Jornal O Arauto – Edição 01

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SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
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QUINTA-FEIRA, 19 DE MARÇO DE 2015 • ANO I • NÚMERO 01
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N O T Í C I A S
 
MAURITANOS SE ORGANIZAM PELA REABERTURA DO VICE-REINO
 
 
Saint-Denis. A Gloriosa Revolução iniciada pelo Imperador Cláudio de Castro já produz efeitos sobre os movimentos mais vanguardistas da história de Reunião. Inicialmente constituído em para abrigar os cidadãos reuniãos anglófonos, sob a liderança de Jeremy Johnson, Duque de Marapendi (após anterior iniciativa fracassada), o Vice-Reino de Maurício tem sua história coincidente com a própria história do Império, surgido numa época em que o micronacionalismo lusófono iniciava sua longa tragetória e anglófonos residiam em Reunião tanto quanto os micronacionalistas falantes do português. Não subsistiu muito enquanto região anglófona do Império, embora o Duque de Marapendi tenha permanecido seu vice-rei até meados de 2004.
 
A história moderna de Maurício inicia-se no final do ano de 2005. Com a nomeação de Douglas J. Silva para comandar o vice-reino, abriu-se espaço para que uma das mais antigas referências culturais do Império assumisse posição especial. Um ano depois Douglas Silva renunciaria o comando do Cetro Real mauritano em benefício de Rodrigo Mariano de Murta-Ribeiro, o Visconde de Albuquerque Figueiroa. Sob o comando de Albuquerque Figueiroa, Maurício iniciaria passos de iluminismo na vanguarda do que há de melhor na atividade produtiva micronacional.
 
As iniciativas do Socioculturalismo, as produções literárias-científicas da Fundação Teobaldo Sales, o portal Micropatriologia, todos têm nascedouro no berço cultural que foi Maurício entre 2006 e 2009. O ambiente de extrema distensão política que vigorava no Império à época não sustentou, no entanto, a diversidade culturais nascidas de Maurício. Pouco tempo depois uma grande debandada do Império provocou o início de novo declínio do vice-reino, até que finalmente adormeceu a partir de 2013.
 
A euforia provocada pelo Imperador há menos de dois meses, no entanto, buscou novamente para a atividade os pilares individuais que sustentavam o projeto mauritano em toda a sua diversidade. O retorno de Rodrigo Mariano a Reunião na última semana descambou para a organização dos antigos mauritanos em torno da reativação do Vice-Reino de Maurício, que depende, no entanto, de parecer formal favorável do Egrégio Conselho Imperial de Estado.
 
No sábado 14 de março foi finalmente publicado no CHANDON pedido formal feito por uma lista de antigos mauritanos, liderados por Mariano, entre os quais se encontram este editor, Tiago Melloni, Allan Weinert e Pedro Penido. Na mesma data, o Lorde Protetor do Império encaminhou o requerimento ao plenário do Egrégio Conselho Imperial de Estado. Inicialmente a expectativa era de grande resistência da parte de Conselheiros Imperiais que ocupam a chefia das Capitanias Hereditárias. Na mesma data, no entanto, o conselheiro Conde de Tavares Lira (PacSo), manifestou-se favoravelmente, conclamando que deveria ser objetivo do Conselho a reativação de todas as unidades do Império. 
 
O apoio foi seguido pelo conselheiro Conde de Juscelino Kubitschek (ARENA), pelos conselheiros Conde de Belo Horizonte e Barão de Herval-Wilson (ambos PIGD) e pelo Visconde de Areia Branca (PSD). A expectativa negativa se concentrou em torno da manifestação de discordância do conselheiro Barão de Castello-Branco (PIGD), presidente do Conselho, que deixou firme sua discordância, afirmando que a atividade reuniã reside nas Capitanias Hereditárias e não em vice-reinos. A despeito da existência de Maurício desde o início da história do Sacro Império de Reunião, a posição do presidente do Egrégio têm se apresentado firme contra novas unidades alheias as Capitanias.
 
A curiosidade adveio de dias depois, quando em debate no CHANDON com o qualícato Conde de Altamira Queluz em função do atual status jurídico do Reino Unido dos Açores, o próprio Barão de Castello-Branco conclamou os açorianos para se decidirem quanto a vice-reino ou Estado autônomo, declarando previamente que aprovava desde já a transformação de Açores em vice-reino. Ainda não se sabe a origem da resistência de Azambuja especificamente quanto a Maurício, mas supõe-se que seja derivado dos movimentos conturbados de 2009, embora não estivesse ele presente no Império à época.
 
