Carta Branca


Saint-Denis, 19 de junho de 2014 – Ano I – Número 1


Enfim, eleições!


Levanta a mão quem se lembra da última eleição em Reunião!
Para quem acompanha as notícias do Grão-Índico (ou seja, uma importante parcela espalhada pela lusofonia), a última eleição direta em Reunião foi em novembro de 2012, com a presença de 61,5% dos eleitores inscritos e a vitória do Microsoc (Partido Micronacional Socialista).

De lá para cá, muita coisa mudou.
Muitos cidadãos foram (e/ou voltaram), e no início deste ano o Império entabulou a experiência do bipartidarismo, restando no cenário apenas o PSD (Partido Social Democrata) e a Arena (Aliança Reedificadora Nacional), mas bem diferentes do que já foram no passado…
Não deu certo. Reunião tem um espectro político bem mais amplo, e antigos cidadãos voltaram ressuscitando as antigas seitas ideológicas. Microsoc e PIGD (Partido Imperial pela Glória da Dinastia) já tiveram seus registros homologados, e agora apareceu uma nova agremiação, a União Nacional por Reunião (UNR). Ao todo, são 4 listas eleitorais que irão para o pleito – apenas o PIGD não apresentou candidaturas a tempo para o prazo, mas sabe-se lá o que pode acontecer lá – o calendário eleitoral já foi mexido 3 vezes.

Em Reunião só existem eleições nacionais para a composição da Assembleia Popular de Qualícatos. Depois ela se reúne e escolhe entre seus membros o premier do Império. Praticamente, é sua única função.

O problema: Reunião tem um sistema bicameral. A câmara alta (Conselheiros Imperiais) e a baixa (Qualícatos). Na alta, são escolhidos pelo poder moderador de 9 a 16 (!) micronacionalistas de grande experiência e fidelidade ao Império. Na baixa, fica o “resto”.
É por isso que as eleições em Reunião se tornam empreendimentos realmente gigantescos (eram 10 qualícatos, número também alto, até que a Sagrada Constituição virou uma “colcha de retalhos” e seu número se tornou variável; desta vez serão apenas seis), e os partidos costumam indicar novatos ou partidários que por algum motivo não couberam no Conselho de Estado. Na prática, eles ficam ali até sumir e serem substituídos por outros, até a APQ fechar de novo.

O posto de premier possui um altíssimo poder (graças ao instrumento do Decreto Executivo Extraordinário, que permite ao premier “mexer” quase que em tudo) mas é pouco visado pelas cúpulas dos partidos e pelos micronacionalistas mais experientes, já que implica em uma cobrança geral por atividade – que certamente não depende de uma pessoa só. Sem contar que, nesse momento, não há nenhum premier ocupando esse posto há mais de 10 dias.

Sim, porque a renúncia do ex-premier Lucas de São Petrônio (07/junho), embora aceita pelo Imperador-regente, só foi acatada oficialmente ontem (18/junho) pelo Lord Protetor, ao investir o marquês no vice-reinado de Mauritius e na Desembargadoria Imperial, após curtíssima passagem do marquês de Altamira Queluz.
O presidente do ECIE, Glauco de Torres Novas (que deveria assumir, de direito, o Magistral após a renúncia de seu antecessor no último dia 7) não aceitou tomar posse do governo e empurrou o Poder Moderador a convocar eleições para a APQ – o que é coerente com sua trajetória pessoal, já que exigia eleições quando estas foram negadas.

Agora, com as eleições já convocadas e as candidaturas homologadas pelo juiz imperial Nuno de Guimarães Rosa, a sucessão ao Magistral entra em processo acelerado para seu desfecho e a futura formação do governo. Embora a composição da APQ não traga surpresas, a escolha do premier é, hoje, inteiramene imprevisível.


 
Temporada de caça


O Egrégio Conselho Imperial de Estado está reunido em sessão especial. Um sonho de valsa para quem acertar o que está sendo votado…
Sim, mais uma enquete sobre o futuro do conselheiro Bony Inoue, duque de Gavião Peixoto. Já é a terceira votação desse tipo desde o início do ano!

