[imprensalivre] A Labareda * Edição 137

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Ano III * Edição nº 137* Segunda, 18/12/2006
SANTA ROSA – FOURNAISE – REUNIÃO
 
Editorial
 
DIFÍCIL SEMANA PARA MANTER-SE ATIVO
 
Quem viveu essa última semana no MN certamente se perguntou "o que estou fazendo aqui" ou "porque as coisas têm que ser assim".
 
Os ataques a Porto Claro mostram que realmente existe parcela de pessos com sérios problemas macros, e que acreditam ser possível descontar aqui, no MN e pior, em seus "inimigos", se é que é possível ter inimigos no micronacionalismo.
 
Voltando um pouco ao editorial da semana passada, recebi muitas críticas pelo que escrevi e respondi a todos em pvt (falta algumas tréplicas que ainda serão encaminhadas), umas muito pertinentes, outras cheias de rancor e desprezo, como foi a do finado rei da Normandia.
 
É obvio que bipolarizar o micronacionalismo não é solução, muito menos entre Reunião e Porto Claro. Também não é possível fragmentar ainda mais nosso micromundo. Então, qual seria a solução?
 
Certamente que enviando emailbomb para listas de outros países passa longe disso, e também adoção de embargos está longe de alcançar o nível desejado. Ou será que ao embargarem Reunião não poderemos mais comprar carne de Porto Claro ou o petróleo sofista?
 
Porto Claro já tem experiência em embargos e será que a memória deles é tão ruim assim que já esqueceram? Também é importante ver quem são os "pregadores" do embargo, já que entre portoclarenses distintos, há também pessoas de passado, um tanto quanto sofrível.
 
Voltando agora ao tema do editorial, há que se consignar a necessidade de procurar atividades gratificantes no MN para manter-se ativo e, principalmente, em "tempos bicudos" como os atuais, temos que eleger palavras-chaves. Eu escolho a primeira: Integração! Quem se habilita? 
 
Artigo
Raphael Garcia, especial para A Labareda
 
O FIM DO MICRONACIONALISMO
 

Título bombástico (será?) mas comentários talvez já batidos mas que infelizmente não entram na cabeça de muitos….

 

O MN que restou hoje não é nada se comparado ao de 1, 2 anos atrás. Quem viveu a época da fundação de institutos de Micropatriologia (notadamente o FUPEP, INPAM e IPC dos quais tive a honra de fazer parte e participar ativamente), dos processos de criação da URSS (do qual sou ainda cidadão honorário), das grandes transformações de Pasárgada (com a incorporação de Sloborskaia, com discussões interessantíssimas sobre economia micronacional e etc) e com a sempre grande atividade produtiva de Reunião, sabe do que estou falando e sabe que o MN já passou pelo seu auge – talvez cíclico como alguns afirmam ou talvez apenas como farsa, como nos explica a teoria Marxista – e que os bons tempos talvez nunca mais voltem.

 

Saí do MN, até hoje não acredito que tomei tal decisão, mas tenho a mais absoluta certeza de que foi pra melhor. Não dei tudo que tinha que dar – afinal continuo "ativo" lendo muito do que se passa e acompanhando a deterioração especialmente de Reunião – esperem o livro meu e do Goldstein sobre micropatriologia que deve sair em breve (livro em boa parte fruto de discussões e teorias criadas durante reuniões do FUPEP, INPAM e IPC), mas chegou um momento em que era impraticável continuar no MN sem nenhum projeto, somente na "luta pelo poder!.

 

O que é Reunião hoje senão uma nação sem mais um projeto visível onde chegou-se ao cúmulo de extinguirem os Vice-Reinos que eram celeiros de atividade, onde suprimiram os partidos (dentre eles o MicroSoc que tinha sido figura central seja apoiando o PacSo e sendo fiel da balança ou estando no poder nos ultimos 2-3 anos) e chegaram a cogitar pessoas completamente nulas e insignificantes, jamais notáveis ou extraordinários – sequer regulares – como Vidigais da vida ou outros que nem merecem menção e que ainda são totalmente verdes no MN para cargos como o de Premier!?