As articulações em torno da reabertura de Maurício contam com uma disputa acirrada no Egrégio Conselho Imperial de Estado. Enquanto a liderança do movimento dispensa-se por reuniãos não presentes no Conselho Imperial, o movimento contrário pode ter sua liderança imputada ao conselheiro Azambuja, Barão de Castello-Branco, conhecido pelas posições políticas rígidas e imutáveis notadamente contra a descentralização da atividade política no Império.
 
A proposta ainda não foi colocada em pauta para ser prontamente debatida pelos conselheiros imperiais de Sua Majestade. Buscado pela redação do Arauto, o presidente do Egrégio Conselho Imperial de Estado informou que a proposta viria em sessão próxima, mas que seria aguardada para a apresentação de projetos específicos. Questionado a respeito, informou que o Regimento Interno da Casa não obriga o presidente a seguir ordem cronológica de apresentação das propostas, mas que disporá da proposta de reativação de Maurício entre os primeiros da próxima sessão, desde que os líderes partidários assim solicitem.
 
A “Questão Mauritana” já está a agregar micronacionalistas antigos em retorno ao Império. Os embates no Egrégio Conselho Imperial de Estado definirão o futuro de todos eles, inclusive se a opção será pela dispersão ou inclusão.
 
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E M   S E G U I D A
 
“Tamanha riqueza histórica, carregada de tradições que remontam a quase uma década, dão subsídio valoroso para que novas páginas na história de Mauritius sejam escritas. Nós, amantes da ilhota mauritana, de suas tradições feudais, casas regentes e demais especificidades estamos dispostos a trabalhar exatamente nesse sentido. Novas páginas na história mauritana e reuniã devem ser redigidas por aqueles que vêem no Vice-Reino a sua casa nesse vasto império.” – Rodrigo Mariano, em carta ao Imperador.
 
“A Reativação de todas as unidades do império deve ser sempre o objetivo dessa casa e de todos os cidadãos de Reunião.” – conselheiro imperial Conde de Tavares Lira, no plenário do Egrégio.
 
“Pessoalmente, e entendo quem pensa de forma diferente, eu acho que deveríamos neste momento valorizar as nossas históricas capitanias. Valorizar os valorosos esforços dos Capitães Donatários em ativar suas capitanias. Se formos abrir territórios, vice-reinos estaremos diluindo uma atividade que poderia ser concentrada nas nossas capitanias que lutam gloriosamente para reativação.” – conselheiro imperial Barão de Castello Branco, presidente do Egrégio, no plenário da Casa, desconhecendo a historicidade de Maurício.
 
“Apenas aparentemente, honorável [a unanimidade em torno de Maurício]. Vamos ver o que o futuro reserva sobre tal assunto.” – conselheiro Conde de Menezes Côrtes, mantendo mistério cenográfico sobre sua posição a respeito.
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E D I T O R I A L
A NECESSIDADE DA NOVA DIREITA
Como a ausência de posições principiologicas firmas do PIGD impõe uma nova Direita reuniã sob a ARENA
 
 
Desde os últimos suspiros de uma Era de efervescência política, a Direita reuniã reside unicamente nos quadros do Partido Imperial pela Glória da Dinastia, o PIGD, no qual estão incluídos todos aqueles que sustentam o tradicionalismo e conservadorismo do projeto de micronacionalismo reunião. Sustentados ideologicamente a partir de breves mensagens do próprio Imperador na defesa dos históricos mecanismos políticos e burocráticos do Império, os políticos do PIGD, no entanto, não guardam mais nenhuma semelhança entre si.
 
Mais do que isso, a existência do Partido pela Glória da Dinastia hoje resume-se ao óbvio: defender o Imperador e sua autoridade, o que, tanto por dever de cidadania quanto por compromisso moral, todo reunião está incumbido de o fazer. Os recentes debates em CHANDON demonstram mais do que apenas uma fragilidade de princípios mais profundos da parte do PIGD; suas principais lideranças disputam publicamente idéias fundamentais a respeito de projetos estratégicos do Império. O exemplo da semana ficou com a contenda  entre o Barão de Castelo Branco, presidente do Egrégio Conselho Imperial de Estado, e o qualícato Conde de Altamira Queluz, a respeito do Reino Unido de Açores e a posição que os açorianos guardam enquanto reuniãos.
 
