[imprensalivre] A Labareda * Edição 134

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Cc: Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>

 
Ano III * Edição nº 134 * Domingo, 27/08/2006
ADAMSTOWN – ILHAS PITCAIRN
 
Editorial
 
A EXPERIÊNCIA DA CAIXA ENTERRADA
 
Quando morava no interior tinha vontade de fazer uma experiência: reunir documentos da época, notícias de jornal, fotos, relatos escrito a mão, embalagens de produtos, etc, colocar tudo em uma caixa de madeira (dificilmente iríamos conseguir uma caixa de aço), enterrar no quintal e deixar para abrir no futuro.
 
A experiência jamais foi feita pois acredito que não entendíamos direito o conceito de futuro ou não acreditávamos que o tempo passava. Se tivesse feito isso naquela época, hoje estaria completando 15 anos da experiência.
 
Como acredito que nunca é tarde para fazer coisas novas na vida, vamos fazer aqui, no micronacionalismo, a experiência da caixa enterrada. Obviamente que no MN não é necessário deixar passar muito tempo, 1 ou 2 anos.
 
Hoje estamos guardando na nossa caixa algumas das particularidades do Sacro Império de Reunião:
1) A arrogância do Império;
2) O corporativismo e o nepotismo entre os súditos;
3) O desrespeito às leis e as autoridades constituídas;
4) A legislação macarrônica;
5) O favorecimento de uns em detrimento de outros;
6) A sede insaciável de poder porque aqueles que "rastejam" ao redor do Palácio Imperial;
7) Uma salada micronacional completa.
 
Pedimos inúmeras desculpas as demais micronações, pois a caixa está cheia, pela boca, quase entornando... não cabe mais nada. Para evitar uma possível perda da caixa metálica, estamos instalando um transponder para futura localização.
 
Em um ou dois estaremos recuperando a caixa e mostrando os resultados de nossa pesquisa.  
 
Notícias
 
APESAR DE NÃO SER MAIS DE SEU GABINETE, LORDE PROTETOR MUDA ARN
 
O Lorde Protetor André Giserman, que desde há muito não aparecia em Chandon, trocou o comando da ARN na noite de ontem.
 
Nada anormal se a ARN não mais fizesse parte do gabinete do Lorde Protetor. Essa foi inclusive uma das exigências feitas pelo ex-superintendente Filipe Oliveira, aceita pelo Imperador.
 
Servidores do Palácio Imperial de Saint Denis informaram que o Imperador não gosta de demitir ninguém e teria passado mais essa atribuição para o Lorde Protetor.
 
Após o ocorrido, poderíamos trazer a tona uma questão levantada por Alberto Fioravanti sobre o cargo de LP. Seria ele um ajudante-de-ordens do Imperador?
 
Gerson França, o novo Superintendente da ARN, disse ao A Labareda que pretende retomar os trabalhos da mais importante Agência de notícias do micromundo, buscando manter releases diários sobre os principais acontecimentos.
 
França teria convidado o presidente das Organizações Labareda, Alexandre Carvalho, a participar dessa "nova fase" da ARN. Carvalho não quis comentar o convite. Antes, havia um projeto com o ex-superintendente Filipe Oliveira para a criação de um novo canal de comunicação, mas que foi paralisado pela ausência de Oliveira.
 


 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
Redator: Edson Veloso
Correspondentes: Armando de Kergaz, Heitor Vasconcelos  
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 133

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Ano III * Edição nº 133 * Sábado, 26/08/2006
ADAMSTOWN – ILHAS PITCAIRN
 
Editorial
 
OS PREJUÍZOS DA FALTA DE PERIODICIDADE
 
Por várias vezes lutei para publicar o A Labareda diariamente, e algumas vezes consegui.
 
Mas os periódicos devem ser publicados diariamente, custe o que custar, pois há notícias pra todos os dias, mesmo no micromundo.
 
Desde lembranças da ditadura brasileira com atos institucionais até defesa da honra da namorada, sem falar da baixaria e de palavras de baixo calão que também aqui no micromundo.
 
Para resumir, Reunião passou por momentos interessantíssimos nestes últimos dias, motivados pelo desejo de mudança ou apenas encenação para gerar atividade, o que importa? Importa que como sempre, o povo é quem mais sofre por causa do desejo desenfreado de pode dos governantes. Entretanto, é necessário mencionar que não enxergo má intenção nas ações do ex-premier Sales. Estava empolgado com a manutenção dele no governo para que o serviço tivesse andamento e havia oferecido futuro apoio para uma base sólida de governo.
 
Agora temos apenas 3 regiões administrativas (antes eram 6) e 2 partidos políticos (já foram 6, estávamos em 4). Algumas coisas não mudaram, no caso de nomeações que deveriam ser feitas pelo Imperador, mas quem se importa? O Importante é por o pessoal para trabalhar e seguir em frente, buscar novos horizontes num hobby que parecia esgotado.
 
Pela primeira vez A Labareda está sendo publicada fora do Sacro Império de Reunião. As Organizações Labareda decidiram transferir a sede da empresa para as Ilhas Pitcairn, além de abrir o capital para o mercado estrangeiro, tanto que a sociedade agora tem dois portoclarenses e um normando. Apesar da sociedade só passar a valer a partir de 1º de setembro, toda a estrutura do periódico já está montado em Adamstown.
 
O futuro do periódico é incerto, assim como inúmeras outras atividades deste editor que vos escreve, e só mesmo o tempo dirá onde queremos chegar.
 
