Boletim de Notícias da Agência Reuniana de Notícias

Boletim de Notícias

Anno I – Número I            Uma Publicação de Agência Reuniana de Notícias        20 de Fevereiro de 2015

 

 

Boletim de Notícias: Um Diário para Reunião

 É com grandes esperanças que se inicia este novo veículo de informação, direcionado a todos os reuniãos, com o interesse nobre de repassar a verdade livre da tendenciosidade comum ao jornalismo privado. O Boletim será editado semanalmente, e publicado toda sexta-feira após o pôr do sol. 

 

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O Crescimento Populacional

 

  A popularmente conhecida Revolução Gloriosa, não teve efeitos poderosos apenas na política oficial da nação, mas também no crescimento populacional. Um grande número de “imigrantes” chegou recentemente. O número de novos membros que antes se mantinha fixo em Um ou Dois, n’um único dia, saltou para 13. Não obstante, não é isso o mais importante, mas sim o número de apresentações e novos reuniãos dispostos a participar ativamente em prol de Sua Sacra Majestade Imperial.

  Essa micronação tão conceituada está prestes a passar por sua própria Renascença de atividade e vertiginoso desenvolvimento interno, assim se espera. 

 

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O Contato Escorvanês

  Uma nova micronação foi, nessa semana, reconhecida por Edicto Irrevogável do Lorde Protetor. O Reino de Escorvânia, localizado na região do Gujarate no noroeste da Índia e regido pelo Kfah Raon III, da Casa Real de Ascalan, é uma promissora micronação com conceitos fortes e bem estabelecidos, que envolvem história, cultura, orgiem étnica e até mesmo um proto-idioma.

  Esperamos que a diplomacia entre nosso glorioso Império e a nação escorvanesa decorra sempre cordial.

 

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Propaganda Política

  Os partidos políticos entraram em guerra. As propagandas políticas estão furiosas. Mesclam-se ovações e críticas pesadas, nesse mosaico que é Reunião, o que, certamente, não há de faltar é o confronto. Desejamos a todos os partidos, e seus filiados, sorte.

 

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Reativações

 

  O primeiro passo para a restauracção definitiva d’uma actividade constante é a total reativação das regiões. O Vice-Reino de Maurício, o último dos territórios reuniãos a passar por reactivação. Entretanto, talvez, seja sábio, como ressaltou Sua Sacra Majestade Imperial, não reactivar e manter como área de protecção ambiental. Ainda falou d’uma grande tristeza que acontece, que é a degeneração d’uma espécia de grande importância para o Sacro Império: o pássaro dodo. 

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EXPEDIENTE
SECRETARIA IMPERIAL DE IMPRENSA E PROPAGANDA
Secretário: Lucas Vítor Sena, visconde de Labneh
 
– DIVISÃO DE JORNALISMO INSTITUCIONAL
Chefe: Leonardo Rodrigues
Superintendente da Agência Reuniana de Notícias: Leonardo Rodrigues
 
– DIVISÃO DE PUBLICIDADE E DESIGN
Chefe: Flávio Miranda von Rainer, duque de Nunes Henrique
 
– DIVISÃO DE ENGENHARIA DE SITES
Chefe: Ricardo Cochrane, barão de Areia Branca

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Número I – Anno I

Impresso na Oficina de Serviços Gráficos da Secretaria Imperial de Imprensa e Propaganda 

A TRIBUNA – O Retorno

A TRIBUNA – Ano 10 – Edição 10
Editorial
Uma revolução tomou conta do Sacro Império de Reunião, reafirmando a premissa de que a presença do próprio Imperador, tão requerida anos a fio, transforma a existência e o próprio funcionamento do Império.
Reunião é a principal micronação de língua portuguesa (muitas tentativas de cópias dela saíram e continuam saindo).
A volta do Imperador Claudio I foi o primeiro de muitos retornos acontecidos nos últimos dias na escola do micronacionalismo. Personagens “dinossáuricos” retornaram ao Império, seguindo o exemplo do Imperador, trazendo nova vida ao Sacro Império de Reunião.
A locomotiva foi colocada nos eixos, novamente, e o Império voltou a funcionar a todo vapor.
Clarabella Null em alerta
O retorno e a vinda de novos súditos para o Império trouxe um movimento espantoso ao aeroporto Clarabella Null, o que colocou as autoridades em alerta máximo, não para impedir o desembarque de passageiros, mas para que “personas non gratas” não ultrapassem as cancelas da imigração antes de serem levadas para as salas de interrogatório.
Partidos voltaram a existir
Na contramão do que tanto se achou ser a solução para a estrutura partidária do império, a manifestação do imperador em relação à necessidade do pluripartidarismo continuar existindo, fez com que agremiações que estavam com suas estrutura enferrujadas (paradas mesmo), voltassem a funcionar. Todos os partidos históricos do Império voltaram à atividade.
Crise no Judiciário
A máquina estatal do poder judiciário mostrou-se ineficaz, principalmente, tendo em vista uma estrutura funcional de muitos cargos e pouquíssimas pessas a fazer a estrutura funcionar. O retorno aos princípios do Poder Judiciário, com uma estrutura de de um só Desembargador e Juízes lotados nas varas imperiais e na Corte Especial de Conduta, pode ser a solução para um funcionamento produtivo e real do Poder Judiciário do Sacro Império de Reunião.
Capitanias liberadas para funcionar
O ECIE aprovou o retorno do funcionamento enquanto Capitanias, com suas estruturas próprias, das capitanias do Império. Novos capitães foram nomeados e espera-se que as mesmas passem à atividade imediata. 

