tanta gente, coisas incríveis acontecem.
 
Estava eu dando uma volta no sábado, num lugar onde raramente vou e onde o fluxo de pessoas é contínuo, quando me deparei com um rosto conhecido: era Charicléia, de Pathros. Ao seu lado, Felipe, o rei de Portugal.
 
Foi com grande satisfação que reencontrei a Chari e um prazer enorme ter conhecido o rei de Portugal. E mais do que depressa, sem "perder a viagem", cobrei de Dom Felipe apoio para a MICROCON, tentando convecê-lo que a organização não é um plano do "imperialismo reunião".
 
Sem dizer nem sim nem não, o rei ainda lembra que o fato de a MICROCON ter tomado forma enquanto eu era o Chanceler pode ter criado um mal estar micronacional.
 
De qualquer forma, espero para o próximo apoio formal por parte de Portugal, bem como por parte de outras micronações, como Pasargada, Porto Claro, Sofia, Pathros, entre outras, pois o estudo conjunto de soluções para o micro-mundo precisa passar por todos os países. Querem um lema para a MICROCON: "Democracia e Igualdade".
 
As listas da MICROCON continuam abertas, esperando por todos.
 
NOTÍCIAS
 
SECRETÁRIO-GERAL INTERINO DA MICROCON PEDIRÁ RECESSO NA ORGANIZAÇÃO
 
O Secretário-Geral interino da MICROCOM, Alexandre Carvalho, enviará nesta segunda-feira missiva ao embaixadores para que a organização entre em recesso para as festas de fim de ano.
 
A baixa atividade também seria motivo para a adoção do recesso. O problema maior é que a organização já leva para 2006 duas pendências: a nova Carta que ainda não é consenso e a lei orgânica de Adamstown.
 
O secretário interino, que também é Alto Comissário das ilhas Pitcairn prevê que 2006 será um ano mais produtivo da MICROCON e espera ter um número maior de adesões, visto que o estigma de que a organização é de propriedade de Reunião vem caindo por terra nas últimas semanas.
 
As listas abertas e o trânsito livre em Adamstown são dois dos principais motivos do carater democrático, pluralista e igualitário da organização.
 
"A MICROCON não pode ser apenas mais uma, mas essa organização quer revolucionar o estudo do micronacionalismo, visando o desenvolvimento de toda a comunidade lusófona", finaliza Carvalho.
 
APÓS DEBATES NA APQ, PODER MODERADOR PROMOVE ALTERAÇÕES NAS ATRIBUIÇÕES DA CASA
 
O Lorde Protetor do Império, Filipe Oliveira, através do Decreto Imperial 082, definiu as novas atribuições da Assembléia Popular de Qualícatos.
 
Segundo o novo Decreto, o Premier permanecerá no cargo enquanto tiver o apoio da maioria na APQ, que agora terá 12 qualícatos ao invés de 10 e o mandato será de 04 meses, ao invés de 06 meses, como era atualmente.
 
O Premier agora, que antes perdia mandato por moção de desconfiança ou por ausência injustificada por mais de 30 dias, poderá perder o cargo também se tiver o plano de governo rejeitado, pela rejeição de uma moção de confiança (quando mudar a legislatura).
 
Apesar da satisfação geral da população, o Conselheiro Imperial Raphael Garcia (MICROSOC) pretende já apresentar algumas mudanças, entre elas a possível dissolução da APQ, por iniciativa do Premier, quando esta estiver inativa e quando não houver condições reais ou quando houver forte oposição aos projetos do executivo. Na proposta de Garcia não há exemplificação do que seriam as "condições reais".
 
O mandato do atual premier termina em 30/12 e ainda não se fala em novas eleições para a Câmara Baixa.
 
CARTAS
 
MICRONACIONALISMO OU LISTA DE AMIGOS
 
À
Sua Graça D.Alexandre Carvalho
 
Sr.Editor.
Tenho a honra de informar à V. Graça que transcreverei no Telégrapho Real (Lista Oficial do reino Unido dos Açores) o artigo de V. Graça intitulado "Micronacionalismo ou Lista de Amigos",do qual tomei conhecimento através da Lista de Sofia,onde me acho em vilegiatura.
 
Gostaria, também, se possível, de tornar-me assinante do "A LABAREDA".
 
Apresento a V. Graça, ao ensejo, as mais atenciosas saudações Açorianas.
 
Gal Conde Marcelo Ribeiro da Luz- Presidente do Senado Nacional
Conde de Ficalho e Marquês do Rio Grande
Cmt em Chefe da Guarda Real Açoriana
 
AVISO IMPORTANTE
 
A Labareda circulará apenas nas listas Areuniana e Jornaleiro
 
Se por algum motivo, seja ele qual for você não for assinante destas listas, não se preocupe.
 
Você poderá usar o serviço de assinante do A Labareda, que será lançado em janeiro/2006
 
Expediente
 
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
A Labareda é uma publicação do Grupo IIRDE
Fundado em 06/08/2004

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[jornaleiro] A Labareda * Edição 098

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Ano II * Edição nº 098 * Sexta-Feira, 16/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

 
 

NOVOS EXPERIMENTOS
 
Perto de termimar o expediente do A Labareda para este ano de 2005 resolvi fazer alguns experimentos, por isso, não espante com o tamanho reduzido de notícias desta edição. A nova forma e um pouco de falta de tempo contribuiram para que esta edição estivesse bem curtinha, mais ainda do que as tradicionais.
 
O primeiro dele é não mais usar o incredimail para fazer o A Labareda nem para fazer mais nada com esse simpático programa de email.
 
Para isso peço a ajuda do leitores do A Labareda que me ajudem dizendo como ficou o layout, principalmente em relação a figuras, pois inserir figurar para mim no gmail ainda éum mistério.
 
Aproveitando quero convidar a todos a continuarem a acompanhar o A Labareda e incentivar a todos a mandarem cartas para nossa redação, principalmente ser forem críticas, pois queremos fazer um jornal melhor a cada dia. Não para ganharmos prêmios, mas para ajudarmos a dar um panorama, senão geral do que ocorre "around de little world", pelo menos um pincelada por ai e um bom resumo dos acontecimentos em Reunião.
 
Agradeço a paciência de todos e principalmente a audiência.
 

 

 

PRESIDENTE DO ECIE ABRE O QUE PODE SER A ÚLTIMA SEÇÃO DO ANO
 
O presidente do ECIE, Charles Goldstein (MICROSOC), abriu hoje a tarde o que pode ser a última seção do ECIE, que deverá entrar em recesso para as festas de fim de ano.
 
Na pauta estão em discussão o novo Código Penal enviado pelo gabinete do Lorde Protetor e as votações das propostas encaminhadas pelos conselheiros Luciano Trindade (ARENA), Alberto Fioravanti (ARENA) e Charles Goldstein (MICROSOC).
 
Trindade propõe alterações na funções e formas de intervenção do poder moderador, alterações essas que receberam parecer contrário do lider do poder moderador no ECIE, Bruno Cava.
 
Fioravanti, um dos pivôs da crise que culminou com a extinção do Sacro Império Pontíficio Vaticano, encaminhou proposta de lei que regulamenta as relações com a Igreja Católica.
 
Goldstein apresentou moção indicando SHE Valentina Kintzel para o cargo de primeiro-secretário da Casa.
 
SOCIEDADE SECRETA É FUNDADA
 
Foi fundada na última quinta-feira a Santa Ordem Restaurada dos Cavaleiros Teutônicos.
 
Estranhamente, a sociedade secreta tornou-se pública. O A Labareda ouviu algumas opiniões e reserva-se o direito de não publicá-la em respeito aos nossos leitores.
 
Severas é pesadas críticas foram feitas à Sociedade. Nomes como Cláudio de Castro, Renan Saifal e Waldir Recanello assinaram o documento.
 
Leia a Carta na integra:
 
MISSIVA AOS POVOS DO MICROMUNDO
 
Eu, Friedrich V Gustav, Rei e Senhor de toda a Prússia, concedendo por razões históricas a honra e o prazer de trazer aos povos deste Micromundo as boas novas da vinda dos Cavaleiros Teutônicos, o Bálsamo das Micronações, às terras da Lusofonia.
 
Em nosso tempo, a obra dos esforços de homens e mulheres, que com muito custo criaram e conduziram as micronações, está sendo perdida pelo efeito nocivo da leviandade. Quem mais se lembra da arte de governar? Cidadãos perdem sua essência política, não há identidade nacional, o espírito nacionalista desapareceu em meio à busca voraz da nobiliarquia, o Micronacionalismo definha.
 
