[Chandon] A Labareda * Edição 153 * Reunião

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A LABAREDA
Ano IV * Edição nº 153 * Sexta-feira, 22/02/2008

SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
Fundada em 06/08/2004
 

 

ARTIGO
 
HORA DE REAGIR

Os recentes fatos acontecidos em Mallorca são um claro sinal de que é necessário o "ajuntamento" de micronações para por fim a atitudes como as realizadas pelo ex-padre reunião Danilo Marques.
 
Marques se mostrou desde sempre sua falta de caráter e sua grande necessidade de se aparecer. Como não conseguiu de forma competente, partiu para a ignorância.
 
Sugiro que seja criada penas conjuntas entre as micronações, Reunião inclusive, e banir para sempre pessoas com a conduta deplorável como as demonstradas pelo reunião Danilo Marques.
 
E não é porque eu já cometi um crime no MN que acho que a pena para paplismo deva ser menor ou mais branda. Se o grupo, ao se reunir, decidir por banir também paplistas, que seja aplicada a todos.
 
Antes porém, é necessário formar um grupo de micronações comprometidas com a seriedade deste hobby e declarar em conjunto o fim de pessoas como Danilo Marques.
 
A Labareda transmite votos de dias melhores para Mallorca, quando essa insanidade chegar ao fim.
 
 
ENTREVISTA
 
A LABAREDA ENTREVISTA O PREMIERÁVEL BRUNO QUEIROZ.

 

1) Conte ao micromundo quem é Bruno Queiroz.

Bem, esta é uma pergunta difícil. Definir a si mesmo sempre é uma tarefa complexa, muitas vezes até confusa. Como a maioria dos reuniãos sabe, sou um jovem micronacionalista, conservador na parte tocante as tradições e a moral, monárquico (tanto micro, quanto macro), contudo, sempre aberto a novas idéias e a novas ideologias. Normalmente sou calmo e paciente, gosto da neutralidade e jamais tomo as decisões baseadas na opinião de uma única pessoa, sempre ouço os dois lados da moeda e acrescento isso a minha opinião pessoal. Gosto da ordem, mas também vejo a desordem como algo muito importante em determinados momentos. No micronacionalismo, sou favorável a um Poder Moderador presente e neutro, assim como a um legislativo forte e exigente. Não acredito que o micronacionalismo seja apenas e tão somente um hobby, mas sim, uma atividade paralela, pois exige um certo tempo e uma boa quantidade de dedicação pessoal. Bruno Queiroz no micromundo é alguém que tem mais a aprender do que a ensinar, mas que por outro lado sabe e tem consciência da sua missão de colaborar, desenvolver e trabalhar para com o Sacro Império de Reunião.

 

2) Você teve uma rápida ascensão no Império. Isso ocorre invariavelmente com micronacionalistas acima da média. A que você atribui todo esse "sucesso" micronacional?

A dedicação para com aquilo que sempre me foi designada. Independentemente da esfera – seja micro ou macro, procuro realizar as tarefas que me foram incumbidas com o máximo de qualidade e eficácia. Não posso negar que cresci rapidamente, isso é verdade, mas acrescento que isso deve ser também atribuído a minha neutralidade e a política de bom relacionamento que procurei e procuro manter com os reuniãos das mais variadas vertentes políticas.

 

3) Seu nome é um dos mais cotados para assumir o cargo de Premier. Qual sua expectativa quanto a isso?

Inevitavelmente, a essa altura do campeonato, é uma expectativa bastante alta. Mas também é uma grande responsabilidade, o fardo que pesará sobre minhas costas será grande, mas isso não é um problema… Tenho vontade de ser Premier e governar ao lado de SSMI esta que é uma das mais antigas e tradicionais micronações do mundo, e sei que com o gabinete que montamos, e com a força moral que teremos, conseguiremos.

 

 4) Uma possível aprovação no ECIE do projeto conhecido como "Emenda Alvorada" atrapalhará seus planos?

Acho que você quis dizer uma possível não aprovação da Emenda Alvorada por parte do ECIE. Quando desenvolvemos o plano de governo, essa possibilidade foi levantada e plenamente considerada, portanto, o plano de governo foi feito para ser cumprido no prazo de três meses, com exceção de um único item, o qual deverá se prolongar nas próximas administrações, se for do interesse dos próximos premieres. O ECIE tem (eu espero) maturidade suficiente para votar e decidir sobre a importância da emenda que recebeu massivo apoio populacional. Por outro lado, nem sempre o que o povo decide é o melhor para o Estado, então eu vejo a questão da seguinte forma: se o ECIE aprovar, ótimo, ele está em concordância com os anseios da população. Agora, caso o ECIE não venha a aprovar, tudo bem, sua decisão é soberana e vamos respeitá-la invariavelmente.

