[jornaleiro] A Labareda * Edição 142

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [jornaleiro] A Labareda * Edição 142
To: Arquivo <adcarva@usp.br>, Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogrupos.com.br>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>

 
A LABAREDA
Ano III * Edição nº 142 * Sexta-Feira, 12/01/2007

Fundada em 06/08/2004
 

Notícias
 
APÓS TRÊS ANOS DE BONS RESULTADOS, NORMANDIA ENCOLHE
 
O Reino da Normandia terminou o ano de 2006 com uma atividade 59,26% menor que a atingida em 2005.
 
Com grande atividade mensagística, a Normandia era junto com Sofia grandes produtoras de mensagens, atigindo números absurdos e que agora recuaram bastante, provavelmente se adequando a realidade do que é possível se manter atualmente.
 
No "site" do A Labareda OnLine (http://alabareda.zip.net ) é possível visualizar essas diferenças através de gráficos.
 
Uma das possíveis explicações para o decréscimo da atividade se dá ao fato do Rei da Normandia, Marcus Motta, estar em férias por tempo indeterminado.
 
PATHROS SE DESTACA ENTRE OS 7 PRIMEIROS
 
O Sacro Reino de Pathros, de Carmelos Logos, aparece como a grande surpresa do ano. Não porfalta de potencial da Micronação, que é uma das mais bem organizadas dentre as monarquias lusófonas, mas por conta das recentes mudanças implantadas.
 
A primeira dela foi do yahoogrupos para o grupos.com.br que parece não ter dado muito certo.
 
Trabalhando com o googlegrupos desde abril/2006, alcançou uma média próxima das 600 mensagens/mês.
 
Parao mês de janeiro, no entanto, a previsão é que as mensagens alcancem a marca de 400, perfazendo uma previsão de queda da ordem de 8,82% para 2007.
 
ENTREVISTA
 
A Labareda entrevista hoje Marisa Kazama, cidadã de Pasárgada e grande incentivadora da cultura micronacional. Ela também é responsável pela lista distribuidora de periódicos, o Jornaleiro.
 

A Labareda: Quem é Marisa Kazama?
 
Marisa Kazama: Micronacionalista das antigas (março de 1999), de gênio forte, sempre envolvida em projetos culturais, icariana de coração e mãe coruja em tempo integral.
 
AL: Não acha que faltam projetos culturais no micronacionalismo? Ou falta empenho para tocá-los?
 
MK: A atividade micronacional é cíclica. Momentos de férias escolares são os piores. Acredito que seja este o principal motivo agora. Se prestarmos atenção, dá para perceber que é a cultura o maior impulsionador de eventos e projetos. Nem todos gostam de política. Poucos se aventuram na diplomacia. Mas a cultura tem o poder de fascinar muitos. Só saberei dizer que realmente faltam projetos após  esta entressafra natural de atividade. O micronacionalismo é pródigo em boas iniciativas culturais. Acredito que em 2007 teremos muitas novidades no micromundo. Sinto falta de projetos em conjunto com outras micronações. São poucas as micronações com população e infra-estrutura suficientes para bancar um evento com grande sucesso. Estou gostando da interação com os simpáticos portoclarenses. Participam até de atividades cantonais.

 
AL: Pasárgada apresentará alguma proposta cultural em 2007?
 
MK: Graças ao empenho do Fabrício Valle e o interesse de diversas pessoas, teremos o curso de esperanto. Estou pensando seriamente se não inicio um de redação. Ainda gostaria de reeditar um evento que já alcançou grande sucesso em Andorra e poderia ser repetido em Pasárgada: o ciclo de palestras sobre profissões. Temos especialistas em várias áreas do conhecimento e experiências profissionais diversas. Seria uma boa oportunidade para conhecermos mais sobre nossos pares e uma ajuda aos adolescentes que participam deste meio. Tais iniciativas virão da UniCM, mas Pasárgada tem o Grupo de Mobilização Cultural, coordenado por Anderson Paiva do MEC e que está  prestes a ser reativado. Foi uma iniciativa muito feliz do Felipe Aron, quando Primeiro Ministro. Vamos ver o que o MEC pensa em desenvolver, pois é o responsável por incentivar tais projetos.
 
AL: Esse pode ser considerado o principal diferencial de Pasárgada em relação as demais micronações?
 