Somos os frutos da contradição que esta ordem micronacional criou, e nosso empenho está na construção do verdadeiro Micronacionalismo, em harmonia, cooperação e fraternidade, e na luta contra esta aridez e torpeza que enfraquecem nosso vasto universo simulado.
 
Eu honradamente apresento às Micronações, a SANTA ORDEM RETAURADA DOS CAVALEIROS TEUTÔNICOS, em nome dos Cavaleiros que sub-escrevem este documento.
 
Merienburg, 15 de setembro de 2005.
 
  

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[imprensalivre] A Labareda * Edição 097

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Cc: Marlene Assunção <mass8@terra.com.br>

 
Ano II * Edição nº 097 * Quinta-Feira, 15/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
REUNIÃO RECEBE TURISTAS DE OUTRAS MICRONAÇÕES
 
Reunião tem recebidos nos últimos dias alguns turistas de outros países, que vem retribuir visitas ou mesmo por curiosidade de conhecer Reunião.
 
Recentemente desembarcaram em Reunião Wagner Campodonio, dos Açores e Alexander von Mansfeld da Alemanha.
 
Campodonio tem grande história micronacional, destacando principalmente na condução da política externa dos Açores bem como na área esportiva, editando o Plantão do Futebol.
 
Outra visita ilustre que acaba de chegar ao Império, e está aguardando apenas a checagem por parte da imigração em seu visto, é o português Jorge Gerreiro Quinta-Nova.
 
Guerreiro tem patrocinado campanha contra o assédio dos reuniãos a Rodrigo Thedin, ex-reunião, hoje em terras portuguesas.
 
A Labareda, um dos maiores jornais da atualidade, como forma de demonstrar o respeito pela opinião de todos, já que oferece espaço para todos publicarem suas idéias, deseja a todos os turistas uma excelente estada e que aproveitem ao máximo o convívio com os reuniãos.
 
Além de ser inscrito na lista nacional, o turista estrangeiro pode também acompanhar CHANDON (principal lista do Império) clicando aqui!
 
MICROCON "EMPACA" NA ALTERAÇÃO DA CARTA DE PRINCÍPIOS
 
Ao contrário do que se imagina, a MICROCON não está "falida", termo ventilado no último encontro micronacional.
 
MICROCON organizou a administração das Ilhas Pitcairn, e vem discutindo a alteração da Carta de Princípios, que atualmente conta com 84 artigos e terá, se aprovada, apenas 25. Segundo Filipe Sales, representante de Reunião, a nova Carta traz a organização para a realidade atual do micronacionalismo e poderá ter maior atuação entre as micronações.
 
O mais interessante é que a Carta em si ainda não foi aprovada, mas o substitutivo apresentado pela URSS, na pessoa de Felipe Aron, já recebeu votos suficientes para aprovação.
 
O Alto-Comissário das Ilhas Pitcairn e Secretário-Geral interino da MICROCON, Alexandre Carvalho, deverá propor um recesso a partir da próxima semana até o ano que vem.
 
Carvalho reclamou que nem mesmo a lei orgânica de Adamstown, a capital da ilha, foi aprovada. As listas da MICROCON são abertas ao público além do que observadores intermicronacionais são recebidos com o maior prazer para acompanhar as discussões.
 
Apesar de todas essas facilidades comprovando a democraticidade e igualdade da organização, ela continua sofrendo críticas simplesmente porque foi fundada por um reunião.
 
Acesse a lista da capital, Adamstown e também do Conselho Permanente e saiba que a MICROCON lutará pelo bem do micronacionalismo, buscando favorecer a TODAS as micronações de lingua portuguesa.
 
Do enviado especial ao Menier, no Principado de Sofia
 
DICIONÁRIOS DE VINHOS
 
# ACIDEZ – essencial para a vida e vitalidade de todos os vinhos. Num
vinho de mesa seco e equilibrado deve estar entre 0,6% a 0,75% do volume.

# ACIDEZ FIXA – compreende ácidos encontrados nas uvas mais os
produzidos durante a fermentação.

# ACIDEZ TOTAL – combinação de acidez fixa com acidez volátil.

# ACIDEZ VOLÁTIL – consiste principalmente de ácido acético.

# ACIDO TARTÁRICO -ácido natural do vinho. Pode formar cristais
inofensivos na garrafa ou na rolha, principalmente em vinhos brancos
mantidos à baixa temperatura.

# AÇÚCAR RESIDUAL – quantidade que sobra após a fermentação terminar de
forma natural ou artificial, expressa em gramas por litro.

# ADSTRINGÊNCIA – sensação de boca seca ou "amarrada", como aquela
causada por frutas ainda verdes. É um fenômeno que causa a contração das
mucosas.

# AERAÇÃO – exposição do vinho ao ar ambiente. O mesmo que deixar o
vinho "respirar".

# AFINAMENTO – técnica para clarificação dos vinhos usando bentonita,
gelatina ou clara de ovos. São agentes que aglutinam as partículas em
suspensão, sedimentando-as.

# ÁLCOOL – no vinho, é o etanol ou álcool etílico. É um composto químico
formado pela ação de leveduras no açúcar das uvas durante a fermentação.

# ÁLCOOL POR VOLUME – nível de álcool num vinho, expresso em porcentagem
numérica do volume.

# AMPELOGRAFIA – ciência que estuda as vinhas e variedades das cepas.

# ANTOCIANOS – compostos fenólicos responsáveis pela cor vermelha e
púrpura dos vinhos jovens.

# AROMA PRIMÁRIO – sensação olfativa que lembra uvas frescas e maduras.

# AROMA SECUNDÁRIO – sensação olfativa resultante da fermentação.

# AROMA TERCIÁRIO – também chamado bouquet, é a sensação olfativa que o
vinho desenvolve depois de engarrafado e envelhecido.

# AVA – American Viticultural Area – denominação oficial nos Estados
Unidos para áreas vitícolas geograficamente delimitadas (exemplo: Napa
Valley).

# BLANC DE BLANCS – significa vinho branco feito de uvas brancas.

# BLANC DE NOIRS – significa vinho branco feito de uvas tintas.

# BODEGA – equivalente espanhol para vinícola.

# BOTRYTIS CINEREA – um fungo benéfico e até desejável que ataca as uvas
sob certas condições climáticas. Elas perdem a água e concentram açúcar
e ácidos.

# BOUQUET – ver Aroma Terciário.

# BRIX – unidade de medida do conteúdo de açúcar da uva, indicando o
grau de maturação. Outras unidades são denominadas Oechsle e Baumé.

# BRUT – termo reservado para espumantes, significando seco.

# CAVA – vinho espumante espanhol produzido pelo método champenoise.

# CHAPTALIZAÇÃO – adição de açúcar ao mosto afim de elevar o teor
alcoólico do vinho.

# CHÂTEAU – este termo, seguido de um nome próprio, eqüivale em Bordeaux
à uma propriedade destinada à produção de vinhos.

# CLARET – um termo usado na Inglaterra para identificar vinhos tintos
de Bordeaux.

# CLOS – vinhedo ou grupo de vinhedos fechados por muros.

# CORPO – a impressão de peso ou plenitude na boca, resultado da
combinação de álcool, glicerina e açúcar.

 

 

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[imprensalivre] A Labareda * Edição 096

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Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 096
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Ano II * Edição nº 096 * Quarta-Feira, 14/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
MICRONAÇÕES OU LISTA DE AMIGOS?
 
Estive me perguntando durante o encontro micronacional que participei no último sábado em São Paulo se o micronacionalismo é um simulação de paises, baseado na política ou se é apenas uma lista de bons amigos que procuram, sempre, se darem bem e se unirem em ideais comuns (mas que ideais???)
 
Será que estou enganado sobre o micronacionalismo?
 
Do enviado especial a São Paulo
 
ENCONTRO MICRONACIONAL: CONFRATERNIZAÇÃO OU LAVAGEM DE ROUPA SUJA?
 
Depois de duas tentativas, finalmente fui conhecer pessoalmente alguns micronacionalistas, num shopping em São Paulo.
 
Infelizmente acabei me atrasando um pouco, cheguei por volta das 14:18 (o horário marcado era as 14:00) e comecei a procurar o pessoal. Entrei na cervejaria (local do encontro), dei duas voltas na praça de alimentação e nada. Conclusão: chegaram e decidiram ir para outro lugar. Comprei um sorvete e fui dar uma última passada pela cervejaria, e então reconheci Rodrigo Raso, da Alemanha. Abordei-o e integrei ao pequeno grupo: Thomas Bromberg e Cecília Delli.
 