Expediente
A TRIBUNA é um jornal de propriedade do Grupo De Dominicis e pertencente ao Visconde de Sersalle e Zagarisse, com sede no burgo de Sersalle e Zagarisse, na Capitania Hereditária de Le Port.

Cordialmente,

O Visconde de Sersalle e Zagarisse
D. PIETRO ERNESTO VITTORIO CALIFANI DE DOMINICIS VON HABSBURG-RAINER
* Desembargador Imperial
* Cavaleiro da Ordem de Tassinari
* Ex-Capitão Donatário da Capitania Hereditária de Le Port (pela Ordenação Gloriosa) Protocolo de Mafatte
( Visite Le Port – www.capitaniadeleport.tk)
* Advogado – CIA 113 (Licenciado)

 

* Marechal-do-Ar / Comandante da Base Aérea de Mafatte
* Fundador do Burgo de Sersalle e Zagarisse

COMÉDIAS DA VIDA NEM TÃO PRIVADA

COMÉDIAS DA VIDA NEM TÃO PRIVADA
EDIÇÃO DE NATAL, QUER DIZER, DE CARNAVAL

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EDITORIAL

É com imensa satisfação que estamos reaparecendo aqui no CHANDON, com este corpinho lindo que deixa todas as bichas guardadas no armário que só saem no carnaval e depois voltam para sua farsa.

Muitos antigos não nos conhecem ou nos ignoram. Dane-se!

Doa quem doer, vamos colocar o nosso bloco na rua, pois temos o Imperador vestido de Cardeal, defensor perpétuo da fé.

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Revolta da Voltas

A turminha do bloco unidos do Lounge do Impá, está de volta. Algumas figuras voltaram a brigar de maneira tão falsa, que todos sabemos que depois eles estarão tomando suas cachaças, comendo lingüiça (com trema) e rindo dos bobos da corte.

Até quando eles estarão aqui? Façam suas apostas!

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Devoradores de criancinhas VS Engomadinhos

A famosa e histórica briga entre PacSo e PIGD estão em cartaz nas casas legislativas do Império. Na APQ, a esquerda está mandando e no ECIE manda a direita. A APQ está a todo vapor para eleger o novo premier. Já o ECIE está tão parada que nem o seu novo presidente que até agora nada faz e dai vai aparecer aqui dizendo muitas coisas e que ele é o melhor do mundo junto com o seu partido.

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UMA NOVA BACTÉRIA EM REUNIÃO

O Weber entrou em RE!

Todo sujo de fezes, ele está em Saint Denis e a qualquer momento, estará preso e brincando com os brinquedinhos da QUAEX. PENA DO ÂNUS DELE…

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Por hoje chega…

Dane-se quem não gostou e um beijundas pra quem gostou.

TE AMO REUNIÃO… BATE UM SELFIE COM MEU PAU.

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Cronicas Do Imperio – Extra! Extra! Edição de Luxo: Retorno no Nº 5!!

Prezado Leitor,

Após quase 4 anos de marasmo e inatividade, voltamos com tudo. E em uma entrevista SEM PRECEDENTES!!

Nesse editorial, eu crítico sim a inatividade que Reunião passou. Para ser polêmico, a lusofonia passa por um mar de incompetência sem precedentes! É hora de salvar-se!!

Como? Dando boas risadas com o Crônicas do Império!

E aproveite senhoras e senhores, porque o que se segue é um jato de cocaína pura em seus narizes!!

Matheus Jurgen Montenero de Monte Real & Pacífica

Editor Chefe

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Mesa Redonda Crônicas do Império

Matheus Jurgen – Hoje entrevistaremos aquele que é o divino mago dos magos da lusofonia. O Kid Bengala do micronacionalismo. O que remonta aos primórdios do micronacionalismo Lusófono. Ele que se iniciou nessa arte, em meados de 1997 e criou a maior micronação já vista na Lusofonia! Depois de um longo hiato, ele retorna aos Holofotes imperiais!

É com muito prazer que eu chamo ele Sua Sacra Majestade Imperial
Cláudio Primeiro, Sagrado Imperador de Reunião.

Matheus Jurgen – Majestade, como vai? Seu retorno foi estupendo para todos os súditos, onde se esperava mais uma regência seguida de um fim inevitável do império. Como foi vossa reação ao voltar para o CHANDON? Qual a sensação de retornar ao Trono imperial?