Notícias
 
REUNIÃO SERÁ GOVERNADA POR JUNTA MILITAR PELO PRAZO DE 6 MESES
 
Após a derrubada do governo de Filipe Sales, o Sacro Império de Reunião será governado por um Junta Militar, formada por Carlos Fraga (QUAEX), Laucimar da Cunha (FAI) e Gerson França (GIR) pelo prazo máximo de 6 meses, quando devem ocorrer eleições para a Assembléia Popular de Qualícatos.
 
Neste tempo, os interessados em se candidatarem que pertenciam ao MICROSOC e a ARENA, deverão optar por entrarem no PACSO e no PIGD respectivamente sob pena que terem suas carreiras políticas encerradas.
 
Um dos poucos membros ativos atualmente do MICROSOC, Rafael Prince, já solicitou filiação ao PACSO.
 
Dos correlionários da ARENA, Alexandre Carvalho declarou não concordar com o bipartidarismo e disse que permaneceria sem partido, pelo menos por enquanto.
 
Há fortes indícios de que esse apartidarismo dure pouco, pois Carvalho já é cotado para voltar ao Magistral, findo período militar.
 
A assessoria de imprensa do ex-premier não confirmou nem negou a informação.
 
ORGANIZAÇÕES LABAREDA ABRE CAPITAL A ESTRANGEIROS
 
A partir de 1º de setembro as Organizações Labareda terá mais dois sócios e a partir de 2 de setembro serão 3.
 
Heitor Vasconcelos, da Normandia, Armando de Kergaz e Edson Veloso, de Porto Claro, farão parte da equipe do A Labareda.
 
Segundo o presidente da Organização e acionista majoritário, Alexandre Carvalho, pouca coisa irá mudar na linha editorial do periódico, mas os novos sócios terão total liberdade para escrever o acharem condizente com o jornalismo micronacional.
 
Ainda não há previsão para quando o periódico será editado pelos novos integrantes da sociedade.
 
Carvalho disse ainda que apesar da data da sociedade ser apenas no próximo mês, nada impede dos sócios estrangeiros possam já contribuir com o periódico.
 
PESQUISA DO IIRDE SOBRE ESGOTAMENTO EM REUNIÃO É ENCERRADA
 
O IIRDE divulgou agora há pouco resultado da pesquisa do opinião que questionava sobre um possível esgotamente em Reunião.
 
Reunião chegou no limite (esgotamento) e os poderes públicos não sabem mais o que fazer? Esta foi a pergunta que acabou por demonstrar que realmente havia algumas dúvidas em relação aos acontecimentos.
 
Implantação de recesso aos poderes públicos, queda do governo democrático e derrubada do governo militar foram fortes indícios de uma possível desorientação das lideranças.
 
Para 63% dos entrevistas, há um esgotamento em Reuniãos e as autoridades não saberiam o que fazer para mudar. 36% consideram que não há esse esgotamento. O IIRDE entretanto não perguntou a esse contingente qual seria então o problema atual.
 
Apesar do resultado, não se pode negar que as autoridades estão se esforçando ao máximo para melhorar a atual situação.
 
Para o Diretor do IIRDE, Alexandre Carvalho, "a exemplo do que ocorre em Siena, que há uma campanha para que o cidadão dedique pelo menos uma hora ao MN, nós poderemos aproveitar a idéia a aplicar em Reunião também". 
 


 
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 132

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Ano II * Edição nº 132 * Domingo, 06/08/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Editorial
 
2 ANOS PELAS BANCAS DO MICROMUNDO
 
Leitores. Hoje fazemos aniversário e completamos 2 anos circulando pelo micromundo afora.
 
Foram até agora 133 edições, o que dá uma média de uma A Labareda a cada 5 dias.
 
De lá pra cá falamos de tudo, falamos bem e falamos mal, pegamos pesados e fomos bastante simpáticos. Erramos muito e acertamos algumas vezes, para o bem de todos.
 
Nosso grande sonho é criar um arquivo para facilitar a busca aos documentos históricos do A Labareda. Todas as entevistas, notícias, gráficos, editoriais, etc. Dentre todas as Labaredas, existe uma que nunca foi publicada, a de número 76. Essa edição era para anunciar o fim das atividades, de uma forma bastante forte e marcante, mas como podem perceber, eu ainda não decidi realmente parar.
 
Sem prometer, pretendemos estar nos próximos 365 dias, cada um deles, numa banca perto de você.
 
Agradecemos aos inúmeros leitores, e também aos prêmios e menções honrosas recebidas ao longo de nossas 133 edições.
 
Notícias
 
REPÚBLICA DE MARAJÓ COMPLETA 8 ANOS
 
Foi veiculada hoje nas listas ddistribuidoras propaganda sobre o aniversário de fundação da República de Marajó.
 
Fundada em 06 de agosto de 1998, Marajó hoje faz parte da Federação Ibero-Americana (FIA), junto com Andorra Imperial e República de Orange.
 
Criada em 24 de outubro de 2005, a lista da FIA hoje alcança uma média de 370 mensagens (1º semestre), com uma ligeira queda de 0,99% no semestre.
 
O MIB da FIA previsto para o ano será menor 24,04% em relação a ano de 2005.
 
Apesar da criação da FIA, as micronações continuam com suas atividades internas: Orange alcançou 713 mensagens no primeiro semestre (-73,65% em relação ao mesmo período de 95); Andorra alcançou 181 mensagens (queda de -91,93%).
 
Marajó não disponibiliza os dados referente à atividade através da lista nacional.
 
