Jornal O Arauto – Edição 02


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SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
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QUINTA-FEIRA, 13 DE ABRIL DE 2015 • ANO I • NÚMERO 02
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N O T Í C I A S

QUANTO VALE A PALAVRA DO IMPÉRIO?
A “Questão Açoriana” põe em dúvida a honra do Império em seus compromissos


Saint-Denis. O Reino Unido de Açores foi oficialmente vinculado a Reunião através do Decreto Imperial nº 95, de 2009, firmado pelo então Lorde Protetor Grão-Duque de Chuberry, para reconhecer os Açores como protetorado definitivo do Império. O documento, de força constitucional, reconheceu a vontade das duas micronações em se unir definitivamente através de um estatuto jurídico próprio: os Açores manteriam a qualidade de micronação semi-autônoma, teriam Sua Majestade, o Imperador, como Chefe de Estado, e seus cidadãos teriam direitos políticos reuniãos para todos os fins, o que inclui, naturalmente, votar e serem votados.

Para lá dos detalhes jurídicos do texto constitucional do Decreto Imperial, o que se verifica por seu conteúdo é que toma a forma de um compromisso firmado entre dois povos: foi nestas condições que os açorianos abdicaram de sua Coroa Real e de sua plena autonomia em favor do Sacro Império de Reunião.

O conflito fundamental surge quando o Egrégio Conselho Imperial de Estado aprovou a AMN (Emenda Constitucional) nº 02/2015, que inseriu no texto do art. 3º, do Título XIX, da Sagrada Constitucional Imperial, a vedação de que cidadãos de micronações alinhadas a Reunião dentro da Comunidade Reuniã de (é o caso dos Açores) possam concorrer a cargos eletivos ou votar. O fundamento dos Conselheiros Imperiais, à época, é que um Protetorado não é uma unidade do Império tal como as capitanias e vice-reinos. A despeito disso, o primeiro artigo da Sagrada Constituição Imperial informa que Reunião é formada, também, pelos Protetorados a ela vinculados.

A palavra do Império na formação dos estatutos que regem as relações com outras micronações, notadamente aquelas que fazem parte de Reunião, caracterizam a nossa honra mais basilar: cumprir o prometido. A revolta dos açorianos começa a manifestar-se de forma mais concreta. Nomes como o Visconde de Altamira Queluz e Bruno de Torres Homem manifestam em CHANDON nesse momento sua irresignação a situação.

O Arauto apurou que existem atualmente ao menos 05 (cinco) reuno-açorianos tradicionais em solo imperial em plena atividade. O impacto imediato pelo avançar da Questão Açoriana pode ser medido superficialmente por essa análise matemática. O Poder Moderador, ao anuir com o Egrégio Conselho Imperial de Estado, parece ter dado o primeiro passo para um perigoso e triste cisma.

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E M   S E G U I D A


“Se o Conselho de Estado considera indispensável que uma parcela da população não participe da vida política de Reunião e o Poder Moderador concorda com esta posição, não há nada que eu possa fazer.” – Visconde de Altamira Queluz, reuno-açoriano.

“Como diz um adágio latino, ‘Tempora mutantur, nos et mutamur in illis’. Os tempos mudaram e os Poderes Constitucionais de Reunião mudaram com eles.” – Visconde de Menezes Cortes, presidente do Egrégio (PacSo), confirmando que a palavra do Império pode ser facilmente esquecida.

"Quer ser da APQ para quê? Para propor projetos que não serão efetivos nos Açores? Ou ainda eleger um Premier que não governará os Açores?Parece-me estúpido espernear por algo que qualquer um pode atestar a insanidade do pedido.” – Visconde de Areia Branca, fazendo coro ao Visconde de Menezes Cortes.

“Então o que vale a palavra do Sacro Império de Reunião? O que vale a palavra de Sua Sagrada Majestade Imperial? Será o Sacro Império de Reunião uma micronação que só respeita os seus compromissos quando lhe é vantajoso e depois se agarra ao status quo para fazer o que quer da sua parte?” Bruno de Torres Homens, reuno-açoriano.


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E D I T O R I A L

TUDO PELOS QUALÍCATOS
A idéia geral de que o sistema político reunião precisa ser “mais parlamentarista"


Alguns dos Conselheiros Imperiais têm tido ampla movimentação pela reforma do atual sistema político das Casas parlamentares reuniãs. Movimentações entre alguns dos políticos de diversos partidos no Salão Rectangular (facebook) ao longo das últimas semanas parece ter promovido a faísca para um projeto a ser apresentado na Câmara Alta do sistema político imperial, visando modificar o atual sistema de relacionamento entre o Governo e a Assembléia Popular de Qualícatos e a forma pela qual os representantes populares são eleitos pela sociedade.

Antes mesmo da exoneração do Visconde de Castello-Branco, então presidente do Egrégio, para em seguida ser nomeado a comandar o Poder Judiciário, debates noturnos no Rectangular entre nomes como o Barão de Herval-Wilson, Conde de Menezes Cortes, Visconde de Areia Branca, o Barão e Murta-Ribeiro e o próprio Visconde de Castello-Branco, deram forma a um projeto que visasse estabelecer eleições a Assembléia Popular de Qualícatos parcialmente na forma distrital. Assim, metade dos representantes do povo seriam eleitos internamente em cada distrito eleitoral reunião, que coincidiria com as Capitanias e Vice-Reinos, enquanto a outra metade seria eleita nacionalmente.

A idéia geral é vincular metade dos qualícatos a serem eleitos diretamente a cada uma das unidades semi-autônomas do Império, de forma que a representatividade torne-se, além de nacional, também regional. O modelo proposto é em parte resultado do estudo da legislação da hoje inativa Comunidade Livre de Pasárgada, micronação derivada de ex-reuniãos e que adotou regime integralmente parlamentarista com representantes eleitos internamente e cada uma de suas unidades federativas.

Naquela, os parlamentares eram eleitos a razão de dois para cada unidade federativa, o que promovia um elemento a mais no cálculo matemático e político das eleições: não bastava a soma de eleitores nos partidos, era necessária também uma distribuição estratégica. Além disso, o Governo era mero resultado do Parlamento, o que garantia na existência dos parlamentares o cerne da vida pública da micronação, garantindo a necessidade dos partidos de, antes de mais nada, correr atrás de uma soma qualitativa de parlamentares ativos. Um parlamentarismo efetivo e pragmático, e que leva em consideração as variáveis elementares e perpétuas da atividade micronacional.

Por aqui, a proposta inicial nascida de debates informais ainda não avançou para um projeto formal e concreto. Entre os debatedores iniciais da idéia, um ponto parece ser consenso: falta dentro do sistema político atual mecanismos que permitam maior autonomia e influência da Assembléia Popular de Qualícatos sobre o Governo e que garanta uma melhor atratividade e dinamismo político e partidário.