 

A APQ foi muito pouco ativa nos ultimos anos mas hoje está entregue, o ECIE jamais chegou ao nível intelectual e de discussões como lhe era comum ha alguns meses ou até anos. Não conta mais com Olympios, Fioravantis, Carvalhos, Fridemburgos, Goldsteins e etc. Chegou a ter pessoas que, em meses e meses no cargo, jamais propuseram sequer uma só lei e que diziam com orgulho serem opositores de QUALQUER proposta vinda da Esquerda, não importando o mérito, apenas por serem de Esquerda não mereciam uma leitura ou uma parovação. Assim afundava Reunião e o MN com ele afinal RE é e sempre foi o termômetro para o MN a não ser na época do auge de Pasárgada quando compartilhavam a Vanguarda.

 

É engraçado hoje, ao acompanhar algumas discussões em Reunião, lermos gente que ainda saúda a Igreja como se fosse o melhor de Reunião e aqueles que defendiam a completa separação – saudades da época, Giserman, Oliveira…. – sendo chamados do que há de pior… Mal sabem alguns "verdes", alguns "comuns" de todo o processo, do completo apoio popular contra as constantes e indesejadas intervenções de uma isntituição na política e a grande conquista do povo e do Estado Reunião com a separação e o subsequênte ostracismo da igreja.

 

Poucos ainda lembram das lutas homéricas até pelos menores cargos, das macro-alianças, da MicroPaFiDa, da Coalizão Imperial… Dos golpes – estes ainda persistentes. Ah os golpes! Este que vos escreve sempre com antecedência avisando, o Imperador brincando e achando que todos eram amigos e o  Rocha separando aqui, o França separando ali e tomando o poder… Até o Sales, esse eu não esperava!

 

O que falta hoje? Projeto, coragem… Mas falta o principal, pessoal. Não a mera quantidade, disso estamos cheios, mas quantos conseguem lembrar de mais de 4 ou 5 em cada micro (nisso nas que podem ter o privilégio de ter ao menos um cidadão que valha nomear ou toda essa população "fantástica") que podemos chamar de notáveis, de "importantes", de responsáveis pela discussão, pela atividade? O MN se fragmentou demais, se repetiu demais. Cada micro – isso sendo otimista – possui àquele que cria, que ativa, que diferença não faria se todos esses se unissem em uma ou duas micros! Com os "ordinários" flutuando em volta…. Como seria juntar Carvalhos, Velosos, Friedemburgos, Cavas, Oliveiras, Saifais e tantos outros em uma micro só! Que projetos surgiriam, como a política seria interessante!

 

Bem, talvez sejam só sonhos de alguém que viu de tudo, cansou de muita coisa e sente saudades mas não vê no panorama atual motivo para voltar ou simplesmente não sinta vontade de compartilhar seu tempo com a quantidade imensa de pessoas insignificantes e sinta falta dos colegas que realmente faziam a diferença.

 

Saudações MicroSocialistas (^^)

Raphael Garcia,

Que foi Burgomestre, Conselheiro, Qualícato, Pesquisador, Ministro, cidadão de Reunião e Porto Claro e Honorário de Sloborskaia e URSS dentre outras coisas e hoje só olha com saudades e preocupação.

 

 


 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
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[Chandon – Jubileu de Ouro] A Labareda * Edição 136

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Ano III * Edição nº 136* Domingo, 10/12/2006
SANTA ROSA – FOURNAISE – REUNIÃO
 
Editorial
 
UMA CHANCE PARA O MICRONACIONALISMO
 
Sinceramente não acredito em que vou escrever agora, mas ainda há uma chance para o micronacionalismo.
 
Talvez fosse necessário reviver um momento da vida macronacional. É verdade que alguns aqui terão dificuldades para entender o que estou falando, mas o momento é voltar à guerra fria.
 
Na vida macro era representado por EUA e URSS. Aqui, vamos utilizar Reunião e Porto Claro, os dois únicos lugares onde há algum tipo de atividade, não só voltada ao número de mensagens, mas alguma coisa é produzida, mesmo que essa alguma coisa seja dejetos de mensagens.
 
Nosso desafio aqui é para aqueles que estão perdidos em Reinos e Republiquecas mais do que falidas. Vocês não deram certo porque os projetos são fracos, não são chamativos e dependem essencialmente de um número grande de micronacionalistas, mas atualmente isso não existe.
 