COMEÇA CAMPANHA PARA A FORMAÇÃO DE UMA CONSTITUINTE EM REUNIÃO
 
Após um período de pouca atividade, Reunião volta a se movimentar com o retorno de vários súditos ao dia-a-dia de Chandon.
 
A principal busca é em torno de soluções para um possível colapso ou até mesmo um esgotamento da atividade produtiva reuniã.
 
A primeira idéia teria sido o fim dos vice-reinos de Reunião (Mariana e Maurício) e uma possível reforma geográfica. A tradição arraigada em Reunião pode inviabilizar as duas tentativas. Uma recente reforma feita em Straússia foi desfeita pelo Imperador Cláudio I. Fala-se na possibilidade de realizar-se um plebiscito para a matéria.
 
Outra idéia "ventilada" seria a composição de uma nova Constituinte, sobre o salvatério de que nossas leis são "velhas demais".
 
Segundo o principal idealizador da campanha, Rafael Prince, "para que Reunião se mantenha como lumiar da Lusofonia, para que o Império não se atravanque no passado, para que saibamos lidar com as vicissitudes do micronacionalismo, pelo verdadeiro micronacionalismo" é necessário uma constituinte.
 
Prince ainda clama ao Imperador Cláudio I que convoque a Assembléia para "reformar radicalmente o texto da Sagrada (Constituição)".
 
O Poder Moderador ainda não se pronunciou em relação à Constituinte. A ala mais conservadora do Império, que acaba de receber o reforço de Jorge Adamatti, que encontrava-se em retiro, começa a movimentar-se para barrar possíveis alterações na Sagrada Constituição.
 
RECÉM-CRIADA, A COMUNIDADE DO ALGARVES MOVIMENTA O CENÁRIO INTERMICRONACIONAL
 
Declarada independente no último dia 04, a Comunidade do Algarves enviou missiva ao Reino de Portugal (RUPG ou ainda RUPGI) questionando ser falsa a lista que seria o "território" da província do Algarves.
 
Segundo o presidente da Comunidade, Jorge Quinta-Nova, o "Algarves" mencionado pelos portugueses não seria o mesmo que declarou independência, e exige uma resposta no prazo de cinco dias, findo os quais será providenciada uma "acção".
 
Quinta-Nova ainda se diz disposto negociar para o reconhecimento da independência. 
 


 
Expediente
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 131

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Ano II * Edição nº 131 * Sábado, 05/08/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Editorial
 
COMEÇOU OUTRA VEZ
 
Senhores, todos já conhecem e sabem que o micronacionalismo está mudado, talvez tenha "envelhecido", e percebo no ar um certo desespero para que a atividade seja reestabelecida. A mesma atividade que dizem não serve para ser padrão de medida: as mensagens.
 
É obvio que quando uma lista tem 100 mensagens por mês ninguém quer usar esse índice, entretanto, quando alcança níveis inimagináveis todos querem anunciar e se vangloriar. Foi assim em Reunião quando batemos o recorde de mensagem em setembro de 2004, alcançando incriveis 3.380 mensagens. Foi a segunda e única vez que ultrapassamos a barreira das 3000 mensagens. Foi assim também em uma república que os cidadãos estavam embasbacados com o grande número de mensagens da época.
 
Esse é o segredo do micronacionalismo: conveniência, aos padrões de Rubens Ricupero: "O que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde".
 
Agora, cá entre nós, vocês acreditam mesmo que diminuir as divisões geográficas e/ou administrativas vai mesmo trazer a atividade de volta? Quando eu estou ativo e motivado, faço andar Chandon e Fournaise com o pé nas costas, quando não, nem A Labareda vai para as rotativas. Deixemos tudo como está, e trabalhemos mais um pouco a mente para mudar algo que vai realmente trazer um novo ânimo para o micronacionalismo.
 
Eu disse para deixar tudo como está, mas temos uma novidade: a volta de Beatriz aos cuidados de Straússia. Parabéns straussianos, Beatriz finalmente é de vocês.
 
Notícias
 
REUNIÃOS DISCUTEM MUDANÇAS EM LISTA PÚBLICA
 
Com o retorno gradativo de alguns dos mais importantes súditos trabalhadores do Império, Reunião volta a discutir os rumos que devem tomar o Sacro Império de Reunião.
 
Alguns pedem a criação de uma Constituinte, outros falam em acabar com as unidades administrativas, entretanto, as discussões ainda estão dispersas e sem provocarem resultados imediatos ou conclusivos.
 
O Diretor do IIRDE, Alexandre Carvalho, disse nessa manhã em sua residência, Le Nuages, no burgo de Santa Rosa, na Capitania Hereditária de Fournaise, que a atividade nas capitanias em nada influencia um número maior ou menor em Chandon, pois a atividade capitanial é bem informal e no passado servia para um contato melhor e mais próximo entre os súditos.
 
Carvalho lembrou com nostalgia os passeios que dava pelo centro do burgo, em companhia da adorável Marina Melillo. 
 
Apesar de citado pelo Lorde Protetor para realizar um possível plebiscito acerca do fim das capitanias e vice-reinos, Carvalho descartou fazê-lo por conta própria ou "apenas pelo clamor de setores da socieda", mas disse que faria o serviço a pedido do governo.
 
APÓS GOLPE, GENERAL PORTUGUES CRIA PRÓPRIO PAÍS
 
Inconformado com o possível tratamento que receberia no julgamento, o general Jorge Quinta-Nova fugiu para o Algarves e declarou a independência do que chamou de "Comunidade dos Algarves d'Aquém e d"além-Mar".
 