A recente Emenda Constitucional aprovada pelo Egrégio Conselho Imperial de Estado, que diminui a qualidade de cidadania dos açorianos enquanto aquela micronação permanecer na qualidade de Estado Protetorado, e não vice-reino reunião, parece advogar contra um dos principais personagens do PIGD. O Conde de Altamira Queluz, que também é açoriano, esteve entre os mais relevantes líderes contra a crise de atividade ainda há poucos meses.
 
Nesse ambiente, a chegada de F. Sales e T. Melloni e a imediata adesão destes a então sonolenta ARENA pode trazer posições novas e mais profundas para o tradicionalismo reunião, recheado, no entanto, de um pragmatismo que torna bem sucedido os projetos micronacionais atentos as realidades antes que elas efetivamente se precipitem a frente de nós. Somados ao conselheiro Conde de Juscelino Kubitschek, ao qualícato Barão de Gavião Peixoto e o recém ingresso reunião Luiz Felipe Baratella, a ARENA reassume neste momento o papel do tradicionalismo reunião amparado no pragmatismo político necessário para que a Gloriosa Revolução alcance os efeitos sólidos desejados.
 
Mais do que isso, a ARENA deve se posicionar no cenário político reunião sob o lema do eterno Thomas Jefferson: “o preço da liberdade é a eterna vigilância.” Se de um lado o Imperador é a autoridade indiscutível e absoluta no Império, todas os demais Poderes constituídos são exercidos por súditos que existem a margem da infalibilidade do Imperador. Deve a Nova Direita estar sensível ao fato de que o micronacionalismo reunião é exercido politicamente através de uma rede intrincada de autoridades que devem se submeter a lei tanto quanto ao Imperador, já que a primeira deriva do segundo, e que a preservação das tradições e estruturas reuniãs se deve em função dos reuniãos e pela existência de Reunião, e não intrinsecamente em si enquanto objeto de si mesmo.
 
A nova ARENA ressurge no cenário político reunião com diversos desafios, mas nenhum viciada pelo experimentalismo de conservadorismo cru e destemperado. Neste sentido, o movimento arenista não é conservador, mas sim Tradicionalista. Apegado as tradições reuniãs, não ignora que elas possam ser ligeiramente modificadas ao longo do tempo, pelo próprio movimento da sociedade reuniã, desde que mantenham sua essência vital e identidade referencial. De outro lado, não pode ser progressista ou arrisca tudo no rompante de iniciativas experimentais irresponsáveis.
 
Esse deve ser o compromisso dos arenistas em diante.
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R Á P I D A S
 
∞ O Egrégio Conselho Imperial de Estado aprovou duas Emendas Constitucionais, com Cumpra-Se do Poder Moderador, restaurando o antigo modelo da máquina judiciária reuniã. A partir de hoje, existem um desembargador imperial e dois juízes imperiais sob sua supervisão. Espera-se que o Poder Moderador mantenha na alta direção do Judiciário o único desembargador imperial remanescente desde a crise com o Egrégio, o Visconde de Guimarães Rosa, que tem prestado grande serviço ao Império.
 
∞ Reunião continua com dificuldades de explicar aos recém chegados que não estamos brincando de casinha.
 
∞ O trabalho realizado pelo Visconde de Areia Branca junto a fronteira reuniã é louvável. Aliás, há bastante tempo não vejo o ingresso de tantos novos micronacionalistas reiteradamente. Alguém deve ser responsabilizado positivamente por esse trabalho de marketing e propaganda excepcional que estamos fazendo.
 
∞ Seria o Estado de Badakhshan a nova tentativa malê de Arthur Rodrigues?
 
