[imprensalivre] A Labareda * Edição 143 * Primeira de Pasárgada

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Subject: [imprensalivre] A Labareda * Edição 143 * Primeira de Pasárgada
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A LABAREDA
Ano III * Edição nº 143 * Terça-Feira, 13/03/2007

Fundada em 06/08/2004
 

EDITORIAL
 
REUNIÃO, PASÁRGADA, MICROMUNDO E PRIMEIRAS IMPRESSÕES
 
Não é a primeira vez que A Labareda é publicada fora dos domínios onde ela cresceu e se desenvolveu. Em pelo menos uma oportunidade ela foi publicada do Território Intermicronacional das Ilhas Pitcairn, que serviu de sede para a MICROCON em seu curto tempo de vida.
 
Agora e especialmente hoje inauguro a seção Pasárgada do A Labareda, que será distribuida pela Editora Inverness Ltda, de propriedade das Organizações Labareda, empresa genuinamente pasárgada.
 
Foram quase três anos de vida em Reunião, acompanhando quase que diariamente os acontecimentos daquela dinâmica micronação. A instituição permaneceu forte no Império, mas seu mantenedor perdeu um pouco de espaço. É verdade que depois de ocupar praticamente todos os cargos do organograma imperial, não é de se espantar que chegasse a hora da aposentadoria, mesmo que compulsoriamente.
 
E porque Pasárgada? Relembrando os idos de 2003, quando ao pequisar sobre nações imaginárias para levar adiante projeto baseado na obra de Monteiro Lobato, Cidades Mortas, eis que me deparo com duas, em primeiro vislumbre, gigantes micronacionais. Os sites que mais apareciam na pesquisa eram justamente do Sacro Império de Reunião e da Comunidade Livre de Pasárgada. Duas semanas depois, preenchia o formulário de cidadania da primeira e o desenrolar dos acontecimentos é de conhecimento de muitos aqui.
 
Após deixar Reunião, achei por bem fazer o que poderia ser considerado como " o que teria acontecido se…". Obviamente que não é possível fazer esse tipo de comparação dada a toda história construída em Reunião.
 
Mas ainda tenho a impressão de que não entendo Pasárgada. O pouco tempo disponível (se comparado ao de 2003) contribui para continuar sem entender, mas a pouca atividade demonstrada até agora pelo país complica um pouco as coisas, apesar de haver eleições programadas para ocorrer em breve.
 
Percebi que a disputa política prioriza as poucas mensagens, mas percebe-se um certo abandono do setor público, abandono que começa com a prolongada ausência do primeiro-ministro.
 
Mas isso pouco me assusta, pois percebo movimentação em alguns setores da Sociedade pasárgada buscando a retomada do "crescimento" e certamente pretendo contribuir com isso. É bem verdade que não um expert em gerar atividade quando a situação se complica um pouco, haja visto as experiências não muito bem sucedidas quando comandava uma capitania no Império.
 
Mas será que minha preocupação não é demasiada, dado a quantidade gritante de nações que permanecem na "corda-bamba", algumas por anos a fio e outras sem sequer perceber que são zumbis???
 
O futuro de todas é incógnita, mas Pasárgada pretende dar um passo a frente (não estando na beira do abismo) e sair da posição de coadjuvante no micromundo e buscar seu lugar de direito, que é entre as grandes (???).
 
 
ARTIGO
Especial para A Labareda
MARISA MIYUKI KAZAMA
 
O TEMOR DE NOS TORNAMOS UMA MERA NAÇÃO-ZUMBI
 
A existência de uma nação-zumbi é um fenômeno bastante conhecido por causa da grande frequência com que ocorre no micronacionalismo. São aquelas nações que não vivem, nem morrem. Há algumas (poucas) mensagens postadas, com conteúdo pouco relacionado às questões de Estado ou sobre o micronacionalismo em si. É como uma mera lista de discussão entre compadres, apenas jogando conversa fora. Só não desaparecem porque se recusam a admitir o fracasso do projeto de continuidade como um Estado organizado e atuante.
 
Nos últimos meses, temo que isto aconteça em breve com Pasárgada, se não nos mobilizarmos.
 
Temos um corpo ministerial adormecido, com exceção do Ministério do Estado (MEST – Imigração), da Educação e Cultura (MEC) e da Defesa (MDEF). Analisando as últimas mensagens dos membros do governo na lista nacional, são estes os únicos ministros que têm dado sinais de atividade. A menos que os demais tenham atividade tão incrivelmente discreta que não aparece para a população de forma explícita, continuo afirmando que os demais são inativos.
 
