Chá, Conversa e MONTENERO N. 8

Chá, Conversa e Montenero

http://chamontenero.blogspot.com

Nº 8 | 12 de Maio de 2009

 

©Editora Casa de Pacífica

© Arquidiocese de Lisboa

Circulação:

Sacro Império de Reunião

Reino Unido de Portugal e Algarves

Reino da Bélgica

Reino da França

Principado de Mônaco

 

Na verdade, poderíamos pensar várias coisas de diversos modos, mas escolhemos um modo clássico de ser. No micro-nacionalismo, muitas vezes, desejam que se toque o “sambinha de uma nota só” o que seria extremamente deletério. Em contra partida existem aqueles que querem tudo diferente sempre, fazendo do mundico o “samba do crioulo doído”.

Chá, Conversa e MONTENERO, matem seu ar conservador sem ser retrogrado e aproveita de tudo um pouco sabendo que tudo que existe tem em sim um bem que tange o que é total, universal.

Um tempo novo para um micro-nacionalismo novo… novas propostas e novas idéias sem mudar os valores. Uma proposta de micro-nacionalismo que seja ao mesmo tempo afetiva e efetiva considerando sempre o homem para além da máquina. Sentimentos, idéias e características devem ser sempre respeitadas de modo que o Bom e o Belo sejam fulgurantes no agir que segue o ser em todos os seus aspectos.

Nesta edição procuramos trazer o que há de melhor na crítica e nos corações, nas informações e nas personalidades. Uma edição clássica, com novidades e com o velho e sempre atual toque de MONTENERO! BOM CHÁ!

 

D. Fabianno Montenero C. de Monte-Real e Pacífica

Editor

Chá

 

O melhor chá do mundo é certamente o Chá Maojian de Xinyang que ganhou a medalha de ouro na exposição internacional do Panamá em 1915. É famoso por que é a especialidade das planícies centrais da China. O chá de Maojian tem textura ácida e possui entre seus componentes muitas vitaminas. A bebida é benéfica para saúde e tem uma fragrância agradabilíssima acompanhando um sabor doce no final.

A pedidos de D. Fabianno Montenero, venho falar um pouco sobre minha opinião a cerca de cada partido reunião:
 

*    PIGD – Um partido que se diz “defensor da história e estrutura de Reunião” não pode ser possuidor de uma gigantesca história de tentativas de golpes. Sendo a última o caso Pacífica. Sabemos também, e com certeza, que alguns dos grandes micro-nacionalistas que lá estão, como é o caso de Bruno Queiroz, só estão, por que quando de seu retorno de Pacífica a Arena estava em queda vertiginosa e com importância política praticamente nula.

O PIGD já foi um grande partido, hoje reuni, salvo raras exceções (como o editor deste Jornal, Jorge Adamatti e Bruno Queiroz) um grande número de “ex-alguma-coisa”, que, na verdade nunca foram nada, algumas crianças, um Premier tenta mostrar algum serviço mas vem tropeçando bastante em seu modo de ação, uma dezena de golpistas.

E, em toda eleição, o PIGD é responsável pelos maiores golpes contra a democracia Reuniã, convocando súditos totalmente inativos a votarem. Estes vêm, aparecem, dizem oi, votam e depois falam tchau. Parece-me uma brincadeira com a democracia Reunia.

Em suma, o PIGD me parece mais um partido que abraça todo e qualquer tipo de súdito, independente de ideologia, que seja capaz de puxar o saco, integralmente, do Imperador.

*    ARENA – É difícil falar deste partido, a  ARENA já foi, na história recente, o mais importante e maior partido de Reunião. Principalmente após a gestão de Alexandre Carvalho. Porém, o partido gira em torno de uma pessoa, um “general” por assim dizer. Gerson França. Se o partido está bem, é porque Gerson está ativo, caso contrário, tenham certeza que o Gerson está inativo.

É o partido mais sem ideologia de Reunião. Não tem cabimento um partido de Direita aceitar e receber a migração de membros do PacSo que é Esquerda moderada.

*    PSD – Só posso dizer que todo mundo é, por nascimento, social-democrata. Mas preferia não opinar sobre meu partido, visto que qualquer opinião minha, neste caso, seria carregado de muito egocentrismo, não me cabe falar sobre meu partido. Não aqui. Só digo que é um partido que vem se fortalecendo e que, praticamente dobrou de tamanho com a anexação dos Açores.