∞ Fato inequívoco: a Igreja Micronacional não faz a menor idéia de qual o seu papel no micronacionalismo. Nisso há consenso entre direitistas e esquerdistas reuniãos.
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JORNAL O ARAUTO
A IMPRENSA DO VERDADEIRO MICRONACIONALISMO
 
EXPEDIENTE
 
EDITOR
Barão de Murta-Ribeiro
“JE MAINTIENDRAI”
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Boletim de Notícias, Edição IV

BOLETIM DE NOTÍCIAS

Uma publicação da Agência Reuniana de Notícias

Anno I                                   Número IV               13 de Março de 2015
Impresso na Oficina de Serviços Gráficos da Secretaria Imperial de Imprensa e Propaganda

ESTADO-MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS IMPERIAIS TEM NOVO CHEFE
Saint-Denis, DR

            As Forças Armadas Imperiais (FAI), na última segunda-feira (09), ganharam um novo Chefe de Estado-Maior. Por Ordenação Gloriosa Ordinária expedida por Sua Alteza Imperial, o Lorde Protetor, o Marechal-do-Ar barão Lucas Vítor Sena de Santana Lopes é o novo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Imperiais, função antes ocupada pelo Marechal-de-Exército marquês Flávio Miranda de Nunes Henrique.

            Segundo Santana Lopes, a honra de chefiar o Estado-Maior das FAI era algo que ele não esperava. “Quando soube da nomeação, fiquei surpreso, uma vez que o Lorde Protetor sabia que existiam nomes mais competentes do que o meu. No entanto, fico feliz por mais uma vez, servir ao meu império”, afirmou o novo comandante.

            O Marechal Nunes Henrique, durante a passagem de comando, afirmou que a oportunidade de passar o bastão do comando era única. “Santana Lopes é homem competente e militar valoroso. Tenho certeza que fará jus à sua nova função, na qual sempre terei gosto em ajudar”, ressaltou o comandante-em-chefe da Casa Militar.

            Ainda na mesma OGO, o conde Carlos Fraga de Vital Brazil foi exonerado da função de Diretor-Geral da QUAEX, o Serviço Secreto Imperial. Para a função, foi nomeado o marquês Flávio de Nunes Henrique. O Imperial Colégio Reunião de Heráldica (ICRH) também ganhou um novo Rei d’Armas. Tiago de Saxe-Coburgo Gota de Strüss-Valadão foi nomeado Rei D’Armas do ICRH, no lugar do barão Matheus Jürgen de Nuta James.

ESTADO-MAIOR CONVOCA ROLL CALL DE MILITARES
Saint-Denis, DR

            Ainda no mesmo dia de sua nomeação para a chefia de Estado-Maior das FAI, o Marechal-do-ar Santana Lopes emitiu Ordem-do-Dia convocando um Roll Call de todos os militares, tanto da ativa quanto da reserva.

            Segundo o marechal, a medida tem caráter de urgência, e servirá para se ter uma base de quantos militares estão em plena disposição de trabalhar pela Defesa do Império. “É tempo de fazermos uma reorganização completa nas FAI, e precisamos que todos estejam dispostos a trabalhar por essa reorganização”, afirmou.

            A medida, com validade até o dia 13 de março, começou a dar resposta ainda no primeiro dia de sua emissão. De acordo com Santana Lopes, muitos militares se declararam prontos a trabalhar. “Fato interessante é que o próprio marechal Tamandaré Caxias, homem valoroso, se dispôs a atuar em funções de consultoria. Esse é um grande avanço que nós tivemos, e queremos ter ainda mais ao trabalhar pelo Império”, frisou Santana Lopes.

CEM NOMEIA NOVO ARCEBISPO IMPERIAL DE REUNIÃO
Saint-Gabriel, IZ

            Na última terça-feira, a Conferência Episcopal Micronacional (CEM), representada pelo cardeal D. Renato Moraes, decano do Sacro Colégio de Micro-Cardeais, nomeou o frei D. Lucas Card. de São Petrônio para a função de Arcebispo Metropolitano Imperial de Reunião e Primaz do Micromundo, nome prontamente ratificado pelo Lorde Protetor. Para a função de bispo auxiliar de Reunião, foi nomeado D. Osvaldo Mafra.

            Segundo o novo arcebispo, sua única missão durante o tempo em que chefiar a arquidiocese será de promover a fé católica e trazer novos convertidos ao seio da Igreja Católica Micronacional. “Queremos que cada pessoa atingida pelo trabalho pastoral que nosso clero promoverá sinta a necessidade, em suas próprias vidas macronacionais, de buscar a fé, convertendo-se, confessando-se e frequentando a Santa Missa mais próxima. Queremos que faça arder no coração de cada fiel aquele fogo santo, em verdade, e para isso, nos dedicaremos copiosamente”, ressaltou o cardeal.