O sistema partidário-eleitoral atual funciona bem, mas pode melhorar muito. Câmara Baixa do Poder Legislativo reunião, a Assembléia Popular de Qualícatos deve ser mais visada do que é hoje, e isso passa necessariamente pelo relacionamento de poder que existe entre ela e o Governo. Buscando exemplos históricos e o espírito inevitável que pauta o micronacionalismo como um todo, é necessário promover maior interesse da sociedade como um todo, e dos próprios partidos políticos, no sistema eletivo, o que passa necessariamente pelo grau de importância e responsabilidade que o Palácio dos Democráticos representa para Reunião.

Este periódico lança aqui a proposta de bases gerais: (i) o Governo deve ser nada mais que extensão da Assembléia Popular de Qualícatos; o premier nada mais do que um Qualícato qualificado, dotado de um mandato por seus pares para conduzir o Governo, sem mandato por tempo definitivo, mas apenas regras internas de confiança e desconfiança de seu poder como premier; (ii) as matérias que envolvam a Administração Pública do Império devem ser de competência privativa do Palácio dos Democráticos; (iii) as eleições para os Qualícatos devem ser regionais – e se não for possível que sejam integralmente regionais, que ao menos parte dos representantes do povo seja eleito internamente em cada unidade do Império.
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R Á P I D A S


∞ O Egrégio Conselho Imperial de Estado aprovou a reativação do Vice-Reino de Maurício. Os mauritanos devem se reunir para reabrir oficialmente as atividades do vice-reino dos próximos dias, tão logo seja publicado o resultado das votações do Egrégio e – espera-se – obtenha-se o Edito Promulgatório favorável do Poder Moderador quanto a matéria. O Arauto adianta a alta probabilidade de que Rodrigo Mariano seja o Vice-Rei dos mauritanos.

∞ Mea culpa faz a redação do Arauto, que à época foi favorável a modificação promovida pelo Egrégio quanto a limitação de direitos dos açorianos em Reunião. A modificação acabou se tornando verdadeira heresia política: compromissos não podem simplesmente ser esquecidos.

∞ Chovem pedidos de filiação para a Aliança Reedificadora Nacional – ARENA. Estamos diante de uma nova liderança político-partidária da direita reuniã?

∞ Rejeitada no Egrégio Conselho Imperial de Estado a proposta de moção contra o monsenhor Thiago Monteneiro, da Igreja Católica Micronacional. Simultaneamente, foi rejeitado proposta de mecanismo regimental na mesma Casa para controlar a atividade mensagística dos Conselheiros Imperiais, enquanto aprovada modificação no Código Penal que torna alguns crimes mais crimes que outros.

∞ Rodrigo Mariano é o novo Chanceler Imperial. Há coisas novas nos ares, promete-se. É possível que a gloriosa política externa do passado possa ter um saldo de reavivamento.

∞ Douglas Silva é o novo Comandante da Guarda Imperial. As forças de segurança estão nas mãos de gente sóbria e ponderada.
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JORNAL O ARAUTO
A IMPRENSA DO VERDADEIRO MICRONACIONALISMO

EXPEDIENTE

EDITOR
Barão de Murta-Ribeiro
“JE MAINTIENDRAI"
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As colunas de opinião assinadas não refletem a opinião do Jornal O Arauto, sendo a responsabilidade jurídica compartilhada conforme o ordenamento jurídico do Sacro Império de Reunião.

Este jornal não representa a opinião de nenhuma micronação, governo ou partido em especial, não sendo vinculado a nenhuma entidade de direito público ou privado que não a empresa Arauto Comunicações. O Editorial, bem como análises de notícias, expressam a opinião do Conselho Editorial e sua responsabilidade cabe exclusivamente ao Editor.

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Contatos devem ser feitos através do email filipesales@terra.com.br. Reclamações devem ser encaminhadas para a Nunciatura Apostólica em Reunião.

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A LABAREDA
Ano VI * Edição nº 178 * Terça-feira, 02/02/2010

Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

Fundada em 06/08/2004


EDITORIAL

O ELEFANTE BRANCO DE REUNIÃO

Desde que cheguei ao Império em 23/03/2004 questiono o tamanho de nossa estrutura. Somos bem maiores no papel do que na prática e isso faz com que fez por outra nossas instituições praticamente desapareçam do cenário popular e ficam esquecidas no limbo.

Outras vezes dá mais importância para um órgão recem criado do que para aquele que agoniza. Também ao invés de reestruturamos o ja existente, preferimos criar um novo. No fim das contas, temos um amontoado de institutos/órgãos ,etc

Sempre ouvi, principalmente do Imperador, que reduzir o número de cargo ou "prédios" não é a solução. Como não tenho bola de cristal, não pude visualizar uma situação dessa no futuro. Também nunca foi tentado reduzir. A ordem era "manter a aparência" de grande.

Reunião começou grande, não cresceu, como as empresas do grupo A Labareda. Por exemplo, você sabe como nasceu o jornal? Ele nasceu como um boletim para divulgar os resultados das pesquisas do IIRDE e foi ganhando corpo até se transformar no que se transformou.

O auge, sem dúvida, foram o prêmio recebido pelo jornal Pravda, da URSS e a publicação de 5 edições em 5 países simultanemente. Cada um destacando as notícias locais.

Esse é o tamanho do A Labareda, enquanto alguns preferem nos classificar como Diário Oficial de partido.



NOTÍCIAS

JORNALISTA SEM DIPLOMA COMETE GAFE NO A LABAREDA

Um jornalista sem diploma que prefere não se identificar, cometeu um gafe na edição de ontem que provocou indignação nos conservatorianos.


Ao relatar sobre projeto de lei que proíbe a caça de OVNI´s e baleias, o jornalista disse que o burgo de Lindt ficava em Conservatória.

Na verdade, Lindt que proíbe a caças às baleias mas não tem saída para o mar, fica na virtualista Straússia.

O presidente do A Labareda se compadeceu da revolta dos conservatorianos e mandou o jornalista fazer um estágio no jornal "Comédias da Vida Nem Tanto Privada", de Flávio Miranda.

ELEIÇÕES VÃO MOVIMENTAR REUNIÃO

Menos de duas horas depois do Microsoc reclamar eleições em Chandon, o Lorde Protetor expediu uma Ordenação Gloriosa Ordinária com a convocatória das próximas eleições.

As eleições foram marcadas para o período de 23 de fevereiro até 2 de março. A OGO ainda determina que o novo premier tome posse até o dia 24 de março.

Agora sim é que a discussão política vai esquentar. Espera-se um mínimo de cordialidade entre os políticos. Será que é pedir demais?


ALEXANDRE CARVALHO DEVERÁ INGRESSAR NA ARENA

Segundo fontes da ARENA, Alexandre Carvalho deverá ingressar no partido nas próximas horas, apesar do pedido feito ao PIGD.


A Labareda apurou que Carvalho gostaria de retornar ao partido em que passou a melhor fase política de sua carreira. Ainda segundo fonte do jornal, o ex-premier arenista disse que a "ARENA é um partido muito mais ideológico que o PIGD, que sobrevive às custas do Imperador".

Procurado por nossa reportagem, Alexandre Carvalho não pode atender à ligação. Segundo o caseiro, ele estava na propriedade de Marina Melillo conversando com pedreiros que farão a reforma do Solar de Melillo. Marina, ex-premier e a melhor ministra da saúde e da integração (ministério atualmente inativo) de toda a história do Império, é vizinha de Alexandre Carvalho em Santa Rosa, Fournaise.