A grande parte destes estão ou em Reunião ou em Porto Claro e tantos outros espalhados por ai, muitas vezes sustentando sozinhos seus países ou países de seus amigos, simpatizantes etc.
 
É hora de formamos dois grandes blocos, Reunião e Porto Claro, e partir dai reconstruirmos o micronacionalismo, desta vez em bases sólidas. Desta forma, poderemos ter inúmeras micronações, pois os moldes serão outros e as bases serão firmes. 
 
Micronações existem aos montes, mas e projetos micronacionais?
 
P.s.: Desculpem mas não adianta mais renunciarem, abdicarem, criarem micronacções pois não daremos publicidade gratuita a esse tipo de prática, que mata dia-a-dia o micronacionalismo.  
 
Notícias
 
PSD GANHA PRESIDÊNCIA DA APQ
 
O Qualícato do PSD, Valadir Aerwild, venceu a eleição para a presidência da APQ, contra seu oponente, Carlos Goldstein, do PACSO.
 
O presidente da APQ é o vice-premier do Império e um cargo bastante importante no cenário político reunião, principalmente agora quando a APQ retoma sua atividade e tem chances, mesmo que remotas, de ser ativa e produtiva.
 
Para o PACSO de Goldstein restou a Secretaria-Geral da Assembléia.
 
Falta ainda definir os ocupantes dos cargos de corregedor da APQ e presidente da comissão de ética.
 
Em seu discurso de posse, Aerwild ressaltou a importância da eleição para a presidência e exaltou seus dois oponentes, Goldstein e Bojczuk. O novo presidente da APQ pretende fazer um mandato de união entre os partidos da Casa. Como "promessa" de realização após ser eleito, o qualícato do PSD lutará para que seja estipulada uma frequência mínima para os qualícatos (a exemplo do que ocorre no ECIE) manterem seus cargos.
 
Logo após o discurso de posse, e em relação à comissão de ética, Valadir Aerwild disse que "devamos esperar o impasse PIGD/ARENA terminar para montarmos a comissão".
 
MOVIMENTO EM REUNIÃO POR TRANSPARÊNCIA NAS VOTAÇÕES
 
Liderada pelo agora Conselheiro Imperial Jorge Adamatti, a campanha que pede transparência nas votações das Casas Legislativas do Império (APQ e ECIE) vem ganhando vários adeptos ao decorrer da semana.
 
A campanha também vem recebendo algumas críticas, pois um dos argumentos usados foi o fato de que, quando da divulgação dos resultados, a população ficaria sabendo quem votou em quem.
 
Contra esse argumento, está a posição de que os moderadores das listas onde ocorrem as votações sempre saberiam de seus resultados e "estariam com a faca e o queijo na mão".
 
Com os resultados abertos, fica aberta também a tentativa de manipulação dos que já votaram ou a simples tentativa de convencimento. Isso acaba sempre acontecendo.
 
Havendo exito em qualquer das duas situações provam que a pessoa não honra o lugar para o qual foi escolhido estar.
 
Há ainda o aspecto de que o ECIE, sendo integrados por pessoas de confiança de SSMI, não haveria de "prestar contas a população" sobre seus votos, diferentemente do que ocorre na APQ, onde seus integrantes são escolhidos pelos partidos que receberam voto de toda a população.
 
Apesar de alcançar bons resultados, a campanha parece ser desnecessária, já que, segundo o diretor-presidente pro-tempore da APQ, Rafael Roriz, "todas as votações da APQ, sem exceção, são abertas".
 
ECIE DECIDE SE VICE-REINO DE MAURICIO VOLTA OU NÃO
 
Depois de transformado em reserva florestal e ser ameaçado de se tornar "pétrea" a condição de "matagal", o destino do vice-reino de Mauricio está na mãos dos Conselheiros Imperiais.
 
O Poder Moderador também voltou atrás e já cogita retornar com o povoamento do Vice-Reino caso os conselheiros compreendam que isso ocorra.
 
Numa pesquisa boca-a-boca realizada pelo IIRDE a pedido do A Labareda pode apurar que a maioria dos Conselheiros aprovam o retorno do vice-reino.
 
Com o retorno, a Sociedade Protetora dos Direitos Humanos dos Dodôs deverá entrar na justiça contra a medida para que seja garantida a preservação da espécie contra o perigo de extinção.
 