*    PacSo – Um partido Incógnita, já que com a saída de grande parte de seus correligionários o PacSo sofreu um duro golpe. Realmente não sei opinar sobre o partido. É um grande partido, com bastante história dentro de Reunião, tendo feito alguns premiers. Mas, ainda não entendo a aliança PIGD-PacSo que se fez no passado recente. A mim, dá calafrios pensar que Reunião está ficando tão carente de ideologia partidária. Com a chegada de Felipe Oliveira, tenho certeza que o PacSo retornará a sua ideologia inicial.

*    MicroSoc –  Um partido repleto de cabeças pensantes, é verdade. Mas, sinceramente? Eu não acredito em ideologias de “esquerda” e “direita” em micro-nacionalismo. Acredito apenas em formas de ação. Mas, digamos que um dia nos tornemos uma micro-nação “Socialista”, vamos dividir o que com o povo? Número de mensagens? Esquisito pensar neste tipo de ideologia, virtualmente falando. No entanto o Raphael Garcia é um dos micro-nacionalistas mais inteligentes que conheço, ele deve saber o que faz. Meu medo é só um, o extremismo que, às vezes, permeiam as mensagens dos membros do MicroSoc.

 

Porém, o partido é um partido amigo de Reunião, e que pensa, sim, no bem de nossa micro-nação.

Por Valadir Aerwyld de Lemos Costta

 Estudo 1

O “DESERTO CHAMADO LUSOFONIA[1]

 

Interessante notar que na primeira linha do “O Socioculturalista” já se faz notar os primeiros augúrios da doutrina que encerra. Abre-se uma porta para o primeiro entendimento da pretensão socioculturalista: um micro-nacionalismo fora do deserto!

 

A imagem do deserto é bem emblemática. Não se torna claro, apartir do editorial e também não se repete no panfleto, o alcance ou a intenção do uso da expressão logo na apresentação da polêmica propaganda ideológica.

 

Contudo não podemos deixar de considerar mais de perto o reflexo da concepção do socioculturalismo na expressão de abertura que caracteriza, para nós, o corolário sociocultrualista.

 

Se nos detivermos mais demoradamente na imagem do deserto, logo vemos a coincidência da imagem. O deserto aduz a perspectiva de que, naquele lugar árido nada se poderia se produzir. É clichê evocar a idéia de deserto quando se quer expressar a infertilidade de algo.

 

No deserto a vegetação é pobre, por falta de chuvas e pela aridez do solo, raramente se prestaria, para uma atividade que produzisse algum fruto se não fosse tratado e irrigado. A lusofonia conhece, inegavelmente, de tempos em tempos, certa crise e recessão que faz as micro-nações serem reduzidas. São movimentos pendulares que não deixam de fazer sentir suas seqüelas de modo que se enfraquecem cada vez mais.

 

A duras penas se tenta tratar esse campo, ora desértico, de modo a haver alguma atividade: novidades como o sistema econômico ou polêmicas como a usurpação de listas inteiras e embustes para gerar movimento de mensagens são verificadas quase que diariamente. Mas ainda assim muitos são os que apostam na hecatombe do micro-nacionalismo.

 

Supõe assim que o ambiente parece ser desértico naquele momento em que vem a público apresentar um modo de irrigar as atividades micro-nacionais.

 

Porém, numa segunda leitura, é possível divisar um segundo sentido da expressão, em crítica ao virtualismo no fundo da classificação impostada pelo periódico. Poderíamos entrever que a expressão faz alusão ao deserto como lugar das miragens?

 

Se a acusação dos socioculturalistas ao virtualismo procede, este é um movimento de quimeras infantis e deve ser rechaçado sob pena de transformar o micro-nacionalismo num devaneio louco da mente vaga de adolescentes.

 

Um lugar de conto de fadas não seria ambiente atraente para novos possíveis micro-nacionalistas, dadas as inovações que hoje contemplamos na trama “internética”, que na perspectiva micro-nacionalista, deixam a deturpação do virtual à beira, senão no, abismo do ridículo. Assim, a lusofonia como lugar desértico remontaria, numa segunda leitura, à fantasia empreendida em algumas atitudes virtualistas de micro-nacionalistas, ou micro-nações.

