Chá, Conversa e MONTENERO nº 7

Chá, Conversa e Montenero

Nº 7 | 04 de Abril de 2009

 

©Editora Casa de Pacífica

© Arquidiocese de Lisboa

Circulação:

Sacro Império de Reunião

Reino Unido de Portugal e Algarves

Reino da Bélgica

Reino da França

Principado de Mônaco

 

Depois de um repaginada, um tempo de descanso e novas contratações, o Chá, Conversa e MONTENERO, na sua versão circular, ganha novidades impares. Novo visual, novos colunistas muitas idéias para um bom chá.

“De Soslaio” veio com um caminhão de informações para apreciação do mundico, enquanto o tema do “Socioculturalismo” é retomado na coluna “BLINK” que dá uma piscadinha nas nossas posições micro-patriológicas.

Grandes novidades estão sentados à mesa com a chávena na mão: Carolina Montenero e Nuno Coelho estréiam no jornalismo em nossa revista. Officielle é a coluna que vai girar pelos periódicos que circulam, uma recensão que fez do “Chá” a revista dos jornais! Nada melhor que um toque feminino para uma boa “Conversa” e para tal a coluna “Rosa Chá Rosa” vem trazendo o mincro-mundo na visão delas!

Para finalizar o grande encontro uma entrevista com um dos maiores micro-nacionalistas que já se viu passar: Rodrigo Thedim, ex-reunião e ex-micro-nacionalista.

Uma oportunidade sem precedentes de se deliciar com uma revista que não tem igual. Podem até tentar seguir nossa linha, mas a estes lhes faltarão sempre o “MONTENERO”!

Bom chá!

D. Fabianno Montenero C. de Monte-Real e Pacífica

Editor

Chá

Para uma conversa nova um chá diferente! Na chávena Alfazema e Lavanda, uma mistura relaxante, analgésico, anti-depressivoe estimulante. Um chá para momentos em que se quer simplesmente relaxar!

*    RUPA: Processo de abdicação em Portugal e Algarves movimenta lista. O processo da votação para a aprovação do sucessor, Filipe Pombo já está em curso. Resta saber se ele aparecerá na lista, caso seja aprovado pelas cortes, para ser coroado!

*    Portugal e Algarves paga à Mitra Arquidiocesana de Lisboa a quantia de 160$000, como incentivo pela publicação do periódico “Chá, Conversa e MONTENERO”.

*    Mais de quarenta mensagens que instam o sexo na Imprensa Livre, que é a campeã em Spans sexuais. Ninguém sabe se essa lista tem moderadores ou não, o certo é que ela já perdeu sua proposta inicial a muito tempo. Não obstante, é a lista mais freqüentada pelos micro-nacionalistas.

*    Ministro de Estado Pasárgado publica o “39º Boletim de Alojamento” que informa que a população local totaliza 97 micro-nacionalista. Dentre estes, 61 são cidadãos, 14 postulantes. O curioso é a presença de D. Alberto Rosa Fioravanti como cidadão honorário e de vários turistas reuniãos.

*    Primeiro Ministro pasárgado discursa no Ning. O problema é a voz irritantemente anazalada. O Primeiro Ministro destaca a participação dos novos cidadãos e declara não acreditar sempre nos cidadãos antigos dando uma de Ronaldo Esper alfinetando o Sales e o Góes. Impressionante!

*    E enquanto Pasárgada anuncia no Orkut, Reunião investe alto em anúncios em revistas macro.

*    A Presidente do Senado Real da França, S. G. Graziele Vernek von Hohenzollern-Friedenburg, manifesta apoio ao Ato 06 do Poder Moderador que aprova a realização de Assembléia Constituinte;

*    Nomeado no Principado da Bélgica o Vice Governado do Principado S. Alteza O Duque de Vernek e Sua Exelencia D. Tiago Alcantara.

*    Desorganização na Bélgica, terra dos giga-nomes, leva o Rei-de-Armas D. Ferdinand Ivan Pedro Nicolau Rurikovitch Costino Romanov Et Vernek, a empreender censo de nobreza e fidalguia. Será que eles conseguem descobrir um nobre?