            Também, no mesmo Decreto Episcopal, o Distrito Eclesiástico de Izabella, chefiado pela Igreja Católica Micronacional, ganhou um novo Governador: o cardeal Marcelo Araújo Montenero de Monte-Real e Pacífica, que também se tornou o Chanceler da CEM.

            O administrador apostólico da Arquidiocese Imperial, monsenhor Thiago Montenero, também foi um dos contemplados pelo Decreto Episcopal. Conhecido por sua defesa ao Código de Direito Canônico, o monsenhor foi nomeado para a chefia do Tribunal Eclesiástico e para a secretaria do Decanato do Sacro Colégio de Micro-Cardeais.

IGREJA NOMEIA REPRESENTANTE JUNTO AO ECIE
Saint-Denis, DR

            Por meio de Decreto Arquiepiscopal exarado na última quarta-feira (11), o Arcebispo Imperial de Reunião, cardeal D. Lucas de São Petrônio, credenciou o cardeal D. Renato Moraes para a função de Representante Eclesiástico junto ao Egrégio Conselho Imperial de Estado (ECIE). Segundo o arcebispo, a função de D. Renato será responder por todos os assuntos concernentes à Igreja Católica Micronacional diante do ECIE.

            Ainda no mesmo decreto, foi nomeado para a mesma função de D. Renato, mas para a Assembleia Popular de Qualícatos, o cardeal D. Marcelo Araújo Montenero de Monte-Real e Pacífica, que também responde pela função de Vigário-Geral da Arquidiocese Imperial.

REUNIÃO DE REUNIÃOS MARCADA!
Rio de Janeiro, RJ

            Cidadãos do Sacro Império de Reunião espalhados pelo Brasil já tem dia e hora para se encontrarem! Após reunião entre o Lorde Protetor Glauco de Torres Novas, o Imperador Cláudio I e a Imperatriz Roberta, a Reunião de Reuniãos do ano de 2015 foi marcada para o dia 26 de setembro de 2015, a ser realizada na Churrascaria Palace, na cidade do Rio de Janeiro.

            A data foi escolhida em virtude de diversos compromissos macronacionais de Sua Majestade. “Todos nós teremos compromissos, e quisemos pensar numa data que fosse boa para todos os nossos cidadãos. Após reunião com o Lorde Protetor, resolvemos marcar para o dia 26”, afirmou Sua Majestade.

            Segundo o Lorde Protetor, a Reunião de Reuniãos é um momento importante de confraternização. “A Reunião de Reuniãos é o momento em que todos os reuniãos, antigos ou novos, podem se confraternizar, brincar, rir e se divertir. Ainda mais nesse ano, uma vez que é a edição que comemora os 18 anos da independência de Reunião de O País! Será um encontro inesquecível!”, afirmou Torres Novas.

CÂMARA DO POVO STRAUSSIANA TEM NOVOS INTEGRANTES
Saint-Benoît, SS

            Na última quarta-feira (11), a Secretária de Estado de Stráussia, Dra. Marcela van der Haeger von Zeni, nomeou os três novos componentes da Câmara do Povo Straussiana (CPS): Lucas Vítor Sena de Santana Lopes, Tales Zonaro e Michel Maciel.

            Segundo a Dra. Marcela, a medida se faz necessária para que a capitania tome novos rumos. “Começamos com o Moderador Capitanial, que está se reestruturando. Agora, o Legislativo, que terá a incumbência de eleger o novo Presidente de Stráussia. Faremos o possível para que Stráussia volte aos rumos que um dia teve”, frisou a Secretária, no discurso de posse aos novos Populares.

CHEFE DA DELEGAÇÃO REUNIÃ NA LIGA DAS MICRONAÇÕES É SUBSTITUÍDO
Palácio Santa Fé, LP

            Nesta quinta-feira, a delegação reuniã junto à Liga das Micronações sofreu alterações. O conde Heitor Baltazar de Altamira Queluz e Levante, ex-chefe da delegação, voltou de Munique às pressas e pediu sua substituição à Chancelaria. Em seu lugar, foi nomeado o Conselheiro Yuri av Oldenburg Holstein-Gottorp Zanoni.

            Segundo a Chancelaria Imperial, o conselheiro Zanoni deverá viajar ao Plenário da Liga das Micronações, em Munique, na próxima semana, onde apresentará suas credenciais à missão reuniã e ao Secretariado-Geral da Liga, chefiado por Sua Majestade Imperial, o Imperador Guilherme III Luís, da Alemanha.