Enquanto ainda estava em RUPA, acreditou ter tido seu direito de defesa retirado, pois o Rei ordenou que ele e os demais partipantes do golpe não pudessem enviar mensagens para a lista nacional, local natural para a manifestação dos cidadãos de um país.
 
Logo após a declaração de indepedência, o governo português divulgava nota acerca da prisão dos golpistas, informando-os sobre a prisão preventiva (motivo pelo qual não poderiam enviar/receber mensagens) e que a mesma não duraria mais de 48 horas.
 
Alexis de Tocqueville, comandamente geral da Real Guarda Negra de RUPA, responsável pela emissão da nota, disse ainda que os "detidos só deverão encaminhar a defesa após o fim do prazo da prisão preventiva e da apresentação da acusação formal por parte do Procurador Geral".
 
A queixa crime foi apresentada pelo procurador-geral Nuno Saldanha nesta tarde. Foram denunciados Jorge Quinta-Nova, Samantha Halliwell e Luiz D'Feitos, pelo crime de abuso de poder.
 
A Procuradoria Geral da Coroa pede a pena de 60 dias de suspensão da lista pública e 90 dias de suspensão dos direitos políticos.
 
O general Quinta-Nova parece desconsiderar o processo, pois segue firme na condução de seu país. Em seu primeiro decreto que assina como presidente das Comunidades Algarvias, ordenou que "todos os símblos da antiga potência colonizadora (Portugal) sejam retirados de todos os edifícios públicos".
 
Com a indepedência do Algarves e posterior reconhecimento por parte da "antiga potência colonizadora", o que era RUPA poderá a vir se tornar RUPG (Reino Unido de Portugal e da Galiza).
 
A Comunidade Intermicronacional continua sinalizando contrária aos acontecimentos em RUPA.
 
ALEMANHA DECRETA FIM DO EMBARGO A REUNIÃO
 
O secretário das Relações Exteriores da Alemanha, Frederico VI Leonardo, divulgou nota neste começo de noite anunciando o fim do embargo ao Sacro Império de Reunião.
 
O embargo, principal propaganda da OMU (organização micronacional criada para fazer frente a MICROCON), quis mostrar a Reunião que as coisas deveriam e precisavam ser diferentes.
 
No entanto, o embargo jamais foi sentido nos limites da ilha e a organização perdeu força, tanto que sua atividade caiu 95,77% de janeiro até junho. Espera-se para os próximos dias o anúncio da dissolução da OMU.
 
Junto com a queda da OMU, alguns membros também tiveram fortes quedas na atividade: Normandia (-78,84%), Porto Claro (-71,79%), Princiapdo de Sofia (-41,27%). A Alemanha que também fazia parte da MICROCON apresentou uma ligeira queda de 10,74%. A embargada Reunião, curiosamente, teve a menor queda no período: -6,47%. Todos os números apresentados referem-se a atividade no primeiro semestre de 2006.
 
Em RUGB, país que também fazia/faz parte da OMU, a atividade caiu 86,36% no primeiro semestre. Entretanto, após a abdicação do monarca, a atividade alcançou níveis extraordinários, batendo o recorde de mensagens desde a sua criação, em 03/05/2005, quando a lista marcou 192 mensagens.
 
Segundo fontes jornalísticas, o ex-rei do RUGB estaria vivendo em Porto Claro, disfarçado para tentar começar uma nova vida. considerava-se um "sobrevivente do RUGB" e que estava disposto a fazer de PC "nossa (?) morada micronacional". 


 
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 130

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Ano II * Edição nº 130 * Quinta-Feira, 03/08/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Notícias
 
ACOMPANHE A CRONOLOGIA DO GOLPE EM RUPA
 
02/08 – 22:46 A Comunidade intermicronacional toma conhecimento através de uma missiva enviada por Rodrido I, de Nova Jerusálem, de um golpe ou tentativa de golpe em RUPA. A Carta do soberano de Nova Jerusálem expressa total apoio ao Rei português.
 
03/08 – 00:55 Alexis de Tocqueville e Nuno Saldanha divulgam documento sobre a criação do Movimento Régio Contra-Revolta de Bissau. Segundo o documento, a criação do movimento se deu por vontade dos súditos leais ao Rei, e sob sua autorização, representaria RUPA no micromundo.
 
Os portugueses pediram às nações estrangeiras que não reconhecessem o governo dos revoltosos pedindo ainda a expulsão de qualquer lista pública onde os supostos golpistas figurassem inscritos.
 
03/08 – 06:57 O Chefe do Estado Maior das Forças Armadas portuguesas, Jorge Guerreiro faz pronunciamento à nação. Leia na íntegra:
 
"Caros Concidadãos,

Não foi sem risco que procedemos às operações militares de ontem, que visam o superior salvamento da Pátria, colocando um fim ao ambiente improdutivo e insalubre que viviamos desde há 7 meses.

Ontem, dia 2 de Agosto, pelas 22 horas de Lisboa (18 de Brasília), contactei pessoalmente SMRI El-Rei Dom Felipe IV. Em nome dos militares envolvidos apresentei-lhe os objectivos do movimento e as suas características peculiares. Fiz-lhe ver que o pronunciamento não visava a sua deposição ou abdicação, mas que o mesmo só iria para a frente caso Sua Majestade não se opusesse.

Sua Majestade decidiu desde logo sair do Reino, como se o nosso objectivo fosse a sua deposição, o que é uma absoluta inverdade.