Depois chegaram Gabriel Garcia, Luciane Charicleia, Fernando de Friendeburg, Lucas de Porto Claro entre outros. Fomos sentar na cervejaria. Chegaram ainda João de Porto Claro, Fernanda Delli e Lucius I.
 
Feitos os pedidos, começaram algumas conversas que, gostaria de destacar:
 
1)Lucas de Porto Claro certificou de que eu era o Chanceler de Reunião no episódio do racha PC x RE; e eu estava bem ao lado dele, fiquei receoso, mas contei toda a história do Gustavo Trident e de como o expulsei quando premier. Interessante que quando eu pensava que tudo estava resolvido ou pelo menos esquecido, surgiram novas acusações contra João Paulo Real (Porto Claro) e seus supostos paples.
 
2) Thomas Bromberg quis me convencer a todo custo de que não teve participação no Golpe dos Hipócritas. Talvez o que ele não sabia é que eu pouco sei sobre esse golpe, visto que me tornei reunião apenas em 2004.
 
3) Charicleia insinuou que a MICROCON estive falida. O que há na verdade é uma ausência de informações. Estava "cheio de dedos" em relação a usar do cargo que ocupo na organização (Secretário-Geral interino e Alto Comissário das Ilhas Pitcairn) para divulgar notícias da MICROCON. Depois pensei melhor e resolvi escrever, mesmo porque a lista é aberta e qualquer pode ler as mensagens, tanto do Conselho Permanente, onde estão os representantes do paises membros como da lista de Adamstown, capital das Ilhas Pitcairn, onde estão lotados os funcionários administrativos.
 
4) A mesma Chari, que é uma simpatia, também deixou claro que Pathros é uma grande família e que o rei sempre intervém nas discussões mais acaloradas, tentando manter o clima de cordialidade. Patrhros parece ser um excelente lugar para "turistar".
 
5) Com um grande número de sofistas, o país parece atrair muitas pessoas, mas parece ser mais uma lista de amigos, onde o importante é casar, ter um título e gastar uma grana, que ainda não me explicaram de onde vem. Talvez o virtualismo exagerado possa causar essa atração, mas igualmente creio que afasta alguns. Em se tratando em virtualismo, estou tomando todas no Menier, na Wine Fest, uma festa sensacional que eu gostaria de dar os parabéns aos organizadores. Os diversos textos sobre uvas e vinhos agradaram bastante os participantes, tenho certeza.
 
6)Lucius I falou pouco e manteve a pose de governante, parecia preocupado com as decisões de seus súditos, com quem casam, com quem trocam idéias, essas coisas…
 
7) Rodrigo Raso, ainda no Império Alemão, pareceu bastante incomodado com a fragmentação do mundo lusófono, em especial quando "pipocaram" inúmeros reinos, que vieram a ser a C.R.U. Parece que isso afetou alguns de seus projetos.
 
8) Cecília Delli, que também é um amor de pessoa, não parou quieta nem um minuto. Depois que eu fui embora acabou por casar com Fernand de Friedenburg, casamento que durou menos de 24 horas. Amores antigos teriam falado mais forte naquele coraçãozinho. Leia trechos de uma carta que teria sido escrita por ela ao antigo amor:"meu amado amigo…deve estar pensando que brinquei com seus sentimentos." "EU TE AMO, eu cometi um grande erro ao me casar com outra pessoa".
 
9) Duas pessoas super simpáticas que tive o prazer em conhecer nesse encontro foram João e Fernanda. Pena que não pude ficar muito e nem aproveitar desse convívio. É obvio que conhecer a todos foi um grande prazer (pra não arrumar confusão).
 
10) Tive pouco contato com os que chegaram por último e também já não mais estava quando chegou o João Paulo de Mallorca, um dos poucos micronacionalistas que já me convidaram para mudar de micronação.
 
11) Para terminar, quero falar também dos reuniãos, Gabriel Garcia é o homem da ata, responsável pela lista de presença dos MN, mas estranhamente a maioria dos presentes não estavam na lista. Fernand de Friedenburg reclamou informalmente de ter sido tirado do cargo de Lorde Mayor de Saint Denis e também quis se interar da MICROCON. Apesar de eu não mais ser o Chanceler Imperial, ele ainda me chama de "chefe"… bom, alguns ainda me tratam por Excelência Imperial. Talvez seja tratamento dispensado a ex-premier. Eu, particularmente, fico lisonjeado.
 
Creio que os encontros micronacionais são muito proveitosos e deveriam acontecer com maior frequência. Fiquei chateado porque disseram que as fotos seria publicadas com exclusividade no A Labareda e fui praticamente "o último a saber" que as fotos já estavam circulando na internet.
 
Quem quiser dar uma olhada nas fotos, clique aqui!
 
 
LABAREDA AGRADA MICRONACIONALISTAS
 
Caro Editor,
 
A Labareda é, de longe, o melhor jornal que já se viu no micronacionalismo.
 
A Labareda é como o The Guardian micronacional, confiável, competente e perene.
 
Charles Goldstein.
 
 

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[imprensalivre] A Labareda * Edição 095

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Ano II * Edição nº 095 * Terça-Feira, 13/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
VOCÊ PRECISA DE CARGO PARA QUE?
 
Não sei se todos sabem, mas além de editor do A Labareda, já fui Chanceler e Premier de Reunião, e atualmente exerço oficialmente o cargo de ministro da integração, responsável pela integração dos novatos.
 
Hoje pela manhã, recebi a ilustre visita do premier Alcalde em meu gabinete e conversamos sobre a figura do Premier e também sobre a necessidade do empenho pessoal de cada um.
 
Também já havia pensado muito nisso, tanto que há alguns dias atrás, percebendo a inatividade de alguns setores do executivo e inclusive do premier, tomei para mim a responsabilidade de, sem nomeação oficial ou qualquer bajulação, cuidar da imigração e do interior, responsável pela emissão de vistos de entradas no país (leia-se Checagem de dados e autorização para entrar na lista) e inclusão na principal lista de Reunião, o Chandon, respectivamente.
 
Será mesmo que eu deveria esperar o premier nomear-me oficialmente para então fazer algo por meu país? Penso que chegou o momento de pararmos de ficar mendingando por cargos, arregaçar as mangas e transformar o micronacionalismo, verdadeiramente.
 
 
APQ EM PLENA ATIVIDADE DISCUTE FUTURO DO PODER EXECUTIVO REUNIÃO
 
Depois de semanas agonizando, a Assembléia Popular de Qualícatos está em plena atividade.
 
Liderada por Filipes Sales, e com presenças marcantes de Valadir Aerwyld, Valentina Kintzel e Alexandre Carvalho, a APQ mostra que tem capacidade de ser uma das Casas de Leis mais respeitadas do micro-mundo, não apenas por sua atividade, mas por promover debates que poderão transformar definitivamente o Sacro Império de Reunião.
 
No momento, os debates estão acerca do mandato do Premier e dos próprios qualícatos, bem como a atribuição de ambos.
 
Para o premier pretende-se deixar o mandato em aberto, indefinidamente, enquanto houver apoio da Câmara Baixa.
 
Para os qualícatos, uma possível redução de mandato de 6 para 4 meses e talvez até um aumento das cadeiras: de 10 para 12.
 
Houve bastante polêmica quando sugeriram que o premier pudesse dissolver o parlamento, mas ainda não se chegou a um consenso. Teme-se um briga entre premier x qualícatos, um dissolvendo a APQ e os outros tirando-lhe o cargo.
 
Espera-se agora que as discussões possam se encerrar até antes do recesso, que ainda não tem data marcada.
 
 
LÍDERES INTERMICRONACIONAIS COMEÇAM A CHEGAR NOS REINOS UNIDOS
 
A Cúpula de Sayed, organizada pela Confederação dos Reinos Unidos, começa a receber as principais autoridades das micronações participantes
 
Até o momento já se apresentaram Wagner Campodonio (Açores), Guilherme III e Friedrich Gustav (Alemanha), Filipe Pombo (Portugal), Gustav Graves (Pathros), Filipe Aron (URSS), Renan Saifal (Siena) e Shayla Motta (Normandia).
 
Com o intuito de melhorar as relações entre os micro-paises participantes, a Cúpula está sendo liderada pelo Chanceler Confederativo Marcelus Sabbas que encaminhou missiva destacando os principais pontos do encontro, entre eles a decadência do micro-mundo lusófono, adoção de uma política diplomática para evitar a estagnação e o uso da diplomacia contra a crise.
 