Tirando esta (que foi feita por solicitação do Desembargador Imperial), todas as demais foram feitas pelo seu rival do momento, o conselheiro Glauco de Torres Novas. A primeira, em março, pedia a sua remoção do cargo de Procurador-geral (do qual veio a renunciar em maio, criando o apelido de “Arregão”, dado pela imprensa sensacionalista); a segunda, em seguida à renúncia, pedia a sua deposição do Conselho por crimes de omissão e procastinação na mesma PGI – e foi rejeitada por não chegar aos 3/4 dos votos.

Agora, a votação é pela quebra da imunidade solicitada pelo Desembargador Imperial para o permitir o seu julgamento pelas mesmas acusações.


O Duque em seu esporte favorito


A quebra-de-braço entre Torres Novas e Gavião Peixoto vem engessando o ECIE desde março, mas há quem aplauda esse jogo.
Geralmente, o debate é de baixo nível de argumentação e costuma geralmente trazer ao floor outros conselheiros não envolvidos diretamente na disputa ou que querem ver o circo pegar fogo.
Estão em jogo não apenas a disputa pessoal entre os dois conselheiros, mas o confronto direto entre PSD e Arena, e desavenças que tomaram forma quando Torres Novas assumiu como Generalíssimo de Stráussia.

A cassação de conselheiro não é bem vista pela tradição imperial – e nem pelas democracias (exceto a de Chávez, na Venezuela). A maioria não pode cassar a minoria. Pode-se discutir, debater, se esgoelar; mas nunca cassar. Calcula-se que o ECIE perderá 70% da sua atividade geral se Gavião Peixoto for suspenso de suas funções ou eleito qualícato – a não ser que seja escolhido outro alvo para a temporada de cassações.


ENTREVISTA:
Glauco de Torres Novas
O entrevistado

Nome: Glauco Garcia de Freitas e Murta Ribeiro
Tempo no micronacionalismo: 7 anos
Micronações em que já esteve: Sofia, RUPA, Reunião, Pathros, Ludônia.
Partido que simpatiza: PSD e qualquer partido de viés progressista.
Hobbies: micronacionalismo, internet
Livros: todos relacionados à filosofia e psicanálise.
Pensadores em mente: Friedrich Nietzsche e do Bart D. Ehrman
Pensadores fora de sintonia: Apóstolo Paulo de Tarso e todos os outros apostolos bíblicos
Aprendeu com: Tiago Melloni, Rodrigo Mariano, Ferdinand da Austria, Flavio Miranda, Pedro Nogueira, Luiz Saboya, Lucas Baqueiro, Nuno de Guimarães Rosa, Marcela Fogli, Heitor Baltazar, Giancarlo Zeni, Dimitrius Angelopoulos-Samaras.

CB: Você concorda com a imagem difundida pela Arena, que mostra o duque de Gavião Peixoto como uma vítima?

Glauco Freitas: Temos que ter em mente o seguinte, não há novatos em Reunião. Os micronacionalistas em atividade são pessoas experientes, que conhecem muito bem o funcionamento institucional, político, legal de Reunião. Então qualquer tentativa de vitimizar um indivíduo é uma falácia. É querer colocar como coitadinhos, os macacos velhos que estão por aí. Quando olhamos o conceito básico, ser vítima é quando um indivíduo sofre uma ação (criminosa) de um agente mal intencionado e isso não está acontecendo, até o presente momento, no cenário político. O Partido Social Democrata tem como uma de suas bases centrais, a eficiência na política, a gestão pública de qualidade, o serviço público que atenda as necessidade de todos os Reunião de maneira adequada. Isso vale não apenas no âmbito Imperial, como também na capitanial. Não podemos admitir que Reunião seja comandada por pessoas que não estão dispostas a trabalhar de verdade. Um líder fraco e ineficiente, prejudica não só as instituições, como também todo o Império e a todos os súditos de Sua Sacra Majestade Imperial. A nossa luta não é contra a pessoa em si, mas contra a ineficiência de algumas pessoas. Se determinados políticos ineficientes se colocam como vítimas, logo o nosso combate à ineficiência, passa a ser um crime. Até aproveito o momento desta entrevista para solicitar a Quaex e a Procuradoria Geral que me prenda e a todos do PSD, pois não abriremos mão de cometer este “crime”.

CB: Então não existem macacos velhos no PSD?