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Ano VI * Edição nº 177 * Segunda-feira, 01/02/2010

Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

Fundada em 06/08/2004


EDITORIAL

DESAFIO DO A LABAREDA É TER O QUE NOTICIAR

Em outros tempos, era impossível noticiar tudo que acontecia no Império de Reunião. Hoje, as coisas já são diferenciadas.


Mas ainda estamos em início de ano e creio que após o carnaval a retomada da atividade se dará de forma mais consistente.

Não estamos dizendo que não há mensagens. Existem, mas falta conteúdo, falta produção. Também achamos que essas mensagens fazem parte do micronacionalismo, mas não só vivemos disso.

Há que se consignar ainda a importância das eleições no Império, quando a atividade e a disputa política crescem em demasia, e então poderemos provar realmente o verdadeiro potencial dos micronacionalistas que estão ativos no momento.

NOTÍCIAS

PRESIDENTE DO ECIE RECLAMA DA REPORTAGEM DO A LABAREDA


O Presidente do ECIE, Luiz Octávio Azambuja, reclamou do teor das reportagens do A Labareda que dá como inoperante a participação do ECIE sob sua gestão.


Atualmente o ECIE discute sobre a alteração da Sagrada para tirar o nome de Deus do juramento. Desta forma, o Conselheiro Raphael Garcia poderia fazer seu juramento dentro de sua crença, que é nenhuma.

Acredita-se, até o momento, que os conselheiros nomeados apenas copiavam e colavam o texto da Sagrada, ou uma mensagem de um outro conselheiro. Ao que parece, alguém leu o inteiro teor do juramento.

O juramento, no entanto, tem pouco efeito prático. Já houve casos de conselheiros praticarem golpes. Mas não fizeram o juramento. E por Deus, ainda por cima.

De qualquer forma os debates estão acontecendo e só com a mudança da Sagrada é que Raphael Garcia poderá permanecer com um assento na Casa, pelo menos enquanto a presidência estiver nas mãos do PIGD.

EDITOR DO A LABAREDA NEGA PROBLEMAS COM O PIGD

O Editor do A Labareda, Alexandre Carvalho, recebeu em sua chácara na aprazível Santa Rosa/FE, reportagem do A Labareda, e aceitou falar sobre a polêmica envolvendo o PIGD.

Carvalho disse que está voltando agora ao Império e se lembra de ter deixado até mesmo o partido político a qual fazia parte. "Não me lembro qual era, acho que PSD, mas agora sou apartidário, mas não devo ficar por muito tempo dessa forma, afinal as eleições estão chegando, não é mesmo?"

O editor do A Labareda disse ser eclético quando se fala em política e que já foi membro que praticamente todos os partidos. "Acho que não passei apenas por Unida e Microsoc, mas fui premier pela Arena (na ocasião, Carvalho levou a ARENA novamente ao poder depois de 5 anos)e pelo PSD. Também já fui correlionário do Azambuja, então não sei porque ele acha que eu tô pegando no pé dele".

Questionando sobre as mensagens criticando o ECIE e o Palácio Magistral, Carvalho disse que não sabia que Thomas Müller era do PIGD, e que as críticas foram direcionadas às pessoas. Azambuja no ECIE não é bem a praia dele. "O Müller é um excelente político, mas pegou o Magistral em um período crítico, que envolve o fim de ano até o carnaval", finalizou.

PENSANDO NA ELEIÇÃO, ALEXANDRE CARVALHO PEDE FILIAÇÃO AO PIGD

Ainda sem saber a que cargo político almeja, Alexandre Carvalho não quis deixar para última hora e pediu filiação ao PIGD.


O pedido faz cair por terra toda a gritaria de Luiz Octávio Azambuja que acreditava que Carvalho estaria tentando enfraquecer o PIGD e favorecer a esquerda.

"Eu não tenho culpa se as coisas vão mal, ou tenho?", disse Alexandre Carvalho por telefone, à redação do A Labareda.

Ainda segundo o político, que passou por quase todos os partidos políticos, é difícil falar em ideologia quando não há ideologia. O PIGD, por exemplo, recebe votos apenas e tão somente por causa da figura do Imperador, que é fundador e presidente de honra do partido. "Ou vc acha que alguém vai votar em Luiz Azambuja?".

A Direção do PIGD ainda não se manifestou e Carvalho não soube dizer o que faria caso seu pedido fosse indeferido.

CONSERVATÓRIA ABUSA DO VIRTUALISMO

Um pouco de virtualismo sempre faz bem ao micronacionalismo. Muitas vezes digo que estou "descansando em minha chácara" ou que a "população em êxtase acenava para a Imperatriz" (agora nem tanto, creio eu).


Mas Conservatória certamente atravessou todos os limites com a edição de dois decretos burgomestrinos.

No burgo de Lindt não é mais permitido caçar OVNI´s e baleias. Para o burgomestre, não é correto o abate de OVNI´s e nem a caça às baleias e outros cetáceos.

Os OVNI´s, se avistados devem ser reportados à guarda local, ou capturado, se possível. O decreto das baleias não deixa claro se existe a possibilidade de caçar baleias fora do período reprodutivo ou em caso de aumento populacional.

O burgomestre de Lindt é um Murta-Ribeiro, o que por si só deveria ser explicação de alguma coisa. 

Seria ele descendente do famoso "Murta-que-geme"?

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Ano VI * Edição nº 176 * Domingo, 31/01/2010

Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

Fundada em 06/08/2004


EDITORIAL

REUNIÃO EM DECADÊNCIA

Quem está aqui há pouco não tem como perceber algumas particularidades, mas é bem fácil perceber que Reunião amarga novamente um de seus piores momentos.

O primeiro sintoma é a paralisia das instituições: ECIE, APQ, Executivo. Não vou nem falar do judiciário porque este nunca funcionou mesmo.

O segundo sintoma é verificar quem está a frente do ECIE. Quando Luiz Octávio Azambuja seria presidente do ECIE se houvesse um terço dos nomes que eu recitei no editorial passado? NUNCA

Então, novatos, aprendam uma coisa: instituições inoperantes e instituições sendo comandadas por secundário é mal sinal.

NOTÍCIAS

PRIMEIRO-SECRETÁRIO DO ECIE DISCURSA


Uma das poucas vozeis respeitáveis no ECIE, Valadir Aerwyld assumiu o cargo de primeiro-secretário do ECIE.

O cargo é de extrema importância, mas que seja bem aproveitado é necessário que o ECIE seja/esteja ativo, o que não vem ao caso na atualidade.

A primeira tarefa do primeiro-secretário será uma das mais complicadas: saber quem são realmente os atuais conselheiros.

Espera-se, no entanto, que sua vontade de trabalhar possa despertar alguns de seus honoráveis pares.

NOVELA DO IMPÉRIO CHEGA AO FIM

Foi anunciada para a próxima semama o fim da novela "Reunião de Paixões", do dramaturgo Nuno Coelho.

Em outros tempos, uma novela não teria nem sequer uma linha no "Fagulhas", mas na atual situação, deve ser o que os súditos do Império estão fazendo, assistindo novela.