Nas próximas edições estaremos publicando as opiniões dos participantes e também a expectativa por parte das micro-nações para o encontro.
 
Do enviado especial ao Menier, no Principado de Sofia
 
AULA DE VINHOS, POR GUSTAV GRAVES
 
Na elaboração do vinho, é a etapa aonde, a presença humana é mais forte. Pois todo o processo perpassa-se pelas mãos humanas. O processo de elaboração do vinho, segue as seguintes etapas, a saber:

·         Desengaçamento: ocorre a eliminação prévia de todos os pequenos galhos, onde os bagos se penduram para dar forma ao cacho.

·         Prensagem: A prensagem das uvas, vai resultar no mosto, que é o suco da uva e sua casca.

·         Fermentação: O vinho é definido pela O.I.V. (Office International de la Vigne et du Vin) como a bebida resultante da fermentação do mosto (suco) de uvas frescas. Qualquer outra bebida fermentada não obtida dessa forma não pode ser denominada vinho, pelo menos oficialmente.

·         Filtragem: o suco de uva é filtrado por filtros de diatomácea ou de milipore (acetato de celulose), e como alternativa também pode – se realizar centrifugação.

·         Envelhecimento: Após a filtragem do suco de uva, o mesmo é engarrafado, como processo industrial, e produção em larga escala. E assim é posto para envelhecer, dependendo do tipo de vinho que se deseja produzir.

Complementando, o processo de elaboração do vinho, não é feito tal qual uma linha de montagem, demanda-se sobretudo de tempo para a sua produção. E antes do início do processo da filtragem, acontece a "clarificação" onde são adicionadas de 6 a 7 clara de ovos batidas.

 

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O COMETA ON-LINE – ANO IX – NÚMERO 109

O COMETA
Notícias de Amanhã. Hoje.



Saint-Denis (DR), 13 de dezembro de 2005  –    Edição Número 109  – O JORNAL MAIS ANTIGO JORNAL EM ACTIVIDADE.



Apresentação: Jubileu
Cláudio de Castro, Editor-Chefe

 

 

                             Era Outubro de 1996: alguns meses após descobrir o micronacionalismo (em maio daquele mesmo ano), um neo-micronacionalista decidia adentrar naquele mundo “maluco”  dos “estados secessionistas”, nomenclatura que era mais usada na época do que “micronação”, pelo menos na Anglofonia, onde aquele novato começava a actuar.  Durante uma pesquisa acerca do assunto “monarquias”, conhecera o Reino da Talossa, e se empolgara com aquela novidade.

                        A primeira idéia não foi – nem de longe – criar uma micronação, e sim fazer parte de diversas ao mesmo tempo. Como? Através de uma empresa transnacional; nascia a Comet Organizations Inc., que, através de milhares de mensagens enviadas a todas as micronações do universo micronacional (recebidas com profunda estranheza, diga-se de passagem) se instalou só naquele mês de Outubro em mais de 30 delas, começando seu presidente a frequentar os “message boards” de um sem-número de micronações.

                       Ocorreu o que se imagina:  após instalar-se, não havia nada para a Comet Organizations produzir, realizar. Verificou aquele neo micronacionalista que talvez não fosse aquele o caminho a ser seguido. Ao mesmo tempo, um colega seu de BBS procurou-o, depois de alguns anos sem se falarem: Bernardo Bauer.   Conversando, Bauer explicou que já estava familiarizado com as micronações, tanto que juntamente com um amigo seu (e futuro inimigo de nosso “herói”) estava prestes a fundar algo completamente diferente do que havia no micromundo. Uma micronação sátira; chamar-se-ia Império de O País!.

                      Tratava-se O País! De uma micronação monárquica completamente maluca, com uma fantástica história fictícia, e localização no limbo; não possuía território na Terra. Nosso “empresário”  achou tudo aquilo muito louco, e, apesar de não concordar com a idéia, não via saída para criar sua própria micronação (“estado secessionista”) , pois de computador sempre entendeu muito pouco, e naquela época fazer websites era bem menos moleza do que hoje em dia, com programas como o Dreamweaver.  Pensou bem, e aceitou a oferta.

                     Verborrágico e compulsivo, rapidamente dominou a cena em O País!, e em dezembro de 1996 já contava com sua própria “terra”: o recém fundado Vice-Reino de Reunião, com território na Ilha de Reunião, possessão francesa (escolhida rodando o globo terrestre com os olhos fechados e colocando o dedo).   Para aquele Vice-Reino, escreveu uma Lei Orgânica, criou cargos pomposos, títulos compridos, iniciou a cultura dos cabeçalhos e das mensagens prolixas. Era o embrião da Reunião de hoje.

                    Como era de se esperar, aquele adolescente de 17 anos deixou os outros dois colegas de micronação “malucos”  com suas idéias para adicionar pompa e circunstância à micronação que nasceu com uma idéia de satirizar as monarquias verdadeiras.  Nunca tendo ido com as “fuças sujas” (como gostava de dizer) de Gabriel de Mattos, esperava um dia poder tê-lo longe de Reunião, invertendo as posições entre aquela e O País!. Vice-Rei de Reunião, seus actos eram sujeitos à aprovação de Gabriel, que era Chanceler Paisense em Reunião.  Bauer nunca gostara de política, mas seu amigo tinha grande passatempo em controlar o que ocorria naquele Vice-Reino, vetando qualquer idéia mais interessante, dizendo-se “anarquista”. 

                    Em meio a tudo isso, em junho de 1997, o Vice-Rei trouxe para Reunião os cidadãos Fernando Genesine, Eduardo Iatauro e Carlos Calderon, os quais dominavam a técnica do webdesign (“naquela base”, mas dominavam). Após sentir segurança neste facto, nasceu o primeiro site separado  de Reunião, no www.geocities.com , diferente do de O País!, que ficava no www.tripod.com . Ignorando que Reunião já conversava com mais de 80 micronações de todo o mundo paralelamente (o Vice-Rei era também Chanceler Imperial de O País!),  a amizade recém construída entre ele e o cidadão portoclarense Pedro Aguiar e a possibilidade que Reunião tinha de ter website independente, Gabriel começou a vetar indicações do VR para Capitão-Donatário, pois era contra a subdivisão de uma outra divisão administrativa.  Chateado com o facto de que algumas micronações sérias não o levavam a sério por conta da maluquice que era O País!, e querendo ver o “anarquista” a ferros, o Vice-Rei foi até o Imperador Bauer (“Dreck von Alles”) avisar que o caldo iria entornar; era 10 de julho de 1997.

                   Bauer tentou segurar, pois além da amizade (que persiste até hoje longe do micromundo) aquele micronacionalista com quase 8 meses de “experiência”  aos poucos havia se tornado a fonte de toda actividade paisense. Ofereceu a assinatura de um tratado, o TPE (Tratado de Propósitos Especiais), que dava soberania relativa  a Reunião, livrando-a, pelo menos no papel, da influência de Mattos. Reunião poderia até ter relações externas;  mas na prática, os outros países ainda achavam O País!  E sua bandeira tridimensional muito esquisitos, e diversos líderes como Ben Madison, Pedro Aguiar, Christopher Thieme, Chris Gruber e outros continuavam a pressionar o VR no sentido de que seu “país”  só seria considerado sério desvinculando-se de toda aquela maluquice; mas ele não queria perder a parceria com Bauer.

                   Só que Mattos não ia deixar barato. Começou de novo a implicar com Reunião; propôs no Conselho Paisense que Reunião fosse extinta e reintegrada, o que não vingou; logo depois após atacar o Vice-Rei via e-mail, se opôs ferrenhamente à indicação de Carlos Calderon (Yako McPhill) para capitão de Dábliu, por motivos que jamais ficaram claros. Este facto ocasionou que aquele micronacionalista tão extrovertido e até então “manso” se mostrasse, pela primeira vez, como passaria a ser conhecido no micromundo, ou pelo menos em parte dele: escreveu uma edição PILOTO de O COMETA em duas versões (inglês e português), um boletim da ARN (News Flash), uma entrevista coletiva bilingue, armou com seus conhecidos de outras micronações um horário para divulgar tudo isso, trocou as senhas do site da geocities, e, às 19.00 do dia 28 de agosto de 1997, sem consulta prévia a Bauer, declarou para o mundo que nascia o Sacro Império de Reunião, tendo a si mesmo como Imperador, nascendo ali a Casa Imperial DeCastro-Bourbon).