Cláudio I – Olá, Matheus!  Estou muito bem, muito feliz por estar de volta às rédeas da nação reuniã.  Sabe, senti muita falta do micronacionalismo reunião nestes anos em que estive afastado.  Sinto muita falta da cultura reuniã, justamente por ser tão forte que é difícil não pensar em algo ligado a Reunião diversas vezes por dia. É difícil pra quem não é micronacionalista reunião entender isso; a maioria das micronações não passam de sites com blá-blá-blá sobre governos fictícios.  Reunião, não.  Reunião tem aspectos de grupo, culturais, que quem vive ou viveu tende a não esquecer e a aproveitar durante toda sua vida.O Império nunca vai acabar, ao menos enquanto eu estiver por aqui. Mesmo afastado, dei palpites, ajudei os regentes que me procuraram em momentos difíceis, conversei com os Lordes Protetores… É muita história. Além disso, praticamente sem exceção, praticamente todos os meus amigos da minha idade são reuniãos. Como poderia morrer? Reunião é referência na minha casa, diversas vezes por semana, mesmo quando estou afastado… Minha mulher diz “iiihh não vem com esse discurso de Reunião pra cima de mim não, que pra mim não cola”. Adquiri, lógico, outros passatempos na minha vida, desde que virei Imperador de Reunião, há 18 anos atrás. Hoje, além do meu trabalho – que administro de forma semelhante ao que faço aqui – meus principais passatempos são a gastronomia, as séries de TV americanas ou inglesas, a arte brasileira moderna (não contemporânea) e a porcelana da Companhia das Índias, principalmente do século XVIII.  Ou seja, hoje tenho mais coisas pra fazer pra me divertir, e menos tempo para isso. Mas nada disso me faz esquecer do meu encargo de Chefe de Estado deste país.

Matheus Jurgen – Majestade, vosso retorno também foi seguida de uma verdadeira corte. O retorno desses lendários micronacionalistas foi programado previamente?

Cláudio I Não. Nada foi programado. Minha maneira de viver não é baseada em planos ou programações.  Faço o que tenho que fazer, quando quero, e porque quero.  O único lugar em que tenho alguma programação é na vida profissional, mas mesmo assim, meus maiores e mais lucrativos negócios surgiram do nada, sem planos, e foram terminados de forma completamente imprevisível.Uma vez vendi um Hotel inteiro na Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana, que não estava a venda, a pessoas que não queriam comprá-lo. O prédio estava ocupado por um inquilino que não queria sair, e os donos não queriam o auxílio de um corretor, pois já tinham o seu, em outro Estado.  Fiz o negócio. Ganhei comissão de ambos os lados.

Matheus Jurgen – Vossa Sacra Majestade Imperial em um dos primeiros atos publicou uma série de diretrizes imperiais, onde nitidamente finda-se pela busca da “democracia constitucional”. Não seria uma incoerência, haja vista, que passamos por um período de reorganização nacional?

Cláudio I – A busca da democracia é algo muito importante numa micronação, onde a cidadania é espontânea, ou seja, onde a pessoa só fica porque quer.  Todavia, também há que se levar em conta o que orientou o primeiro desejo, da parte daquele indivíduo, de vir para o Sacro Império se ele já sabia que somos uma monarquia potencialmente absolutista.Potencialmente justamente porque, só quando dá tilt, só quando temos problemas institucionais, é que os poderes interventivos do Poder Moderador devem ser utilizados.  E um dos tilts é a inactividade.  Por esta razão estamos fazendo uso dos Poderes Interventivos agora. Para acertar as coisas, deixar o barco no rumo. Depois, é só assistir e interferir quando der merda. Já expliquei diversas vezes que uma micronação boa é como uma panela de pressão, a tensão vai subindo e é preciso desligar ou abaixar o fogo em certos momentos decisivos. É nestes momentos que se espera do monarca frieza e eqüidade.

Matheus Jurgen – No momento político observamos algumas medidas radicais para a reativação regional. Como Vossa Majestade vê isso? A atividade regional deve ser prioridade frente a atividade imperial?

Cláudio I – Nunca.  A atividade regional é suplementar e deve servir de ‘hobby dentro do hobby’ além de exercício de autoridade quase ilimitada de seus participantes, evitando assim a necessidade de se criar novas micronações, o que todos já sabemos que simplesmente não funciona 99% das vezes.  É preciso que os governos regionais tenham total autonomia justamente para atender a este preceito.  Micronações novas vão morrer mesmo, então melhor ter total autonomia para montar uma estructura mas dentro de uma micronação tradicionale que tenha futuro e passado.

Matheus Jurgen – A Regência Von Zeni foi uma das eficazes, no sentido de reativar a atividade. Mas nos bastidores muito se comenta sobre “um golpe” contra o Grão Duque. Qual a Vossa posição sobre o assunto? O fim da citada regência foi pacífica?