MK: Para mim, o principal diferencial é a diversidade. Temos anarquistas, comunistas, liberais. Várias correntes. No entanto, todos estamos engajados em levar adiante este sonho que é Pasárgada. Temos até um cantão anarquista! Icária abriu mão de uma pesada estrutura burocrática para se concentrar em projetos culturais. Cada dia da semana está reservado para manifestações de vários tipos: culinária, cinema, música, literatura. A vantagem dos cantões é justamente exercer estas diferenças, sem deixar de lado a unidade comunitária. Somos Pasárgada, sem deixar nossos valores de lado. Esta conciliação é o nosso maior diferencial. Creio que houve casos de micronações que nunca conseguiram transpor estas barreiras e acabaram na inatividade ou estagnadas em seu desenvolvimento.
 
AL: O que acha de avaliar a atividade micronacional pelo números de mensagens?
 

MK: Acho um sistema falho. Há nações que podem se perder em meio a vários off-topics e gerar, de forma artificiosa, uma série de mensagens. É um modo de inflar estatísticas que me irrita. Em Pasárgada, tentamos minimizar isto. No entanto, se uma micronação tiver uma postagem mensal inferior a três digitos, é bom se preocupar. Por mais que se concentrem apenas no micronacionalismo, é improvável que não consigam pelo menos três mensagens diárias. Cada micronação tem suas particularidades. Eu acho que medir atividade apenas através do número de mensagens postadas é um método incompleto. Pode auxiliar a detectar situações críticas, mas não passa disso. Sou contra o mensagismo (vício deplorável de enviar quinhentas mensagens off-topic para mascaras estatísticas). Atividade é muto mais do que isso. É propor projetos, discutir idéias, redefinir caminhos. Mensagens só para criar espuma, não vale para nada.

 
AL: A falta de "recursos humanos" também é um problema para as micronações? Propaganda seria a alma do negócio?
 
MK: Este ano, eu gostaria de tentar uma nova iniciativa de recrutamento em massa. Ainda não sei muito bem como fazê-lo, mas discuti com alguns amigos pasárgados mais próximos. Alguns acharam inviável. Hoje, eu acredito que o micronacionalismo como um todo esteja passando por uma crise de criatividade. Dá a impressão de que já temos tudo o que precisamos , o que é uma ilusão. Propaganda apenas não funciona. Precisamos pensar que tipo de pessoas queremos para o micronacionalismo. Mas, que tipo de pessoas seriam atraídas por ele. Um problema muito mais sério é o da evasão. Algumas pessoas saem por não se adaptar. Culpa delas? Nem sempre. O Rafael Figueira mostrou um ponto importante que é a entrada de jovens interessados e com tempo para desenvolver os trabalhos. Foi assim que começamos. O micronacionalismo, em sua fase inicial, começou do sonho de alguns adolescentes e outras pessoas jovens que tinham tempo. Hoje, alguns já são respeitáveis pais de família. Muitos dos que eram estudantes secundaristas já concluíram a graduação. Outros se tornaram profissionais muito requisitados. Creio que falte no micronacionalismo atual aquela chama dos jovens. Aquela vontade de mudar. As idéias novas.
 
AL: A permissão de dupla ou multicidadanias seria viável no micronacionalismo?
 

MK: Duvido. Mas temos que separar dupla cidadania de paplismo. No primeiro caso, a inviabilidade acontece pela limitação natural de tempo de uma pessoa. Mal temos tempo de nos dedicar a uma micronação, que dirá duas ou mais. Além disso, poderíamos ter o turismo em várias micronações, o que pode incentivar parcerias. Já o segundo, é um problema sério. Pessoas que se acham mais espertas do que as outras, enganando todos. Pessoas que procuram vantagens pessoais. Ou procurando derrubar o trabalho dos outros, apenas pelo prazer de ver alguém se dando mal. Acho que algumas pessoas no micronacionalismo tem valores deploráveis. Eu teria vergonha de praticar algo desta natureza. Mas que cada um saiba aplicar os valores e princípios que aprendeu em casa.

 
AL: Você administra uma lista distribuidora de periódicos (Jornaleiro). É possível através desta lista avaliar e mensurar a atividade jornalística no MN?
 