Apesar da preocupação, todo o contingente de Dodôs será transferido para Mariana, a outra reserva florestal do Império.
 
DEVOLUÇÃO DO DOMÍNIO "DOMINA" VISITA DE CHANCELER REUNIÃO A PORTO CLARO
 
A visita do Chanceler Reunião Rodrigo Rocha à República de Porto Claro esta semama acabou por reacender a polêmica existente entre o fato do Imperador Claudio I ser proprietário do domínio portoclaro.org. Os portoclarenses só queriam saber que Rocha foi lá tratar da devolução do domínio.
 
Apesar da insistência dos portoclarenses em devolução, é necessário lembrar que quando da aquisição, Cláudio de Castro desembolsou dinheiro próprio (e não da Coroa) para essa aquisição, então, o que os portoclarenses poderiam pedir era para comprar o domínio, e não recebê-lo de graça.
 
As duas mensagens que dominaram as discussões com o Chanceler Rocha ("Discurso de chegada do Chanceler Imperial do Sacro Império de Reunião" e "Sobre a recepção ao Chanceler") chamam a atenção pelo fato de que na 1ª, o presidente de PC (Lièban) e o chanceler (Szytko) mandaram apenas 1 mensagem cada. Na 2ª, onde o senador Edson Veloso pedia aos cidadãos que não criassem um ambiente hostil para o Chanceler reunião, houve duas participações do presidente Lìeban e nenhuma, nenhuma participação do chanceler. Isso mostra que o governo mesmo não está muito preocupado em saber o que o Chanceler Rocha tem a dizer (sobre o domínio ele não tem nada a dizer, nem ele, nem o Chanceler anterior e nem o chanceler que virá no futuro), É verdade que, ao que parece, o presidente de PC contatou em private, mas é muito pouco diante do desconforto criado, não para o Chanceler ou Reunião, mas pela inexperiência dos que agora dirigem Porto Claro.
 
Neste momento, encerro a parte jornalística da matéria para expressar minha opinião acerca do assunto.
********************************
 
Era eu o Chanceler de Reunião quando em visita a Porto Claro, também por outros motivos, deparei-me com a questão do domínio. Lá pela primeira vez foi determinado o alcance do assunto: era Cláudio de Castro versus cidadãos de Porto Claro e não Reunião versus Porto Claro, como pensam alguns até hoje.
 
Mas porque digo isso hoje e disse isso na época, mesmo com a determinação do Imperador de que o domínio pertencia à Coroa?
 
É simples, o domínio foi comprado pelo cidadão Claudio de Castro, por motivos que não vem ao caso e por mais que ele queira incorporar ao Tesouro Imperial, isso jamais seria possível, pois o dinheiro usado não saiu dos cofres imperiais. Segundo ponto a ser destacado é a forma como Porto Claro exige a "devolução" acusando Cláudio até mesmo de ladrão. PORTOCLARENSES, o domínio que poderia ser perdido, foi comprado com dinheiro! Se querem de volta, façam uma proposta de compra e não queiram receber de mão beijada. Se o Imperador/Cláudio não quiser vender, ai são outros quinhentos, mas acusá-lo de roubo e bem típico de alguns integrantes desta "nação-mãe". Não esqueçam de que o senhor Lucas Silva adquiriu para si o domínio de Sofia no canal IRC e devolveu só depois de muito custo. Isso foi inclusive objeto de matéria publicada na ARN.
 
Bom, voltando, fizemos o Tratado de Commidine que tinham bons termos para Porto Claro, mas que de última hora, não permitiram que o Tratado fosse assinado, faznedo com que no momento, o domínio fosse direcionado para o Reino de Porto Claro e logo em seguida para lugar nenhum. Eu até pensei que estava direcionado para o nada, mas acabo de abrir e já vi para onde está direcionado.
 
Agora não me perguntem o que o Rocha foi fazer em Porto Claro!
 


 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
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[imprensalivre] A Labareda * Edição 135

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Ano III * Edição nº 135 * Domingo, 04/12/2006
SANTA ROSA – FOURNAISE – REUNIÃO
 
Editorial
 
O RETORNO
 
A Labareda retorna neste domingo e não consegui encontrar uma explicação para isso.
 