EXPEDIENTE

SECRETARIA IMPERIAL DE IMPRENSA E PROPAGANDA
Secretário
: Lucas Vítor Sena, barão de Santana Lopes

DIVISÃO DE JORNALISMO INSTITUCIONAL
Chefe: Leonardo Campos Soares de Taveirós
Superintendente da Agência Reuniana de Notícias: Leonardo Campos Soares de Taveirós

DIVISÃO DE PUBLICIDADE E DESIGN
Chefe
: Flávio Miranda von Rainer, marquês de Nunes Henrique

DIVISÃO DE ENGENHARIA DE SITES
Chefe: Ricardo Cochrane, visconde de Areia Branca

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A TRIBUNA: Último editorial da história deste jornal

Editorial: Versatilidade negativa… algo repugnante!

Significado de versatilidade. O que é versatilidade: Que tem várias qualidades, de um modo específico ou geral.

As atribuições da palavra acima deveriam ser a daqueles que se dizem chamados a exercer um cargo político, seja no executivo como no legislativo. No entanto, queremos nos ater a um dos atributos da versatilidade, que pode também ser encontrado em outra definição da palavra, que é a que segue:

 
 

“s.f. Caracterísica ou qualidade do que é versátil. Falta de estabilidade; que não sustenta um ponto de vista; que apresenta inconstância; mobilidade”.

 

Quando vemos choques entre poderes, podemos entender a descrição de versatilidade apontada acima, tendo em vista que o que resume, verdadeiramente, choque entre poderes é, na maioria dos casos, o choque de interesses, o choque entre “promessas não cumpridas de um lado ou de outro”, ou seja: a falta de estabilidade e não sustentar um ponto de vista, como apresentar inconstância.

Ao olhar para as informações postadas na mídia em geral, podemos encontrar várias atitudes de gestores ou legisladores que corroboram com a segunda característica apresentada pela versatilidade: a da característica negativa. Não é só porque a maioria dos políticos praticam como regra a “Lei de Gerson”, mas porque a falta de vergonha na cara “supre as necessidades” de sua falta de conhecimento técnico, o que faz o sistema tornar-se, cada vez, mais viciante para o lado negativo: o da barganha… afinal, “só voto neste projeto se obtiver um cargo no ministério ou secretaria tal”.

O que é vergonhoso para uns é comum para outros que, descaradamente, apresentam-se, por vezes, como os “salvadores da pátria, ou do estado, ou do município”, mas que, sempre que podem, se locupletam, utilizam-se do cargo que possuem para beneficiar filhos, esposas, parentes, direta ou indiretamente, em cargos públicos… o discurso não condiz com a prática… e não é preciso ir longe… basta analisar a conduta de cada um que exerce cargo ou função pública eletiva para entender que o SEU INTERESSE é sempre superior ao interesse coletivo.

Repugnante.

Rodini Netto, Editor

Cordialmente,
O Barão de Sersalle e Zagarisse
D. PIETRO ERNESTO VITTORIO CALIFANI DE DOMINICIS VON HABSBURG-RAINER
* Cavaleiro da Ordem de Tassinari* Desembargador Imperial
* Advogado – CIA 113 (Licenciado)

 

* Marechal-do-Ar / Comandante da Base Aérea de Mafatte
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Chega de Prosa

JORNAL CHEGA DE PROSA 
Ano I Edição I, o 
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CONTROVÉRSIAS MARCAM A ELEIÇÃO PARA PREMIER
 
Em uma eleição marcada por polêmicas acabou na eleição de S.E.I D. João Santana Premier, o PIGD alega ilegalidade na eleição pelo uso da questão fechada, o que é vedado pela Sagrada, contudo abstiveram-se de entrar com ação contra os partidos envolvidos.
 
Heitor Baltazar, líder do PIGD na Assembléia Popular de Qualícatos por meio de nota declarou:
 
“A Sagrada Constituição Imperial proíbe expressamente o uso de questão fechada quando o objeto da sessão é a eleição do Premier. O PIGD poderia, se quisesse, pedir (a) a anulação dos votos que o PSD depositou na urna, (b) a anulação de toda a Segunda Sessão da Gloriosa Revolução ou até mesmo, numa extrapolação do entendimento da Carta Magna, (c) a perda do mandato dos três Qualícatos peessedistas que votaram usando incorretamente o instituto da questão fechada. Nosso partido, todavia, não vai fazer nenhum desses pedidos, porque considera que, muito embora o PSD desconheça o ordenamento jurídico em vigor neste Império – tendo apresentado candidato a Premier que não poderia concorrer e, agora, usado de um artifício para direcionamento de bancada em uma situação que a Constituição veda textualmente (grifo nosso), o PIGD não é movido por vingança ou pelos comportamentos infantis dos quais fomos alvo durante a campanha. Os ideias que norteiam nosso partido e a atuação parlamentar de todos os nossos membros são os da dignidade e da justiça”.
 