 

5) Um dos principais problemas do MN atual é a falta de perspectiva em relação a novas idéias. Há muito tempo não emplacamos nada que consiga manter uma atividade regular por mais de 2 ou 3 meses. Qual será a sua "carta na manga"?

Talvez o que eu direi agora surpreenderá muita gente, mas não pretendemos inovar. Não no sentido de criar novas estruturas, novas instituições ou novas formas de entretenimento estatais. Nós vamos RESTAURAR, REVITALIZAR e REMODELAR as instituições reuniãs que dormem e estão sonolentas, bem como aquelas que se tornaram deficitárias. Vamos restaurar um certo "conselho capitanial" que existiu por um tempo, e me parece que foi bastante útil, vamos revitalizar os arquivos imperiais, a parte textual do Império, dentre muitas outras coisas que serão revigoradas e adaptadas com vistas ao futuro. Nossa lista de projetos está na íntegra no Plano de Governo, e nem preciso comentar que o tão aguardado site de Reunião está no topo desta lista. Quanto às cartas na manga, bem, também preparamos surpresas, mas estas são novidades que serão anunciadas aos poucos, no decorrer do governo.

 

6) Você acredita que o MN deveria partir para novas "descobertas", como Simuladores de jogos, Comunidades virtuais, Fóruns, etc. Estariam as boas e velhas listas do yahoogroups com seus dias contados.

Sim e não. Concordo que o micronacionalismo deve abraçar outras esferas, tais como simuladores, mas acredito que as listas do YahooGrupos! serão a eterna praça de discussão, o coração da micronação. Não acredito que num prazo de dois ou cinco anos o coração de uma micronação como o Sacro Império de Reunião possa estar no Second Life, por exemplo. Mas eu vejo todas essas ferramentas como mãos e braços das micronações, ferramentas que enriquecem e fazem o micronacionalismo prosperar de diferentes formas.

 

7) O maior patrimônio de uma micronação é sua história. Reconhecidamente, nenhum projeto de manutenção e preservação da história foi realizado e obteve sucesso. Sua gestão poderia inovar neste quesito?

Acredito que um tripé entre iniciativa privada, Poder Executivo e Poder Moderador pode dar uma nova luz ao Instituto Histórico Reunião, bem como pode estimular o fomento de produções independentes (privadas). Sou um entusiasta da iniciativa privada. Se encorajarmos os reuniãos a produzirem material independente sobre o passado reunião, estaremos não apenas preservando nossa história como instruindo e educando os novatos sobre o grande passado que nossa micronação tem. Temos um projeto interessante sobre toda essa questão do passado, da cultura e da memória reuniã, tudo isso estará contido e chefiado pela revitalização da Universidade de Reunião, universidade na qual confiaremos nosso futuro micro-educacional.

 

8) Dê uma idéia geral sobre seus planos para áreas ainda pouco desenvolvidas no Império, como Cultura, Esporte e Ciência.

Vamos dar uma nova luz a Universidade de Reunião, mas uma luz com outro foco, com uma maneira diferente e inovadora de dar aulas. Vamos retomar o projeto informativo da "Agência Espacial Reuniã" que trará informes de astronomia e outros assuntos de conhecimento geral, além de fomentarmos todo tipo de campeonato e competição virtual onde possamos melhorar e aprimorar a integração e o espírito de unidade nacional. Há muitos simuladores que envolvem geopolítica e administração de lugares, com certeza vamos apoiar o ingresso dos reuniãos nestes meios de interação.

 

9) Comenta-se que não há mais oposição em Reunião. Isso poderia dar mais governabilidade ao Premier?

São comentários enganosos, a primeira vista, aparentam ser verdadeiros, mas quando você pára e pensa que aqui o "poder de voz" de um súdito é absolutamente igual ao de todos os outros, e que diferentemente do macromundo, aqui não são necessárias várias centenas para que haja um "poder de voz", percebemos que a oposição é obrigatoriamente presente. Não existe ambiente em que não haja oposição, independentemente do lugar ou do posto que você ocupe, sempre há alguém discordando de você – seja de maneira mais suave e delicada, seja de maneira mais áspera e rigorosa. A oposição é natural e bem-vinda, precisaremos desses súditos descontentes para que o governo não acabe relaxando ou estagnando. A balança precisa estar equilibrada – e estará.

 

 

10) Historicamente, as Relações Exteriores fazem parte do Poder Moderador, ficando sujeitas às vontades do Imperador. No entanto, se essa tarefa fosse passada para a responsabilidade do Poder Executivo, poderia alcançar melhor êxito para realizar tratados de cooperação entre as micronações?