Convenhamos, sem uma atividade no executivo, no legislatvo, só nos resta mesmo assistir a novela do Nuno.

Que venha o final da novela.


AUSÊNCIA DE COMENTÁRIOS NÃO INTIMIDAM A LABAREDA

Reunião está mesmo no fundo do poço. Quase 24 após a publicação da edição 175 do A Labareda, não houve nem um comentário sequer.

Essa estratégia é antiga, muita das vezes patrocinada pelo Palácio Imperial. Intimida-se o novato a comentar os periódicos e combina-se entre os partidários para que ninguém comente o jornal, visando desistimular o editor.

É uma pena se for essa a estratégia, pois deste lado aqui está Alexandre Carvalho. Prazer em conhecer.

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Ano VI * Edição nº 175 * Sábado, 30/01/2010

Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

Fundada em 06/08/2004


EDITORIAL

QUAL O TAMANHO DO SEU NOME

Em meu recente retorno a Reunião, percebi que um súdito, que não é tão novato assim, escreveu um email de 1 linha. Sua assinatura, no entanto, tem 5 ou 6 linhas.

Curiosamente ainda existem pessoas que acham que o tamanho do nome ou a quantidade de medalhas penduradas no uniforme fazem a diferença.

Isso quase nunca teve importância em Reunião. O que os cidadãos precisam é fazer a diferença. Quer ver como o tamanho do nome e de sua assinatura não ser pra nada?

Filipe Oliveira, Renan Saifal, Rodrigo Rocha, Douglas Klabunde, Raphael Garcia, Valadir Aerwyld, Marina Melillo, Fabio Trigo, Alberto Fioravanti, Flávio Miranda, Rodrigo Thedin, entre outros, a maioria com DOIS NOMES

LORDE PROTETOR TENTA MANTER A ATIVIDADE NO ECIE

Apesar das mudanças promovidas pelo Lorde Protetor, Rodrigo Rocha, desde o final do ano passado, o ECIE ainda não se recuperou totalmente e não é nem sombra da atividade do primeiro semestre do ano passado, quando inclusive foi batido o recorde histórico da Casa: 695 mensagens em maio/2009, a maior desde abril de 2001.

O mês de janeiro ainda não terminou, mas a queda na atividade do ECIE em relação ao mesmo período do ano passado é cerca de 60% (Fonte: IIRDE). Acredita-se que a atual diretoria não tenha conseguido organizar a pauta e muito menos chamar os Conselheiros ao debate.

A Labareda estará diariamente no plenário acompanhando o dia-a-dia dos Conselheiros Imperiais.

NA APQ, A PROVA DE QUE A EXPERIÊNCIA NÃO INFLUENCIA NO RESULTADO

Sob a liderança do jovem Bruno Alexandre, a APQ vem mostrando um desempenho satisfatório, pena que o Poder Executivo está praticamente paralisado aleijado uma das Casas Legislativas mais importantes do micromundo.

A atividade em janeiro está apenas 23% abaixo do alcançado no mesmo período do ano passado. Vale lembrar que ano passado a APQ estava sob a liderança de Alexandre Carvalho, que alcançou o máximo na atividade parlamentar em abril de 2009 e em maio repetiu o recorde anterior que havia sido marcado no longiquo 2001.

Espera-se que na próxima administração a APQ seja mais exigida.

APESAR DA MANIFESTAÇÃO DO EXECUTIVO, GOVERNO É INERTE

O Premier Thomas Müller reclamou de reportagem publicada no A Labareda 174 sobre a paralisia do governo, dizendo ser "inverídica a tese" da inoperância e que a atividade do executivo não se resumiu apenas ao Palácio Magistral, sede do governo.

O Labareda encomendou então uma pesquisa ao IIRDE (Instituto Independente Reunião de Dados e Estatística) que pesquisou as últimas 1350 mensagens referente ao mês de janeiro.

Os resultados da pesquisa estão descrito abaixo:

a) a maioria das manifestações são do Palácio Magistral, entre elas três edições do "Café com o Premier", Carta endereçadas a autoridades e o anuncio da Semana Cultural Reuniã. Já que não é só o Magistral que representa o Executivo, bem que a semana cultural poderia ficar a cargo da Cultura, não?

b) o ministro da Cultura retornou recentemente do "exílio" e então colocou o ministério para trabalhar.

c) Apesar de uma APQ ativa, o Premier emitiu 3 decretos: um popular, um extraordinário e um aristocrático. Mais interessante seria que todos fossem apresentados como lei na APQ, visando promover a atividade naquela Casa.

d) Foram emitidos dois informes de novos súditos, no entanto são raras as aparições desses novos súditos. Alias, desde Marina Melillo não se tem um ministério da integração funcional.

e) solicitação feita ao ministério da imigração foi respondida pela Guarda Imperial

Na medida do possível o Executivo vem trabalhando, mas com um número bem aquém do esperado, de um Palácio que já contou com 9 ministério.

Quando acontecem as próximas eleições?



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Ano VI * Edição nº 174 * Quinta-Feira, 21/01/2010

Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

Fundada em 06/08/2004


EDITORIAL

A IDENTIDADE DE UM PAÍS

É interessante quando passamos um tempo fora do país e quando voltamos parece que estamos em um lugar novo, nunca dantes "navegado".

Reunião sempre me parece um outro lugar quando eu volto e penso que isso dificulta e muito o retorno de muitos. Digo isso porque já voltei inúmeras vezes e quase nunca consigo me readaptar ao seu mutante modus operanti.

No entanto, algumas coisas nunca mudam. A falta de comando nas principais instituições é uma delas, os "inimigos eternos" outra e a que eu acho mais graça é o deslumbre de alguns novatos com a nobreza reuniã.

Ainda estamos andando pelas ruas do Império e em breve mais comentários acerca do Cotidiano Imperial.

DEUS TUMULTUA ECIE

O Conselheiro Raphael Garcia foi retirado do plenário do ECIE pelo fato de não ter pronunciado, em seu juramento, o trecho em que menciona Deus.

Garcia, todos devem saber, é socialista e nem um pouco religioso, acredita demais na esquerda e por vezes penso que defenda até a luta armada.

Sem julgar o mérito da questão, pois ainda não pude consultar a colcha de retalhos, digo, a Sagrada Constituição Imperial, a situação é bastante pitoresca, mas com indícios de cortina de fumaça, para despistar um ECIE às moscas, sob uma presidência por demais contestada.

O Premier aguarda desalentado em seu Gabinete a votação de um Decreto. Ainda não pude visitar a APQ, mas se o Premier governa por Decreto, isso não é um bom sinal. Indícios de APQ às escuras.

ATIVIDADE DEMONSTRA PARALISIA DO GOVERNO

Desde que retornei ao Império e voltei a receber as mensagens de Chandon (mantive todo esse tempo em webonly para preservar minha cidadania) pouco ou quase nada das mensagens são dignas de notas.

Não há outra coisa a pensar: o governo imperial está parado. Sendo assim, me recuso a proporcionar qualquer tipo de atividade regional. Prefiro as Capitanias às moscas do que Chandon deserto.