Este estudo foi realizado por S.E.R. D. Fabianno Montenero C. de Monte-Real e Pacífica quando presidia a comissão moderadora São Pio X, órgão que é responsável pela doutrina da fé na Micro Igreja Católica. O intuito foi rever as posições sobre a corrente micro-patriológica que colocou o Sacro Império de Reunião, a Micro Igreja e toda lusofonia de orelhas em pé.

Visto com desconfiança, como toda novidade, recebeu muitas críticas e recensões. O enfoque é a contraposição entre a doutrina católica, o sócioculturalismo e a Micro Igreja Católica.

Publicamos agora uma primeira parte deste estudo no intento de publicá-lo paulatinamente. Vale a advertência que a série que agora iniciamos é uma opinião pessoal aduzida dos estudos de D. Fabianno Montenero e não expressa a posição oficial da Micro Igreja Católica.

 

 Estudo 1

 

“O SOCIOCULTURALISTA”, EDITORIAL.

 

Nossa pesquisa nos levou até uma série de nove panfletos distribuídos no micro-mundo de título explícito: “O Socioculturalista”, que provocou certa polêmica no Sacro Império de Reunião. O mal estar pode ter sido gerado de fato pelo editorial que se expressava em termos equívocos para a Micro Igreja, e que evocava a revolução iluminista como inspiradora do periódico.

O corolário de Idéias que se seguiriam estaria engatado na esteira das primeiras palavras do periódico que assim se expressava: “… o SOCIOCULTURALISTA parece muito mais com os panfletos iluministas que dominaram o final do Século XVIII e início do Século XIX… O SOCIOCULTURALISTA deseja ser democrático, alcançar – como fizeram os panfletos iluministas -, dos bares aos salões – ou, no caso do micro-nacionalismo, de Reunião à Normandia. Em linguagem simples e objetiva, de forma plural e intermicro-nacional, com uma meta em mente, o SOCIOCULTURALISTA exercerá seu papel.” [1].

A declaração do editorial do primeiro número de “O Socioculturalista” traz consigo a fonte das suspeitas que vai pairar daí pra frente sobre o movimento. Os olhares desconfiados vasculharam desde então todos os defeitos de argumentação que gerem desconfiança.

Talvez se a prudência tivesse tomado o espírito do editor, o socioculturalismo tivesse outra sorte. Contudo, parece-nos apressado por qualquer juízo de valor a respeito do temas nestas primeiras páginas. Cabe-nos agora a investigação das bases sobre as quais foram lançados os fundamentos da doutrina em questão para aferirmos seu endereço de origem.

Neste primeiro momento, o desejo de “chocar” o leitor é colocado ainda acima do conteúdo e esse impacto acaba por ganhar cores revolucionárias com a afirmação pouco “diplomática” do editorial: “Como todo opinião fruto do intelecto humano, os artigos deste panfleto serão sim parciais e suas opiniões serão de responsabilidade de seus autores ou, quando no Editorial, da própria instituição”[2].

A expressão causa uma espécie de susto à primeira vista, e logo os mais tradicionalistas se colocarão com as “orelhas em pé” diante de uma afirmação que torna lateral o ideário nascente. Não é de se admirar que no começo não só a Micro Igreja, mas também outras instituições do Sacro Império de Reunião se colocassem em guarda diante da “novidade” tão abrutalhadamente apresentada.

Tal fato pode ter ocorrido por várias causas que vai dá possível inexperiência dos que a impostavam pela primeira vez no micro-nacionalismo como na falta de apoio técnico de que a idéia nascente carecia.

Segundo Filipe Sales, os embates sobre a idéia nascente eram anteriores à edição do primeiro panfleto, o que gerou o tom hostil do editorial. De um modo ou de outro, para começo, não haveria modo pior. É claro que analisamos isso de longe, fora do calor dos debates. Nem sempre dar respostas é fácil, principalmente quando os debates estão embrionários e as idéias apaixonadas.

O contexto histórico envolvia o crescimento vertiginoso do Vice-Reino de Maurício no Império deixando evidente a ineficácia do então Lorde Protetor Gerson França ante o crescimento homogêneo do Império. Parece que o que começou circunscrito ao território Mauritano foi arrastado para o império propositalmente para dar descrédito aos avanços que se fazia em Maurício.