Confesso que essa atividade é a que maior me trouxe alegrias no micromundo e por isso resolvi voltar. É verdade que a carência de periódicos de qualidade ajuda um pouco a voltar, principalmente para honrar a insignia conquistada pelo prêmio Pravda, organizado pelo jornalista soviético Felipe Aron. Uso-a com orgulho pois o concurso foi feito de forma integra e respeitosa e diversas opiniões foram colhidas.
 
Aos admiradores e aos adversários, estamos de volta!  
 
Notícias
 
ARENA É REFUNDADA
 
Liderada por Gerson França, a ARENA reaparece no cenário político reunião de forma surpreendente.
 
De uma lembrança a partido com a maior representação na APQ ao lado do PACSO, a ARENA enfrenta um pequeno detalhe para ter de volta seu registro junto ao Judicário Reunião. Das 5 cadeiras conquistadas pelo PIGD, 4 delas passaram para a ARENA e transformaram o PIGD noo partido perdedor da eleição.
 
Com a nova composição, a APQ está assim: Pacso (4), Arena (4), Psd (3) e Pidg (1).
 
A nova cara da APQ poderá trazer uma coligação até então impensada: ARENA-PACSO.
 
BRUNO CAVA É O NOVO DESEMBARGADOR IMPERIAL
 
O Lorde Protetor do Império, Filipe Oliveira, nomeou para o cargo de Desembargador Imperial o entãso Conselheiro Bruno Cava.
 
Controverso por seu estilo filosófico, Cava já está trabalhando para reativar o judiciário e devolver respeito à instituição.
 
Espera-se que o novo desembargador lidere a tão esperada reforma jurídica no Império.
 
O ex-desembargador Diego Caldo ficou com a cadeira de Bruno Cava no ECIE.
 
SIENA É ACEITA NA OMU
 
A República de Siena, representada pelo Podesta Fernando De´ Machiavelli, foi aceita na OMU (Organização das Micronações Unidas).
 
O anuncio foi feito pelo próprio Machiavelli à comunidade intermicronacional.
 
Siena poderá ter um papel fundamental na organização: tirá-la da inatividade. Confira abaixo o gráfico da atividade na OMU, que foi criada com o simples intuito de fazer frente a MICROCON.
 
 
 
Fonte: IIRDE
 
Obs.: Para aqueles que acessam em Webonly, esta matéria está disponível também em http://alabareda.zip.net
 
 
Entrevista
 
NO RETORNO DO A LABAREDA, GERSON FRANÇA FALA SOBRE A REFUNDAÇÃO DA ARENA E DAS ELEIÇÕES PARA PREMIER DO SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO. CONFIRA.
 
A Labareda: O que levou você a refundar a ARENA e em que momento essa idéia tomou forma?
 
Gerson França: Os Partidos de tendência mais a direita de Reunião, talvez pela passagem do tempo, perderam a sua essência programática. O PIGD e a antiga ARENA eram partidos fisiológicos e pragmáticos, que abandonaram a muito suas respectivas ideologias: glória da Dinastia e fomento do nacionalismo. Ambos eram partidos liberais, que alçavam o indivíduo acima da organização partidária. Daí as frequentes quizumbas que aconteciam vez por outra no interior desses Partidos. A ARENA atual busca resgatar as tradições da antiga ARENA nacionalista, que prima pela ideologia de defesa do Imperador (Dinastia), da Nação (nacionalismo) e do Império (Estado).
 
AL: O retorno da ARENA tira 4 das 5 cadeiras conquistadas pelo PIGD. Qual sua opinião sobre isso?
 
GF: O PIGD, sob a nova direção de José Francisco Vidigal, pigdiano autêntico, provavelmente retornará a privilegiar o verdadeiro programa do Partido. Dessa forma, PIGD e ARENA teriam muita afinidade programática. Todas as demarches foram conversadas com a Direção do PIGD, e nada foi feito as escusas. Se a presente direção não ceder aos fisiológicos e pragmáticos que estão no PIGD, é bem provável que a ARENA busque uma composição com aquele Partido. O PIGD precisa ser depurado.
 
AL: E como ficaria o suposto acordo PACSO-PIGD visando a eleição de Carlos Fraga?
 