MK: É mais uma ferramenta auxiliar. Nem toda micronação ativa tem jornais, embora devesse. Editar um jornal dá um trabalho danado. Houve um tempo em que estive à frente do Impressões (um jornal pasárgado de opiniões). Uma publicação pode servir como propaganda, como disseminador de idéias. É uma pena que seja uma ferramenta sub-utilizada. Um sinal de que nem sempre um jornal é sinal de atividade são os jornais com fofoquinhas ou assuntos macro. O Jornaleiro é uma das mais antigas listas de publicações. Recebi das mãos da Juanita Castañeda, sua fundadora. Ele já passou por algumas transformações. O lado chato da moderação é ter que aguentar várias mensagens que nada têm a ver com o objetivo da lista e os moderadores (Francisco Russo e eu) terem que se dar ao trabalho de excluí-las. Gostaria muito que houvesse muito mais publicações micronacionais. Pode ser mais um meio para arregimentar novos cidadãos, vindo desgostosos de outras micronações.
 
AL: A lista Jornaleiro não admite periódicos maiores que 250k. Atualmente, com novas tecnologias, não é exagero manter essa proibição?
 

MK: Não acho. São raros os jornais que ultrapassam este limite. Além disso, jornal não pode ser um espetáculo pirotécnico. Tem que ter conteúdo e, aposto, os textos ocupam pouco espaço físico. Acho linda a programação visual de alguns deles. Mas quando uma pessoa resolve encher a sua publicação com figuras, pode estar querendo ocupar um espaço vazio com algo desnecessário. Além disso, os jornais vão para diversas caixas postais. Acho uma tremenda falta de semancol a pessoa se achar no direito de entupir a caixa postal alheia. Não é porque muitos hoje têm internet de banda larga que elas podem deixar trafegar bilhões de bytes, muitas vezes com coisas fúteis. É como aquele cidadão tonto que resolve jogar lixo no chão "para não tirar o emprego do faxineiro". Fosse assim, deveríamos todos nos entupir de gordura para manter o emprego dos cardiologistas. Quer ver figuras? Que vão ler Caras.

 

Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho

__._,_.___

                 Jornaleiro – Uma Lista Independente

                          Desde 2 de outubro de 1998 com você

Atividade nos últimos dias

Visite seu Grupo

Yahoo! Mail

Conecte-se ao mundo

Proteção anti-spam

Muito mais espaço

Yahoo! Barra

Instale grátis

Buscar sites na web

Checar seus e-mails .

Yahoo! Grupos

Crie seu próprio grupo

A melhor forma de comunicação

.


__,_._,___

[imprensalivre] A Labareda * Edição nº 141

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição nº 141
To: Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>
Cc: Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>, Arquivo <adcarva@usp.br>

 
Ano III * Edição nº 141 * Quinta-Feira, 11/01/2007

Fundada em 06/08/2004
 

Notícias
 
RUPA TEM BOM NÍVEL DE MENSAGENS, MAS TAMBÉM APRESENTOU QUEDA
 
O Reino Unido de Portugal e Algarves aparece com um bom nível de mensagens no ano de 2006, mas apresentou uma ligeira queda em relação a 2005.
 
Mesmo a lista utilizada atualmente – expresso_lusitano – sendo relativamente nova (foi criada em 01/02/2005), no ano de 2005 os portugueses encaminharam 10.611 mensagens, contra 7.727 mensagens no ano de 2006. Esse números representam uma queda de 27,18%.
 
O ano foi movimentado em RUPA, com ataques terroristas, golpes e abdicação do Rei.
 
No "site" do A Labareda OnLine (http://alabareda.zip.net ) apresentaremos um gráfico da atividade em RUPA. Acesse!
 
PASARGADA MANTÉM NÍVEL DE ATIVIDADE ESTÁVEL
 
Uma situação difícil de se verificar no Micronacionalismo, a regularidade, não serve quando o assunto é Pasárgada.
 
Uma das mais tradicionais micronações lusófonas, que abriga "lendas micronacionais", como Rafael Figueira, Marisa Kazama, Felipe Aron, entre outros, mantém de tempos em tempos regularidade na atividade quando se trata de número de mensagens.
 
É isso que vemos ao comparar os anos de 2006/2005 e 2004/2003. Foram cerca de 7.000 mensagens em 2006/2005 e 13.000 mensagens em 2004/2003.
 
O aumento em 2006 foi de apenas 0,26% em relação ao ano passado. Na outra comparação (2004/2003) o aumento chegou a 5,03%.
 
No "site" do A Labareda Online (http://alabareda.zip.net ) você poderá acompanhar a evolução da mensagens e os quadros comparativos através de gráficos.
 