Para nosso estudo, importam as fontes, de onde podemos recolher as idéias sistematizadas, mesmo que insipientes. A tentativa de responder a uma situação agravada por precedentes de cunho político conta muito e nos faz ter dificuldade em afastar as paixões para entender o socioculturalismo por ele mesmo.

Afastar as paixões do início do socioculturalismo é quase impossível se considerarmos o ponto de partida da sistematização da idéia o panfleto. Sabe-se que Filipe Sales e Carlos Góes “subiram nos ombros” de McMillan Hunt e Bruno Cava, os primeiros a esboçar a corrente micropatriológica, mas não há sistematização ao alcance da mão nesta época, segundo Filipe Sales. A notícia que nos chega é que talvez se possa aferir alguma informação pulverizada no periódico “Tribuna Popular” de direção de Bruno Cava, onde há alguns ensaios rudimentares sobre o tema. O periódico foi publicado entre outros lugares, na Imprensa Livre.

Num outro aspecto, as circunstâncias que envolviam o panfleto no início de seu percurso teórico, embora eivado de intrigas que extrapolam o ambiente teórico, trazem uma visão do socioculturalismo, mesmo que de maneira rudimentar e em construção.

 

(CONTINUA)




[1] O SOCIOCULTURALISTA, n° 1 in http://groups.yahoo.com/group/imprensalivre/message/15905, 26 de abril de 2008.

[2] Ibidem

 

 

Nosso CHÁ tem a imensa honra de ter uma CONVERSA com um dos maiores micro-nacionalistas do Sacro Império de Reunião. Ele descobriu o micro-nacionalismo por acaso. Preparando-se para uma reunião empresarial foi à web procurar o tema “reunião” e acabou esbarrando com o Sacro Império, leu o site e simplesmente apaixonou-se pelo mundico. Foi jornalista, investiu na carreira política e foi um dos maiores opositores da Micro Igreja Católica. Sua saída de Reunião foi sentida por todos gerando o maior movimento micro-nacionalista pela volta de alguém, o que gerou XX mensagens. Frente a frente com MONTENERO, Rodrigo Thedim! Numa pesquisa rápida pela lista atual de Reunião, conta-se pelo menos quatrocentas e oitenta e duas mensagens em que ele é ao menos citado.

Montenero:

Quando você entrou em Reunião, a que se dedicou?

Thedim:

Tentei montar uma seguradora, hehehehe, mas com o tempo fui percebendo que economia não irá nunca movimentar uma micro-nação… Tentamos criar o sistema financeiro, mas não adianta… Micro-nacionalismo é um jogo político e não econômico…

Montenero:

Existem micro-nações com sistema financeiro (Reino Unido de Portugal e Algarves, Sofia…). Haveria algum modo de viabilizar a micro-economia ou seria somente inutilidade?

Thedim:

Inutilidade total !

Montenero:

Thedim, no dia 21 de março passado houve um encontro de reuniãos no Rio de Janeiro, mais precisamente no Porcão Rios, lá seu nome foi citado como um dos maiores opositores da Micro Igreja, a que se deveu essa fama?

Thedim:

Se deve ao Rocha que usava galochas de tão chato, ao arcebispo na época que era um chatinho também, e ao fato de eu querer criar polêmica !!!! Micro-nacionalismo é atividade. Atividade é cutucar. Cutucar é comigo mesmo.

Eu vi as fotos do encontro. Impá me mandou um link… Eu ainda tenho a bandeirinha !! Por falar nisso: R$ 30,00 ???!!! tá caro, hein ?! hehehehe

Thedim:

Outro que eu adorava perturbar era o Hullman

Montenero:

Mas como era sua relação com a Micro Igreja?

Thedim:

Bom, minha relação com a micro igreja era sensacional!!!!! Para você ter uma idéia, se o livro “Deus um delírio” tivesse sido publicado enquanto eu ainda estava ativo: eu teria publicado capítulo por capítulo no Planeta… E este caso da excomunhão em recife teria sido utilizado com certeza!

Montenero:

Mas afinal, qual era o real problema com o Rocha? Por que tanta preocupação com ele?

Thedim:

Não era problema com O Rocha… Era problema com o que ele representava.

Montenero:

A micro igreja?

Thedim:

Sim. A micro igreja era um partido político disfarçado. E sempre que se exigia que assumisse esta condição ela dizia que estava pregando. Mas sempre interferia nas questões do executivo, legislativo e até mesmo no moderador.