O Primeiro-Ministro de Pasárgada está ausente. Por motivos macro, avisou-nos rapidamente que teria que se afastar. Dou uma garrafa de absinto icariano a quem sentiu alguma diferença entre a atividade dele antes ou depois da licença repentina.
 
Apesar de apenas acompanhar a lista nacional, não acredito que o Parlamento pasárgado tenha reagido de alguma forma ao contratempo. Não ficou claro que definiram um substituto para o nosso chefe de governo, mesmo que interino.
 
É estranha a indiferença da população pasárgada quanto a este cenário. Pouquíssimas vozes têm se levantado contra esta letargia, este ciclo vicioso que já transformou várias nações outrora pungentes em nações-zumbi. Eu cheguei a enviar algumas mensagens indignadas questionando a atividade dos ministros. A reação veio através das respostas dos mesmos ministros de sempre, os únicos ativos. Os outros sempre ignoraram as mensagens.
 
Teriam nossos demais ministros e Primeiro-Ministro se tornado fósseis que se cristalizaram em seus gabinetes e a nada reagem?
 
Um sintoma grave recente é a indiferença do Ministro do Trabalho e Atividade (MTA), responsável pelo registro de empresas na nação. Alexandre Carvalho, nosso ilustre neófito com grande experiência micronacional, requereu o registro de suas empresas do setor de comunicação. O silêncio do MTA pode refletir que o ocupante do cargo não tem lido as mensagens da lista nacional, ou que não tem feito qualquer registro de empresas em Pasárgada, que seria o seu papel. Sem a resposta do ministro, o editor será obrigado a publicar seu jornal de forma ilegal, isto é, sem a licença exigida.
 
Não é só o governo a única instituição pasárgada a ignorá-lo. Quando Carvalho pediu para ser alojado no tradicional cantão de Inverness, ninguém lhe respondeu, seja para recusar sua entrada ou para efetivá-la.
 
Temos errado muito com nossa omissão perante a situação de estagnação. Não temos cobrado o suficiente, nem acionamos os dispositivos para combater esta letargia.
 
Talvez seja melhor usar o absinto icariano para esquecer este imobilismo agudo, com grandes chances de se tornar crônico.
 
Resta-nos a esperança de que esta nova legislatura possa nos trazer novos ares, com oradores ativos, um chefe de governo realmente comprometido com os interesses da população e ministros mais automotivados, que não esperem as chibatadas do Primeiro-Ministro para trabalhar.
 

CURTAS
Especial para A Labareda
MARISA MIYUKI KAZAMA
 

INICIATIVA ISOLADA 
 
Capitaneado por Fábio Racoski, o Sarau Literário Paulo Leminski segue com divertidas amostras da obra deste irreverente poeta. O organizador aguardava contribuições literárias dos pasárgados. Esperamos que ele tenha encontrado alguma boa alma talentosa.
 
SINAL DE VIDA (FRACO)
 
O Ministro da Educação e Cultura, Anderson Paiva, reaparece para solicitar aos envolvidos em projetos culturais os seus dados cadastrais (projeto, responsável, descrição, data de criação e cantão) para registrar um banco de dados para implementação dos projetos no setor. Esta é a segunda manifestação do ministro em público, além da nomeação para os vários cargos criados pelo discreto MEC na reestruturação proposta.
 
O SUCESSO DO CURSO DE ESPERANTO
 
Fabricio Valle surpreende com sua atividade no curso de esperanto na UniCM. Nem todos os alunos têm conseguido acompanhar o ritmo do incansável professor.
 
VAQUINHA PODE IR PARA O BREJO
 
Muito se discutiu sobre o rateio das despesas com o domínio e hospedagem do site nacional. Atualmente, o pagamento está sob responsabilidade do inativo, mas sempre adimplente Alexandre Ballestero. Vários cidadãos tentaram contactá-lo, sem sucesso, para auxiliá-lo na tarefa. A forma como serão levantados os fundos para o pagamento foram bastante discutidas mas correm o risco de acabarem no "limbo das boas idéias", pois não têm sido postadas novas mensagens sobre o assunto.
 
DEBATE SOBRE O DEBATE 
 
Leonardo Antonini sugeriu a promoção de um debate entre os candidatos a orador para apresentação de suas propostas. Este é o assunto que mais motiva as postagens na lista nacional. Até o fechamento da edição, não houve formato definido, mas várias alternativas interessantes foram apresentadas, inclusive pelos turistas portoclarenses.

 

 

Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
 
Direitos de Publicação Exclusivo da
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