 
NÃO PERCA NA EDIÇÃO DE AMANHÃ DE A LABAREDA, ENTREVISTA COM MARISA KAZAMA, DE PASÁRGADA
 
*******************************************************************
 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho

__._,_.___

Imprensa Livre, por uma imprensa livre!

Boicotem os censores!

Recent Activity

Visit Your Group

SPONSORED LINKS
Yahoo! Mail

You're invited!

Try the all-new

Yahoo! Mail Beta

Y! Messenger

Talk it up – free!

Call your friends

worldwide – free!

Yahoo! Photos

Order at Yahoo!

Pick up at Target

.


__,_._,___


[imprensalivre] A Labareda * Edição 140

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 140
To: Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>
Cc: Arquivo <adcarva@usp.br>


 
Ano III * Edição nº 140 * Quarta-Feira, 10/01/2007

Fundada em 06/08/2004
 

Notícias
 
PORTO CLARO APRESENTA CRESCIMENTO NO NÚMERO DE MENSAGENS
 
A República de Porto Claro, segunda no número de mensagens, apresentou crescimento em relação ao ano passado, cresimento esse traduzido em 20,57%, o que representa cerca de 2.400 mensagens a mais que em 2005.
 
O crescimento, no entanto, não superou a marca histórica do país, alcançada em 2003 quando os portoclarenses enviaram quase 18.000 mensagens.
 
No A Labareda Online (http://alabareda.zip.net) você poderá acompanhar a evolução das mensagens, através de gráficos.
 
O ano de 2006 registrou ainda a marca histórica de mensagens desde a criação da lista listapc em setembro de 2001. Foram 2.252 mensagens, em março de 2006.
 
A média de mensagens de Porto Claro atualmente é de 1086 mensagens/mês, sendo que em 2006 foi de 1.172 mensagens.
 
Mais uma vez o IIRDE gostaria de lembrar que trabalha apenas com índices numéricos, que possuem sua devida importância. Tanto é verdade que numa propaganda de um órgão de imprensa de Porto Claro veiculada recentemente foi ressaltada a quantidade de mensagens produzidas em um determinado intervalo de tempo.
 
PRINCIPADO DE SOFIA TEM QUEDA VERTIGINOSA NA ATIVIDADE
 
Sofia, que sempre foi grande "produtor" de mensagens, sofreu uma forte queda em relação ao ano passado.
 
Para se ter uma idéia, foram enviadas nada mais nada menos que 32.401 mensagens em 2005, muito mais que Porto Claro e Reunião juntas. Juntando as duas, Sofia ainda foi 7,54% maior.
 
Entretanto, em 2006, que é o objeto central do estudo do IIRDE, Sofia recuou 57,21% em sua atividade, fechando o ano com 13.865 mensagens.
 
Quantidade não representa qualidade, mas certamente houve uma séria mudança no cotidiano do Principado mais charmoso do micromundo.
 
Ainda assim, os números são impressionantes. Em média de mensagens é insuperável ainda: 1805 mensagens/mês, levando-se em conta a data de criação da lista psofia, em julho de 2004. A média em 2005 era de 2.700 mensagens sendo o pico alcançado em março ultrapassando 4.000 mensagens.
 
No A Labareda Online (http://alabareda.zip.net) você pode acompanhar a evolução das mensagens em Sofia também através de gráficos.
 
TORNEIO DE GAMÃO DEVE MOVIMENTAR MALLORCA
 
Começa a ser organizado na República de Mallorca um torneio de Gamão, que deverá ser disputado no Atrativa Games ou no Yahoo Internacional.
 
Até o momento manifestaram interesse de participar do torneio, organizado por Odracir Vitale (Mallorca), João Paulo Vergueiro (Mallorca) e Francisco Russo (Porto Claro).
 
A tabela estará disponibilizada no site do Tabelão – muito usado na época do Estadium, de Rafael Figueira – tão logo tenha um número razoável de participantes.
 
Os interessados deverão entrar em contato diretamente com Odracir Vitale ou com Edo Almeida .
 
*******************************************************************
 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho

__._,_.___

Imprensa Livre, por uma imprensa livre!

Boicotem os censores!

Recent Activity

Visit Your Group

SPONSORED LINKS
Yahoo! Mail

Get it all!