Montenero:

Lembro-me de que quando cheguei Reunião você era muito ativo, mas logo depois saiu… Houve um movimento denominado “Volta Thedim”. Qual foi o motivo de sua saída e por que nunca mais voltou ao Micro-nacionalismo?

Thedim:

Se não me falha a memória eu fui moderado ou suspenso de Reunião, por conta de uma das coisas que o Rocha aprontou… Tenho que olhar os arquivos para ter certeza.

Montenero:

Então a sua briga com o Rocha foi além dos rincões da micro igreja?

Thedim:

Sim… O Rocha era protegido do Impapai (neste caso carinhosamente chamado à época)… Metia-se em tudo. Era o único padre político no mundo, filiado ao PSD, se não me engano… E alguém aí conhece padre político? E, de novo, ele reagia. O que era bem melhor! Uhauhauaha

Montenero:

Bom, hoje em reunião é plenamente possível um padre se filiar a um partido político, por causa de um dispositivo canônico macro que dá a faculdade

Thedim:

Invenção absurda! Mãe é mãe, padre é padre.  Acho que houve uma capa de Planeta que foi assim… Mas enfim, fiquei vagando pelo micro-mundo e a vida macro comendo o tempo… Aí terminei mesmo minha participação.

Montenero:

 Você falou que não tinha problemas com o Rocha, mas como o que ele representava, estava se referindo com isso à micro igreja?

Thedim:

Conforme falei, meu problema com a micro igreja é que ela simplesmente servia de escudo para políticos. A micro igreja nunca fez nada de catequese ou evangelização. Não fez, e acredito que ainda não faça, porque a população do micro mundo NÃO se interessa por isso…

Montenero:

Então o desencontro, digamos, com o Rocha é por algo mais que a micro igreja?

Thedim:

MUITO mais! E não é desencontro… É divergência mesmo (não me recordo de uma palavra mais forte)…

Montenero:

Poderia nos dar um exemplo e sua opinião sobre a pessoa daquele que hoje é o Lorde Protetor do Sacro Império?

Thedim:

Ele é um interesseiro, sem caráter, sem escrúpulos… Mas isso gera atividade. Entendeu?!

Montenero:

E houve algo em especial que ele tivesse lhe feito?

Thedim:

Não me recordo pontualmente, mas basta olhar CHANDON antes de minha saída… O rocha representa tudo que não deveria acontecer, mas ele é amigo do Impapai….

Montenero:

O Rodrigo foi aclamado o regente do povo, mas foi duramente criticado por ter oferecido canetas, canecas e outros brindes a quem participasse de reunião. Como você descreveria o perfil micro-nacional do atual Lorde Protetor?

Thedim:

E ele é um meliante! Ele ainda é padre?

Montenero:

Não, depois de um relacionamento mal resolvido deixou a micro igreja e hoje é evangélico!

Thedim:

Viu?! Nem vocês agüentaram! Isso é tráfico de drogas… e daqui a pouco vai ser judeu e depois muçulmano, hare krishna etc… Ele é movido por interesses pessoais… Só o Impá que ainda não percebeu… Mas acho que até mesmo a Imperatriz, já sacou qual é a dele. Quem sabe D. Roberta consegue abrir os olhos do Impá…

Montenero:

Nesta semana ele anunciou a compra do domínio de porto claro na lista Imprensa Livre, o que gerou uma polêmica sobre o modo, digamos que, arrojado do Sacro Império se portar diante das outras micro-nações. Você acha que essas medidas prejudicam Reunião e sua imagem para o micro-nacionalismo lusófono?

Thedim:

Não… Isso é uma forma que o Impá encontra de sempre se manter em destaque: não foi o primeiro e nem o último domínio que o Cláudio irá comprar: e as outras micro-nações (estejam elas onde estiverem) que se cuidem. “Falem mal, mas falem de mim”, sabe como é isso, né?! O Rocha foi só instrumento…

Montenero:

E se eu lhe disser que Rodrigo Rocha foi Regente e agora é Lorde Protetor?