Que fique claro que entre os nossos objectivos não está a perversão da monarquia constitucional nem a deposição d'El-Rei. Queremos tão somente um regime de excepção que corriga os meses de absoluta estagnação a que Portugal e Algarves havia chegado.

Há 7 meses que as Cortes Gerais estavam improdutivas, devido à inactividade dos seus membros.
O Governo, que deveria apenas vigorar 4 a 5 meses, já durava a 7 meses, completamente estagnado e sem legitimidade perante o povo.
Umas eleições que duravam há 2 meses, fruto de constantes atrasos.

Concidadãos,

O Reino havia chegado a um estado deplorável que só beneficiaria os nossos inimigos externos tradicionais.

Ora, é porque respeitamos a Constituição que não poderiamos tolerar mais um dia de estagnação. As nódoas sobre esse sacro papel já não permitiam a sua correcta visualização. Portugal e Algarves estava perto da sua destruição.

O nosso compromisso é sério e justo. Dois meses para solidificar a estrutura nacional, dar-lhe força e vitalidade. Não mais…

Vemos agora um movimento reaccionário face aos nossos objectivos, e vemo-lo com satisfação, pois há mais de 7 meses que não havia uma discussão política e cívica tão interessante e activa neste nosso Reino.
Não pretendemos uma guerra civil e tudo faremos para a evitar. A melhor forma é deixar que esse movimento desenvolva livremente as suas actividades no território nacional.

Não deixo, no entanto, de deixar um aviso aos reaccionários:

– Não confiem em demasia em poderes estranhos à Coroa Portuguesa e não empenhem o vosso movimento em contratos ilegais para com nações estrangeiras.

Organizem-se e trabalhem com o espírito da nação em vós, pois tudo isto pode ser resolvido entre portugueses-algarvios.

Lembrem-se. O nosso Rei é o mesmo. É Dom Felipe IV, a quem todos servimos."

 
03/08 – 11:03 dom Felipe IV, rei de Portugal, faz seu primeiro pronunciamento após o golpe, do exílio.
 
Na carta o Rei disse que foi informado do que iria acontecer pelo próprio Jorge Guerreiro, que retirou a propriedade da lista nacional.
 
Segundo o Rei, a idéia de Guerreiro é que ele se tornasse uma "marionete dos Ditadores".
 
Foi anunciado no pronunciamento a formação de um governo provisório para "liderar a resistência contra os traidores da Pátria e dos ideais portugueses".
 
03/08 – 11:20 A República de Porto Claro pronuncia-se contraria ao golpe e oferece ajuda em busca de um diálogo produtivo e esperando que a democracia fosse restaurada.
 
03/08 – 11:31 Um dos revoltosos, Luiz D'Feitos, constesta o pronunciamento do chanceler portoclarense informando que não houve derrubada da democracia e nem do Rei, que segundo D'Feitos continuava soberano do país. Para D'Feitos, o "rei preferiu abandonar o país a permanecer a ajudar na solução da crise".
 
03/08 – 11:38 Em resposta ao pronunciamento do Rei Felipe, D'Feitos questiona porque ao inves de "liderar uma resitência El-Rei não lidera seu próprio país?"
 
03/08 – 11:40 Também em resposta ao pronunciamento do Rei, Jorge Guerreiro pediu o retorno do rei informando que já haviam atingidos os objetivos.
 
03/08 – 12:43 O recém-eleito presidente da República de Siena (Podestà), Carlos Correa, divulga nota repudiando "toda e qualquer forma de tomada do poder  pelo levante das armas", acreditando que no sistema democrático existem canais de comunicação que não deveriam se esgotar nunca.
 
Correa aponta que apesar do não relacionamento dilomático com RUPA, estavam solidários com o povo portugues e pediu que os culpados fossem apontados e julgados.
 
03/08 – 15:55 Jorge Guerreiro anuncia o recolhimento ao quartéis, e que o objetivo nunca "foi a subversão da Constituição ou a depoisção do rei".
 
Para Guerreiro, o pronunciamento do 2 de agosto funcionou e que ao chegar a lista esta mensagem, o Rei teria de novo total controle das listas públicas nacionais e que nenhuma condição para a entrega teria sido feita.
 
03/08 – 16:20 É instaurado oficialmente, por meio de Ordenação Real, o Governo Provisório no Exílio, em Bissau
 
A Ordenação Real também suspendeu os direitos dinásticos do Princípe Luiz D'Feitos e a cassação dos títulos de Jorge Guerreiro e Samantha Halliwell
 
03/08 – 17:17 O rei Felipe ordena a prisão imediata dos líderes golpistas até o julgamento pelo Tribunal Real e destitui Luiz D'Feitos e Jorge Guerreiro dos cargos de Procurador Geral e de Chefe do Estado Maior, respectivamente.
 
03/08 – 18:10 É efetuada a prisão dos líderes do golpe contra o governo português.
 
ALTO COMISSARIADO DAS ILHAS PITCAIRN OFERECE ASILO AOS LÍDERES DO MOVIMENTO PORTUGUÊS
 
O Alto Comissariado das Ilhas Pitcairn ofereceu nesta noite asilo para os lideres do golpe contra o governo português.
 
O Território intermicronacional abrigava até pouco tempo atrás a sede da MICROCON, e agora recebe micronacionalistas do micromundo inteiro, sendo eles criminosos, perseguidos ou simplesmente micronacionalistas "sem-patria".
 
Entretanto, com a prisão dos acusados de liderar o golpe, dificilmente eles poderão deixar RUPA rumo a Adamstown.
 