With the all-new

Yahoo! Mail Beta

Y! Messenger

PC-to-PC calls

Call your friends

worldwide – free!

Yahoo! Photos

Upload & Order

Same-day pickup

at Target

.


__,_._,___

[imprensalivre] A Labareda * Edição 139

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 139
To: Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>
Cc: Arquivo <adcarva@usp.br>

 A LABAREDA
Ano III * Edição nº 139 * Terça-Feira, 09/01/2007

Fundada em 06/08/2004
 

Editorial
 
POR QUE NÃO COMEÇAR DE BAIXO?
 
Porque será que a maioria das micronações que surgem começam grandes, poderosas, cheias de pompa? Porque não podemos começar fundando uma vila ou tribos?
 
Talvez assim as pequenas micronações poderiam ter maior sobrevida, mas também a ausência de cargos e títulos poderiam espantar micronacionalistas.
 
Alguns trabalham pelos simples prazer de ver realizada um sonho, desejo ou mesmo para participar do desenvolvimento, outros esperam meses para ter um cargo, um título, para então assiná-lo com letras garrafais e ai então, fazer algo, quando consegue.
 
Mais do que nunca, o micronacionalismo precisa de voluntários, na pura acepção da palavra.  
 
Notícias
 
ÍNDICE MIB DE REUNIÃO APRESENTA QUEDA EM 2006
 

A atividade em Reunião apresentou queda de 11,48% em relação ao ano de 2005.
 
Os períodos mais "quietos" em Reunião foram entre os meses de julho a agosto, momento em que o país passava por grandes dificuldades e raras eram as instituições que funcionam.
 
Ainda assim o número de mensagem foi bastante alto, chegando a 16.340 mensagens, apenas da principal lista pública de Reunião, o CHANDON, que inclusive é aberta a consulta e pode ser consultada clicando aqui.
 
Mais uma vez lembramos ao leitores que a atividade medida pelo IIRDE é apenas quantitativa, nãohavendo possibilidade de se avaliar a qualidade das mensagens. Obviamente é uma auferição possível, porém não se enquadra na "missão" do IIRDE.
 
Desde que foi criada a nova lista – CHANDON – em outubro de 2002, já foram enviadas 62982 mensagens, perfazendo uma média de aproximadamente 1.200 mensagens por mês.
 
Atualmente há cadastrados em CHANDON 175 endereços de email.
 
No A Labareda Online (http://alabareda.zip.net) foram colodados gráficos mostrando a evolução da atividade durante todo o ano de 2006 e uma comparação em relação ao ano de 2005. Não deixe de conferir!
 
Erramos: Na edição anterior, 138, foi grafado erradamente o nome de RUPA, o correto é Reino Unido de Portugal e Algarves e não Açores.
 
DITADOR DE SIENA RENUNCIA E TEM DESTINO CERTO
 
O ditador de Siena, Ferdinando De´Machiavelli, renunciou esta tarde e transferiu o poder ao antigo Podestà, Carlo de Medici.
 
Siena passa por momentos difícieis por conta da baixa atividade e falta de cidadãos e por muito pouco não se fez um acordo com Duas Sicílias.
 
O destino de Ferdinando De´Machiavelli será a República de Porto Claro, e lá, como é de praxe, adotará o nome real: Fernando Henrique Cardozo Silva.
 
Por conta dessa mudança, a continuação da entrevista com ex-ditador de Siena e futuro cidadão de Porto Claro não será "exibida" nesta edição.
 
Perguntado sobre sua expectativa para mais essa nova experiência, Cardozo Silva disse que "a expectativa é poder voltar a cena política. Embora a vida em Siena fosse tranquila (talvez tranquila demais), sinto falta da movimentação de um cotidiano dinâmico e politizado. Minha intenção é logo chegar e me reunir com as amizades que criei na minha ultima passagem por lá ".  
 
 


 
Não perca em A Labareda
A Saga de Armando de Kergaz
Conheça todos os detalhes desta história
Em fascículos
Breve!!!
 
 
*************************************
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho

__._,_.___

Imprensa Livre, por uma imprensa livre!

Boicotem os censores!

Recent Activity

Visit Your Group

SPONSORED LINKS
Yahoo! Mail

Get on board

You're invited to try

the all-new Mail Beta.

Y! Messenger

Send pics quick

Share photos while

you IM friends.

Yahoo! 360°

Get Started

Your place online

To share your life

.