                  Hoje, 3.055 dias ou 101 meses depois, o Sacro Império é a maior micronação modelista do mundo micronacional; divide com as Talossas (Talossa partiu-se em 2 pouco tempo atrás)  o posto de mais conhecida e divulgada, lidera o ranking da actividade produtiva, e é origem do maior legado micronacional de que já se teve notícia, tendo inaugurado centenas de práticas micronacionais hoje comuns, e serve de exemplo até mesmo para ferrenhos inimigos, figurando com destaque máximo nas publicações editoriais e noticiosas sobre o tema micronacionalismo, o que traz orgulho não só para seu fundador, como também para todos aqueles que contribuíram para que o paradigma reunião se tornasse o padrão para diversas micronações de peso em todo o mundo micronacional.

 

Cláudio de Castro, 26, é Imperador de Reunião, e micronacionalista há 9 anos, e edita O COMETA quando perde a noção de tempo e espaço.



Editorial: Repensando Reunião
Cláudio de Castro, Editor-Chefe

 

  

                 Que Reunião tem a mais completa e complexa organização estatal de todo o mundo micronacional todos sabemos. Sabemos também que seus mecanismos para estímulo da actividade produtiva são praticamente infalíveis; da mesma forma é certo que a história Reuniã é cíclica, e que todos os cidadãos extraordinários que saem e não abandonam o micronacionalismo acabam retornando, e inclusive alguns que abandonam o micronacionalismo também retornam.  Não é preciso para Reunião afirmar o que faz parte de suas consolidadas características; ocioso dizer que a maior escola de micronacionalismo já vista é este Império; que só aqui existe a real pluralidade de idéias e o correcto equilíbrio das correntes políticas.  Bla-bla-bla.  Isso são realidades!

                Todavia, são realidades antigas; o que queremos dizer é que são coisas que, há muitos anos, são conhecidas intermicronacionalmente como verdades absolutas; não é possível inovar com base no que já é certo, no que já damos por garantido. Este é o pecado da Reunião de hoje. Nós não inovamos mais; temos o melhor staff do micromundo e apesar disso vivemos com base no café-com-leite por vezes exclusivamente mensagista, sem novas idéias, e sem o elã de antigamente.

                É isso que temos que mudar. Mantendo a actividade, é hora de verificarmos o que não funcionou jamais (e não o que não está funcionando AGORA),  pensando em alternativas para que passe a funcionar; devemos tirar tanto o Império como o Micronacionalismo Lusófono da mesmice em que estão enterrados, até mesmo pelo facto de que se não tomarmos cuidado, em pouco tempo toda a vida inteligente do micromundo terminará dentro de nossas fronteiras. Por isso, para mudar, temos que mudar de dentro para fora _e_ de fora para dentro, mudando o que precisa ser mudado efetivamente, e não “mudando por mudar”, mania maldita que jogou na lama praticamente todas as nações lusófonas.

                Não será costurando pedaços mortos que se fará uma nação pujante, e sim criando alternativas para que o micronacionalismo exista como simulação política sim, mas também permitindo a entrada de novos ares na cúpula que é o universo micronacional, cúpula esta que anda meio abafada, embaçada, com aquele ar “cansado”.  Uma das saídas, a nosso ver, é tornarmos de novo o micronacionalismo lusófono em algo COSMOPOLITA;  precisamos parar de pensar que a lusofonia é tudo, quando na realidade nela pululam até em maior quantidade as micronações-estrume, porcarias baseadas em plágios ou que sobrevivem devido à amizade de um trio de amigos macronacionais.    

               É preciso que nos envolvamos mais com as micronações germânicas, polacas e francesas, além da conhecida anglofonia, que, sabemos, é terra de one-man-nations e pouca coisa interessante. Todavia, deve ser o alvo da Chancelaria Reuniã, já que as demais praticamente inexistem e não possuem qualquer representatividade, a construção deste liame que trará novas idéias e ideais ao micronacionalismo lusófono.  Reunião já possui excelentes contactos, uma vez que jamais nenhuma micronação (lusófona ou não) estabeleceu e manteve tantos contactos, mas é necessário reavivá-los, permitindo assim a entrada de um ar mais cosmopolita em nosso país;  outra vantagem que caminha lado a lado com esta idéia é a criação de muitos empregos diplomáticos, o que fomentará a actividade   É preciso eleger afinidades em comum com países diferentes para perseguir ideais que possam trazer vantagens para o Estado Reunião, vantagens que poderemos aplicar internamente ou em nossa política diplomática.

              Paralelamente, devemos aproveitar o Jubileu para dar mais importância à democracia representativa,  entregando mais poderes à APQ, fazendo com que uma cadeira na mesma seja mais cobiçada, animando assim o jogo político, e deixando o Premier sujeito à aprovação, sempre, da mesma.  O Premier deverá, nesta nova era que se aproxima, ser um líder do povo, próximo dele, mas também um administrador eficiente, sob pena de cair na desgraça com os representantes do povo.

             Dando mais poder de governo ao povo (leia-se APQ) e enaltecendo a função constitucional e de Estado do Conselho Imperial, estaremos tornando ambas as Casas importantes, e tornando os cargos de ambas mais desejáveis e cada vez mais alvo da ambição dos súditos ligados à política. Câmara Alta e Câmara Baixa com igual prestígio e actividade; é para isto que caminhamos, e será este um dos bastiões da nova era na qual adentraremos em 2006.

              Reunião sempre foi nação inovadora, de súditos criativos, sempre “lançou modismos”. Não podemos, por termos chegado onde chegamos, parar de criar; não porque seremos alcançados, já que a apatia é total, mas sim por que se pararmos de criar, se pararmos de crescer, deixaremos de ser Reuniãos.             

                 



 O COMETA COMENTA:

 

RODINI ASSUME INTERINAMENTE A DESEMBARGADORIA
Com as licenças cumulativas de Igor Alexandre e Rebeca Kataoka, Rodini Netto chega ao Palácio Fritz Strauss.

 

NOVO CÓDIGO PENAL SERÁ VOTADO NO EGRÉGIO.

O Novo Código Penal, de autoria de Bruno Cava, Filipe Oliveira e Francisco Seixas, deve ser votado na próxima Sessão Ordinária do Egrégio Conselho Imperial de Estado.

 

APQ SEGUE A TODO VAPOR
A APQ, liderada por Filipe Sales, tem a legislatura mais activa da história, e discute neste momento as reformas a serem realizadas
em suas atribuições constitucionais.

PAULO JACOB E DOUGLAS SILVA DE VOLTA A REUNIÃO

O fundador de A HORA REUNIÃ, Paulo Jacob, e o fundador da Confederação dos Reinos Unidos (CRU) retornaram a Reunião esta semana.
Após o retorno praticamente instantâneo de Brunno Barbosa, o movimento contrário passa a dominar a cena no Sacro Império.

 

RENATO MORAES É O LORDE MAYOR DE ST. DENIS
Dom Renato Moraes assumiu, esta semana, o cargo de Lorde Mayor de St. Denis, devendo trabalhar lado a lado
com o Prefeito Imperial Flávius Von Rainer pela manutenção da actividade no local.  A posse fez parte da
dança das Cadeiras dos governos locais: Luciano Trindade assumiu Stráussia, Danilo Marques Conservatória e
D. Silva o Vice-Reino de Maurício.

 

O LÍDER BRUNO CAVA DÁ PARECER NEGATIVO
À “EMENDA TRINDADE”

Consolidando posição que já havia sido expressa pelo Lorde Protetor Filipe Oliveira, o Líder do Poder Moderador,

Bruno Cava, explicou no Plenário de Compton Hall as razões da oposição da Coroa a grande parte das mudanças
que seriam realizadas no título da Constituição referente às atribuições do Imperador.



ALFINETADA D`O COMETA


NA MORTADELÂNDIA, com carinho!

 



 MENÇÕES HONROSAS

ALEXANDRE CARVALHO,
incansável à frente do Interior, Integração e Imigração

 

VALADIR AERWYLD,
qualícato sempre activo e grande debatedor da APQ

 

CHARLES GOLDSTEIN,

surpreendendo com seu desempenho à frente do Egrégio

 

VALENTINA KINTZEL,

conselheira imperial com “C” maiúsculo

 

DIEGO SILVA,
governador de Conservatória, ou melhor, sinônimo de Conservatória



 

PALACIANAS
Cláudio André Padilha de Castro

 

 

– Não tem uma pessoa em Reunião que não tenha soltado fogos com a volta da licença de D. Alberto Fioravanti. Alberto, que agora é unha e carne com (quem diria?) Raphael Garcia, já voltou hiperactivo, e pode ser considerado o responsável pelo encerramento das actividades do Sacro Império Pontifício do Vaticano, micronação diferente que se proclamava representante do Vaticano no micromundo.