 
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 129

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Ano II * Edição nº 129 * Quarta-Feira, 02/08/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Editorial
 
REUNIÃO ATÉ PODE JUSTIFICAR INATIVIDADE, MAS E O SEU PAÍS?
 
É verdade que Reunião e as demais micronações passam por uma inatividade "enjoada", desanimando grande parte dos micronacionalistas, fazendo com que alguns joguem a toalha e outros abdiquem de seus tronos e tentem a vida e algum outro recanto do micromundo.
 
Posso falar de Reunião, que há algum tempo sente a falta de seu criador, idealizador e mantenedor: Cláudio de Castro. Todos sabem é devem reconhecer que Reunião com Cláudio é uma coisa, e sem ele é outra coisa.
 
Há alguns meses ele está empenhado na condução de uma remodelação do site de Reunião, onde foi contratado um profissional para fazer isso, e não é possível imaginar que estamos prestes a acabar antes do site ficar pronto.
 
Evidentemente que Reunião não está e nem deve acabar, passa por um momento único, mas que em minha raríssima experiência micronacional, não faço a menor idéia de como as coisas poderão ser mudadas e nem quando isso vai acontecer.
 
Já com as outras micronações, o que pode-se dizer? Separam-se e não dá certo! Juntam-se e não funciona! O rei abdica e vai viver na República (?). A antiga micronação começa a andar, mas não produz. Presidentes cantores renunciam! O Socialismo também não pega no micronacionalismo. Virtualismo exagerado cansa e não há energia produzida em hidrelétricas que dê conta! Organização micronacional rival sobrevive apenas enquanto o inimigo vive. Fechou o inimigo, não tem com quem brigar. Criam-se dinheiros, mas não vemos balança comercial. O rei abdica 32 vezes em um ano. Casamento gay; protetorado hoje, desprotetorado amanhã. Igreja latente. Caramba, que micronação você vai querer pra você?
 
O micromundo imita o mundo, a miscelânea lá é miscelânea cá! 
 
Notícias
 
APQ SÓ DEVE TER ELEIÇÃO QUANDO A ATIVIDADE FOR RESTABELECIDA
 
As eleições para a APQ, evento de grande movimentação política em Reunião, de normalmente deveria acontecer de 4 em 4 meses após a última "reforma" do assunto na Sagrada Constituição, ainda não tem data marcada para acontecer.
 
Segundo um ex-funcionário do Palácio Imperial, as eleições devem ocorrer apenas após o retorno da atividade normal em CHANDON, entretanto, é difícil prever quando isso irá ocorrer, principalmente por causa do recesso de 45 dias.
 
Para ele, o Imperador Cláudio teme um número elevado de abstenções, o que poderia despretigiar os qualícatos eleitos e consequentemente a já abalada credibilidade da Câmara Baixa de Reunião.
 
Apesar desta preocupação, é necessário lembrar que a representatividade do povo na APQ foi "jogada" fora, visto que grande parte dos qualícatos foram substituídos e partidos que haviam ficado fora das últimas eleições – ARENA, por perda de prazo – acabou por ganhar uma cadeira após uma reforma realizada pelo então Diretor-Presidente Valadir Aerwild. Até mesmo o atual DP, Charles Goldstein, foi escolhido a dedo para liderar a APQ, provavelmente até o fim do mandato (mandato este já terminado).
 
Mesmo sendo õs votos dado ao partido, havia até então uma lista de candidatos, e o eleitor poderia saber quem iria ocupar as cadeiras. Isto também não mais é possível com a atual APQ.
 
Para piorar, o premier eleito Alexandre Carvalho foi destituído do cargo com 70 dias de mandato (de 120 dias possíveis) e o substituto também foi escolhido interventivamente pelo Poder Moderador, tornando-se portanto um "premier biônico".
 
O preço para ter uma eleição com boa participação dos eleitores é justamente esquecer quem deveria escolher seus legisladores e consequentemente seus governantes.
 
IIRDE DIVULGA PRIMEIRA PARTE DO RELATÓRIO DA ATIVIDADE EM REUNIÃO NO 1º SEMESTRE
 
O IIRDE (Instituto Independente Reunião de Dados e Estatística)divulgou hoje a primeira parte do relatório da atividade em Reunião, referente ao 1º semestre.
 
Apesar da atual crise de atividade, o primeiro semestre de 2006 foi 6,47% maior que o mesmo período de 2005.
 
Confira no gráfico a evolução dos números nos dois anos:
 
 
Ainda segundo o IIRDE, cerca de 42 reuniãos participaram de CHANDON em julho/2006, um número bem superior em relação as demais micronações.
 
Nos próximos dias, o Instituto de Alexandre Carvalho divulgará mais números da atividade ao redor do micromundo.
 
Para todos aqueles que não conseguirem visualizar o gráfico, a reportagem está disponível também no "site" do A Labareda (http://alabareda.zip.net)
 
Entrevista
 
COM AS NOTÍCIAS DE UM POSSÍVEL GOLPE EM RUPA, O A LABAREDA ENTREVISTOU AGORA HÁ POUCO UMA INTEGRANTE DO SUPOSTO GOLPE CONTRA A COROA PORTUGUESA: SAMANTHA HALLIWELL
 
A LABAREDA: O que realmente está acontecendo em RUPA?
 