__,_._,___

[imprensalivre] A Labareda * Edição 138

———- Forwarded message ———-
From: Alexandre Carvalho <adcarva@gmail.com>

Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 138
To: Areuniana <areuniana@yahoogroups.com>, Vox Press <voxpress@yahoogroups.com>, Imprensa Livre <imprensalivre@yahoogroups.com>, Jornaleiro <jornaleiro@yahoogroups.com>
Cc: Arquivo <adcarva@usp.br>


Ano III * Edição nº 138 * Segunda-Feira, 08/01/2007
Fundada em 06/08/2004
 
Editorial
 
O DESAFIO DOS AÇORES
 
Depois de muito tempo enclausurado em Reunião e acompanhando de perto os acontecimentos em Porto Claro, eis que tomei como um desafio a sugestão do bom amigo Wagner Campodônio em viajar pelo micromundo, como outrora, para saber que o micronacionalismo é muito mais que o Império e a República.
 
Resultado: estou satisfeito com minhas viagens. Açores, Pasárgada e Pathros vivem e mantém um atividade considerável, e são poucas afetadas com a "guerra de egos" entre Reunião e Porto Claro.
 
Fiquei bastante impressionado com a tecnologia de Pasárgada, que para mim, é a mais "tecnológica" das micronações que já conheci.
 
Ainda pretendo visitar outras micronações e permanecer o maior tempo possível nas já visitadas e tentar, modestamente, traçar um perfil das micronações.  
 
Notícias
 
ATIVIDADE NO MICROMUNDO É RETRATADA PELO IIRDE
 
A partir desta edição, o A Labareda publica o relatório de atividade produzido pelo IIRDE (Instituto Independente Reunião de Dados e Estatistica) para o ano de 2006.
 
O relatório abrange a grande maioria das micronações e não avalia a qualidade das mensagens, mas é um dos poucos índices que podem efetivamente retratar a atividade, visto que quando o número de mensagens cai há uma movimentação interna em busca de mais mensagens e quando o número de mensagens sobre há um certo regozijo com o acontecimento.
 
O IIRDE criou o índice MIB (Mensagem Interna Bruta) para classificar as micronações, e nesse ano foram pesquisadas as seguintes micronações: Reunião, Porto Claro, Sofia, RUPA, Pasárgada, Normandia, Pathros, Açores, FIA, Mallorca, Siena e RUGB.
 
A FIA abrange as informações de Andorra Imperial e Orange, já que Marajó é invisível aos olhos externos. Duas Sicílias havia entrado no estudo, mas segundo informações de seu monarca, a lista aberta de Duas Sicílias refere-se apenas aos informes de cunho intermicronacional. Em Pathros, com a migração para o googlegroups, os dados referem-se de abril a dezembro/2006.
 
Nesta primeira reportagem vamos classificar as 7 micronações "mais ricas" do micromundo, o G-7 micronacional. Estão listadas as 7 primeira em número de mensagens:
 
1º – Sacro Império de Reunião – 16.340 mensagens
2º – República de Porto Claro – 14.072 mensagens
3º – Principado de Sofia – 13.865 mensagens
4º – Reino Unido de Portugal e Açores – 7.727 mensagens
5º – Comunidade Livre de Pasárgada -7.724 mensagens
6º – Reino da Normandia – 6.989 mensagens
7º – Sacro Reino de Pathros – 5.297 mensagens
 
No A Labareda Online (http://alabareda.zip.net) foram colodados gráficos mostrando a evolução da atividade durante todo o ano nas micronações.
 
Nos próximos números de A Labareda, a atividade em cada país.
 
PRINCIPADO DE SOFIA TEM NOVO PREMIER
 
O Arauto Real do Principado de Sofia, Marquês Valentim Costa, divulgou resultado final das eleições em Sofia, que levou ao cargo de primeiro-ministro de Sofia, Sir Nelson Barbosa, da Frente Democrática Monárquica (FDM).
 
Foram eleitos ainda os governadores Eric Fanhani (PPS) para a Província de Nouvelle Québec e Mila Alves (PR).
 
A Assembléia de Fanes será representada pelos Partidos Revolucionário (3 cadeiras), Popular Sofista (2 cadeiras), Frente Democrática Monárquica (1 cadeira) e Liberal Sofista (1 cadeira).
 