E não venham com essa história de que o governo está trabalhando mas que não aparece. Todo o trabalho realizado tem que aparecer, até mesmo a ingrata tarefa de cuidar da imigração, função que já teve seu glamour.

A Labareda permanecerá pelas ruas do Império em busca de atividade e movimento no Império. Aguardem.




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[Chandon] A Labareda * Edição 154 * ESPECIAL

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Subject: [Chandon] A Labareda * Edição 154 * ESPECIAL
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Ano II * Edição nº 154 * ESPECIAL * Terça-Feira, 24/06/2008
Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO

 
DATA ORIGINAL DA EDIÇÃO
Ano II * Edição nº 076 * ESPECIAL * Sexta-Feira, 21/10/2005
Santa Rosa/FE * SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
 
 
"MORRE" EX-PREMIER DE REUNIÃO
 
O ex-premier Reunião, Alexandre Carvalho, "morreu" nesta manhã, na sua residência, Les Nuages, no burgo de Santa Rosa, Fournaise.
 
Segundo a assessoria de imprensa do ex-premier, que também era embaixador na República de Siena, a causa da "morte" teria sido falência múltipla das motivações.
 
VIDA POLÍTICA DE ALEXANDRE CARVALHO COMEÇOU NA CAPITANIA DE FOURNAISE
 
A vida política do ex-premier começou na Assembléia Legislativa de Fournaise, como deputado capitanial, primeiro-secretário da Casa e posteriormente presidente.
 
Na época, Fournaise estava em plena atividade e a ALFE trabalhou bastante em conjunto com então governador Francisco de Assis Seixas.
 
Logo depois, com a renúncia da cidadania por parte de Felipe Cruz, presidente da ALFE (hoje em Pasárgada) por causa da bandeira de Reunião, a Assembléia começou a sofrer com a inatividade até "fechar as portas".
 
Carvalho também foi governador e atualmente exercia o cargo de Capitão-Regente da Capitania. Por mais de uma vez tentou reativá-la, sem êxito.
 
NA PRIMEIRA ELEIÇÃO EM NÍVEL IMPERIAL, ALEXANDRE CARVALHO FOI O MAIS VOTADO. COMO PRÊMIO, GANHOU UMA CADEIRA NO ECIE
 
Na primeira eleição disputada para a Assembléia Popular de Qualícatos, quando o voto ainda era no candidato, Alexandre Carvalho foi o candidato mais votado.
 
Não teve oportunidade de desenvolver seu trabalho pois fora nomeado logo em seguida para assumir uma cadeira de Conselheiro Imperial, no Egrégio conselho Imperial de Estado – ECIE.
 
No ECIE foi polêmico e tentou mudar algumas tradições do Império, como o número de parlamentares e a desobrigação de filiação partidária para nomeação de Conselheiros.
 
Segundo Carvalho, "como o cargo é de livre provimento do Imperador, o fato do conselheiro ser ou não filiado a um partido político não fazia a menor diferença.
 
Sobre o número de parlamentares, o ex-conselheiro tentou em uma oportunidade diminuir o número de ocupantes das cadeiras e em outra, mas como premier, propôs um aumento de 10 para 13 o número de qualícatos.
 
Não obteve êxito nestas propostas.
 
Posteriormente, como Premier, foi melhor recebido pelo Egrégio.
 
UNIVERSIDADE DE REUNIÃO FOI UM DESAFIO QUE MOSTROU O DESCASO E INCOMPATIBILIDADE DA EDUCAÇÃO MICRONACIONAL
 
No governo Giserman, Alexandre Carvalho foi nomeado reitor da Universidade de Reunião.
 
Enquanto reitor, tentou reativar sem sucesso os cursos de direito intermicronacional e relações intermicronacionais.
 
Em contra-partida, os cursos de francês e de HTML básico tiveram mais sucesso, mas a pouca participação dos alunos desmotivaram os professores e os cursos foram abandonados.
 
Carvalho reclamava o pouco apoio do governo executivo em investimento na Educação.
 
A SOLIDÃO DE ALEXANDRE CARVALHO NO PALÁCIO MAGISTRAL
 
Quando eleito premier do Sacro Império de Reunião, Carvalho não imaginava que passaria 103 dias de solidão no Palácio Magistral.
 
A sede do poder executivo reunião foi a residência oficial de Alexandre Carvalho, do período de 28/02 a 10/06/2005.
 
A vitória nas urnas levou o partido de Carvalho, ARENA, novamente ao poder depois de longo tempo fora do Palácio Magistral.
 
A esquerda derrotada se recusou a trabalhar com o Premier Arenista, o que causou grandes dificuldades para a montagem de seu gabinete, visto o número reduzido de súditos ativos dos partidos de apoio bem como o descaso mostrado após a eleição pelos mesmos partidos.
 
O governo de Carvalho movimentou a APQ e várias leis foram aprovadas, mas infelizmente essas mesmas leis, algumas nem tão importantes, mas outras relevantes para a organização da micronação, como a Lei do Turismo, tornaram-se letras mortas.
 
Dois momentos importantes no governo de Carvalho foram a expulsão do "multi-cidadão" Gustavo Trident, posteriormente reintegrado ao Império por uma decisão equivocada do Desembargador Imperial, e o veto ao artigo que permitia a dupla cidadania, no Estatuto da Cidadania, proposta encaminhada pelo Poder Moderador.
 
O veto foi aprovado pelo ECIE.
 
CHANCELARIA REUNIÃ CAUSOU DESGASTE DEMASIADO. SONHO DA FEDERAÇÃO FOI POSTO EM PRÁTICA
 
Logo após deixar o Palácio Magistral, Alexandre Carvalho foi alçado ao posto de Chanceler Imperial.
 
Do alto de seu gabinete, começou a colocar em prática um sonho que havia nutrido muito antes de sonhar ser Chanceler: a criação de uma organização intermicronacional, que reunisse a "nata" do micronacionalismo, em prol do desenvolvimento das micronações como um todo. Assim nascia a Federação, que ganhou nome de MICROCON.
 
Com o manto reunião sobre seus ombros, foi rechaçado pela comunidade intermicronacional por causa do suposto "imperialismo" reunião. De qualquer forma, a instituição recebeu interessados e caminha a passos largos tentando confirmar a tendência de incapacidade, ou provar que é possível uma organização multinacional para o bem comum.
 
O pior momento do Chanceler foi a confusão causada pelo dominio portoclaro que pertence ao Imperador.
 
Carvalho insistia que o problema era pessoal e não de Reunião, mas foi convecido do contrário. Em momentos de despacho com seus subordinados, lamentou profundamente a "quebra" da longa amizade entre Reunião e Porto Claro.
 
IIRDE COMEÇOU COMO UM SIMPLES INSTITUTO DE PESQUISA
 
Logo que chegou ao Império, Alexandre Carvalho criou o IIRDE, Instituto Independente Reunião de Dados e Estatísticas, que começou a estudar a atividade, baseada em número de mensagens, na lista de Reunião e de suas capitanias.
 