Cláudio I – Não teve golpe nenhum.  Giancarlo Zeni é meu amigo.  Estou neste momento ajudando-o a ingressar com seu país na LoSS e reativarmos aquela liga. E mais, ontem mesmo estávamos trabalhando juntos num artigo da wikipedia do Sacro Império de Reunião, e anteontem num sobre o Serviço dos Pavões, um serviço de jantar que pertenceu a D. João VI de Portugal e que eu coleciono (tenho umas 190 peças garimpadas uma a uma!!!). Sim, o fim da regência foi pacífico como tem sido nossa relação há anos.

Matheus Jurgen – Com a saída de Von Zeni, observamos a continuidade de sua micronação fora de Reunião. Qual a Vossa opinião sobre o assunto? E quanto a questão das prolíficas Micronações fundadas por ex-cidadãos do Império?

Cláudio I – Desejo Boa Sorte.  Zeni sabe fazer uma micronação direitinho.  Tem o dom da escrita como quase ninguém que eu já conheci na vida.  Se ele tiver tempo pra dedicar vai dar certo, e terei orgulho de ver uma outra micronação grande fundada por um egresso de Reunião.  E se ele nao tiver tempo, sempre pode voltar pra cá. Portas abertas.

Matheus Jurgen – Recentemente o Qualícato Inoue envolveu-se em um escândalo, conhecido como “Escândalo de São Vicente”. A postura em julga-lo foi muito enérgica por parte dos súditos, mas foi observado de Vossa Majestade uma postura mais branda. Isso foi devido à vossa personalidade pacífica (dada a alcunha de O Piedoso) ou seria um medo de perder súbditos?

Cláudio I – Não tenho medo de perder súditos, pelo menos até que eu receba uma mensalidade de cada um para estar em Reunião, através de coletores de Impostos!! hahahaha! Minha postura é sempre branda porque eu tenho – sempre tive – a moral bastante elástica, pois procuro sempre compreender o porquê de uma pessoa fazer alguma coisa errada.  Pra mim um ato não significa nada.  Qualquer ato pode ser perdoado desde que eu entenda as razões do mesmo como tendo lógica e como sendo defensável sob o meu ponto de vista.

Matheus Jurgen – Ao que se consta, existe ao menos 4 Micronações lusófonos fundadas exclusivamente por ex-cidadãos do império. As alas mais liberais são a favor da dupla cidadania com tais Micronações. Qual a Vossa opinião sobre o assunto? É momento para a criação de uma “União Européia macro” na lusófonia?

Cláudio I – Não acompanho estas micronações, de perto.  Sei que, em geral, eu desprezo micronações que usam nome e territóriode nações soberanas macronacionais. Acho-as toscas, ridículas, e classifico os micronacionalistas que as fundam de quadrúpedes zurrantes.  Abro uma exceção – e esta é gloriosa porque fui sendo convencido de que é um excelente projeto pouco a pouco – para o Reino da Itália.  Mas isso é porque o Alan é um gênio, coisa que definitivamente não ocorre com as outras micronações do mesmo tipo. Gosto do projecto de São Vicente e de Petroburgo.  O resto não conheço mas se se enquadram na categoria acima e não são o Reino da Itália, prefiro, como escrevi ontem,que Reunião se camufle com a mesma cor do horizonte e que estas supostas micronações não tenham conosco nenhum tipo de relação – e não me refiro somente à diplomática. Todavia, este é um caso para a Chancelaria Imperial. Mas minhas preferências, não escondo.

Matheus Jurgen – Voltando ao império, a pouco tempo foi debatido a questão dos intocáveis. Realmente existe súbditos que possam ser considerados assim? Ou todos estamos iguais perante a lei?

Cláudio I – Todos são iguais perante a lei, exceto aqueles para quem a lei (a mesma que existiu sempre) prevê foro privilegiado ou inimputabilidade. Não há e nem haverá proteção da Coroa a quem quer que seja, do que quer que seja.  Mas a Coroa fiscalizará a aplicação da lei a todo o tempo.  E não se importa – nem um pouco – se a lei é justa ou não. A lei é lei, e como tal será cumprida, custe o que custar.  A quem discorda, que tente mudá-la na forma por ela própria estabelecida.

Matheus Jurgen – Uma das questões mais polêmicas, que de tempos em tempos retorna-se, é a Micro Igreja Católica. Vossa Majestade acha imprescindível para o Império a existência da mesma? E sobre a questão relacionada a união da mesma com o estado, a tendência é a MIC conquistar mais poder ou não?

Cláudio I – Reunião é a Sede da Igreja Católica Micronacional.  Micro Igreja é maquete de cidade de interior. Reunião respeita, aprova, e apóia a Igreja Católica Micronacional.  E da mesma forma, respeita, aprova e apóia quem não segue nenhuma Igreja e também quem odeia qualquer Igreja.  Mas é um Império SACRO, ou seja, cujo simbolismo é estreitamente ligado ao Catolicismo.  Reunião porém não permitirá que CHANDON vire uma publicação de textos prontos sobre religião nenhuma.  Se alguém quer postar em Reunião sobre Religião que poste textos de autoria própria e relevância micronacional, pois não somos uma repetidora de chatices. Se eu posso escrever chatices sobre os pássaros dodô de Saint-André, um Padre pode postar chatices sobre como ser caridoso com as crianças malês abandonadas nas ruas de Salazie. A tendência é que tudo permaneça como manda a lei.