Glauco Freitas: Sim, há “macacos velhos” no PSD, assim como em todos Reunião, a diferença é que no PSD, nosso macacos velhos são eficientes, competentes, e só se envolvem em assuntos em que realmente dominam com maestria. E se não dominam, se esforçam, estudam, pesquisam para aprender a um determinado ofício. Tiro exemplo por mim, que macromacionamente não tenho formação em direito, fui nomeado Procurador Geral do Império e consegui manter a instituição funcionando, fazendo com que ela cumpra com seu papel constitucional. Mas tem uns macacos velhos por aí que não têm essa mesma preocupação que temos de estudar e pesquisar. São preguiçosos e nos apresentam um trabalho porco e imundo. Essa é a grande diferença!!

CB: E como vê o trabalho da PGI hoje?

Glauco Freitas: Considero o trabalho na Procuradoria Geral do Império como um dos mais complicados que existem em Reunião. Ser Procurador Geral é ter em mente que será a pessoa mais odiada do império. São ossos do ofício, pois ninguém gosta de ser advertido ou denunciado pela PGI. Mesmo que as pessoas façam a “caveira” do procurador, a sua função constitucional é o de zelar pelo cumprimento das leis. Isto está na Sagrada e não temos como fugir. Eu costumo repetir as palavras de S.S.M.I Claudio, onde ele diz que ser processado não é ser condenado, e que ser alvo de inquérito é tão preocupante quanto pular cordas.

CB: Reunião vive hoje um “oldman boom”. Na sua opinião, o micronacionalismo pode voltar a atrair novatos, ou teremos que conviver para sempre com os que já estão no hobby?

Glauco Freitas: Penso que o Micronacionalismo pode sim atrair novatos, mas para isso é importantíssimo duas coisas: publicidade e tecnologia. Reunião só se tornou na maior micronação da lusofonia graças aos esforços de S.S.M.I Claudio I em fazer a publicidade de Reunião nas principais mídias macronacionais. Foram jornais, revistas e propagandas as principais mídias usadas por ele. A mais recente ação publicitária que foi feita e que todos devem se lembrar foi na revista Tio Patinhas. Todos em Reunião se lembram do boom populacional que aconteceu em 2009 graças a esta revista. Tanto é que esse bool populacional ficou conhecido como o Efeito Tio Patinhas. Mas por um despreparo e planejamento na época, esta ação teve poucos resultados duradouros. Mas não só a publicidade pode atrair novatos, mas o uso de novas tecnologias digitais também. Não dá mais para restringir o micronacionalismo apenas a uma lista no Yahoo ou Google, é preciso ampliar mais para tornar este hobby ainda mais atraente do que já é. Temos uma fanpage de Reunião com cerca de 6300 curtidores, temos um material imenso para trabalhar e que muitas das vezes é deixado de lado por todos nós. Hoje o acesso a internet ficou muito mais fácil graças aos smartphones, ou seja, podemos atuar em Reunião de uma maneira full time. Eu por exemplo, só uso computador apenas para publicar documentos oficiais, no geral, cerca de 95% do meu tempo dedicado a Reunião acontece via smartphome. O mais importante a ressaltar é que para introduzir novas tecnologias no universo micronacional, é preciso ter boa vontade e disponibilidade de todos para acompanhar os novos tempos. Ou inovamos, ou ficaremos esquecidos no velho sistema que não atende aos anseios das novas gerações.


 
Crescimento. Até quando?


Reunião valoriza muito a quantidade mensal de mensagens como índice da atividade no país. Por esse critério, o Império caiu a um dos índices mais pavorosos de sua história em fevereiro deste ano, quando baixou ao patamar de apenas 93 mensagens no mês (só superado pelo igualmente pavoroso maio de 2003, quando Reunião esteve sem governo formal).
Foi por esse motivo que foi declarado o “estado de emergência e calamidade pública” (13/março), com o objetivo expresso de aumentar o número de mensagens e elevar, por consequência, o índice da atividade geral.

Desde então, Reunião tem assistido a um aumento sensível da atividade mensagística, impulsionada sobretudo pela volta e/ou reativação de um grande número de súditos que retomaram seus assentos no governo e na nobreza. Em média, cada velho (quer dizer, novo) cidadão recebe 8 a 9 mensagens de boas-vindas. Outros, nem tanto. O Egrégio Conselho Imperial de Estado, que estava com apenas 4 membros ativos, hoje conta com 11 integrantes (bem próximo do teto, que são 12), e já foram convocadas as eleições para a reabertura da Assembleia Popular de Qualícatos (APQ), com a inscrição de 4 listas partidárias – veja a matéria inicial.