Depois, em franca expansão, surgiram o Memorial de Reunião, o A Labareda e o Labareda On-line, e finalmente, o Minuto Labareda.
 
Uma das criações que o dono do Conglomerado mais se orgulhava, além do A Labareda, foi a versão criada especialmente para a República de Siena.
 
O Instituto atuou também no futebol, gerenciando o time do Rengueira Imperial e mais recentemente o I Cavalieri da Norcia. Para a gerencia, criou a ADC Management – Soluções Esportivas, que além dos referidos times, agendava amistosos para outras equipes.
 
Em 19 meses foram 20 pesquisas e 607 entrevistados.
 
NA ARENA, COMANDOU O PARTIDO COM MÃO-DE-FERRO E DESAGRADOU MUITOS
 
Depois de sair do PSD, juntou-se a Rodini Netto na reativação da ARENA, Aliança Reedificadora Nacional.
 
Após um entra e sai de filiados, manteve-se firme e passou a cuidar do partido com mão-de-ferro.
 
Foi responsável direto pela derrota de Marcos Valle nas eleições que levaram ao Magistral Marina Melillo e vetou o nome de Danilo Marques quando este quis ser premier.
 
Na eleição perdida por Valle, a enquete interna terminou 3 x 3. A decisão por Valle foi exclusiva de Carvalho.
 
Uma única vez cogitou sair do partido, mas voltou atrás, com medo de que o partido fosse novamente extinto.
 
A LABAREDA ERA A GRANDE PAIXÃO DE ALEXANDRE CARVALHO
 
Uma das atividades que mais revigorava as forças era a produção do jornal A Labareda, que ele chamava carinhosamente de periódico.
 
No início, as publicações eram esporádicas, sem intervalos determinados ou regras.
 
O jornal havia sido de certa maneira abandonado, mas foi retomado em maio de2005, com a edição 22.
 
De lá pra cá foram 54 edições, sem contar essa. As últimas 24 edições sairam todos os dias úteis da semana, de 12 de setembro a 14 de outubro.
 
Futuramente será inaugurada a Galeria Labareda, que terá como exposição permanente todos os exemplares do periódico, as entrevistas, pesquisas, histórico dos times de futebol, etc.
 
A versão italiana, La Fiammata, havia sido transferido para Carlos Correa, de Siena, após a ascensão de Carvalho ao posto de Embaixador naquele país, e ficaria sob a resposabilidade do sienense Correa as edições vindouras.
 
Tão empolgado estava com o jornalismo, que estava liderando um congresso de jornalistas e tencionava criar uma organização para lutar contra a censura e a favor da abertura das listas nacionais, como já acontece com Reunião e Nova Belmont
 
Antes dessa iniciativa, participava de 14 listas nacionais em busca de reportagens, devido a dificuldade de contratar correspondentes internacionais.
 
Neste período, foi convidado a sair de três paises, mas nunca se confirmou uma possível "retaliação" contra reportagens veiculadas no A Labareda.
 
Boatos dão conta de que o periódico estaria sendo negociado com empresas estrangeiras, mas o fato não pôde ser confirmado.
 
 
 

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[Chandon] A Labareda * Edição 153 * Reunião

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A LABAREDA
Ano IV * Edição nº 153 * Sexta-feira, 22/02/2008

SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO
Fundada em 06/08/2004
 

 

ARTIGO
 
HORA DE REAGIR

Os recentes fatos acontecidos em Mallorca são um claro sinal de que é necessário o "ajuntamento" de micronações para por fim a atitudes como as realizadas pelo ex-padre reunião Danilo Marques.
 
Marques se mostrou desde sempre sua falta de caráter e sua grande necessidade de se aparecer. Como não conseguiu de forma competente, partiu para a ignorância.
 
Sugiro que seja criada penas conjuntas entre as micronações, Reunião inclusive, e banir para sempre pessoas com a conduta deplorável como as demonstradas pelo reunião Danilo Marques.
 
E não é porque eu já cometi um crime no MN que acho que a pena para paplismo deva ser menor ou mais branda. Se o grupo, ao se reunir, decidir por banir também paplistas, que seja aplicada a todos.
 
Antes porém, é necessário formar um grupo de micronações comprometidas com a seriedade deste hobby e declarar em conjunto o fim de pessoas como Danilo Marques.
 
A Labareda transmite votos de dias melhores para Mallorca, quando essa insanidade chegar ao fim.
 
 
ENTREVISTA
 
A LABAREDA ENTREVISTA O PREMIERÁVEL BRUNO QUEIROZ.

 

1) Conte ao micromundo quem é Bruno Queiroz.

Bem, esta é uma pergunta difícil. Definir a si mesmo sempre é uma tarefa complexa, muitas vezes até confusa. Como a maioria dos reuniãos sabe, sou um jovem micronacionalista, conservador na parte tocante as tradições e a moral, monárquico (tanto micro, quanto macro), contudo, sempre aberto a novas idéias e a novas ideologias. Normalmente sou calmo e paciente, gosto da neutralidade e jamais tomo as decisões baseadas na opinião de uma única pessoa, sempre ouço os dois lados da moeda e acrescento isso a minha opinião pessoal. Gosto da ordem, mas também vejo a desordem como algo muito importante em determinados momentos. No micronacionalismo, sou favorável a um Poder Moderador presente e neutro, assim como a um legislativo forte e exigente. Não acredito que o micronacionalismo seja apenas e tão somente um hobby, mas sim, uma atividade paralela, pois exige um certo tempo e uma boa quantidade de dedicação pessoal. Bruno Queiroz no micromundo é alguém que tem mais a aprender do que a ensinar, mas que por outro lado sabe e tem consciência da sua missão de colaborar, desenvolver e trabalhar para com o Sacro Império de Reunião.

 

2) Você teve uma rápida ascensão no Império. Isso ocorre invariavelmente com micronacionalistas acima da média. A que você atribui todo esse "sucesso" micronacional?

A dedicação para com aquilo que sempre me foi designada. Independentemente da esfera – seja micro ou macro, procuro realizar as tarefas que me foram incumbidas com o máximo de qualidade e eficácia. Não posso negar que cresci rapidamente, isso é verdade, mas acrescento que isso deve ser também atribuído a minha neutralidade e a política de bom relacionamento que procurei e procuro manter com os reuniãos das mais variadas vertentes políticas.

 

3) Seu nome é um dos mais cotados para assumir o cargo de Premier. Qual sua expectativa quanto a isso?

Inevitavelmente, a essa altura do campeonato, é uma expectativa bastante alta. Mas também é uma grande responsabilidade, o fardo que pesará sobre minhas costas será grande, mas isso não é um problema… Tenho vontade de ser Premier e governar ao lado de SSMI esta que é uma das mais antigas e tradicionais micronações do mundo, e sei que com o gabinete que montamos, e com a força moral que teremos, conseguiremos.

 

 4) Uma possível aprovação no ECIE do projeto conhecido como "Emenda Alvorada" atrapalhará seus planos?