O Procurador Geral do Império no dia 23/02 entrou com Ação Real de Inconstitucionalidade contestando a validade do Edito Promulgatório que empossou João Santana como Premier deste Sacro Império. 
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MEDIDAS PROTELATÓRIAS DO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO ATRAVANCAM O REGISTRO DE EMPRESAS
 
O Ministério da Integração não tem dado conta da demanda de solicitações de registro de empresa, com a possibilidade descumprir os prazos previstos no Código Civil o Ministro encaminhou na noite de ontem portaria, solicitando a todos os empresários que fizeram seus pedidos no mês de Fevereiro refizessem-os.
Tal medida foi alvo de inúmeras críticas por diversos cidadãos.
Breno Costa, burgomestre de Olympia e acionista do Grupo Bertochi de Comunicação Ltda afirma:
“É  óbvia a irresponsabilidade orgânica do Ministro Padre Montenero.
É ridícula a situação que foi imposta a iniciativa privada, sendo necessário uma intervenção do moderador para suprir a prevaricação da esquerda (Que governa o país). Sendo mister salientar que a concessão dos Arquitetos da Felicidade do le portense Allan de Saint-Robert  ainda está travada”.
 
Já para Allan de Sanit-Robert as medidas são: “Um atraso desnecessário que faz com que novatos desanimem”.
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CRÍTICAS A PLANO DE GOVERNO TERMINAM EM TROCA DE OFENSAS PESSOAIS – Opinião
 Diversos cidadãos acabaram sendo ofendidos em lista pública SHE D.Flávio Miranda por apresentar críticas ao Plano de Governo apresentado por S.E.I D. João Santana, entre as ofensas mais comuns proferidas estão “Corja imunda” e “Oposicionista burro”.
 
Ora, em uma democracia cabe a oposição fiscalizar e apontar as falhas do governo, cabe ao governo administrar o país, neste sentido a busca por um debate civilizado, pautado em argumentos deve ser norma geral. Não estamos aqui na Idade da Pedra, onde xingamentos e porrada eram a principal forma de argumentação.
 
Cabe à base aliada DEFENDER seu plano de governo, sem JAMAIS partir para a baixaria como vem ocorrendo nos últimos dias.
Isso é inadmissível, mas enfim, chega de blá, blá, blá chega de Prosa!
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ENTREVISTA COM BRENO COSTA, BURGOMESTRE DE OLYMPIA
Chega de Prosa: Boa noite, Quais as perspectivas de crescimento do burgo e quais as medidas tomadas para o  crescimento de Olympia?
 Breno Costa: A partir de Segunda feira estabelecerei uma agenda programática ao burgo já que todas as adversidades que me impediam de iniciar os projetos  foram superadas.
CP: Nessa curta estdada em RE qual a sua avaliação do projeto político em questão política nacional? O que acha da polêmica envolvendo a eleição do atual Premier?
BC: É visível que a volta de antigos micronacionalistas apenas reacendeu velhas rixas.Acho interessante a atual conjuntura política nacional, porém, sinto uma falta de uma atuação maior da UNIDA. No que tange a diatribe envolvendo a eleição do Premier, creio que houve demasiada imaturidade de diversas pessoas; os conflitos de ideias virou  ataques pessoais.
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PROJETO COMIC
 
O Projeto COMIC reunirá na próxima quarta-feira empresários de todo o país visando a criação de uma associação de empresários, visando o desenvolvimento da nação. A expectativa é sair da reunião com a Carta Magna da Confederação Micronacional da Indústria e Comércio.
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CLASSIFICADOS
 
O Grupo Bertochi de Comunicações contrata programador para a confecção de sistema de rádio.
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O Chega de Prosa é marca registrada do Grupo Bertochi de Comunicações o uso está condicionado a autorização por parte da Diretoria do Mesmo.