O partido do primeiro-ministro Barbosa indicou João Henrique para ocupar a cadeira da FDM. Já o PRS que ficou com a maioria das cadeiras será representado por Marcelus Silva, Marissol Lunna e Manoel Ribas.
 
CORDIAL REINO DE KELTERSPRUF FAZ TRABALHO ÍMPAR NO MICRONACIONALISMO
 
Comandado por Igor MacCord, o Cordial Reino de Kelterspruf é retratado em um blog, informando sobre assuntos micronacionais, alguns despertando grande curiosidade.
 
Em recente visita, tomei conhecimento de que o Principado de Sealand está a venda. Para quem não sabe, Sealand é uma plataforma abandonada situada no mar do Norte, próximo à Inglaterra.
 
No blog também há endereço de novas nações desconhecidas da Lusophopnia, como por exemplo, República Real Amacoliana, Reino de Paulovia e Estratocracia de Treithar.
 
Essas e mais outras matérias interessantes, como a criação da Liga Intermicronacional Hispanófona, podem ser lidas acessando o blog através do endereço http://blog.kelterspruf.com/.
 
DUAS SICILIAS SURPREENDE E DESPONTA COMO DESTINO CERTO PARA O TURISMO
 
Em recente visita ao Reino das Duas Sicilias, o A LABAREDA encontrou um país cordial, desenvolvido e sério candidato a atrair mais visitantes nestas férias e possíveis futuros cidadãos.
 
Apesar das fronteiras fechadas, o fórum é aberto a visitantes e a lista para assuntos intermicronacionais também pode ser consultada por estrangeiros e demais.
 
O país deve ficar mais forte se confirmar a união com a República de Siena.
 
Para conhecer Duas Sicílias acesse http://www.duassicilias.org/  e participe do Fórum. Para os assuntos intermicronacionais podem ser lidos em http://br.groups.yahoo.com/group/trinacria/ .
 
ENTREVISTA
 
O A Labareda entrevista nesta edição o ditador de Siena, Ferdinando De´ Machiavelli.
 
A LABAREDA: Como está sendo sua experiência como "ditador" de Siena
 
FERDINANDO DE´ MACHIAVELLI: Siena foi uma experiência muito interessante. Eu sempre preferi a tranquilidade dos países pequenos, mas essa tranquilidade sempre esbarra em dois pontos: uma atividade civil mínima ou mesmo inexistente, e todo o peso do Estado nas costas. Siena foi pensada para recriar uma república controlada por nobres, à exemplo dos referenciais renascentistas, mas terminou por se tornar uma monocracia. Ser um ditador foi a resultante do processo, mas por força das adversidades do presente micronacional.
 
AL: Siena passará mesmo ao controle de Duas Sicílias?
 
FM: Não. O que se tem em pauta é a construção de um novo projeto, a fusão dos dois países em um novo ente micronacional.
 
AL: É possível adiantar o nome do novo país ou o que tem em mente para o futuro?
 
FM: Ainda não. Temos trabalhado em mais de uma projeção para o futuro, mas estamos praticamente certos que todas as transformações ocorrerrão em janeiro.
 
AL: E qual a expectativa para essa nova experiência?
 
FM: Como toda nova experiência, temos um clima de grande expectativa. Primeiro pela condição de ser um algo novo; segundo pela junção de um coletivo maior de indivíduos o que favorece uma dose relativa de maior dinamismo.
 
AL: Falando um pouco agora de diplomacia, várias tentativas de unir países em bloco fracassaram. Qual sua opinião sobre esse assunto? O que falta para uma "ONU" efetivamente funcionar?
 
FM: Desde o princípio, a prática micronacional envolve a questão do Estado e portanto, da soberania. Essa soberania é muitas vezes transformada em patrimonialismo por parte do fundador, e também se revela na forma de um falso nacionalismo (que é mais um elogio ao próprio ego do que a defesa de uma nacionalidade e sua independência). As relações entre Estados é claro, são fundamentais para o aperfeiçoamento do espaço intermicronacional, mas não basta para satisfazer a necessidade de uma maior interação entre as micronações. Não digo em termos de cooperação, mas em diálogo, troca de conhecimentos e experiências.
E essa interação é apenas possível via um órgão que reúna o maior grupo possível de entes micronacionais, tanto para ter legitimidade quanto para ter funcionalidade. Creio que uma organização confederal irá funcionar com eficácia quando os países entenderem o papel fundamental da busca do entendimento pelo diálogo nesses órgãos e quando a própria entidade descobrir que as relações exteriores entre as micronações não são somente protocolos ou mera produção burocrático-diplomática.
 