Acho que você quis dizer uma possível não aprovação da Emenda Alvorada por parte do ECIE. Quando desenvolvemos o plano de governo, essa possibilidade foi levantada e plenamente considerada, portanto, o plano de governo foi feito para ser cumprido no prazo de três meses, com exceção de um único item, o qual deverá se prolongar nas próximas administrações, se for do interesse dos próximos premieres. O ECIE tem (eu espero) maturidade suficiente para votar e decidir sobre a importância da emenda que recebeu massivo apoio populacional. Por outro lado, nem sempre o que o povo decide é o melhor para o Estado, então eu vejo a questão da seguinte forma: se o ECIE aprovar, ótimo, ele está em concordância com os anseios da população. Agora, caso o ECIE não venha a aprovar, tudo bem, sua decisão é soberana e vamos respeitá-la invariavelmente.

 

5) Um dos principais problemas do MN atual é a falta de perspectiva em relação a novas idéias. Há muito tempo não emplacamos nada que consiga manter uma atividade regular por mais de 2 ou 3 meses. Qual será a sua "carta na manga"?

Talvez o que eu direi agora surpreenderá muita gente, mas não pretendemos inovar. Não no sentido de criar novas estruturas, novas instituições ou novas formas de entretenimento estatais. Nós vamos RESTAURAR, REVITALIZAR e REMODELAR as instituições reuniãs que dormem e estão sonolentas, bem como aquelas que se tornaram deficitárias. Vamos restaurar um certo "conselho capitanial" que existiu por um tempo, e me parece que foi bastante útil, vamos revitalizar os arquivos imperiais, a parte textual do Império, dentre muitas outras coisas que serão revigoradas e adaptadas com vistas ao futuro. Nossa lista de projetos está na íntegra no Plano de Governo, e nem preciso comentar que o tão aguardado site de Reunião está no topo desta lista. Quanto às cartas na manga, bem, também preparamos surpresas, mas estas são novidades que serão anunciadas aos poucos, no decorrer do governo.

 

6) Você acredita que o MN deveria partir para novas "descobertas", como Simuladores de jogos, Comunidades virtuais, Fóruns, etc. Estariam as boas e velhas listas do yahoogroups com seus dias contados.

Sim e não. Concordo que o micronacionalismo deve abraçar outras esferas, tais como simuladores, mas acredito que as listas do YahooGrupos! serão a eterna praça de discussão, o coração da micronação. Não acredito que num prazo de dois ou cinco anos o coração de uma micronação como o Sacro Império de Reunião possa estar no Second Life, por exemplo. Mas eu vejo todas essas ferramentas como mãos e braços das micronações, ferramentas que enriquecem e fazem o micronacionalismo prosperar de diferentes formas.

 

7) O maior patrimônio de uma micronação é sua história. Reconhecidamente, nenhum projeto de manutenção e preservação da história foi realizado e obteve sucesso. Sua gestão poderia inovar neste quesito?

Acredito que um tripé entre iniciativa privada, Poder Executivo e Poder Moderador pode dar uma nova luz ao Instituto Histórico Reunião, bem como pode estimular o fomento de produções independentes (privadas). Sou um entusiasta da iniciativa privada. Se encorajarmos os reuniãos a produzirem material independente sobre o passado reunião, estaremos não apenas preservando nossa história como instruindo e educando os novatos sobre o grande passado que nossa micronação tem. Temos um projeto interessante sobre toda essa questão do passado, da cultura e da memória reuniã, tudo isso estará contido e chefiado pela revitalização da Universidade de Reunião, universidade na qual confiaremos nosso futuro micro-educacional.

 

8) Dê uma idéia geral sobre seus planos para áreas ainda pouco desenvolvidas no Império, como Cultura, Esporte e Ciência.

Vamos dar uma nova luz a Universidade de Reunião, mas uma luz com outro foco, com uma maneira diferente e inovadora de dar aulas. Vamos retomar o projeto informativo da "Agência Espacial Reuniã" que trará informes de astronomia e outros assuntos de conhecimento geral, além de fomentarmos todo tipo de campeonato e competição virtual onde possamos melhorar e aprimorar a integração e o espírito de unidade nacional. Há muitos simuladores que envolvem geopolítica e administração de lugares, com certeza vamos apoiar o ingresso dos reuniãos nestes meios de interação.

 

9) Comenta-se que não há mais oposição em Reunião. Isso poderia dar mais governabilidade ao Premier?

São comentários enganosos, a primeira vista, aparentam ser verdadeiros, mas quando você pára e pensa que aqui o "poder de voz" de um súdito é absolutamente igual ao de todos os outros, e que diferentemente do macromundo, aqui não são necessárias várias centenas para que haja um "poder de voz", percebemos que a oposição é obrigatoriamente presente. Não existe ambiente em que não haja oposição, independentemente do lugar ou do posto que você ocupe, sempre há alguém discordando de você – seja de maneira mais suave e delicada, seja de maneira mais áspera e rigorosa. A oposição é natural e bem-vinda, precisaremos desses súditos descontentes para que o governo não acabe relaxando ou estagnando. A balança precisa estar equilibrada – e estará.

 

 

10) Historicamente, as Relações Exteriores fazem parte do Poder Moderador, ficando sujeitas às vontades do Imperador. No entanto, se essa tarefa fosse passada para a responsabilidade do Poder Executivo, poderia alcançar melhor êxito para realizar tratados de cooperação entre as micronações?

Não vejo com bons olhos uma mudança da chefia da Chancelaria do Poder Moderador para o Poder Executivo por um simples motivo: o Poder Executivo é preocupado e demasiadamente ligado a interesses partidários, enquanto que o Poder Moderador tem um interesse: o bem e o progresso do Estado, para ele não interessa a legenda X ou Y. Não vejo a Chancelaria sob comando do Poder Executivo como uma coisa positiva, ao contrário, muito provavelmente nossas relações exteriores se tornarão instáveis: muda governo, muda a postura. O Poder Moderador chefiando a Chancelaria é uma garantia de estabilidade e de uma "mesma voz" por um bom tempo.

 

11) Outro grave problema enfrentado por Reunião e por outras micronações é a falta de recursos humanos. As super-estruturas dos Poderes contribuem para a criação de postos de trabalho em número muito superior ao populacional. Alguns setores da Sociedade reuniã, no entanto, são terminantemente contra o "enxugamento" da máquina pública, apoiada apenas e tão somente no fato de "manter a pose". Sua administração estaria disposta a trabalhar com um número real de cargos?

Acho que as administrações devem ser reduzidas, com poucos no comando e muitos auxiliando. O ideal é que tivéssemos algo do tipo "efeito sanfona", quando a micronação está com bastantes súditos ativos e participativos, os quadros e o Estado se expandem, abraçando a todos, e quando a micronação está "em baixa", o Estado se reduz e os quadros são automaticamente reduzidos. Contudo, algumas coisas precisariam ser observadas, não poderíamos chegar a ridícula situação de ter as casas legislativas com apenas quatro membros, por exemplo: não poderiam haver exageros. Mas isso é uma utopia, é demasiadamente complexo para ser implantado no momento, foi só um comentário pessoal. Particularmente, meu gabinete não será grande, busquei agrupar alguns ministérios e fazer outros acumular determinadas funções que não são tão importantes. Mas vejo com bons olhos a extinção de burgos (desde que não sejam históricos) e a sua incorporação a outros. Quanto as capitanias e vice-reinos, são estágios micronacionais importantíssimos para que os novatos venham em um futuro não muito distante a galgar posições de importância imperial.