SAMANTHA HALLIWELL: O Reino Unido de Portugal e Algarves estava paradissimo nos ultimos dias, prá não dizer nos ultimos meses. As V Cortes simplesmente nada fizeram, não conseguiamos quorum para votações, e o trabalho não andava. Convocou-se novas eleições, e o processo que pode durar exageradamente 3 semanas, demorou mais de dois meses. Não existe motivação, não existe assunto, não existe nada. RUPA estava condenada a morte, e por culpa de todos os cidadãos.
 

AL: A comunidade intermicronacional começa a sinalizar contrária ao que estão chamando de golpe?

 

SH: Recebemos algumas mensagens e alguns colegas micronacionalistas nos procuraram em PVT para dizer-nos que eram contra o que chamam de golpe.

Não há um Golpe, não tiramos o Rei do poder, Dom Felipe IV detem todo poder da Monarquia constitucional, e foi dito a ele, peça que baixemos as armas, e nós baixaremos. O que não podemos é continuar com essa inatividade absurda.

Infelizmente a reação dele não foi pedir prá baixarmos as armas, e não quis assumir o poder em RUPA, certamente achou mais fácil exilar-se.

 

AL: O rei deixou o país?

 

SH: Dom Felipe deixou apenas uma mensagem em lista nacional, dizendo que estava exilando-se.

 

AL: E como tem sido a repercussão entre os cidadãos de RUPA?

 

SH: Poucos se manifestaram. Os cidadãos sabem que RUPA estava condenada a morte. Os que acham que não estamos certos, também não apresentam nenhuma outra alternativa.

Como eu já te disse, só queremos atividade, queremos trabalho, queremos motivação de todos. Temos uma dependencia muito grande do Rei, Dom Felipe IV sempre foi a motivação e o incentivo de RUPA, mas a meses ele anda sobrecarregado, a 7 meses não temos Cortes que funcionem direito, e não temos condições de nos manter.

Há quem ache que prá nós foi fácil tomar uma decisão dessas, e dar a cara a tapa pra uma situação dessas, não é não. É muito mais fácil estar do outro lado e dizer que não se legitima um governo. Mas se a comunidade micronacional faz isso contra nós, porque o meu REI, porque Dom Felipe IV, não pediu isso?

Porque o Rei não tentou assumir a Monarquia?

Porque não há motivação prá isso, não há estrutura prá ele querer trabalhar. É isso que estamos tentando fazer.

 

AL: Com a "desistência" do Rei, o que o movimento de vocês pretende fazer?

 

SH: Temos uma linha de objetivos

– Salvar a Pátria, através da renovação das instituições, hoje gastas e ineficazes;

– Instituição de Governo Militar com plenos poderes por um prazo não superior a dois meses, sobre todos os ministérios;

– Promover a instituição de uma Assembleia Constituinte que discuta e aprove uma nova Constituição, com base nas forças vivas da nossa sociedade e constituída por todos os cidadãos activos;

– Fazer com que as Reais Forças Armadas Portuguesas tudo façam, ao seu alcance, para a gestão da coisa pública, obras públicas e demais actividades de Estado, onde a sua presença seja necessária;

– Criação de Tribunal Militar, que substituirá o Tribunal Real de Justiça na administração da Justiça, pelo prazo de 2 meses, com o objectivo de estabelecer um Poder Judicial Independente.

O ultimo item já foi resolvido, criamos um Tribunal Independente, com Poder Judiciário Independente (até então o Tribunal fazia parte do Poder Moderador, não havia um poder judiciário em RUPA)

Já convocamos a Assembleia Constituinte, agora todos os cidadãos de RUPA tem direito a voto das leis, e não apenas os 5 eleitos nas cortes. Vamos reformar a constituição, melhorar as leis, criar uma estrutura de governo. Coisa que hoje inexiste em RUPA dada a inatividade.

E claro, queremos nosso rei de volta, motivado e disposto a lutar pela nossa nação, com unhas e dentes, como sempre foi.

 

AL: Há alguma movimentação da OMU em relação ao suposto golpe? vocês temem algum tipo de sanção ou mesmo um embargo, que é a especialidade do organismo?

 

SH: Acredito eu que a OMU nem tem conhecimento oficial sobre o acontecimento. Pelo menos nada foi nos dito até o momento.

 

AL: O jornal A Labareda agradece a entrevista e espero que as coisas possam resolver-se da melhor maneira possível.

 

SH: Eu também espero que as coisas se resolvam da melhor maneira possível, com RUPA ativa, estruturada, com Dom Felipe a frente do Poder Moderador, e que possamos voltar a alegria que RUPA sempre teve.

Obrigada.


 
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[Chandon – Jubileu de Ouro] A Labareda * Edição 128

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Ano II * Edição nº 128 * Terça-Feira, 01/08/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Notícias
 
PREMIER FAZ DISCURSO EM BUSCA DE SOLUÇÕES PARA O COLAPSO DO MICRONACIONALISMO
 
O Premier do Sacro Império de Reunião, Filipe Sales,  encaminhou mensagem para as maiorias das listas micronacionais e para diversos ícones do micromundo para divulgar idéia, segundo ele, de um novato, que havia entrado em Reunião e foi estabelecer-se em Sofia.
 
A idéia seria mesclar as atuais listas de emails e os páginas das micronações com jogos virtuais, como os famosos SimCity, Civilization e The Sims.
 
Para o idealizador da idéia, Leo Dovalho, "é possível fazer tudo isso, e não custará. Basta apenas que hajam mais programadores e designers envolvidos".
 
O Premier Sales diz que a idéia havia chamado a atenção de várias pessoas naquela mesma noite de discussão, e o assunto movimentou bastante Chandon no dia de hoje.
 