AL: Mas podemos considerar hoje as relações diplomáticas improdutivas? Será possível a geração de benefícios para as micronações com essas relações?
 
FM: Não creio que sejam improdutivas. Elas não acompanharam o desenvolvimento interno das micronações. Eu culpo, em parte, a insistência na manutenção do modelo de separar os negócios externos dos negócios internos. Ou seja, a uma autoridade é entregue toda a governança do país, e a outra, a condução da política externa. O que isso acaba provocando é um descompasso entre esses dois dirigentes, para não haver ingerência externa de um nas atribuições do outro. Existem países com governantes admiráveis e chanceleres incapazes e vice-versa. Isso acabou por tornar a diplomacia num algo estritamente protocolar em alguns casos, em outros, totalmente insípido.
Internamente, toda micronação possui muitos elementos que se fossem mais externalizados, trariam grande benefício geral. O esporte eu creio que seja o mais rico desses elementos, pois permite uma fuga ao domínio da política na prática micronacional. A educação (mais centrado na questão da micropatriologia) e a cultura (com o fortalecimento do ethos que identifica a micronação), o direito (principalmente no que se refere ao aperfeiçoamento das instituições) são outros elementos que poderiam muito bem enriquecer o espaço intermicronacional.
 
AL : Como vê as micronações atualmente em relação às suas atividades produtivas?
 
FM : Eu vejo que as micronações estão buscando saídas para as grandes questões da Micronacionalidade. Falou-se muito do tronco reuniano-portoclarense como sendo a linhagem original da grande maioria das micronações, mas a medida que as nacionalidades vão sendo criadas e gradativamente destruídas, o renovar das micronações as distância do referencial de micronacionalidade que esse tronco representa.
Logo há um movimento nítido em busca da constituição de uma identidade. O apelo cultural (a formação de um ethos) era algo que antes não havia com a mesma intensidade que hoje se nota, mas que ainda é um processo lento e discreto. A micronação de hoje não é apenas a prática política em si, mas um conjunto de tarefas que estão cada vez mais complexas e diversificadas.
 
AL : Não acha que o ciclo micronacional (usado para justificar quase tudo) não diz respeito somente à atividade, mas também as constantes mudanças de governo, por exemplo, sem no entanto progresso para as micronações?
 
FM : Eu creio que as mudanças de governo não sejam um prejudicial, como também não creio que a longa permanência seja uma fator plenamente benéfico. Creio que quanto mais dinâmica for uma micronação, os aspectos político-administrativos ficarão posicionados num segundo plano, apenas tendo a competência de assegurar o maior desfrute de todas as potencialidades que são descobertas em meio ao grupo que compõe a micronação.
O progresso geral da nação não pode ser encarado como um sucesso administrativo, pois isso seria desconsiderar as iniciativas individuais daqueles que não participam da governança pública.
 
AL: Você esteve também em Porto Claro, como classifica sua passagem por lá?
 
FM: Eu sempre admirei Porto Claro. Tive duas passagens por lá, uma em 2001, se nao me engano, uma passagem rápida de 30 dias, e depois retornei no começo de 2006, ficando creio que 2 meses. Seu funcionamento é muito interessante, talvez pelo seu porte, sua semelhança com o Brasil em termos de governança, talvez pela sua tradição. Enfim, creio que Porto Claro seja um grande referencial de Estado e de nacionalidade. No futuro, quem sabe, eu retorne para lá e dessa vez para uma longa temporada.
 
AL: Você já passou por várias micronações e já trocou várias vezes de nome. Mas em qual micronação você se destacou mais?
 
FM: Creio que em Reunião, onde permaneci mais tempo.
 
AL : E não voltaria para Reunião?
 
FM : Talvez, quem sabe (risos).
 
Nota da Redação: A entrevista foi interrompida neste momento e continua na próxima edição. 


 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho

__._,_.___

Imprensa Livre, por uma imprensa livre!

Boicotem os censores!

Recent Activity

Visit Your Group

SPONSORED LINKS
Yahoo! Mail

Next gen email?

Try the all-new

Yahoo! Mail Beta.

Y! Messenger

PC-to-PC calls

Call your friends

worldwide – free!

Yahoo! Photos

Order Online

Pick up at Target

Start now

.


__,_._,___