 

Não se afirma categoricamente, contudo, que a intenção imediata do autor era definir a lusofonia como tal, mas é possível aduzir um aporte, intencional ou não, neste sentido. A censura à imaginação desregrada é patente no socioculturalismo, contudo, podemos perceber no discurso cotidiano dos pensadores da corrente uma variação de opinião no que tange a graduação de “fantasia” no micro-nacionalismo. Seria um socioculturalismo mitigado ou um virtualismo mais sóbrio?

 

De um modo ou de outro, parece que a propaganda socioculturalista deixa a entender mais do que quis e menos do que diz. Só por aqui podemos encontrar uma gama de cores socioculturalista, mas não nos cabe agora tentar evidenciar e/ou distinguir tais matizes.

 

 

(CONTINUA)




[1] “Não, este não pretende ser mais um jornal no deserto chamado lusofonia.” Cf. Ibid.

Saboreando Com Pezinhos

Por Fabíola M.

(direto do mundo macro)

Que gosto tem o micro-nacionalismo pra você?

Esses dias eu estive pensando nas razões pelas quais nos sentimos tão atraídos por certas coisas na vida. Algumas nos levam às nuvens, outras nos deixam de cama, outras ainda, teimam em transitar entre as nuvens e a cama e muitas vezes nos largam num inferno qualquer. Pensei no micro-nacionalismo e no que me atraiu a princípio nele. E lembrei-me de como esbarrei sem querer na micro-nação dos ursinhos carinhosos, escorreguei onde o porto não está em trevas, tropecei onde todos são amigos do rei, relei nos franceses até que finalmente caí de cara na ilhota dos dodôs. E, esborrachada, curiosa e completamente atraída pelo novo, pelo desconhecido, decidi: quero estudar sobre essa coisa e quero fazer isso aqui mesmo onde caí! Lembrei que minha maior motivação para entrar foi realmente a curiosidade. Ahh! Quanta gente bacana e conversas interessantes! Tem de tudo e para todos os gostos. Desde o mais banal até o mais importante assunto se trata por aqui. Interessantíssima forma de conhecer pessoas, de interagir. Pensei assim. Mas… Cadê as outras mulheres? Só tem cueca é? Na época era a única mulher ativa. “Ah! Até que há mulheres por aqui, mas micro-nacionalismo é hobby tipicamente masculino”, me disseram.

O ser humano se mostra tão profundamente complexo em suas motivações, com tantos declives, saliências e serpenteios em seus desejos, que, de certa forma, até mesmo uma alma com um olhar de lince teria dificuldade para visualizar a resposta para a pergunta que me aperreou por esses dias: O que atrai alguém a permanecer no micro-nacionalismo? Para botar o primeiro pé nessa montanha-russa sabe-se que a curiosidade é a razão. Mas e depois? Por que ficam tanto tempo? Pessoas que estão distantes em sua maioria permanecem interagindo uns com os outros, levando a sério por bastante tempo. Pelo que? Conhecimento, que se pode conseguir por outros meios também? Amizades ou algo mais, ainda que pareçam ser apenas letrinhas coloridas numa tela, fotos, imagem de web cam ou uma voz?

Que gosto tem o micro-nacionalismo para nós? Que tal o gosto de desenvolvimento intelectual somado ao gosto de não se sentir sozinho à noite quando se chega do trabalho ou na madrugada? Que tal o gosto da juventude? Aquela sensação de que temos que sugar tudo que existe no mundo com um canudinho. Que tal dizermos que tem gosto de ‘virtual’ que vez por outra implora loucamente pelo real? Ahhh! E o que dizer daquele gostinho de quando se abre a sua caixa de entrada de e-mails e ela esta lotadinha? Ok! Enche os “pacovas” às vezes! Mas embora reclamem, se ela permanecesse vazia por muito tempo reclamariam ainda mais. Esvair-se-ia a sensação de ser necessário à micro-nação, necessário a alguém. Agradável é o sabor de mensagens sendo recebidas. É como alguém dizendo: Ei, você é importante e não está sozinho!