Não vejo com bons olhos uma mudança da chefia da Chancelaria do Poder Moderador para o Poder Executivo por um simples motivo: o Poder Executivo é preocupado e demasiadamente ligado a interesses partidários, enquanto que o Poder Moderador tem um interesse: o bem e o progresso do Estado, para ele não interessa a legenda X ou Y. Não vejo a Chancelaria sob comando do Poder Executivo como uma coisa positiva, ao contrário, muito provavelmente nossas relações exteriores se tornarão instáveis: muda governo, muda a postura. O Poder Moderador chefiando a Chancelaria é uma garantia de estabilidade e de uma "mesma voz" por um bom tempo.

 

11) Outro grave problema enfrentado por Reunião e por outras micronações é a falta de recursos humanos. As super-estruturas dos Poderes contribuem para a criação de postos de trabalho em número muito superior ao populacional. Alguns setores da Sociedade reuniã, no entanto, são terminantemente contra o "enxugamento" da máquina pública, apoiada apenas e tão somente no fato de "manter a pose". Sua administração estaria disposta a trabalhar com um número real de cargos?

Acho que as administrações devem ser reduzidas, com poucos no comando e muitos auxiliando. O ideal é que tivéssemos algo do tipo "efeito sanfona", quando a micronação está com bastantes súditos ativos e participativos, os quadros e o Estado se expandem, abraçando a todos, e quando a micronação está "em baixa", o Estado se reduz e os quadros são automaticamente reduzidos. Contudo, algumas coisas precisariam ser observadas, não poderíamos chegar a ridícula situação de ter as casas legislativas com apenas quatro membros, por exemplo: não poderiam haver exageros. Mas isso é uma utopia, é demasiadamente complexo para ser implantado no momento, foi só um comentário pessoal. Particularmente, meu gabinete não será grande, busquei agrupar alguns ministérios e fazer outros acumular determinadas funções que não são tão importantes. Mas vejo com bons olhos a extinção de burgos (desde que não sejam históricos) e a sua incorporação a outros. Quanto as capitanias e vice-reinos, são estágios micronacionais importantíssimos para que os novatos venham em um futuro não muito distante a galgar posições de importância imperial.

 

12) A Labareda agradece a entrevista e abre espaço para suas considerações finais.

Agradeço pela entrevista e o convite da Labareda. Aproveito a oportunidade para convidar este tradicional periódico a acompanhar o governo e nossas ações – caso formos eleitos – evidentemente. Novamente obrigado pela oportunidade, com a força de todos, juntos, levaremos Reunião adiante.

 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
Organizações Labareda®
 

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[imprensalivre] A Labareda * Edição 152 * Reunião

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A LABAREDA
Ano IV * Edição nº 152 * Domingo, 10/02/2008

SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
Fundada em 06/08/2004
 

 

ARTIGO
 
A LABAREDA SE APAGANDO

Não há como negar que o que antes era prioridade, hoje não passa de um segundo plano.

A atuação no micronacionalismo, como diria o boêmio, "não tem mais o mesmo romantismo de outrora.

Isso é bastante perceptível, principalmente nas atividades das Organizações Labareda. Houve um período em que publicamos diariamente, durante 34 dias, o jornal A Labareda.

 
Houve uma vez que publicamos A Labareda em cinco "idiomas" diferentes. La Fiammata em Siena, La Fuseé em Sofia, La Llamarada em Ludônia, Ton Pyr em Pathros, além do próprio A Labareda. Tenho a ligeira impressão de ter esquecido algum.

Tínhamos a Labareda Online, o Minuto-Labareda, além do renomado IIRDE, a ADC Management (atuava na época do futebol virtual de Rafael Figueira), o Memorial de Reunião e muitas outras atividades.

 
No entanto, é chegada a hora da Labareda torna-se apenas uma fagulha, como carvão de fim de churrasco. Só não sabemos quando e e nem como ela irá se apagar definitivamente.
 
 

DESTAQUE DO MÊS
 
LUCAS DE SIMONE: UM CASO DE SUPERAÇÃO

Lucas de Simone ingressou no Sacro Império de Reunião, tendo-o como sua primeira micronação.

 

Assim que ingressou, fundo a DS Group, empresa virtualista que levantou diversos prédios pelo Império.

 

Superando esta fase virtualista, ingressou no PIGD, e logo tornou-se um qualícato de renome, a tal ponto que mais tarde tornar-se-ia o Presidente do PIGD.

 

Devido a seu comportamento exemplar e modos protocolares, foi rapidamente angariando a confiança e o respeito de diversos setores imperiais, dentre a Regência, onde mui recentemente foi nomeado Capitão Donatário de Conservatória, acumulando a controversa administração do Distrito de Beatriz.

 

Recentemente Lucas de Simone recebeu de SSMI o titulo de Barão de Belo Horizonte em reconhecimento de seus serviços prestados ao Império. Foi reconduzido a Assembléia Popular dos Qualícatos nas primeiras eleições de 2008, e atualmente é um forte nome para ser candidato do PIGD a Diretor-Presidente.

 

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Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
Organizações Labareda®

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