– Aliás, com o fim do SIPV, em Reunião chegou uma enxurrada de padres, bispos e demais clérigos, os quais provavelmente se estabelecerão em St. Denis ou em Izabella.  Dom Alexandre Tarquino, nosso “arcebispo”, está esfuziante por ter a seu lado, em Reunião, uma quantidade de padres jamais vista até mesmo no país que é o berço da Igreja Micronacional.

– Falando nisso, Renato Moraes assumiu o governo de St. Denis, onde, ao lado de Flávius Von Rainer e Charles Goldstein, pretende promover uma revolução de actividade, bem condizente com sua capacidade.

– Paulo Jacob (MICROSOC) e Francisco Seixas (PIGD) estão de volta ao Egrégio, tendo  o primeiro assumido no lugar de Olympio Neto (que foi para Le Port descansar uns dias).

– O Premier Bernardo Alcalde, ao nomear Alexandre Carvalho Ministro da Integração fez um milagre!  Transformou um micronacionalista em três.  Alex já está cuidando da Imigração, Integração e Interior praticamente sozinho, transformando o actual governo num dos mais activos na inclusão e atração de novos cidadãos, que não páram de chegar !

– Fez-se o consenso em torno da idéia de dar mais poderes à APQ.  Raphael Garcia e Filipe Sales debatem no momento o projecto de alteração à Sagrada que deverá eliminar o prazo para o mandato do Premier e aumentar os poderes da APQ frente a ele.  Colaboram também Fernando Sefuno, o qualícato mais experiente do país e Valadir Aerwyld, uma das mais promissoras cabeças da nossa esquerda.

– Alguém já parou pra contar Há quanto tempo a ARN, através do PROJECTO LUSOPHONIA, concebido e levado adiante por Filipe Oliveira e Michel Hulmann até hoje, está activo sem NENHUM INTERVALOZINHO SEQUER?  Fifo, parabéns !!!

– Giserman está de volta à actividade, e seus palpites começam a fomentar actividade; o melhor premier da história de Reunião continua afiadíssimo, e compreendendo melhor que ninguém os mecanismos e engrenagens que fazem Reunião funcionar… E cargo, será que ele aceita? Nem pagando um crepe em Copa?

– Carlos Fraga está rolando de rir depois que soube que o Imperador doou dinheiro para as obras beneficentes do Frei Phillip Neves…. Vai rindo !

– Luciano Trindade, um dos mais capazes webmasters da história, acabou de completar, para o delírio de Laucimar da Cunha, o site da Armada Imperial, que agora rivaliza com o da Força Aérea pelas atenções de nossos recrutas… Alô Exército !  Falando nisso, Trindade está animadíssimo pois finalmente conseguiu chegar ao Egrégio, onde está se esbaldando !

– Rodini Netto está sem partido, mas dizem que ao fim do prazo para se filiar a outro partido (saiu da ARENA) não deixará de fazê-lo!  Enquanto isso, está na Desembargadoria, mandando brasa!

– Morgana Petterle está  formando um trio infalível com o Capitão de Conservatória, Danilo Marques, e o Governador de lá, Diego Silva, em busca da activação definitiva da Capitania, e para isso tem o apoio e interveniência do papai-coruja Laucimar da Cunha.  Agora Co vai decolar !

– Que o Sales é trabalhador todo mundo já sabe, mas poucos imaginavam que o Conde de Murta Ribeiro iria conseguir levar adiante com tanta competência a Presidência da APQ e a Chancelaria Imperial ao mesmo tempo!  Aliás, pasmem, Bruno Cava aceitou a Vice-Chancelaria Anglófona, e está pronto para reavivar nossos contactos com as micronações extra-lusofonia, com o auxílio de Charles Goldstein, nosso embaixador na LoSS e Secretário Geral da Chancelaria, e, é claro, do Imperador que é Sub-Secretário Geral da LoSS.

– Marcelo Fernandes está plenamente activo na APQ e em Fournaise, e já está lado a lado com Alexandre Carvalho e Flávio Wernik na confecção de um projecto novo para Fournaise, terra também de Seixas, Cava e Fioravanti.

– Marina Melillo está animadíssima com seu novo maridão Jorge Adamatti, e vice-versa. A Vice-Rainha e o Conselheiro são só sorrisos pra onde quer que olhem; enquanto isso, Jorge Adamatti trabalha com José Vidigal e Francisco Seixas num projecto audacioso que deverá reforçar a imagem do PIGD junto ao cidadão comum, aos moldes da UNIDA de Sales e Fernandes.

– Brunno Barbosa, dizem por aí, está prestes a ser nomeado para um importante cargo…. Como Barbosa é a voz da experiência, e já fez de quase tudo em Reunião, fica difícil prever qual é.

– Fábio Trigo corre por fora como alternativa aos neo-pigdianos, e dizem que sua mão de ferro já pode ser sentida de novo dentro do Partido da Dinastia. Será boato?

– Valentina Kintzel se tornou a Conselheira Imperial mais assídua da história do floor de Compton Hall. Não deixa passar um projecto sequer sem opinar e deixar claro seus posicionamentos.  O cacife dela só faz subir, e alguns já falam em Valentina Premier… Quando será?  A tradição de Reunião mostra que premieres do sexo feminino (Laura Dayspring, Giovanna Franco, Marina Melillo) são excelentes…. Mas parece que não deve ser nas próximas eleições.

– Rafael Cresci deve estar esfuziante; passaram-se já alguns meses sem o servidor de Reunião, de propriedade do Cardeal, dar pau.  Por quanto tempo mais funcionarão nossos emails reuniao.org ?  Aliás, quem quiser um email reuniao.org basta falar com o LP Filipe Oliveira!

– O Teógenes Barroso anda calmo, o que estará planejando?  Aliás, falando nisso, e o Garcia?  Nunca vi ele tão Zen !

– Felipe Chapchap vem ao Brasil daqui a três dias, e traz uma encomenda do Impá, o que será? O ex-marido de Marina Melillo teve participação vital na manutenção de certos cidadãos aqui durante o assédio da mortadelândia!

– O Imperador vai encomendar ao grande designer Reunião Flávius von Rainer um símbolo oficial para ser exibido durante as festividades do Jubileu da Casa Imperial Reuniã.  Flavius é um grande amigo do Imperador, e dizem por aí que eles têm muitas aventuras juntos…

– Daniel Bojçzuk foi ao encontro micronacional de São Paulo?

– Dizem as boníssimas línguas que ano que vem Reunião contará com José Paulo Siqueira e Rodrigo Thedim de volta !

– Olympio Neto ficou mesmo chateado por ter sido chamado de desonesto pelo José Vidigal, no plenário do Egrégio… Talvez ele devesse levar mais na esportiva, pois política é isso.  Olympio está em Le Port e aguarda ser chamado para uma função de importância no Governo.

– Falando no Vidigal, ele casou!  Parabéns Vidigal!  Que vivam juntos muitos anos !

– Seixas reassumiu a guarda Imperial, e Hulmann assumiu a direção da Quaex, que, dizem, está com 6 novos agentes quentíssimos.

– Fernando de Friedenburgo, conhecido também  como “Cérebro”, que também casou (mas micronacionalmente) assumiu a direção do Instituto Reunião de Normas Técnicas e Medidas (IRENE) , que criou quando foi Conselheiro Imperial,e  promete progressos para logo, com o início das actividades do órgão.

– Gustavo Bellan parece que deu um passo maior que as pernas e perdeu um importante cargo dentro da Igreja Micronacional, ao mesmo passo em que Fabiano Montenegro tomou posse como assessor directo de Alexandro Tarquino na diocese reuniã.

– Rodrigo Rocha está escrevendo um best seller sobre a vida política atribulada em Reunião. Vai ser um sucesso, pois o micromundo não consegue viver sem saber o que ocorre na maior micronação do mundo 😀  Enquanto isso, remói sentimentos incontidos, pelo casamento de Má Melillo com Jorge Adamatti.

– Danilo Marques está de volta ao debate público em Chandon, desta vez fazendo Garcia arrancar os cabelos !