Matheus Jurgen – Observamos nos últimos tempos uma profunda defasagem do Executivo Imperial. Assim questiono: Por qual motivo, Vossa Majestade não tomou a iniciativa e fez uma O.G. nomeando um Premier? É correto se esperar essa iniciativa da APQ?

Cláudio I – Não nomeamos um Premier pois nomeamos uma APQ, e cabe ao Palácio dos Democráticos escolher o Premier.  Se o Moderador escolhesse qualícatos e depois escolhesse o Premier estaria chamando os qualícatos que ele mesmo escolheu de idiotas.  Sim, é correto esperar que a APQ eleja o Premier.

Matheus Jurgen – Com a volta da APQ criou-se muita expectativa em relação à Assembléia. Na vossa opinião não é o momento de entrega-lá mais poderes  frente ao ECIE?

Cláudio I – Não.  É momento de cumprir a lei que já existe. Caberá à APQ governar o país com o Premier, fiscalizando cada uma de suas medidas.

Matheus Jurgen – Em uma discussão no CHANDON o sr. Jamil protagonizou uma calorosa discussão contrária à listas alternativas de conversação. Essa opinião é comungada por muitos conservadores. Inquiro-vos a posição defendida por ele, em Vossa opinião, é correta?

Cláudio I – Não conheço a discussão.

Matheus Jurgen – Nos bastidores muito se comenta sobre a redução da área de influência imperial, frente ao micronacionalismo. Não seria momento de uma política exterior mais agressiva?

Cláudio I – Reunião segue sendo a única micronação lusófona a ter conseguido a atençnao de livros, revistas, programas de TV (a maioria disponível na recém inaugurada hemeroteca imperial).  É a única micronação destas bandas citada no artigo da Wikipedia sobre “micronation” (e uma das poucas de qualquer outra banda).  Mesmo eu estando 5 anos fora nenhuma lusófona conseguiu sequer chegar aos pés em que deixamos o país em 2009.  A lusofonia não-reuniã realmente tem um problema de material humano que parece não ter solução. Entendo, porém, que, sim, é necessário criar um grupo de diplomatas de primeira para sair e anunciar a todos que Reunião, a micronação antiga que todos glorificam por aí, continua aqui.  A Chancelaria deve ser fortalecida e abrir contactos com micronações anglófonas e de outras fonias, como sempre fizemos. Todavia, sempre acabei fazendo isso meio sozinho, pois as pessoas sempre tomaram este compromisso e o abandonam no meio. Nao gostam de interagir nos fóruns intermicronacionais.

Matheus Jurgen – Nos últimos anos, observou-se um fortíssimo decréscimo do número de novos micronacionalistas. Ao que Vossa Majestade atribui isso? Falta de motivação ou obsolência do hobby?

Cláudio Castro – Atribuo isso à parcial inactividade de Reunião.  Se Reunião não está presente, a lusofonia vira pó. Na anglofonia,ao contrário do que você diz, há CENTENAS de novas micronações e micronacionalistas.  Vejam o http://forum.micronation.org/ que substituiu o www.micronations.eu como principal forum de micronacionalistas.

Matheus Jurgen – Vossa Majestade acredita que um dia o micronacionalismo ira se findar? Ou existe a possibilidade de uma renovação e revigorarão futura?

Cláudio Castro – Não acredito que irá se findar. Não acredito em bulhufas do que se diz de alarmismo sobre o micronacionalismo. Aliás não acredito em alarmismo nenhum. Aquecimento Global, Crise Financeira, tudo isso é armado pra o idiota acreditar e tomar atitudes que interessam a quem inventou o boato.

Matheus Jurgen – Muitos argumentam que o sistema Yahoo já é obsoleto. Existe uma via alternativa para continuar o Chandon, caso o fim do serviço?

Cláudio I – Estamos estudando. Não acho o Yahoo Obsoleto.Acho ótimo,  mas estamos estudando alternativas simplesmente porque há boatos de que o Yahoo vai acabar.Seacabar, e não conseguirmos uma alternativa gratuita, vamos contratar alguém pra fazer um “yahoo” só pra nós nos nossos servidores.

Matheus Jurgen – No passado vimos algumas fusões do império (Chumberry e Açores). Podemos afirmar que nos próximos anos ocorrer-se-ão fusões com outras Micronações?

Cláudio I – É Chuberry. Por que não?

Matheus Jurgen – Nos bastidores da alta cúpula, existe algum plano de manutenção do poder, para em caso de futuras crises? Vossa Majestade pode dar mais detalhes sobre isso?

Cláudio I – Nosso plano é usar a lei.  Criamos uma lei justamente para poder suprir ausências, dando mais poder ao Egrégio quando não houver monarca ou regente.

Matheus Jurgen – Uma das publicações mais esperadas com vosso retorno é o O Cometa. Podemos esperar o retorno do mesmo?