Como seres sociais que somos, necessitamos nos sociabilizar, pelos meios que sejam. Mas o perigo de nos envolvermos demais com pessoas e situações e sofrermos posteriormente é exatamente igual no macro e no micro, no real e no ‘virtual’. A diferença é que no ‘virtual’ ou no micro os envolvimentos e possíveis decepções acontecem em alta velocidade. Talvez por isso sejam chamados de superficiais. Tudo vem e vai com uma rapidez incrível, a qual, muitas vezes, a alma não acompanha não se conecta ou desconecta de outra alma na mesma velocidade em que os pcs se conectam e desconectam uns dos outros. Isso acontece não só no micro-nacionalismo como em todas as formas de interação à distância. Entretanto, mesmo com seus momentos amargosos e pequenas caretas, o micro-nacionalismo certamente representa uma das mais saborosas formas de sociabilização produtiva do meio ‘virtual’. Apesar de tudo que já amargou em meus pezinhos, para mim o micro-nacionalismo sempre terá gosto de docinho néctar que, mesmo pisando de longe, posso sentir.

Por Nuno Coelho

 


Bem, estamos aqui mais uma vez comentando nessa coluna tudo que acontece na mídia reuniã. Desde o último chá, muita coisa aconteceu, virando de cabeça pra baixo o periodismo reunião. Houve até publicação indenizando macro-nacionalmente por dados por elas
publicados, o que representa grandeza de caráter de seus autores.

Também tivemos recentemente uma propaganda audaciosa, sobre um canal de vídeos, o que engrandeceria muito a imprensa desta micro-nação, infelizmente, acabou em confusão. Aliás, falando nisso, e a história do tele-jornal, que foi comentada em CHANDON há algumas semanas atrás?

Ainda está viva? Também conhecemos estes dias várias publicações novas, trazidas
diretamente do Reino dos Açores, ou a primeira edição do “Sociomauritanista”, é parece que eles estão trabalhando bem por lá…  Vamos agora às subseções (com essa reforma ortográfica, põe hífen, tira hífen, ficou uma confusão imensa) dessa coluna, vamos dar agora o “Quem irrita” e o “Quem é legal” desse chá!

O “Quem irrita” de hoje vai para a “Tribuna de Reunião”, em especial
para sua edição de número 18, que chega a levantar falsas acusações, assim como opiniões duvidosas, já bastante criticadas na própria publicação. É até normal uma certa inclinação política nos periódicos, mas assim já é demais.

Chega de atirar pedras, vamos pra rasgação de seda, o “Quem é legal” de hoje vai para a união de três dos maiores e mais respeitados periódicos de Reunião, “Uma labareda incendiou o telégrafo, foi a maior comédia”. Esta união só faz com que estas publicações, que já
são de grande quantidade, consigam melhorar-se ainda mais pela troca de figurinhas entre eles.

Na opinião pessoal deste colunista, foi uma excelente iniciativa, agora fica mais fácil de ler os três. Ficam aqui também os parabéns aos autores dessas três publicações, que também recebem esse “Quem é legal” por tabela.

Sem mais, voltamos a qualquer momento com mais um chá, conversando

Hoje nosso chá é algo de especial, algo de fantástico e algo de marcante, na chávena o famoso Maojian de Xinyang, e na Conversa Romulita Beatriz. Como vai Romulita?

Romulita Beatriz:

Bem!

Montenero:

Vamos começar bem do começo, como e quando conheceu reunião e o que fez você ficar?

Romulita Beatriz:

Quando eu não lembro, mas conheci através da minha irmã, e eu quis participar por simples curiosidade.

Assim que entrei deu vontade de sair logo por causa da quantidade de mensagens, mas gostei muito das pessoas e desisti de sair.

Montenero:

Essa é a pauta do momento em Reunião. A quantidade de mensagens. Você acha que para um novato a quantidade de mensagens é um mal, quero dizer, o novato fica assustado?

Romulita Beatriz:

E como fica!

Montenero:

Não sei! Talvez o que falte ao novato seja um pouco de criatividade para o solo fértil do Micro-nacionalismo… Muito virtualismo e pouca utilidade no que diz respeito às mensagens o que acha?

Romulita Beatriz:

É, o povo viaja um pouco.Tem muita mensagem inútil.