Thedim:

Tô dizendo: Impapai o adora! Nem tentem mexer que o “homi” é protegido. Heheehehehe Ainda bem que não estou lá! Algumas coisas eu não posso admitir… E esta é uma destas… hehehe

Montenero:

Em quais micro-nações você passou depois de Reunião? Poderia fazer um resumo sobre elas?

Thedim:

São melancólicas. Pasárgada talvez tenha sido a única que tinha movimentação real. Mas foi fundada por um dos mestres que foi o Art… Grande guerreiro do PACSO, ou foi outra que o Art fundou?

Montenero:

Pasárgada foi fundada por McMillan Hunt, Bruno Cava e o Aron, com companhia ilimitada, não?

Thedim:

É… Cava é outro grande cara! Guerreiro também!

Montenero:

Pasárgada hoje, em minha opinião, é uma praça de velhos enxadristas, todos contando “causos”…

Thedim:

Virou um asilo: velhinhos nas cadeiras de rodas contando da época que não tomavam Viagra.

Montenero:

Mas pasárgados à parte, por que você se negou aos apelos populares que lhe pediam pra voltar pra Reunião?

Thedim:

Porque eu estava “P” da vida com o Impapai e com o que estava acontecendo em Reunião. Eu falei com o Impá: volto se o Rocha sair. Acho que ele se lembra…

Montenero:

Você participou ativamente na campanha para a separação entre Igreja e Estado?

Thedim:

hehehehe Claro que sim! tentamos, mas o Impá vetou a mudança na constituição. Lutamos muito por isso, mas não rolou. Acho sinceramente que o Impá está certo em ser “Imperador”: não dá para este jogo evoluir sozinho e livre ou ele deixa de ter um dono e, acabará. Por isso sempre entendi as posturas protetoras do Impá.

Montenero:

Mas houve uma separação do estado e depois uma volta, há bem pouco tempo, diga-se. O que pensa sobre essa condição que hoje vigora em Reunião. Existem malefícios e benefícios?

Thedim:

Acho que se a igreja assumiu que é um partido, se comporta como tal e tem que cumprir as regras que todos os outros partidos cumprem, é perfeito. Caso contrário o problema e os embates deveriam continuar. E aí, vem a parte engraçada: embates no micro-nacionalismo são ótimos e necessários !

Montenero:

Mas a igreja não é um partido, embora seus membros do clero possam estar em partidos sua função primeira é evangelizar, não?

Thedim:

É aí que está a falha do processo! Este discurso no micro-mundo não acontece. O papel principal sempre é político. Quem vai para o micro-nacionalismo? São, em sua maioria, jovens politizados e que se interessa em debater estruturas políticas novas ou inovadoras em algum sentido.

Montenero:

E se eu disser que a micro igreja, embora continue como no macro, influenciando na política, mas está mais voltada para o evangelho?

Thedim:

Evangelizar no meio de lista de distribuição é uma imposição absurda. Se e quando alguém quiser ser evangelizado, vai a uma igreja… Onde estão as igrejas no micro-mundo ? A igreja não abre listas para micro igrejas porque sabe que ficarão vazias… Como as do mundo real….

Montenero:

Mas não é justo que a micro igreja esteja no meio do micro mundo, isto é, das listas?

Thedim:

É justo que saibam que ela exista e que sejam criadas listas específicas. Usar CHANDON para isso deveria receber tratamento igual ao de um partido político, ainda mais quando temos um micro padre que também é qualícato… Fica confuso… Muito confuso… Ainda me lembro dos nomes todos… uahuahauhauah

Montenero:

Uma vez reunião sempre reunião, você não acha? Existe em você algo de reunião que você levou para o macro?

Thedim:

Acho que muito da retórica. Sinto que as discussões constantes me fizeram evoluir neste sentido.

Montenero:

Vamos falar sobre os amores, muitos micro-nacionalista tiveram um affair com algumas meninas que povoaram as listas… na sua micro vida também houve algum caso?

Thedim:

Eu era casado e bem mais velho que a maioria das ilustres residentes na ilha. Agora que elas cresceram, eu me separei!

 Montenero:

Se pudesse voltar a uma época em reunião, qual seria?

Thedim:

Ah, sei lá! Diverti-me muito ! Acho que em qualquer uma.

Ah é !!!!!!!!! o Art criou uma nação islâmica não foi ? Algo assim… uahuahuahauha acabei de me lembrar… maluquinho ele… mas gente boníssima ! uauahauhauha

Montenero:

Há algum desafeto que ainda lhe marque?