 

12) A Labareda agradece a entrevista e abre espaço para suas considerações finais.

Agradeço pela entrevista e o convite da Labareda. Aproveito a oportunidade para convidar este tradicional periódico a acompanhar o governo e nossas ações – caso formos eleitos – evidentemente. Novamente obrigado pela oportunidade, com a força de todos, juntos, levaremos Reunião adiante.

 
Expediente
Editor-Responsável: Alexandre Carvalho
Organizações Labareda®
 

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[imprensalivre] A Labareda * Edição 152 * Reunião

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A LABAREDA
Ano IV * Edição nº 152 * Domingo, 10/02/2008

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ARTIGO
 
A LABAREDA SE APAGANDO

Não há como negar que o que antes era prioridade, hoje não passa de um segundo plano.

A atuação no micronacionalismo, como diria o boêmio, "não tem mais o mesmo romantismo de outrora.

Isso é bastante perceptível, principalmente nas atividades das Organizações Labareda. Houve um período em que publicamos diariamente, durante 34 dias, o jornal A Labareda.

 
Houve uma vez que publicamos A Labareda em cinco "idiomas" diferentes. La Fiammata em Siena, La Fuseé em Sofia, La Llamarada em Ludônia, Ton Pyr em Pathros, além do próprio A Labareda. Tenho a ligeira impressão de ter esquecido algum.

Tínhamos a Labareda Online, o Minuto-Labareda, além do renomado IIRDE, a ADC Management (atuava na época do futebol virtual de Rafael Figueira), o Memorial de Reunião e muitas outras atividades.

 
No entanto, é chegada a hora da Labareda torna-se apenas uma fagulha, como carvão de fim de churrasco. Só não sabemos quando e e nem como ela irá se apagar definitivamente.
 
 

DESTAQUE DO MÊS
 
LUCAS DE SIMONE: UM CASO DE SUPERAÇÃO

Lucas de Simone ingressou no Sacro Império de Reunião, tendo-o como sua primeira micronação.

 

Assim que ingressou, fundo a DS Group, empresa virtualista que levantou diversos prédios pelo Império.

 

Superando esta fase virtualista, ingressou no PIGD, e logo tornou-se um qualícato de renome, a tal ponto que mais tarde tornar-se-ia o Presidente do PIGD.

 

Devido a seu comportamento exemplar e modos protocolares, foi rapidamente angariando a confiança e o respeito de diversos setores imperiais, dentre a Regência, onde mui recentemente foi nomeado Capitão Donatário de Conservatória, acumulando a controversa administração do Distrito de Beatriz.

 

Recentemente Lucas de Simone recebeu de SSMI o titulo de Barão de Belo Horizonte em reconhecimento de seus serviços prestados ao Império. Foi reconduzido a Assembléia Popular dos Qualícatos nas primeiras eleições de 2008, e atualmente é um forte nome para ser candidato do PIGD a Diretor-Presidente.

 

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[Chandon – 10 anos de Liberdade] A Labareda * Edição 151 * Reunião

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A LABAREDA
Ano IV * Edição nº 151 * Sexta-feira, 11/01/2008

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Fundada em 06/08/2004
 

 

ARTIGO
 
QUANTOS MICRO-ANIVERSÁRIOS VOCÊ JÁ FEZ?

A partir de hoje já é possível mensurar a passagem dos anos dentro do 'mundo' micronacional.

O micronacionalista Carlos Correa, também conhecido como 'de Médici' (apátrida, ex-Siena) desenvolveu uma lógica baseada na passagem dos meses a partir do surgimento da personagem, que seria verificada pela seqüência de Fibonacci, até o limite de 13 (meses, grifo nosso).

Para que possamos entender como essa lógica pode ser aplicada em nosso dia a dia, vamos entender o que é essa seqüência, e como ela foi descoberta:

Foi descrita primeiramente por Leonardo de Pisa, também conhecido como Fibonacci (c. 1200), para descrever o crescimento de uma população de coelhos. Os números descrevem o número de casais em uma população de coelhos depois de n meses se for suposto que:

1) no primeiro mês nasce apenas um casal,

2) casais amadurecem sexualmente (e reproduzem-se) apenas após o segundo mês de vida,

3) não há problemas genéticos no cruzamento consangüíneo,

4) todos os meses, cada casal fértil dá a luz a um novo casal, e

5) os coelhos nunca morrem.

A fórmula acima se aplica ao problema dos coelhos porque se no mês n existirem A coelhos, e no mês n + 1 existirem B coelhos, então no mês n + 2 existirão, necessariamente, A + B coelhos. Isto acontece porque é sabido que cada coelho basicamente dá a luz a outro coelho todos os meses (na verdade, cada casal dá a luz a outro casal, mas é a mesma coisa), e isto significa que todos os A coelhos darão a luz a outro número de A coelhos que se tornarão férteis depois de dois meses, que é exatamente o mês n + 2. Então, no mês n + 2, existirá a população do momento n + 1 (que é B) mais a população no momento n (que é A).

Correa portanto, entendeu que o conhecimento adquirido pelo micronacionalista ao longo de sua "vida", em associação à maturidade e dessa forma, o envelhecimento do indivíduo, segue essa mesma lógica. Assim, um personagem micronacional que nasceu na data de hoje passará pelos referidos períodos se sua vida (infância, juventude, maturidade e velhice) da seguinte forma:

1) Data do nascimento: 09/01/2008 (hoje)

2) Nenhum ano ganho no primeiro mês,

3) Um ano ganho no segundo e no terceiro mês,

4) Um ano ganho pelos meses 4 e 5,

5) Um ano ganho pelos meses 6, 7 e 8,

6) Um ano ganho pelos meses 9, 10, 11, 12 e 13,

7) Um ano ganho pelos meses 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20, e

8) Um ano ganho a cada 13 meses.

Neste exemplo, esse personagem, em um período de 12 meses reais, já viveu quase  5 anos micronacionais.

Em entrevista à este periódico, ele afirma que a partir dessa lógica, a possibilidade de trabalho pode ser ampliada, uma vez que as nações poderão determinar conceitos como maioridade, poder definir melhor como e em quais condições poderão ser realizados os casamentos, adoções e sucessões, a capacidade para realizar contratos e associações de todos os tipos, idade de acesso aos parlamentos e a cargos eletivos, etc.

Então lembre-se! A seqüência utilizada é 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, que serão os multiplicadores para os meses a partir do nascimento micronacional da pessoa.

Dessa forma, quantos micro-aniversários você já vez?

Nota: Carlos Correa entrou para o micronacionalismo em 17 de Março de 2005, completou 7 anos micronacionais em Janeiro de 2007 e aguarda o oitavo aniversário em Fevereiro deste ano.

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Actualizado e Notório do Departamento da
Ordem Nacional, é mantido pelo Ministério
do Interior, órgão do Poder Executivo, visite a pagina atualizada do Min. Interior -> http://www.reuniao.org/chandon/
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