Entretanto, alguns analistas acreditam que a idéia, apesar de excelente, é utópica demais, como chegou a pensar o próprio Premier reunião.
 
Que programadores perderiam horas a fio trabalhando num projeto sem arrecadar nenhum centavo sequer? Chegaram a mencionar inclusive que um micronacionalista, de Pathros, cobra cerca de R$ 200,00 (duzentos reais) para confeccionar brasões para outros micronacionalistas.
 
Outro ponto importante é que a idéia não é nova, visto que alguns debatedores mencionaram pensar em algo assim, e que um micronacionalista, de uma família micronacional tradicional, estaria empenhado já há algum tempo numa idéia similar.
 
A criação de uma lista própria para que as discussões sejam centralizadas mostra realmente o interesse de pelo menos, trabalharem em conjunto para que a iniciativa tenha uma mínima chance de se mostrar viável. 
 
PARA DIRETOR DO IIRDE, COLAPSO NÃO É NOVIDADE NEM SURPRESA
 
O diretor do IIRDE (Instituto Independente Reunião de Dados e Estatísticas), Alexandre Carvalho, falou no final da tarde de que o atual colapso no micronacionalismo "foi previsto pelo IIRDE, com pelo menos um ano de antecedência".
 
Carvalho, que trabalha apurando a estatística das diversas micronações lusófonas desde 2004, vem alertando para as autoridades, reuniãs principalmente, da possibilidade de um estrangulamento das atividades micronacionais, por falta de investimento em infra-estrutura e demasiada manutenção de tradições apenas para manter as aparências.
 
A primeira micronação a "deixar cair a máscara" foi o Reino da Normandia, que apesar da defesa ferrenha de seu soberano, se mostrou fraca, sem atividade realmente produtiva e excessivo virtualismo.
 
Até mesmo o campeão das mensagens, o Principado de Sofia, sofre com a redução drástica do número de mensagens. Em maio/2006, alcançou o pior resultado desde julho/2004, na criação da atual lista. Julho/06 teve uma atividade 18,69% menor que Junho/06 e 64,40% menor que o mesmo período do ano passado (julho/05).
 
Perguntado sobre a solução apresentada pelo novato Sofista e "comprada" pelo Premier Reunião, Carvalho diz não acreditar que as discussões cheguem muito longe, mas declarou: "como micronacionalista torço verdadeiramente para que algo consistente seja feito pelo micronacionalismo agonizante".
 
O diretor do IIRDE e fundador da MICROCON, extinta recentemente por iniciativa dele próprio, disse ainda que "espera que desta vez o manto reunião não seja usado para que a iniciativa pare de andar, que os micronacionalistas trabalhem juntos como pregou o premier Sales".
 
Perguntado sobre o que pensava sobre o fracasso da MICROCON, Carvalho ironizou a declaração do Imperador Cláudio I de que a organização teria sido uma vergonha para Reunião. A prncipal oposição a Carvalho na MICROCON foi o próprio poder moderador reunião.
 
"Não foi a recusa de participação por várias micronações que fizeram com a MICROCON não desenvolvesse as idéias de busca em conjunto para solucionar problemas comuns, mas o desinteresse de Reunião em promover o bem comum para o micronacionalismo. Reunião é que foi uma vergonha para a MICROCON e para o micronacionalismo lusófono", finalizou o ex-premier reunião.
 


 
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Ano II * Edição nº 127 * Segunda-Feira, 31/07/2006
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
Notícias
 
APÓS REPORTAGEM EM A LABAREDA, RECESSO É OFICIALMENTE DECRETADO
 
Logo após a publicação em A Labareda sobre a inatividade em Reunião, principalmente nos poderes públicos, mola-mestra da atividade micronacional, o Imperador Claúdio I decretou férias de 45 dias, através de Ordenação Gloriosa Interventiva.
 
A medida também teria sido motivada por pesquida do IIRDE que sugere o esgotamento do Sacro Império de Reunião.
 
Leia na integra a OGI do Imperador.
 
PREMIER, SUMIDO, REAPARECE PREOCUPADO COM IMIGRAÇÃO
 
O Premier do Império, Filipe Sales, reapareceu hoje em Chandon justificando sua ausência, concordando com a decretação do período de recesso e preocupado com os serviços do Ministério do Imigração.
 
Para Sales, apesar do recesso, a imigração deveria continuar funcionando por ser considerado "serviço essencial".
 
Mesmo com a afirmativa posterior de SSMI Cláudio I sobre a continuidade dos serviços referente a imigração, ambos foram alertados por um novo súdito sobre as deficiências do atual sistema de coleta de informações para novos súditos.
 
O novato Thomas Müller, em sua segunda mensagem para Chandon, sugeriu que o formulário de turismo fosse "reformulado com a máxima urgência, tendo em vista seu atual estado – inoperante – pode afungentar muitos cidadãos em potencial".
 
Ainda segundo Müller, que apesar de pouquíssimos dias (1 ou 2) em chandon já se aventurou pelo histórico de mensagens e pôde perceber o clamor por "revitalização" que ronda as ruas de Saint Denis, o "funcionamento do formulário seja essencial".
 
Já praticamente inserido no dia-a-dia do Império, Müller finaliza que é inconcebível que o formulário fique sem funcionar por 45 dias (tempo do recesso), ocasionando um "perda considerável de muitos cidadãos em potencial".
 
No final de sua missiva, o novato declara, obviamente por engano, que "um formulário de imigração não funcional é o cartão de visitas ideal" (?).
 


 
 
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