Cláudio I – Acredito que não. Demorava umas 3 horas para fazer cada edição, e só sei fazer as coisas direito.

Matheus Jurgen – A exemplo de outras publicações faremos o seguinte: Direi uma palavra e vossa majestade dirá a primeira associação que vem a cabeça.

Matheus Jurgen – Glauco Freitas

Cláudio I – Uma puta boa surpresa!

Matheus Jurgen – Flávio Miranda

Cláudio I – Amigo querido!

Matheus Jurgen – Giancarlo Von Zeni

Cláudio I – Amigo querido!

Matheus Jurgen – Marcela Von Zeni

Cláudio I – Me ensinou que Sofia pode gerar algo que preste.

Matheus Jurgen – Renan Saifal

Cláudio I – Velho companheiro, desenhista exímio!

Matheus Jurgen – São Petrônio

Cláudio I – Gênio. Louco.

Matheus Jurgen – São Vicente

Cláudio I – Um interessante Projeto.

Matheus Jurgen – Pathros

Cláudio I – Micronacionalismo de segunda durando mais que o esperado. Deve ter algo de bom além das JPEGs.

Matheus Jurgen – PIGD

Cláudio I – O Partido da Glória da Dinastia.

Matheus Jurgen- Pathros

Cláudio I – Primeira vez que penso nisso 2 vezes no mesmo ano.

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ACABA AQUI MAIS UM MESA REDONDA

 

Caro Leitor,

Acaba aqui mais um Cronicas do Imperio.É com pesar que nos despedimos.

Quem será o proximo no Mesa Redonda?

Matheus Jurgen

Carta Branca, n. 4

 


Saint-Denis, 7 de fevereiro de 2015 – Ano I – Número 4



Até quando?


Subitamente, sem avisar nada para ninguém, Cláudio de Castro voltou! Não como visitante, nem como jornalista, nem como palpiteiro de plantão, mas como Imperador mesmo, sem regentes, herdeiros ou intermediários, e exercendo o comando do que promete ser o renascimento do micronacionalismo reunião.

Na realidade, Cláudio I estava razoavelmente ativo nos últimos meses, tomando as decisões mais delicadas para o Império, ainda que sem aparecer. O telefone era mais usado que o Chandon. Era evidente a falta de autoridade pessoal dos regentes, que recebiam críticas as mais diversas e já nem mais se preocupavam com isso. Além disso, existem áreas (como a diplomacia anglófona) que só continuam a se mover apenas pela vontade exclusiva do criador do Império, já que a habilidade exigida é muito maior que apenas a fluência no inglês.

Junto com Cláudio, seguiu um inacreditável exército de súditos experientes que não se reunia há pelo menos 14 anos, formado por gente como Luiz Octavio Azambuja, Quintino Gomes, Filipe Oliveira, Carlos Fraga, Francisco Seixas, Bernardo Alcalde, José da Costa Carvalho, Valadir Aerwyld, e até mesmo Rafael Perszel. Não é preciso ser vidente para prever que a reativação será benéfica até mesmo para outras micronações – pelo menos elas viviam a afirmar que desejavam o retorno de Cláudio de Castro com a mesma ansiedade que Reunião. Logo, é de se esperar que os inimigos históricos do claudianismo também poderão ressurgir (Motta, cadê você?), e como sempre a lusofonia se encherá de postulantes esquisitos, não se sabendo de onde vem, nem quem realmente são…

E agora a pergunta que todos fazem: Até quando? Pode ser que os vetero-reuniãos se cansem, do mesmo jeito que o mais antigo cidadão em atividade ininterrupta, Laucimar da Cunha, já desabafou quando da última edição do Carta Branca. Pode ser também que a geração maldita que atravessou o deserto nos últimos seis meses é que se canse do cheiro de mofo adocicado e deixe a turma do asilo em maus lençois.

Por enquanto está tudo indo bem. Costa Carvalho, a meu ver o súdito mais conservador desse Império, pediu onde estava a imprensa. Aqui e ali, um jornal e outro, com alguma periodicidade, ela vai reaparecendo.

 



VISÃO DO EDITOR

A reviravolta que começou em Reunião no último dia 1 de fevereiro, com a chegada sem aviso prévio de Cláudio de Castro e seu bando de arruaceiros (e que foi chamada, muito precipitadamente, de “Revolução Gloriosa” – o rei William III de Orange deve estar se revirando no seu túmulo nesse momento), chega a sua segunda semana apresentando evidentes sinais de cansaço.

Sim. O micronacionalismo reunião necessitava de política. É de política que vivemos aqui, e não de campanhas intensas para atrair novos cidadãos que depois não irão nem saber o que fazer do lado de dentro. Faltava política e foi por isso que caminhamos para o poço sem fundo no ano de 2014. Agora, Cláudio e as múmias renascidas trouxeram a política em seu estágio mais elementar, ou seja, “esquerda” x “direita”.