Thedim:

Eu saí do micro… Não tenho desafetos. Alguém aí no micro ainda tem alguma diferença comigo?

Montenero:

Creio que não… Na verdade sempre que se fala no nome Rodrigo Thedim, se percebe no ar certo tom de nostalgia

Thedim:

Uhuahau, virei um dos papos do asilo virtual?

Montenero:

Decerto que não, eu diria que você é um mito e que muitos esperam sua volta!

Thedim:

Tão cedo ela não acontecerá! Mas quem sabe um dia?! Falei com o Impá que no momento é impossível, vida macro está muito, muito corrida… Mas quando tiver tempo…

Montenero:

CURTAS:

Um sonho micro-nacional?

Thedim:

Rocha numa ilha deserta tentando fundar uma micronação hare-krishna…

Montenero:

Um desgosto?

Thedim:

Rocha como LP… isso é um desgosto e uma vergonha para Reunião…

Montenero:

Um amigo?

Um dia feliz em Reunião

Thedim:

Vários: Claudio Castro, editor do Cometa, André Giserman, Luiz Azambuja, Danilo Greenspan, Filipe Oliveira, Art, Marina, Fioravanti, Fraga, Érika, Roberta Castro e, claro, o Impapai. Muitos outros que não me lembro de cabeça…

Montenero:

 Um dia feliz em Reunião

Thedim:

Um dia feliz: sempre que eu conseguia moderar o Rocha por algum motivo… hauhauhauahuahuah Quando eu ganhei a eleição na CIA (desbancando ele)… uhauahuauhhauahuaua

Montenero:

O que gostaria de dizer a todos os reuniãos agora?

Thedim:

TIREM O ROCHA DAÍ !!!!!!!!!!!! Se o Aza ou o Giserman ou Filipe estiverem ativos, escolham um deles e TIREM O ROCHA ! Rapidamente antes que vcs se arrependam…

Montenero:

Filipe, é o Sales?

Thedim:

Não… Filipe Oliveira! Uma das pessoas mais centradas e corretas do micro-mundo..

Montenero:

hummm não o conheci…

Thedim:

O Salles é meio de veneta… Pelo menos era. Mas era um bom menino.

O Oliveira já foi LP… Pouco antes de eu sair… Se não me engano.

Montenero:

O Salles deixou reunião no maior incidentes diplomático da história promovido pela QUAEX…

Thedim:

Coisa do Fraga?!

Montenero:

Ele era embaixador pasárgado e foi preso por tentativa de golpe (o que não foi provado até hoje). Nos corredores da corte dizem que foi coisa do Rocha que instrumentalizou a QUAEX com o Flávio Miranda Von Rainer.

Thedim:

Se o Rocha estava envolvido, tenha certeza que então foi coisa dele. O Salles estava muito bem em Mariana, por onde o Rocha começou a querer virar reizinho…

Flávio é um, como é a expressão, burro útil ?! Massa de manobra…. não dura 5 minutos de debate de verdade…. hehehe

Montenero:

O que diria ao Imperador Claudio neste momento?

Thedim:

Tire o Rocha daí !!! Impá, você sabe quem ele é… Sei que as vezes temos que fazer limonada com laranjas podres, mas se algum dos nomes que citei acima estiver ativo, não perca tempo. Troque logo ! Transforme o Rocha em bibelô em algum canto do Poder Moderador e coloque alguém decente no lugar…

Montenero:

Aos que foram seus coetâneos, uma mensagem

Thedim:

Resistam! Não se entreguem a este desvairado! Saiam para ruas! Peguem as armas!

Ah mais uma coisa!

Estava revirando meu micro e encontrei os arquivos da página do “DeJoelhos Bar”, queria doá-lo para o algum dos nomes acima citados, caso eles ainda estejam ativos.

Montenero:

E o que é o “DeJoelhos” Bar?

Thedim:

Foi um bar que eu inventei para sacanear a micro-igreja (Rocha e afins)… Em resposta ao fato das mensagens “católicas” em Chandon… hehehehehhe

Montenero:

Então aqueles citados que tiverem interesse podem procurar o generoso Thedim para assumirem o “DeJoelhos” bar!