Montenero:

Temos assistido um boom demográfico em Reunião por causa de anúncios em Revistas macro, mas as mulheres ativas ainda são a menor parcela da sociedade reuniã. Você acha que as mulheres não participam muinto por que não encontram espaço?

Romulita Beatriz:

Não, acho que é falta de interesse mesmo… Acho que elas não se interessam muito por essas coisas. Não tem muita coisa no MN que uma mulher goste. Tipo, tem muita política, e tem mulheres que não gostam muito, traduzindo tem hora que é meio chato.

Montenero:

E o que você acha que daria mais empolgação às mulheres em Reunião, por exemplo? Um desfile de modas?

Romulita Beatriz:

Aff…

RE é política, então para as mulheres se interessarem elas tem q gostar de política ou qualquer coisa q sirva no MN.

Imagine um desfile de moda com todos os gordinhos de RE (a passarela teria que ser de adamantium…)

Montenero:

(Risos) Você é de mais!

Romulita Beatriz:

(Risos)

Montenero:

Diga-me, entre você e a sua irmã Fabíola Melsi Zagreus, no macro rola assunto de Reunião? Como é eess relacionamento?

Romulita Beatriz:

Sim, rola assuntos de RE. Agente conversa, comenta o que  acontece mas agora que ela saiu a gente não conversa muito mais sobre RE como antes

Tipo, eu não lia CHANDON, e ela lia e eu perguntava pra ela o que tinha acontecido de interessante e ela me falava, mas agora que ela saiu, tenho que ler mesmo… Eu meio que explorava ela, eu pedia um resumão de sei lá quantas mensagens de CHANDON.

Montenero:

O que você acha que falta às mulheres reuniãs?

Romulita Beatriz:

Nada

Montenero:

Romulita, vamos lá! Se você fizesse um Ranking dos “10 homens mais” de Reunião quem seriam eles?

Romulita Beatriz:

Xiiiii! Peraí deixa eu pensar…

1. Cláudio (só pra puxar o saco);

2. Lucas (é lógico);

3. Montty (meu amigo viciado em trakinas);

4. Clubinho (meu futuro cunhado eu espero);

5. Tiago Galvão (amigo supremo);

6. Luiz Azambuja (com toda certeza O Louco!);

7. Bragança (amigo sempre);

8. Flávio Miranda (outro louco);

9. Brunny (chato, mas legal);

10. Ézio (amigo super).

Foi a ordem que eu me lembrei, mas todos são importantes pra mim!

Montenero:

Que interessante! Parece um círculo de amigos muito sui generis

Romulita, para terminarmos você poderia dizer algumas coisas que não gosta nos homens de Reunião!

Romulita Beatriz:

Caramba! Sei não! Ah, na lista eu esqueci de uns nomes era pra ser 15 eu acho que não tem nada que eu não gosto. Talvez algumas brincadeiras chatas que alguns fazem; é pode ser isso!

Montenero:

Há algum tema que deixamos de fora sobre o qual vc gostaria de falar?

Romulita Beatriz:

Bicho, o entrevistador é você… Manda e eu respondo

Montenero:

hehehe! Está bem, quero tocar num assunto muito delicado…

Romulita Beatriz:

Manda!

Montenero:

Sua irmã esteve casada em Reunião e sabe-se lá por que contas as coisas não deram muito bem. Como ficou essa relação?

Romulita Beatriz:

Entre ela e o Braga? Eles não se falam mais  infelizmente!

Montenero:

Mas cá entre nós (só de fofoquinhas) o que houve de fato?

Romulita Beatriz:

Não sei, ninguém quis me dizer nada, nenhum dos dois… E eu também não gosto de ficar perguntando essas coisas (eu sei que ela ficou chateada) mas também só isso

Montenero:

Humm… E o seu coração? A quem pertence em Reunião?

Romulita Beatriz:

Dãããããã. Em Reunião, advinha!!!!

Montenero:

Quem (eu to por fora)

Romulita Beatriz:

Em Reunião isso é micro-nacionalmente eu sou casada então advinha… Meu coração micro-nacional pertence ao  Lucas de Simone. Isso é micro-nacionalmente!

Montenero:

Ixi! Você casou com o Lucas de Simone?