Inacreditavelmente, a política reuniã deixou de ser ideológica há mais de uma década, quando a esquerda, então hegemônica, se dividiu em alas extremamente rivais entre si, principalmente quando o assunto era saber qual partido de esquerda teria mais êxito em se aliar à direita – ou até de se tornar a própria direita. Os partidos viraram clubes de amizade, sem programa, e meros reflexos das grandes famílias aristocráticas que tinham mais avidez em colecionar títulos do que participar de eleições.

Por isso, causou espanto a determinação do imperador Cláudio em começar a reforma política pela reinstauração in absentia do PIGD e PACSO, representantes notórios e mais puros da direita e esquerda reuniãs. Aliás, nem podiam ter sido extintos assim tão facilmente (nas últimas reformas partidárias) já que são as duas únicas agremiações criadas expressamente por Sua Sacra Majestade Imperial.

Aberta a temporada de provocações em Chandon, o clima foi de preocupante tranquilidade na posse da nova composição do Egrégio Conselho Imperial do Estado. Enquanto atiravam ovos do lado do fora, dentro o clima foi de muita cordialidade e tendência ao acordo. PIGD e PACSO elegeram tranquilamente a Mesa Diretora, o primeiro com a presidência e o segundo com a Secretaria do ECIE.

Se virem fumaça saindo do Compton Hall, pode ser o sinal da pizza…


Diz-que-me-disse…
revelando o que há de mais autêntico nas falas dos reuniãos


Porque vocês estão perdendo tempo com estereótipos ao invés de produzir?
Valadir Aerwyld, falando mais ou menos o mesmo que eu disse no editorial.

Vamos começar as indiretas?  Comigo é jogar na cadeia e pronto
Flávio Miranda, de Nunes Henrique, respondendo a provocação de Tiago Meloni. E quase foi longe a coisa.

Fui preso e rebaixado por infringir o CCC. Umas 15 vezes. Mas nunca pela Quaex”
Luiz Octavio Azambuja, de Castelo Branco, lembrando que sempre foi marginal dentro da lei.


Menção honrosa
Felipe Chapchap

nosso colega em O Chaputa


Agora repita para a pessoa que está ao seu lado:

Eu leio o Carta Branca

Pronto! Falei…


Arthuropolis.
Quem diria, o Tripod (um antigo espaço para sites HTML gratuitos ainda funciona…). E o sempre ativo Rick Cochrane foi fuçar e encontrou intacto o site do burgo de Arthuropolis, com todas as 7 maravilhas do mundo em um só lugar – algo só possível para a megalomania do ex-premier  Arthur Rodrigues.

Vin Noveau.
A safra gloriosa não é feita somente de passado. Entre os novos cidadãos que entraram em Reunião está o experiente Tiago Galvão et Valois, um dos principais nomes do Reino de França.

Pé aqui, pé lá…
Importante qualícato e líder de partido em Reunião recebeu “cidadania plena” em micronação que recentemente assinou tratado de amizade com o Império – e que, aliás, veda expressamente a dupla cidadania. A bomba deve estourar no colo do chanceler imperial Pedro de Torres Homem, de Souza Lima. Escândalo a vista!

Ilhas Cayman

Falando nisso, Marcelo Georges (que é o Brunella Jorge) reclamou ao Carta Branca que o Principado de São Vicente não pode ser chamado de Brunelândia porque ele não é o chefe de estado: “Não é meu”. É de um outro. Ah bom…

Dodô Chat
Depois de ter criado o PetitChandon (e não ter mais aparecido lá), Rick Cochrane criou um ambiente de chat específico para Reunião no sistema Slack (que provavelmente só ele conhece). Desse jeito, não temos como desaparecer.

Pega no Fraga!
A Quaex, uma instituição totalmente inútil ao Império, encontra-se novamente nas mãos do todo-poderoso Carlos Fraga, um neo-esquerdista especializado em querer se igualar a Dan Mitrione. Deve encontrar ferramentas excessivamente enferrujadas.

Bipolarização
As tratativas políticas para a eleição da APQ e, posteriormente, escolha do novo premier (ou seja, terão que engolir o Saboya por mais um mês) devem repetir a polarização ideológica que agora define o futuro de Reunião. De um lado, estarão os que combatem sem trégua a esquerdização, a traição ao Império e o totalitarismo gramsciano. De outro lado, está o PIGD.

O cajado de São Cornélio.
Muitas mudanças na Igreja. Como era ansiosamente aguardado, Dom Ruy Hallack voltou à chefia do Arcebispado de Saint-Denis, Reunião, e primaz no micromundo – o cargo estava vago desde que Dom Lucas Baqueiro fugiu deixando a batina. O decano Dom Renato Moraes estará junto com ele no ousado projeto de reativar a região de Izabella.

Força-tarefa.
Enquanto você está dormindo (ou lendo o Comédias), existe alguém que está vasculhando todas as leis, decretos, ordenações, jornais e imagens (especialmente as do período 2009 – 2012, quando parece ter havido um certo abandono nessa área…), que possam estabelecer o primado de uma nação minimamente organizada do ponto de vista jurídico. Para Cláudio de Castro (não o jornalista, mas o Imperador), lei que não é publicada – no arquivo – se torna nula.