– Lucas Lenard está perdidinho no CHANDON, mas em Stráussia já se encontrou e corre para tornar-se um dos mais proeminentes cidadãos de Stráussia, ao lado da sempre querida Erika Yamagishi, Fernando Barroso, Valentina Kintzel, Luciano Trindade e uma patota de novatos que parecem ter inundado aquela capitania.

– Wallace Rangel anda comedido nos comentários acerca dos projectos dos colegas no Egrégio… Seu novo nome do meio é “Não me comprometa”, a não ser que o papo seja sobre bandalheira, aí ele arrebenta e manda uma msg atrás da outra em CHANDON…. Eu hein!

– Manu Gravina avisa:  está de férias ne vai inundar o CHANDÃO de mensagens; a reuniã nata e ex-pasárgada é conhecida por sua mensagística existência, para o delírio dos micronacionalistas mais informais.  Aliás, Júlio Jamil está à procura de emprego, quem arruma?

– Nelson Biagio informa, em breve retorna à activa ! Falando nisso, o Danilo Greenspan, nosso queridíssimo qualícato Pacsista, está um pouco enrolado mas continua prestando atenção aos debates da APQ, tendo informado a fontes de O COMETA que seu retorno à postagem está próximo, para delírio das moças (pelo menos ele acha) 😀

– O Premier e a Primeira Dama Júlia Jones têm que aparecer mais!  Aliás, Júlia me pediu uma bandeirinha de Reunião!  $$$$ !

– Será que o Wagner Muller e Beatriz só ficam activas quando Stráussia resolve inventar de anexar o Districto Executivo?  Acordem !

– Alguém já percebeu que A LABAREDA praticamente não deixa de ir às bancas um dia?  

– O Tribuna Popular voltou em alto estilo, e Bruno Cava, em sua fase filósofo, arrasou no último número, tratando da síndrome de sísifo et al…  Queremos mais!  Queremos mais!

– Cadê o Mace Xavier e os Jedis?  Cadê o Paulo Ellifaz, nosso querido e eterno Ministro da Integração?  Onde tá o ex-premier Léo Oliva? As férias do Perszel não terminam nunca?  Cadê nosso mendigão Tiago Carmona?

– Todos ficaram tristes com a aposentadoria do ex-LP Bruno Massera.. Fará muita falta, principalmente na APQ onde sabia de cor todo o regimento e as regras… Perde o PACSO e perde Reunião… Será que ele não volta?

– O Azambuja não foi expulso, foi E-XI-LA-DO!!!

– A imperatriz faz falta, eu sei, mas ela não quer ver o micronacionalismo nem pintado de ouro, depois da oposição que sofreu, mesmo fazendo seu trabalho sempre com perfeição, e com muito estudo; suas sentenças, passava mais de duas horas escrevendo cada uma, consultando livros de Direito e as nossas leis. Pessoas daninhas tiraram ela do nosso convívio, e garanto, ela não volta pro micronacionalismo nunca mais. Perdemos nós. Micronacionalista do sexo feminino activa como ela raramente se vê.

– Tem gente grande – grande – do mundo micronacional lusófono pensando em fazer check-in no Aeroporto Clarabela Null….. Além disso, os aviões da Air Reunião estão estudando reformas para ver se países inteiros cabem dentro da sua fuselagem… Por que será?



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O mecanismo de buscas da ICW3 (Comissão Imperial de WWW) facilita MESMO a vida dos cidadãos de Reunião e dos demais admiradores da maior micronação do mundo. Através dele você pode fazer uma busca por qualquer palavra-chave dentro do domínio reuniao.org, e o mecanismo examinará cada um dos mais de 600 arquivos HTML que fazem parte do Sítio Official de Reunião. Você pode buscar tudo, desde informações históricas até leis e decretos!  Não deixe de utilizá-lo sempre que precisar!











Mistery
Corporation





 











EXPEDIENTE:

Editor-Chefe: Cláudio André P. R. de Castro
Editor Adjunto: Renan Levy Saifal


 



CONVÊNIOS COM:  Agência Reuniana de Notícias, O Povo de Reunião, Tribuna de Marajó, Alpha X e quaisquer outros periódicos da Comet Organizations ou de sua proprietária, a Mistery Corporation de Reunião.



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[imprensalivre] A Labareda * Edição 094

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@usp.br>

Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 094
To: Chandon <chandon@yahoogroups.com>, Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, RU News <runews@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>, União <uniaoperiodicos@yahoogroups.com>

 
Ano II * Edição nº 094 * Sexta-Feira, 09/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
O PAGAMENTO PELO TRABALHO EM PROL DO MICRONACIONALISMO
 
Trabalha-se arduamente para manter uma micronação do porte de Reunião, por exemplo.
 
Na minha experiência, quando ocupei o Palácio Magistral durante 103 dias, foi quando mais trabalhei em prol de Reunião.
 
Mas nós não somos remunerados por isso, e muitas vezes nos perguntamos porque fazemos tantos ou porque ninguém fala um obrigado, que seja. Confesso que pessoalmente, a uns meses atrás, esperava sempre receber um elogio ou mesmo um comentário, qualquer que fosse, sobre o A Labareda.
 
Depois, mais maduro, percebi que não mais precisava desses elogios. Já sei, vão me criticar por isso, mas não estou dizendo que dispenso os elogios, não, eu adoro quando gostam do A Labareda, mas percebi que não mais faço meu jornal esperando recompensa, e consigo desta forma uma melhor satisfação pessoal.
 
De repente, chega o pagamento: muito obrigado aos 12 votos recebidos pelo A Labareda e aos 11 votos recebidos por mim, sem falar nas citações da integração e pelo voto dado a criação da MICROCON.
 
E o pagamento veio com adicional: 3º micronacionalista mais votado. Obrigado novamente a todos e parabéns ao Felipe Aron pelo trabalho sério. Rogo a todos os micronacionalistas que sempre apoiem e acreditem nessas idéias.
 
 
CONFEDERAÇÃO DOS REINOS UNIDOS REALIZA CÚPULA DE POLÍTICA DIPLOMÁTICA
 
A Cúpula de Sayed, que se realizará na C.R.U., a partir de hoje.
 
Já confirmaram presença Pathros, Alemanha, Portugal, Siena, URSS e Açores; os países reunidos fecharão acordos acerca das políticas diplomáticas e reconhecimento mútuo entre as nações.
 
Apesar de não manter relacionamento diplomático com Reunião, o periódico A Labareda foi convidado para cobrir, com exclusividade, a reunião de cúpula.
 
O Chanceler Confederativo, Marcelus Sabbas, anunciou que o periódico A Labareda fará a cobertura oficial do evento. Alexandre Carvalho, editor do jornal, já encontra-se em Adha, no Distrito Real de Sayed.
 
ARCEBISPO DE REUNIÃO ASSUME CARGO DE LORDE-MAYOR DE SAINT DENIS
 
O Imperador Cláudio I, do Sacro Império de Reunião, nomeou na tarde ontem Dom Renato Moraes, Arcebispo Emérito aposentado de Reunião, como Lorde-Mayor do Distrito Real de Saint Denis
 
Para muito, o cargo de Moraes seria o terceiro na escala de mais importância em Saint Denis e cogita-se que ocorre uma reunião semanal no Palácio Imperial, com a presença do Lorde Protetor e do Imperador.
 
O arcebispo reunião é nomeado no momento de mais uma crise da igreja micronacional, envolvendo os religiosos de Reunião e o Sacro Império Pontifício Vaticano (SIPV).
 
Chandon tem recebido inúmeras manifestações, tanto de apoio como de crítica sobre o posicionamento da igreja.
 
O SIPV inclusive, já teria sido extinto.
 
CHARLES GOLDSTEIN É O NOVO PRESIDENTE DO ECIE
 
O microsocialista Charles Goldstein é o novo presidente do Egrégio Conselho Imperial de Estado (ECIE) em substituição a Olympio Neto (PACSO), que renunciou.
 
Goldstein foi confirmado no cargo ontem no final da tarde pelo Lorde Protetor do Império, Filipe Oliveira.
 
O novo presidente vem tendo uma ascensão meteórica em Reunião, confirmada pela votação como micronacionalista revelação em 2005, do Pravda.
 
Alçado ao cargo de secretário da Chancelaria Imperial pelo então chanceler Alexandre Carvalho, Goldstein vem se mostrando competente e dedicado em suas atividades.
 
O novo presidente terá o desafio de conduzir o ECIE no fim de ano, época de pouca atividade e de recesso nas casas legislativas.
 
Goldstein poderá contar também coma ajuda de mais dois novos conselheiros, Francisco Seixas (PIGD) e Paulo Jacob (MICROSOC), recém nomeados.
 