PAI DO CÉU, onde eu estava? Ei, Fui eu que fiz o casório?

Romulita Beatriz:

Acho q foi você sim!

Montenero:

Eu devo estar ficando velho!

Romulita Beatriz:

É! Calma, respira, relaxa

Montenero:

E como é estar casada com o De Simone, o novo Premier de Reunião?

Romulita Beatriz:

É normal oras! Em casa ele é tranqüilo!

Montenero:

Cá entre nós, como é ser mãe do Brunella e avó do Bertochi?

Romulita Beatriz:

É muito normal, eles não me enchem muito o saco não

Montenero:

Cá entre nós, o Bertochi é um falastrão… Lembro-me de quando ele disse no Salão Rectangular que as mulheres deveriam apanhar mesmo!

Romulita Beatriz:

Tipo, ele merece uma bela surra por ter dito isso!

O Berto não fala muito comigo, mas quando fala é só sobre Reunião e pouca coisa. Em mulher não se bate, AMA!!!!

Montenero:

Romulita, às vezes você tem uma personalidade agressiva no CHAT ou é só tipo?

Romulita Beatriz:

Se me encher o saco eu fico com raiva mesmo, mas se me tratar bem eu fico tranqüila só não pisar no meu calo. Eu trato bem, quem me tratar bem!

Montenero:

É uma grande diferença de personalidade entre você e sua irmã. A Lola faz questão de ser politicamente correta, você não! Se tiver de xingar, xinga e pronto!

Romulita Beatriz:

Exato! Mas sinceramente eu não gosto de falar palavrão. Tanto que em casa (macro) eu não falo palavrão.

Montenero:

Alguns no começo (e como sempre) acharam que você era um paple mal feito que sua irmã tinha bolado, mas logo você se destacou no chat com sua personalidade forte e marcante… Hoje você é um nome conhecido, embora mais nos chat que em CHANDON, a que se deve isso em sua opinião?

Romulita Beatriz:

Égua! Eu falo mais no chat do que em CHANDON por falta de criatividade, sei lá não sei o que escrever, só falo em CHANDON quando tenho alguma coisa pra dizer realmente

Tem um amigo meu (macro) que diz: “É melhor ficar calado do que falar besteira”, né verdade?

Montenero:

Por certo! Mas é interessante como você se tornou uma personalidade em reunião por meio do chat, qual a importância do chat pra você em reunião?

Romulita Beatriz:

Você conhece melhor as pessoas, cria amizades, se diverte com as conversas, ri bastante, enfim uma pá de coisas.

Montenero:

E toma um bom chá com o Motenero!

Estivemos aqui com Romulita Beatriz, uma personalidade forte bem conhecida não pelo tanto de mensagens que envia a CHANDON, mas por um modo diferencial de ser ativa: o MSN. Romulita, suas palavras finais!

Romulita Beatriz:

MONTTY!

Bora comer trakinas, comer pipoca, tomar coca, e assistir um filme filé!

Montenero:

(Risos)

Romulita Beatriz:

(Risos)

Montenero:

Certamente, uma figura impar no Sacro império de Reunião… Romulita, muito obrigado pela entrevista e pelo chá a dois!

Romulita Beatriz:

Traduzindo: é loucura e dizem ser alegria

Correspondências

Aos leitores, esta coluna sempre será um espaço para suas manifestações. Uma revista séria que busca agradar ao leitor sem faltar com a verdade e o entretenimento.

 

“Particularmente já estava com saudade do melhor veículo jornalístico do MN Contemporâneo.”

 

 Rafael Ithzaak

(Em CHANDON)

 

 

 

Para quem não conheceu o Thedim, trata-se de uma das maiores criatividades que já passaram pelo micronacionalismo. Assistindo-se-lhe, ou não, a razão em cada uma das discussões de que participou – e foram muitas! -, todas se tornaram impagáveis – e quase sempre ensejaram uma campanha ilustrada com logotipos da mais alta qualidade. Era atividade garantida.

 

Faço questão de recusar a oferta do DeJoelhos Bar, para que a sua reabertura seja sempre um pretexto para a volta do Thedim.

 

 

Abraços,

 

André Giserman

Grão-Duque de Tomás Coelho

 (Em CHANDON)