“Revolução Gloriosa”

 


CARTA BRANCA
Editor
RenanSaifal
 
Circulação interna
Chandon
Lista do DR de Saint-Denis

Circulação externa
Areuniana(ARN)
Jornaleiro

VENHA TRABALHAR CONOSCO!

Envie seu currículo para
 rsaifal@gmail.com

 

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A Semana Reuniana – Edição Especial

Editor: João Santana
EDITORIAL
Tal como um vento tempestuoso, o dia de ontem viu uma série de eventos marcarem o início do ano de 2015 em Reunião. D. Giancarlo renuncia à Regência, Sua Sacra Majestade Imperial anuncia retomar as rédeas do Moderador, e vários reuniãos históricos anunciam seu retorno à esta ilha a leste de Madagascar.
Tudo isso gerou um grande contentamento entre os reuniãos que, aos trancos e barrancos, vinham conduzindo o Império por meio de sucessivas Regências mais ou menos bem sucedidas na tarefa de mantê-lo ativo. Em época de reapresentação de novela, não custa lembrar que é o olho do dono que engorda o gado.
Esperamos que o Renascimento Reunião que presenciamos se mostre perene, e que os novos tempos sejam mais pujantes que antanho. Quem estiver, verá.
O IMPÉRIO RENASCE!
Na noite de domingo (1), Sua Sacra Majestade Imperial D. Cláudio I, após renúncia do Imperador-Regente D. Giancarlo, e por meio de Ordenação Gloriosa, anunciou ao povo reunião que volta a assumir a chefia do Poder Moderador e consequentemente do Estado Reunião. Em resposta, vários Chefes de Casas, outros nobres e súditos parabenizaram D. Cláudio por seu retorno ao seu meio, auspiciosamente visto como um retorno à plena atividade do Império.
Reuniãos históricos, como Rafael Perszel, Quintino Gomes, Valadir, Luiz Azambuja, Francisco Seixas, entre outros, também anunciaram retorno ao Sacro Império, que só ganha com a experiência e conhecimento desses grandes micronacionalistas.
REPERCUSSÃO INTERNACIONAL
Os Países Baixos foram os primeiros, por meio de D. Osvaldo I, a parabenizar D. Cláudio por seu pleno retorno, seguido pelo Regente de São Vicente, D. Marcelo. Ambos os soberanos foram reuniões no passado, tendo inclusive ocupado funções relevantes no Império.
PONDO ORDEM NA CASA
Entre suas primeiras ações, SSMI mandou listar tudo, desde Conselheiros do Egrégio a títulos e representações diplomáticas. O objetivo, entendem alguns analistas, é cortar gordura e aplicar a meritocracia em alguns ambientes do Império. Os funcionários do Poder Moderador também foram atingidos, solicitados a colocar seus cargos à disposição; entretanto, nada ou quase nada deve mudar na atual composição do Moderador até o fim da semana.
Em longa mensagem, SSMI listou algumas prioridades nesse Renascimento Reunião:
  • Nada de mudar a essência reuniã;
  • Valorização dos que aqui estão há algum tempo, dos que vierem, e principalmente dos que voltaram por sua história com Reunião.
  • Reorganização da nomenclatura nobiliárquica;
  • Nomeação de um novo Egrégio;
  • Reativação da APQ, que passará a deter mais poder sobre o Premier.
Tais ações poderão tornar-se a corda necessária para que Reunião volte a andar nos trilhos. A presença de tantos reuniãos maduros deve facilitar isso, como a própria SSMI apontou.
ALFINETADAS
  • Foi tanto morto levantando da tumba que a CAPCOM vai ambientar Resident Evil 7 em Saint Denis.
  • Meritocracia: Forma de liderança que se baseia no mérito, nas capacidades e nas realizações alcançadas, em detrimento da posição social. Sistema social onde se pratica esse tipo de liderança. Grupo de líderes pertencentes a esse sistema.
  • Hoje de manhã tinha para mais de 100 emails de Reunião. De repente, 2009 voltou.
  • O mês de fevereiro promete ser quente.

O Chaputa – Edição Especial

Editor: Felipe Chapchap

Edição Especial

De forma inesperada o imperador Claudio de Castro levantou de sua tumba onde permanecia adormecido por muitos seculos e com ele trouxe uma quantidade interessante de múmias.
O retorno de Carlos Fraga também foi uma surpresa. O CFraga foi um dos diretores da Quaex mais famosos do micromundo, pois ficou conhecido pelos seus métodos de tortura no campo de concentração da Quaex chamado de Ratzinger. Sabemos de alguns dos nomes de destaque da lista de hospedes como Pedro Aguiar, Azambuja, alguns cidadãos de Campos Bastos, Artur Rodrigues e até a Melilo mas esta por opção.
Reunião que esteve muito perto de seu fim agora ganha folego, e novamente se torna a micronação mais ativa e importante.
Linha da PGI – Miranda Miranda, pega no meu … pé