Contudo, o índice de mensagens ainda é preocupação para a oligarquia. O índice de crescimento apresenta oscilações (veja o gráfico abaixo) e a projeção de mensagens para o mês de junho (mesmo com a propaganda eleitoral) não prevê um aumento expressivo.


Além disso, existem dias em que a lista nacional (o Chandon) simplesmente não recebe mensagem nenhuma. Nas listas capitaniais, o índice de mensagens é insignificante. Boa parte da atividade mensagística é proporcionada pela abertura da lista do Conselho Imperial, quando comentários não regimentais são expostos pelos próprios conselheiros para a discussão pública.

De qualquer forma, Reunião parece ter saído de sua fase mais complicada, quando surgiu o espectro da “morte do micronacionalismo”, que ronda a lusofonia. Resta agora esperar uma atividade mais qualificada por parte das capitanias, do vice-reinado de Maurício e de Açores.


  VISÃO DO EDITOR
O choque de atividade prometido em todas as áreas pelo Decreto Executivo 1 (07/mai), do então premier Lucas de São Petrônio, teve a sua primeira (e até agora única) vítima: a capitania de Le Port, que acabou por ser fundida no último dia 3/junho à sua unidade territorial mais próxima: Conservatória.

O critério do Decreto foi o mais estranho: cada unidade (para sobreviver) deveria ter 3 conselheiros, e todos esses conselheiros – que, não custa lembrar, são indicados pelo Poder Moderador, levando em conta a proporção entre os partidos – deveriam ser também administradores regionais (burgomestres, alcaides, etc). Sobrou para Le Port, que há anos vem sofrendo com a falta de moradores permanentes.
Mas também poderia ter atingido qualquer outra das unidades territoriais do Império. O critério não é elástico, mas a moradia dos cidadãos é.

Contrariando a visão do Imperador (o maioral, D. Cláudio I), para o qual a existência de várias unidades territoriais seria um estímulo à atividade, o ex-premier Lucas de São Petrônio promulgou seu primeiro Decreto inspirado na filosofia da concentração em poucas mas muito ativas subdivisões. Não é mistério para ninguém que essa visão é compartilhada por outros (até mesmo para esse editor), particularmente em relação a Açores reuniã (vice-reino não anexado) e a abandonada Porto Claro Ocidental.
Talvez isso explique a divisão em Reunião em reagir quando Giancarlo Zeni pegou a ilha de Faial e constituiu como reino independente. Na realidade, muitos até adorariam que o reino tivesse levado todas as ilhas, mas isso já é outra história.

O fato é que nunca existe um momento em que um decreto tão mal discutido com sociedade (na verdade, nada discutido) possa a ser aplicado com o mínimo que se exige de justiça. Apesar do prazo estipulado ser de 5 dias, ele só vigorou sobre Le Port quase um mês depois – com mudanças anteriores e posteriores.
No quadro de hoje (se fizéssemos essa simulação), a única capitania remanescente seria a própria Conservatória-Le Port (local de moradia de 3 conselheiros: Labneh, Zeni e Laucimar, mas na ocasião tinha apenas 2). Todas as demais não teriam conselheiros suficientes: Stráussia (que tinha 3 conselheiros na ocasião, e hoje apenas 1), Fournaise (tinha 3, e agora somente 2), Saint-Denis (1), Açores (tinha 1 e agora tem 2) e Mauritius (nenhum, e agora 2).
Beatriz continua não tendo nenhum conselheiro.

Ao contrário da Desembargadoria (que se opôs acirradamente ao Decreto), as capitanias não fizeram nada contra a extinção. Confiaram, acertadamente, no jeitinho reunião de não se levar a efeito as leis com rigor.
Talvez justamente essa leniência explique o fato de que a atividade regional acabou não sendo incentivada, embora o que não faltam sejam prognósticos e promessas.