Do enviado especial ao Menier, no Principado de Sofia
 
FESTA DE VINHOS DO MENIER (SOFIA) ENSINA CURIOSIDADES SOBRE VINHOS E UVAS
 
O Wine Fest, festival de vinhos que vem acontecendo na província do Menier, no Principado de Sofia, tem mostrado aos participantes curiosidades sobre as uvas e sobre vinhos.
 
Hoje, transcreveremos uma matéria publicada na lista do Menier, de autoria de Jorge Casagrande
 

A VIDEIRA
E SEUS CICLOS DE VIDA

A uva, matéria prima do vinho, é o fruto da videira ou vinha, planta que possui a seguinte classificação na sistemática botânica:

  • ORDEM: Ramnidea
  • FAMÍLIA: Vitacea
  • SUB-FAMÍLIA: Ampelidea
  • GÊNERO: Vitis
  • SUB-GÊNERO: Euvitis
  • ESPÉCIES: Vitis vinifera, V. rupestris, V. aestivalis, V. labrusca, V. riparia, V. cinerea, etc.

Cada uma dessas espécies possui muitas variedades, denominadas cepas ou castas. As uvas que originam os melhores vinhos são da espécie Vitis vinifera de origem européia, que possui inúmeras castas, como a Cabernet Sauvignon, a Merlot, a Chardonnay, etc. As demais espécies são americanas e, em geral não são adequadas para a elaboração de vinhos, prestando-se mais como uvas de mesa. Essas espécies também possuem muitas variedades, cujos melhores exemplos no Brasil são a Niagara e a Isabel que até a década de 80 eram as únicas castas utilizadas na elaboração dos vinhos brasileiros.

O CICLO DA VIDEIRA


Como todas as planta, a videira possui um ciclo anual de vida que, no Brasil, é divido em três períodos, a saber:

1. PERÍODO DE REPOUSO

Estende-se, em geral, de abril a julho e nessa fase ocorre "hibernação" da planta que perde as folhas e entra e latência. Durante essa época, é feito o plantio e a enxertia das plantas novas e/ou a adubação e a poda seca das plantas velhas.

. PERÍODO DE CRESCIMENTO

Vai, aproximadamente, de agosto a dezembro. Durante esse período faz-se a capina e a poda verde e nela ocorrem o brotamento das folhas, a floração e a produção e a circulação de seiva (observada quando se corta um galho: ela escorre e é chamada o choro da videira ou Lacrima Vitis).

3. PERÍODO DE ELABORAÇÃO

Extende-se por volta de dezembro a março e nela há a formação e o amadurecimento dos frutos e queda das folhas. É a fase da colheita, sendo a das uvas brancas mais precoce (dezembro a janeiro) e a das tintas mais tardia (fevereiro a março)

OBS: Nos países europeus, situados no hemisfério norte, esses períodos ocorrem em épocas diferentes (repouso: dezembro a março; crescimento: abril a julho; elaboração: agosto a novembro).

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Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
A Labareda é uma publicação do Grupo IIRDE
Fundado em 06/08/2004

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[jornaleiro] A Labareda * Edição 093

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From: Alexandre Carvalho <adcarva@usp.br>

Subject: [jornaleiro] A Labareda * Edição 093
To: Chandon <chandon@yahoogroups.com>, Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogrupos.com.br>, União <uniaoperiodicos@yahoogroups.com>, RU News <runews@yahoogroups.com>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>

 
Ano II * Edição nº 093 * Quinta-Feira, 08/12/2005
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
PERIÓDICO A LABAREDA RECEBE INDICAÇÃO PARA PRÊMIO DE JORNALISMO
 
O periódico A Labareda recebeu no final da tarde de ontem, a indicação para receber o prêmio de jornalismo organizado pelo Pravda (URSS).
 
O prêmio, que será representando por insignias, está sendo apurado em 9 categorias: Integração, Arte e Cultura, Relações Internacionais, Jornalismo, Política, Filósofo, Tecnologia, Micronacionalista Revelação, Defensor do Socialismo ou das Liberdades Democráticas.
 
Será oferecido ainda um troféu, para o micronacionalista mais completo e prêmio especial para o evento do ano.
 
O periódico A Labareda recebeu 12 indicações, contra 7 do Pravda, na categoria Jornalismo.
 
A Labareda firmou-se no cenário internacional no período de 12/09 a 14/10, quando foi publicado em todos os dias úteis. Recentemente o A Labareda voltou a ser publicado de segunda a sexta.
 
O prêmio oferecido pelo Pravda ainda contará com uma segunda fase, onde os indicados serão avaliados para então definir-se os vencedores.
 
Confira todos os indicados na Pravda nº 44.
 
REUNIÃOS SÃO DESTAQUES NO PRÊMIO PRAVDA
 
Vários Reuniãos foram indicados para o prêmio promovido pelo Pravda ou mesmo citados nas diversas categorias.
 
Destaques para Bruno Cava (Filosofo), Charles Goldstein (Micronacionalista Revelação), Raphael Garcia (Defensor do Socialismo) e Alexandre Carvalho (Relações Internacionais).
 
Foram citados ainda Marina Melillo (Integração), Filipe Sales (Arte e Cultura e Política), Filipe Oliveira (Filósofo), além de Cláudio de Castro como micronacionalista mais completo.
 
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO RECEBE NÚMERO MAIOR DE VOTOS E TEM 50% DOS MICRONACIONALISTAS MAIS VOTADOS
 
O Sacro Império de Reunião recebeu o maior número de votos do prêmio Pravda e ainda teve 5 cidadãos entre os 10 mais votados.
 
A lista, encabeçada por Felipe Aron (URSS), conta com os reuniãos Bruno Cava, Alexandre Carvalho, Raphael Garcia, Charles Goldstein e Filipe Sales.
 
A lista de países apresenta algumas surpresas como a diferença de votos entre os 3 primeiros para o restante da lista; o fato de micronações como a CRU e Siena ficarem a frente do Império Alemão e do Reino Insular da Normandia; o 5º lugar alcançado pelos Açores, superando Pathros, Pasargada, Sofia e Portugal.
 
A 2ª colocação alcançada pela URSS, formada por Bervânia e Sloborskaia, apesar de ter sido uma grande surpresa, justifica-se pelo fato da criação da URSS ter sido apontada como o principal evento do ano.
 
SERVIÇO DE ASSINANTE DO A LABAREDA DARÁ ACESSO À EDIÇÃO 076
 
O Editor do A Labareda, Alexandre Carvalho, deixou escapar esta manhã num coquetel oferecido na sede do periódico (Santa Rosa – Fournaise) em comemoração a indicação do A Labareda para o prêmio Pravda de Jornalismo que os assinantes do A Labareda terão acesso, com exclusividade, a edição 076 do jornal.
 
Carvalho informou que foi criado um grupo no yahoogrupos, onde os assinantes terão acesso rápido e fácil a todos os exemplares do A Labareda, A Labareda Esportiva, Edições Especiais, além dos exemplares do La Fiammata, publicados na República de Siena.
 
Foi dito também que os assinantes poderão ter acesso a edição 076 do A Labareda, que foi escrita mas nunca publicada.
 
Segundo o editor, a edição 076 foi escrita no momento em que o mesmo havia decidido abandonar o micronacionalismo. Ao voltar atrás, Carvalho engavetou a edição e nunca foi publicada.
 
Algumas pessoas que tiveram acesso a edição nos informaram que o periódico conta toda a trajetória de Alexandre Carvalho, e conta com detalhes fatos desconhecidos do público em geral.
 
O serviço de assinantes ainda não tem data para ser inaugurado.
 
 
ECIE TEM AUTONOMIA
 
Sr. Editor:
 
Não procede a informação de que este Gabinete estuda decretar um recesso parlamentar na Câmara Alta de nosso Legislativo.
 
Cumpre lhe recordar que o calendário de atividades do ECIE é estabelecido pela Mesa Diretora e pelos membros da Casa, agindo o Moderador apenas em casos excepcionais.
 
Ademais, apesar de lamentável, a saída do Conselheiro Olympio não é razão para o ECIE encerrar já agora suas atividades no ano.
 
Por fim, cumpre ainda lembrar que a decretação de recesso pelos parlamentares é prática habitual em Reunião, já que notoriamente na época das festas muitos cidadãos viajam e se ausentam do micronacionalismo.
 
Cordialmente,
SAI Filipe Oliveira
Lorde Protetor
 
 

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