GF: O acordo será respeitado, uma vez que os termos do mesmo já previam a possibilidade de alguns Qualícatos do PIGD migrarem para um novo Partido.Todos os compromissos no tocante à eleição para Premier serão cumpridos.
 
AL: Então Fraga será o próximo premier?
 
GF: Acredito que sim, a não ser que aconteça uma reviravolta de última hora. Precisamos negociar a participação da ARENA no Governo, mas creio que não surgirão empecilhos significativos. Ademais, Carlos Fraga é um nacionalista ferrenho, que está no PACSO atualmente apenas pela força das circustâncias. Fraga pertenceu à ARENA original, aquela que queremos restaurar.
 
AL: E que ministérios estariam na mira da ARENA?
 
GF: Nada foi negociado ainda para o Partido. Parece que já foram definidos alguns nomes, mas nenhum numa suposta cota partidária.
 
AL: E como tem sido o contato com o maior interessado, o PACSO?
 
GF: A ARENA, como partido político, ainda não abriu conversações diretamente com o PACSO. Aguardamos que os dirigentes pacsistas ou o candidato Carlos Fraga nos procure para discutir a nossa participação no Governo.
 
AL: Se a ARENA fechar com o PACSO, os votos do PSD e do PIGD são desprezíveis. Haverá isolamento destes partidos num possível futuro governo dos mais improváveis no passado (ARENA-PIGD)?
 
GF: Essa questão deve ser respondida pelo candidato Carlos Fraga, acaso vença o pleito para Premier. Penso que o momento é de coalizão nacional. Apesar de ter diminuído a bancada, foi a direção do PIGD quem articulou e possibilitou a provável eleição de Carlos Fraga ao Magistral. E o PSD, motivo da união PACSO-PIGD, mudou recentemente a sua direção por causa dos últimos acontecimentos.
 
AL: Essa coalizão nacional é tentada desde o primeiro mandato de Alexandre Carvalho. Na ocasião, o PACSO recusou a aliança. O que seria diferente agora? A possibilidade de ter o cargo máximo do executivo?
 
GF: Não sei. O nome de Carlos Fraga já estava posto a um bom tempo. Os imperiais nacionalistas de todos os Partidos já haviam firmado posição no sentido de levar Fraga ao Magistral. Fraga, inclusive, foi a maior autoridade da aIN. O PIGD lançaria candidato próprio, mesmo que fosse apenas para marcar posição, mas o rumo dos acontecimentos fizeram com que houvesse uma convergência em torno do nome de Fraga para ocupar a chefia do Poder Executivo. A ARENA considera que a vitória de Fraga não é uma vitória do PACSO, mas sim uma vitória do nacionalismo.
 
AL: Em quais áreas a ARENA tem interesse no cenário micronacional? E no intermicronacional?
 
GF: A ARENA busca resgatar o nacionalismo patriótico, a priorização do Estado e o fortalecimento da Monarquia e dos poderes do Imperador. Buscamos o progresso de Reunião, mas respeitando as tradições institucionais e essenciais do Império. No cenário internacional, a ARENA ainda não possui uma posição bem definida, mas temos como princípio programático a defesa do Império contra qualquer atitude ofensiva.
 
AL: Você acredita que ainda há espaço para a criação de mais partidos no Império?
 
GF: Acredito que sim. O fim do bipartidarimo abriu a possibilidade de se criar Partidos de diversas matizes.
 
AL: A disputa política parece deixar de lado duas vertentes: crescimento e desenvolvimento. Isso é possível no micronacionalismo?
 
GF: Acredito que seja possível, sim. Crescer micronacionalmente é agregar novos valores e sedimentar as instituições. Desenvolver-se é fator decorrente do crescimento.
 
AL: Mas o micronacionalismo e Reunião em especial precisa disso! Será que as mentalidades podem ser mudadas e o próximo premier poderá fazer um governo buscando esse crescimento e desenvolvimento?
 
GF: É preciso trabalhar para tentar fazer cumprir o programa de governo. O próximo Premier poderá contar com a ARENA para estudar planos e executar diretrizes nessa área.
 
A Labareda: Obrigado pela entrevista, por conta do adiantado da hora, e também por participar, além da refundação da ARENA e do retorno do A Labareda.
 
Gerson França: Agradeço pela oportunidade, e parabenizo a Labareda pelo retorno.

 
 


 
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