Vamos ver o que o tempo vai dizer…


Pronto! Falei…

Passando a bola
Quem melhor para decidir se um processo contra um Conselheiro Imperial tem motivação política ou não que seus Honoráveis Pares?” Com esta frase, o Desembargador Imperial devolveu ao ECIE a responsabilide de decidir se o processo em curso contra o conselheiro e ex-procurador-geral imperial Bony de Gavião Peixoto é ou não é político. Resta saber como o Desembargador vai interpretar o resultado da votação.

Flavius, 10 anos!
O Imperador-regente Flavius Rainer emitiu comunicado hoje evocando os seus 10 anos de micronacionalismo. O regente do coração lembrou os súditos das alegrias e das tristezas desse período. Um abraço do Carta Branca!

Tristeza.
Reunião está de luto pelo falecimento da viscondessa-matriarca de Câmara Cascuda, mãe de Gustav Otto. É muito raro que os micronacionalistas consigam compartilhar suas notícias tristes no ambiente conturbado das listas nacionais. Normalmente, se fecham sozinhos e parece que tudo ao redor se transformou numa parede fria e sem sensibilidade. Depois até decaem da nobreza pelos dias de inatividade.

Mandando bem!

Marcela Fogli está mandando bem no cargo de Lady Vexilária do Império (o braço-direito do braço-direito do braço-direito). Ao contrário do erro de digitação na Ordenação Gloriosa que a nomeou, ela não “vaxilou” nenhum minuto, e está sendo um ótimo auxílio ao Lord Protetor Pedro de Torres Homem, o duque do cavalinho.

Proibido para menores.
O prolífico escritor Nuno de Souza, o conde de Guimarães Rosa, promete a mais ousada novela já escrita em Reunião. Suspense no ar e leitores morrendo de ansiedade.

A volta dos que não vieram.
Falando em Souza Coelho, Ézio Nunes prometeu voltar à ativa e não retornou. Perdeu o baronado e o assento à nobreza. Faz companhia a Adenilson Silva e Carlos Balduíno, que deram o ar da graça, fizeram uma lista de perguntas e logo desapareceram. Não devem ter se sentido bem.

Recado dado.
Valadir Aerwyld emocionou os reuniãos mandando um vídeo que mostra a sessão de desagravo ao seu pai, advogado que sofreu uma injusta ordem de prisão proferida por uma juíza. “Estes juizes que se pensam Deuses”. Alguma indireta?

Fogueira acesa.
Para uns, um tema que deveria ser melhor conhecido. Para outros, uma irmandade que vem do satanismo. O assunto é a Maçonaria, e quem acendeu esse assunto foi o Arcebispo Dom Ruy Hallack. Ele e o frei Lucas (agora arcebispo em Maurício) não são irmãos quando tratam disso.

Mega-feriado…
O vice-rei da Açores reuniã, Dom Bony Inoue, decretou feriado de 16 dias para festividades juninas no arquipélago. Ficou parecendo um convite à folga geral em pleno esforço pela retomada da atividade. A gritaria foi geral. Levou puxão-de-orelha até do Imperador-regente.

Provocando com vara curta
Ao lançar-se como candidato a qualícato pela Arena, o seu presidente Bony de Gavião Peixoto, foi contestado pelo presidente do ECIE, o duque Glauco de Torres Novas, que estranhou um conselheiro querendo ser qualícato. Bony disse que renunciaria quando eleito e se saiu com essa: “Aproveitando a oportunidade, peço seu voto…”. O clima ferveu. Mas sempre tem a turma do deixa-disso…

Pega leve!
Falando em Conselho, é natural que o clima esquente nas sessões legislativas. Um baixaria de vez em quando entre os honoráveis conselheiros… tudo bem, isso passa. Deixa discutir. Mas não ousem falar em projeto de lei! O presidente da Casa, Glaucus “Babeuf” cai em cima, e se puder até coloca em moderação. Onde já se viu discutir lei fora de hora!

Revogando o irrevogável
Terminou em problema técnico-burrístico a votação do Édito Irrevogável de reconhecimento diplomático do Estado do Badakhshan. A votação terminou com placar de 4 x 5 contra o reconhecimento. Mas dois conselheiros juram que queriam votar pelo reconhecimento.


Mau-humor é coisa de Procurador!

 

CARTA BRANCA

Editor

Renan Saifal

 

Circulação interna

Chandon


Circulação externa

Areuniana (ARN)

Jornaleiro


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